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Eva e a Maçã – psicanálise e o Desejo do inconsciente é nova obra de Alexandra Teodoro e Cândido Neto

A partir desta sexta-feira, dia 12 de junho, o livro “Eva e a Maçã”, escrito por Alexandra Teodoro e Cândido Neto, está disponível para compra na Livraria Entrelivros. A obra chega como um convite à reflexão sobre a condição humana, unindo mito e psicanálise e explorando os caminhos da subjetividade.   Mais do que uma releitura da narrativa bíblica, o livro apresenta Eva como metáfora universal: ao estender a mão ao fruto proibido, ela inaugura a experiência da liberdade — marcada pela angústia, pela responsabilidade e pela criação. 📖 Em cada capítulo, o leitor percorre uma jornada que atravessa o desejo, o inconsciente, a linguagem, a culpa e a liberdade, até chegar à cultura e à subjetividade. Inspirado pelas contribuições de grandes psicanalistas como Freud, Winnicott, Jung, Lacan e Melanie Klein, “Eva e a Maçã” mostra como o mito continua a nos interpelar, convidando cada leitor a reconhecer que não há essência anterior à existência: cada escolha é um ato inaugural que nos constitui como sujeitos. ✨ A obra é, portanto, um chamado à reflexão pessoal: qual é a sua maçã? Qual desejo o desafia? Qual transgressão pode inaugurar sua própria consciência?

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Stela Ananda lança no Salipi O Mágico Abraço: afeto e ludicidade na alfabetização

O novo livro infantil “O Mágico Abraço” transforma o processo de alfabetização em uma experiência encantadora, unindo afeto, fantasia e brincadeira. Mais do que aprender letras, o letramento é a capacidade de usar a leitura e a escrita de forma significativa no cotidiano: compreender textos, expressar ideias e interagir com o mundo por meio das palavras. Já a alfabetização é o reconhecimento das letras e sons, combinando-os para formar palavras e frases. Hoje, entende-se que alfabetizar é muito mais do que ensinar códigos — é permitir que a criança seja protagonista de sua própria aprendizagem. Nesse caminho, a ludicidade, as histórias e as brincadeiras tornam-se ferramentas essenciais para despertar o interesse e facilitar a compreensão. É nesse espírito que surgem as estrelinhas Alfa e Beta, personagens de “O Mágico Abraço”, que convidam as crianças a explorar o universo das palavras com curiosidade e afeto. O resultado é uma jornada divertida e cheia de significado. ✍️ Sobre a autora – Stela Ananda de Barros é escritora, internacionalista e psicopedagoga, com mais de 20 anos de experiência na área educacional. – Doutoranda em Letras pela UFPI, pesquisa os impactos da narrativa de fantasia na psiquê humana. – Mestre em Relações Internacionais pela UFBA e em Estudos Internacionais pela Universitat de Barcelona. – Autora da coleção Respire fundo (EDUFBA). – Coordena o projeto Letramento Lúdico, que promove práticas inovadoras para alfabetização e letramento. 📅 Participação no Salipi Stela Ananda estará presente no Espaço EDUFPI, no dia 12 de junho, às 18h, para compartilhar sua obra e dialogar sobre práticas inovadoras de alfabetização e letramento.

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Música preta brasileira!

