Alexandra Teodoro

São Raimundo Nonato realizou o IV Encontro de Culturas Tradicionais da Serra da Capivara

Evento reuniu o IV Encontro de Griôs e a V Caminhada das Culturas Populares, celebrando a memória, a literatura, a oralidade e as manifestações culturais da região. O município de São Raimundo Nonato, no sul do Piauí, recebeu, no dia 10 de outubro, o IV Encontro de Culturas Tradicionais da Serra da Capivara. Com programação gratuita, o evento reuniu o IV Encontro de Griôs e a V Caminhada das Culturas Populares e Tradicionais da Serra da Capivara, promovendo o reconhecimento dos saberes ancestrais, da memória coletiva e das expressões culturais do território. As atividades começaram, pela manhã, na Casa da Dona Nanzinha, na comunidade Lagoa de Fora, com credenciamento e apresentação infantil do Projeto Construir Brincando. Após a abertura institucional, os participantes acompanharam a oficina “Agentes Comunitários de Leitura – Mediação Literária e Fortalecimento Territorial”, ministrada por Agnaldo Ribeiro. A atividade foi seguida pela entrega de livros à comunidade e por um momento de confraternização. No período da tarde, a programação seguiu na Unidade Escolar Eliacim Mauriz, conhecida como Casa Gavião. No espaço, foi realizada a oficina “Comunicação Popular e Acessível”, conduzida por Nara Leticie, do Movimento Qualé Rapaziada. Simultaneamente, o pátio da escola sediou o IV Encontro de Griôs, que teve como tema “Memória, Oralidade e Direitos Culturais”. A atividade reuniu mestres, mestras e lideranças tradicionais para compartilhar experiências, conhecimentos e reflexões sobre a preservação dos saberes populares e a valorização das identidades culturais. O encontro contou com a mediação dos professores de Antropologia da Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF), Rainer Miranda e Paula Laiane. A programação também incluiu a V Caminhada das Culturas Populares e Tradicionais da Serra da Capivara, que percorreu o trajeto entre a Praça do Gavião e o Grupo Culturart. A iniciativa destacou a presença das manifestações tradicionais no cotidiano das comunidades e reforçou a importância da transmissão desses conhecimentos entre gerações. O encerramento aconteceu no Ponto de Cultura Culturart, localizado na Rua Manoel A. da Silva, com o Encontro de Culturas. A noite foi marcada por apresentações de grupos locais e expressões da cultura popular, incluindo reisado, roda de São Gonçalo, manifestações de comunidades quilombolas e de terreiros da região. Ao reunir atividades de formação, literatura, comunicação popular, oralidade e apresentações culturais, o IV Encontro de Culturas Tradicionais da Serra da Capivara fortaleceu os espaços de diálogo entre artistas, mestres da cultura, educadores e comunidades, contribuindo para a valorização e a continuidade do patrimônio cultural imaterial do território. O evento foi realizado pela Associação Amigos da Arte e da Cultura do Piauí (ASSAAC), pelo Grupo Culturart, pelo Sistema Nacional de Cultura (SNC), pelo Programa Nacional dos Comitês de Cultura no Piauí e pelo Ministério da Cultura, por meio do Governo Federal, com apoio da Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF). Corrija a repetição do título do eventoEnxugue os parágrafos e períodos

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“Revolução Aruana” retrata desafios de jovem indígena e destaca a luta por direitos dos povos originários no Piauí

“Revolução Aruana” retrata desafios de jovem indígena e destaca a luta por direitos dos povos originários no Piauí Média-metragem acompanha a trajetória de uma indígena Tapuio Tabajara-Itamaraty que deixa sua comunidade para cursar Direito em Teresina e enfrenta preconceito, racismo e desafios de pertencimento. A luta por educação, identidade e direitos dos povos indígenas é o tema central de Revolução Aruana, média-metragem de ficção com duração de 40 minutos, gravado e finalizado em 4K. A obra acompanha a história de Aruana, uma jovem indígena Tapuio Tabajara-Itamaraty, da comunidade Nazaré, localizada em Lagoa de São Francisco, no Piauí, que conquista uma vaga no curso de Direito por meio do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM). Ao deixar sua comunidade para ingressar na universidade, Aruana passa a enfrentar os desafios da vida urbana, o preconceito e o racismo. Nesse percurso, a jovem fortalece sua identidade e transforma a formação acadêmica em um instrumento de luta em defesa dos direitos dos povos indígenas. Com classificação livre para todos os públicos, o filme aborda questões sociais e ambientais, como ações afirmativas, acesso à educação, grilagem de terras, desmatamento e violações de direitos. A narrativa também valoriza a riqueza cultural dos povos originários e sua contribuição para a formação da identidade brasileira. Representatividade e reflexão social Ambientado no Piauí, Revolução Aruana propõe ampliar a representatividade indígena no audiovisual brasileiro, trazendo para o centro da narrativa uma personagem feminina que vivencia os desafios da permanência na universidade e do reconhecimento de sua identidade cultural. A produção parte da reflexão sobre a invisibilidade histórica dos povos indígenas, os estereótipos ainda presentes na sociedade e as dificuldades enfrentadas por indígenas que ingressam no ensino superior. Ao abordar essas questões por meio da ficção, o filme busca estimular o diálogo sobre cidadania, direitos humanos, diversidade, inclusão e preservação dos territórios tradicionais. Além da produção cinematográfica, o projeto prevê uma estratégia de difusão cultural com exibições gratuitas, participação em festivais, ações educativas e disponibilização da obra em plataforma digital de acesso livre. Estreia na comunidade Nazaré A estreia de Revolução Aruana está prevista para o dia 7 de outubro de 2026, às 19h, na comunidade indígena Nazaré, em Lagoa de São Francisco (PI), território de origem da protagonista da história. Após a estreia, durante o mês de outubro, o projeto prevê a circulação do média-metragem por dez cidades piauienses. Ao final de cada exibição presencial, será realizada uma roda de conversa sobre as temáticas apresentadas no filme, promovendo o diálogo com o público e ampliando as possibilidades de reflexão sobre a realidade dos povos indígenas. Equipe e realização O filme tem direção e roteiro de Ajosé Fontinelle, assistência de direção de Darlysom Almeida, direção de fotografia de Ícaro Uther e Vini Luz e direção de arte de Adalmir Miranda. A produção é de Rodolfo Pena, com direção de elenco de Luciano Melo. O elenco reúne Ariel Barroso, Serena Morais, Luise Marry, Monise Borges, Edite Rosa, Atenélia Rodrigues, Joseane Pinto, Luciano Melo e Rhenan Luis. A obra é realizada pela 1150 Produções, com patrocínio da Lei Rouanet e do Banco do Nordeste. Com uma narrativa centrada na experiência de uma jovem indígena que busca construir seu futuro sem romper os vínculos com suas origens, Revolução Aruana aposta no cinema como instrumento de valorização cultural, representatividade e debate sobre os direitos dos povos originários. Corrija a concordância no subtítuloReduza repetições sobre direitos indígenas