Nessa edição, vou falar de artistas que, na minha opinião, merecem mais visibilidade. A grande mídia, infelizmente, não está interessada em mostrar esse tipo de artista, que faz trabalhos mais elaborados, mas isso não quer dizer que sejam de difícil assimilação. Também não estão começando as suas carreiras, mas podemos dizer que fazem parte da nova MPB. Vou começar destacando a cantora, compositora, atriz, ativista e pesquisadora sergipana, Héloa (@heloaeu). Quando ainda estava na faculdade cursando artes visuais, Héloa teve sua primeira experiência com banda. Muito antes disso, aos treze anos, ela começou a estudar canto lírico, dança e teatro. Em 2013, ela lançou o Ep “Solta”, com esse primeiro trabalho ela conseguiu ganhar prêmios e fez uma turnê pelo nordeste. Com a boa aceitação de seu trabalho, Héloa percebeu que era hora de mudar para um grande centro cultural, a cidade de  São Paulo, isso em 2016. Nesse mesmo ano, ela lança o álbum “Eu” e já consegue uma boa repercussão tanto da crítica quanto do público. O álbum “Opará”,  lançado em 2019, teve total influência da imersão da cantora na religião afro-brasileira e no contato com os indígenas da tribo Kariri-Xocó. Em dezesseis anos de carreira, podemos constatar que Héloa busca uma troca com artistas e ativistas negros e indígenas, buscando a exaltação da força das raízes das matrizes africanas e indígenas, mostrando a sonoridade dos povos de terreiro e de aldeia. Algo interessante no trabalho de Héloa é como ela consegue unir elementos de suas raízes ancestrais com a música contemporânea, juntando a percussão com bases eletrônicas.  Ela é mais um grande talento que deve ser mais vista! Como sempre, vou deixar aqui um link de uma música dela: https://www.youtube.com/watch?v=a7ShNYWvtDY&list=RDEMKx867ofCcEFzhReJOqDQkg&index=2   O Soul de brasileiro (@soudebr)  é um trio vocal carioca que iniciou suas atividades em 2005, é formado por Negra Silva, José Júnior e Ge Vieira, o grupo chamou atenção em 2011 quando foi finalista do Favela Festival. O som deles é uma mistura de soul music, MPB e jazz, enfatizando a cultura afro-diaspórica. Dessa salada surge algo totalmente brasileiro. O Ep  “Ciclo 4” foi lançado em 2021 e teve a produção e direção artística da grande Sandra de Sá. Com harmonias vocais elaboradas, eles mostram força no seu canto. A ideia do grupo é retratar a periferia como um local onde também existe arte, fé e raízes ancestrais. Celebrando o que há de bom nesses locais, assim como resistência e orgulho de suas origens. No significativo mês da consciência negra, em 2025, foi lançado o single “De onde eu vim”, que é o primeiro single do primeiro álbum do trio, que terá o título de “Sou”. Para divulgar a faixa, foi produzido um clipe documental gravado na Vila Kennedy, comunidade onde os integrantes nasceram. A canção foi gravada no lendário estúdio “Toca do Bandido” com distribuição da Universal Music Brasil. O aguardado primeiro álbum do trio deve trazer toda a energia da periferia, fundindo soul music, samba e poesia urbana. Vem coisa boa por aí. Enquanto esse disco não vem, vou deixar aqui um link de uma música do trio: https://www.youtube.com/watch?v=TDUydZEw52M&list=RDTDUydZEw52M&start_radio=1                              

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Vejam e ouçam, André de Sousa e Aloha Haole!

Como falei na primeira coluna dessa nova “temporada”, não tenho compromisso de mostrar artistas novos ou lançamentos,  lógico que eventualmente irei citar artistas ou trabalhos novos. Dito isso, vou  destacar dois trampos audiovisuais lançados há alguns anos, mas que merecem ser destacados e foram produzidos no Piauí. Vou falar de um trampo de André de Sousa  e também da  banda Aloha Haule. A banda  de surf punk instrumental Aloha Haole (@alohahaoleband) foi idealizada pelo guitarrista  Guilherme Muniz. Ele não tinha grandes pretensões; a princípio, ele pensou em gravar algumas músicas com a expectativa de que a galera baixasse e curtisse. Nessa época, ele se apresentava  ao vivo sozinho, acompanhado por um sample de bateria, e o primeiro show foi nesse formato. Mas durante a gravação do primeiro álbum ‘If wanna dance’, Guilherme viu a necessidade de ter outros músicos para levar o projeto adiante. Após algumas mudanças, a formação se estabilizou com o baterista Jairo Anderson e o baixista Flávio Rio Lima. A banda se apresentou em vários festivais pelo país e ainda fez shows na Argentina. O grupo lançou dois álbuns e dois EPs. E, para comemorar os cinco anos da banda, Guilherme teve a ideia de gravar um DVD ao vivo. A gravação foi no Bueiro do rock no dia 28 de novembro de 2018, mas só foi lançada quase três anos depois, no dia 21 de julho de 2021, no canal da banda no YouTube. O vídeo captou de muito bem a força, precisão e agressividade dos caras. Aloha Haole é uma das melhores bandas que já surgiram por aqui. Espero que eles voltem a ativa, a cena precisa de bandas como essa. STAY HAOLE TILL DEATH! E claro, vou deixar o link do DVD dos caras, difícil vai ser ficar sentado no sofá. https://www.youtube.com/watch?v=QSp7BsPL_8A&t=139s Para celebrar os 30 anos de carreira do excelente guitarrista, compositor, arranjador e professor André de Sousa (@andredesousap), foi inicialmente lançado no dia 15 de fevereiro de 2025, um compacto intitulado “Esse blues é para você”, que conta com duas faixas, a música homônima  rearranjada e com a participação da cantora Soraya Castello Branco (@sorayacastellobranco)  e a outra canção é uma versão de um clássico de Nuno Mindelis, “Blues para o Brasil”. André é um dos grandes guitarristas de blues do Nordeste e consequentemente do Brasil, mas ele também empresta seu talento para artistas de outros gêneros como jazz e MBP, já acompanhou vários artistas locais, nacionais e até internacionais.Ele também faz parte de  duas das bandas de rock mais importantes do Piauí, o Conjunto Roque Moreira(@roque.moreira) e Narguilé Hidromecânico (@narguilehidromecanico.oficial ), o cara é daquele tipo de artista que não se contenta em simplesmente tocar seu instrumento, ele passa uma vibe de que está se divertindo muito o que acaba contagiando o público. Continuando as comemorações dos 30 anos de carreira, começou a ser produzida em abril de 2024 no estúdio A Casa uma live session, com o título de “30 anos de música”, com canções autorais e mais seis inéditas que farão parte de um álbum de estúdio. O projeto contou com várias participações especiais. Além da parte musical, o material contém depoimentos e entrevistas colhidas para fazer parte de um documentário. O projeto todo foi fruto de um financiamento coletivo custeado por fãs e amigos do artista. Trinta anos de carreira de um músico tão talentoso e querido não poderiam passar em branco, a live session cumpriu bem o papel de celebrar tantos anos de dedicação à música. Então a dica é uma boa companhia, uma bebida e uns petiscos para curtir uma verdadeira celebração. Aqui o link do Youtbe: https://www.youtube.com/watch?v=Eb1bisRfB70&t=2747s

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Salipi 2026: Lançamento de obras bilíngues e mesa sobre “Literatura e Tradução”, com as escritoras Jeanete Fortes e Lindevânia Martins.

Obras bilíngues: “A casa de janelas pequenas / La casa de las ventanas pequenas”, de Jeanete Fortes, e “Para levitar acima das fogueiras / Para levitar sobre las hogueras”, de Lindevania Martins, no SALIPI As obras bilíngues “A casa de janelas pequenas / La casa de las ventanas pequenas”, de Jeanete Fortes, e “Para levitar acima das fogueiras / Para levitar sobre las hogueras”, de Lindevania Martins, traduzidas pelo escritor e professor Wanderson Lima, recentemente, editadas pela Avant Garde Edições, serão lançadas no dia 9 de junho, às 18h, no espaço “Estação, Letras e Expressões, no SALIPI – 2026. Será formada uma mesa que dialogará sobre o tema “Literatura e tradução”, com a presença das autoras, do tradutor e da editora das obras. A temática discorrerá sobre o papel do tradutor para difusão universal de uma obra. Muito se debate sobre o desafio de traduzir uma obra literária. Para Umberto Eco, “a tradução é o que nos salva do isolamento”; para Borges, “o original não é fiel à tradução”; Haroldo de Campos defende a “transcriação”; e Walter Benjamin propõe que a verdadeira tradução deve transcender o original, garantindo sua “sobrevida” na busca por uma linguagem universal. Marleide Lins, escritora e editora, que desenvolve há quase duas décadas projetos acadêmicos e literários com instituições estrangeiras, aponta para a necessidade de produzir obras bilíngues. “A tradução literária permite que a literatura rompa barreiras linguísticas e geográficas, desta forma, atua como uma ponte intercultural e simbólica”. Sobre as obras ora lançadas, em português e espanhol, além do SALIPI, serão apresentadas no “V Seminário Internacional Crítica Feminista e Autoria Feminina, em Madrid – Espanha”, encontro que contempla a literatura de mulheres nos contextos de língua espanhola e portuguesa e reafirma o compromisso em promover debates amplos, críticos e interseccionais sobre as poéticas ibero-latinoamericanas, e no segundo semestre, na União Nacional dos Escritores e Artistas de Cuba / Pinar”. Das autoras e suas obras: Jeanete Fortes, autora de “A casa de janelas pequenas / La casa de las ventanas pequenas”, é escritora e Defensora Pública do Estado do Maranhão, publicou dois romances pela Avant Garde Edições, e organizou a obra “Vivências constituintes e sujeitos desconstitucionalizados”, de Maria Sueli Rodrigues de Sousa (1ª ed., 2022; 2ª ed., 2023), a coletânea “Foi assim” (2025) e “Liberdade é verbo” (2026). Para Wanderson Lima, crítico literário, prefaciador e tradutor do livro “A casa de janelas pequenas / La casa de las ventanas pequenas”: “Trata-se de um texto híbrido, que combina dimensões romanescas, poéticas e ensaísticas. É romance porque narra uma história e organiza personagens em torno de um acontecimento; é poesia pela construção imagética, pela força metafórica, pela musicalidade intrínseca e a profusão de neologismos; e é ensaio filosófico porque reflete explicitamente sobre ética, colonialidade, cultura, morte, silêncio, alteridade e existência”. Lindevania Martins, autora “Para levitar acima das fogueiras / Para levitar sobre las hogueras” é escritora e Defensora Pública do Estado do Maranhão. Finalista do prêmio Jabuti, 2021, publicou seis livros. Para Cris Lira, professora e supervisora do Programa de Português da Universidade da Geórgia, em Athens, Estados Unidos, sobre a obra “Para levitar acima das fogueiras / Para levitar sobre las hogueras”: A poesia de Lindevania Martins clama por desobediência, pelo reconhecimento das mulheres como o começo do mundo, pela luta pela memória, pelo registro matemático da monstruosidade. É um chamado: Levitemos sobre os escombros daqueles que insistem em nos querer caladas, recatadas, mortas”. Marleide Lins, escritora e editora, diz que o SaliPI, as feiras de livros, os colóquios acadêmicos e literários, são espaços de todas as conversas e trocas sobre literatura, e que exercem um papel fundamental para democratizar o acesso à leitura, promover a difusão e circulação de obras editadas, além de movimentar o mercado editorial.

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Toda Palavra é um Mundo: Sarau e rodas de conversa movimentam o evento

Neste mês de junho, Teresina será palco de um encontro cultural que celebra a força da palavra e sua capacidade de criar mundos. O projeto “Toda Palavra é um Mundo – Sarau” reúne escritores, professores, jornalistas e artistas em dois dias de intensa programação na Galeria The Doors, localizada na Rua General Adelmar Rocha, 2525, bairro Ininga. O Evento tem o patrocínio do Governo do Estado do Piauí, através da Secretaria de Estado da Cultura. Programação     📅 Dia 17/06 14h – Bate-papo: “Crônica: A Poética do Circunstancial” com Wellington Soares (escritor e professor). 14h – Oficina de Assessoria de Imprensa com Fátima Oliveira (jornalista e escritora). 15h – Bate-papo: “A Língua que Habito: A Arte de Ser Poliglota na Sua Própria Língua” com Newton Neto (professor). 16h – Conversa com Clara Mello, mediação de Fernanda Paz. 18h – Sarau Literário, com música de Bruno Baruque. 📅 Dia 18/06 14h – Oficina de Elaboração de Projetos com Alexandra Teodoro. 14h – Bate-papo: “A Leitura como Experiência de Vida: O Papel dos Clubes de Leitura na Formação Integral dos Estudantes” com Juscelino Aquino (professor). Um espaço de encontro e criação O evento propõe reflexões sobre literatura, jornalismo, leitura e criação artística, além de oferecer oficinas práticas e momentos de celebração coletiva. O Sarau Literário encerra o primeiro dia com música e poesia, reforçando o caráter plural e integrador da iniciativa. Serviço Data: 17 e 18 de junho de 2026 Local: Galeria The Doors – Rua General Adelmar Rocha, 2525, Ininga Informações: 86 98138-9273

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MIS, espaco para divulgação e produção cultural em Teresina!

Após quase dez anos em obras, foi inaugurado em dezembro de 2024 em Teresina, o Museu da Imagem e do Som (@mis_teresina), que foi pensado para ser um espaço de divulgação e produção cultural. Para isso, o local possui salas para edição de vídeo, gravação de áudio, digitalização de fotos, revisão de filmes, além de um auditório, biblioteca e pinacoteca. A idealização desse projeto faz parte do movimento de revitalização do centro da capital e tem mais de quatro mil metros de área construída em um prédio que já foi a Câmara Municipal de Teresina. O Museu recebeu o nome de Torquato Neto, homenagem mais do que merecida a esse ícone da cultura piauiense. São dez ambientes projetados para serem usados pelos artistas piauienses. A obra foi gerenciada pela Secretaria Municipal de Planejamento e Coordenação e foi executada pela Superintendência de Ações Administrativas Descentralizadas – Saad Centro. Algumas exposições já foram realizadas no local e um dos primeiros projetos desenvolvidos no museu é o Cine MIS, que tem o objetivo de exibir filmes nacionais, com entrada gratuita. O mais interessante é que as obras serão exibidas das 12h às 14h, esse horário foi pensado para que pessoas que trabalham no centro, no seu intervalo de almoço, possam relaxar conhecendo o cinema nacional e ainda aproximar o público piauiense do cinema nacional. E aos sábados à tarde acontece um projeto que é um desdobramento do que está rolando durante a semana,  que é o Cine Mis-Gênero. A ideia é que em sessões duplas, sejam exibidas produções de um gênero específico, por exemplo, já rolou uma sessão de terror,nesse caso não são só filmes nacionais. E para aproximar ainda mais os artistas do museu, a entidade lançou dois projetos: o Mis Fotografia e o Mis Poesia. Os participantes devem enviar os seus trabalhos autorais para o museu e, caso sejam selecionados, poderão participar de exposições e fazer parte do acervo. As edições deste ano já aconteceram. O museu que era gerido pela Secretaria de Planejamento e Coordenação agora está a cargo da Fundação Monsenhor Chaves (@cultura_the). Essa mudança deve fortalecer as políticas públicas e integrar o MIS a outros equipamentos culturais. Em seu primeiro mês de funcionamento, o museu já se tornou um novo espaço para encontros e debates de artistas da cidade. Nesse período, foi visitado por mais de cinco mil pessoas. Marcando também esse primeiro mês, foi inaugurado no quarto andar do prédio a Galeria Café, ambiente voltado para encontros, cultura e gastronomia. O MIS, durante a semana, funciona das 8h às 18h e no fim de semana das 13h às 18h. É mais um importante espaço de cultura e lazer que a população deve desfrutar, até para que os gestores vejam que a população quer e precisa de locais como esse.

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Mascarados na Música!

O cenário, a iluminação e o figurino são elementos importantes na concepção de uma apresentação musical, ou na gravação de um clipe, e alguns artistas vão ainda mais longe, usando maquiagem pesada, pinturas corporais ou máscaras. São diversos os motivos ou objetivos da utilização desses itens, alguns usam como forma de marketing e outros para se manter anônimo e poder viver normalmente sem tanta exposição da sua vida particular. O uso desses artifícios não é novidade, um dos pioneiros no uso de máscaras e figurinos incomuns é o coletivo de arte americano The Residents, que faz música experimental e projetos multimídia. O grupo existe desde a década de setenta, eles se apresentam fantasiados, com um capacete de olho, cartola e rabo, o grupo tenta manter suas identidades no anonimato, eles acham que o público deve se concentrar apenas na sua arte. A quantidade de artistas e bandas que usam figurinos, maquiagem e máscaras é imensa. Outro artista importante que posso citar nesse contexto é Alice Cooper (@alicecooper) que, além da maquiagem, os seus shows são marcados por performances teatrais inspiradas em filmes de terror, é um espetáculo sensorial completo. Um dos grupos musicais “mascarados” mais famosos é o Kiss (kissonline), a ideia de Paul Stanley e Gene Simmons de usar um figurino e maquiagem que chamasse atenção veio do fracasso da sua banda anterior, a Wicked Lester. Eles queriam fazer algo para dominar o mundo, tocar bem e ter boas composições não era o bastante, eles precisavam chocar as pessoas e se tornarem inesquecíveis. E eles conseguiram alcançar o objetivo e se tornaram um dos grupos que mais arrecadou royalties na história do rock e ainda compuseram alguns clássicos do rock pesado. Um caso curioso de artista que usa máscara é o da cantora, compositora e produtora Sia (@siamusic). Ela não soube lidar com a fama, sofria de depressão e, para manter sigilo sobre sua vida pessoal, começou a usar uma máscara no palco, Sia teve problemas com álcool e drogas e revelou um diagnóstico de autismo, mas ela segue em uma carreira de sucesso com composições gravadas por outros grandes artistas e também de influência na indústria da música. Mais estranho do que curioso é o caso do duo formado por dois canadenses, estou falando do Angine de Poitrine (@anginedepoitirne), os caras estão chamando atenção pelo visual único composto por máscaras de papel machê e roupas de bolinhas pretas e brancas, além da estética visual no mínimo diferente eles se destacam pelo som, eles fazem um rock experimental com composições microtonais, escalas fora dos padrões, elementos do jazz, funk e punk e algumas intervenções vocais em um dialeto que eles inventaram, muito estranho mesmo. Essa estética visual e sonora fez com que eles se tornassem um fenômeno viral nas redes sociais e plataformas de streaming. Vou deixar um link aqui para quem ainda não conhece o som desses dois malucos: https://www.youtube.com/watch?v=t7OIc-DBRXM&list=RDEM8fnbOb7oXZO7TYaks_3WKQ&start_radio=1 Outra banda que usa máscaras e um figurino estranho é o Glass Beams (@glass_beams), que foi criado em 2020 durante a pandemia de covid-19, por Rajan Silva, um produtor e multi-instrumentista indiano-australiano. Interessante como nesse período de isolamento forçado muitos artistas desenvolveram vários projetos como as lives e produziram bastante material inédito e de qualidade. Os músicos do Glass Beams se apresentam usando máscaras inspiradas em napão, que é uma espécie de tapete ornamental. Quanto à parte musical, que eu particularmente gosto muito, é uma mistura de música clássica indiana, psicodelia e jazz. Eles usam sintetizadores e percussão aliados a vocalizações com melodias repetitivas, andamentos suingados e escalas incomuns, que levam o ouvinte a uma espécie de transe. Rajan usa as suas influências de música indiana para despertar estados mentais, que ajudam a quem está ouvindo a fugir da realidade. A banda só lançou dois EPs: o Mirage em 2021 e Mahal em 2024. Esse segundo lançamento alcançou o quinto lugar na parada da Billboard na categoria álbum de jazz contemporâneo. Se você quer ouvir um som instrumental calmo, repetitivo e inventivo, recomendo a Glass Beams. E aqui vou deixar um link com uma música da banda: https://www.youtube.com/watch?v=nMuTgStG8w0&list=RDEMz2vRvq9X4bJfQaHpPPzBQw&start_radio=1

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CHEGA JUNTO SÃO JOÃO! É o Comitê de Cultura levando arte e cidadania ao município.

    O Chega Junto São João! será realizado no dia 17 de maio de 2026, no Sítio Pedacinho do Céu, localizado no Assentamento Curtume, a apenas 3 km de São João do Piauí – PI. O evento abre sua programação às 8h30 com a apresentação do Grupo Capoeira de Quilombo, trazendo energia, ancestralidade e movimento para dar início às atividades. Logo em seguida, às 9h, acontece a oficina Mulheres na Cultura: Empoderamento, Proteção e Direitos, conduzida por Professora Esmeralda, Larine Ferreira e Clarice Barroso, que irão compartilhar reflexões e experiências sobre o papel das mulheres na preservação e fortalecimento da cultura. No período da tarde, às 14h, será realizada a oficina Comunicação Popular no território Serra da Capivara, ministrada por Edmar Mota, com foco em práticas de comunicação comunitária e estratégias para dar voz às iniciativas locais. Encerrando o dia, às 19h, acontece o Encontro de Culturas, momento de celebração e integração com apresentações do Grupo Capoeira de Quilombo e do Grupo Batuque de Negros e Negras do Brás da Malhada, reforçando a diversidade e a riqueza cultural da região. O Chega Junto São João! é uma ação do PNCC-PI, realizada através da Assaac – Associação dos Amigos da Arte e da Cultura. A iniciativa é um convite para fortalecer laços comunitários, valorizar tradições e celebrar a potência cultural do território piauiense. Gostaria que eu também elaborasse uma versão em tom mais institucional, voltada para imprensa, destacando o impacto social e cultural da ação?

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Giro pelo Território Entre Rios: Cultura e Políticas Públicas em Demerval Lobão

    O município de Demerval Lobão será palco neste sábado, 16 de abril de 2026, do Giro pelo Território Entre Rios, uma ação do PNCC-PI – Programa Nacional dos Comitês de Cultura. O evento promove debates, oficinas e apresentações culturais em um encontro que valoriza a diversidade artística e fortalece o diálogo sobre políticas públicas de cultura. A programação acontece no Auditório da Câmara Municipal, localizado na Rua do Norte, 430 – Centro, Demerval Lobão – PI.   A partir das 17h, o público poderá participar da roda de conversa “O que é Sistema Nacional de Cultura?”, conduzida por Waldílio Siso, do Escritório MinC Piauí. Logo em seguida, às 17h30, acontece a oficina de elaboração de projetos culturais com João Rodrigues, presidente da Fequajupi. No mesmo horário, haverá também assessoria cultural voltada para projetos e parcerias, realizada pela equipe do comitê.   O evento contará ainda com o Encontro de Culturas, reunindo os repentistas Raimundo Padre e Zé Carlos, o Ballet Lourrany Meneses e a Academia Malungos de Capoeira, em uma celebração da arte popular e da tradição local. Encerrando a programação, às 20h, será realizado o lançamento da PNAB Municipal, marco importante para o fortalecimento das políticas culturais no município. O Giro pelo Território Entre Rios é uma realização da Assaac, MinC e Governo Federal, com apoio da Fequajupi e da Secretaria de Cultura de Demerval Lobão. Esse encontro promete ser um espaço de troca, aprendizado e valorização da cultura, reafirmando o papel das políticas públicas na promoção da diversidade e na construção de um território culturalmente ativo.

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