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São Raimundo Nonato acolhe o IV Encontro de Culturas Tradicionais da Serra da Capivara no dia 10 de Outubro

Evento reúne o IV Encontro de Griôs e a V Caminhada das Culturas Populares, celebrando a memória, a literatura e as manifestações culturais da região. No próximo dia 10 de outubro, o município de São Raimundo Nonato será palco do IV Encontro de Culturas Tradicionais da Serra da Capivara. O evento, que traz uma programação gratuita e diversificada ao longo de todo o dia, integrará simultaneamente o IV Encontro de Griôs e a V Caminhada das Culturas Populares e Tradicionais da Serra da Capivara. A programação começa às 08h00 na Casa da Dona Nanzinha (Comunidade Lagoa de Fora), com o credenciamento e uma apresentação infantil do Projeto Construir Brincando. Após a abertura institucional às 08h30, realiza-se às 09h00 a oficina “Agentes Comunitários de Leitura – Mediação Literária e Fortalecimento Territorial”, orientada por Agnaldo Ribeiro, culminando com a entrega de livros à comunidade e um lanche partilhado às 11h30. No período da tarde, as atividades concentram-se na Unidade Escolar Eliacim Mauriz (Casa Gavião). Às 15h00, terá lugar na sala de aulas a oficina “Comunicação Popular e Acessível” com Nara Leticie (Movimento Qualé Rapaziada). No pátio, decorre em simultâneo o IV Encontro de Griôs sob o tema “Memória, Oralidade e Direitos Culturais”, reunindo dezenas de mestres, mestras e lideranças tradicionais, com mediação dos professores de Antropologia da UNIVASF, Rainer Miranda e Paula Laiane. A partir das 18h00, a comunidade é convidada a participar na V Caminhada das Culturas Populares e Tradicionais, cujo percurso sairá da Praça do Gavião em direção ao Grupo Culturart. O encerramento do evento dá-se a partir das 19h00 no Ponto de Cultura Culturart (Rua Manoel A. da Silva, 373), com o grande Encontro de Culturas. A noite contará com apresentações de diversos grupos locais e manifestações culturais, incluindo reisado, roda de São Gonçalo, grupos quilombolas e terreiros da região. O IV Encontro de Culturas Tradicionais é uma realização da Associação Amigos da Arte e da Cultura do Piauí, do Grupo Culturart, do Sistema Nacional de Cultura (SNC), do Programa Nacional dos Comitês de Cultura no Piauí e do Ministério da Cultura / Governo Federal, contando com o apoio da Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF). SERVIÇO: Evento: IV Encontro de Culturas Tradicionais da Serra da Capivara Data: 10 de Outubro Horário: A partir das 08h00 Local: São Raimundo Nonato – PI (Comunidade Lagoa de Fora, Unidade Escolar Eliacim Mauriz e Ponto de Cultura Culturart) Entrada: Gratuita Informações e Contacto: WhatsApp Culturart — (89) 9 9441-9209

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Circo como transformação social: projeto leva espetáculos e oficinas gratuitas ao Piauí e Maranhão

Entre os dias 18 e 30 de agosto, Teresina (PI), Timon (MA) e União (PI) recebem o projeto “Modelando Encontros – Circo em Travessia RJ–PI”, iniciativa que aposta no circo como espaço de encontro, formação e transformação social. Idealizado pelo coletivo carioca Circo no Ato, com realização da Osmose Produções e parceria da Organização Ponto de Equilíbrio (OPEQ), o projeto conta com patrocínio da Vale por meio da Lei Rouanet. Formação e intercâmbio cultural A programação vai além das apresentações artísticas: inclui oficinas voltadas a estudantes, artistas e educadores circenses, com carga horária de até 24 horas em Teresina e oito horas em Timon e União. Os encontros abordam fundamentos técnicos, processos criativos, metodologias de ensino e aspectos da profissionalização, sempre com foco na aprendizagem colaborativa. Segundo Lüana Coelho Gomes, coordenadora pedagógica, “aprender, criar e viver de circo aparecem como dimensões inseparáveis. A proposta valoriza a técnica, mas também a transmissão de saberes, o cuidado e a criação coletiva”. Além das oficinas presenciais, será produzido um material pedagógico digital reunindo metodologias e processos criativos, disponível gratuitamente na internet. Espetáculos gratuitos e acessíveis A circulação contempla três montagens principais: Se der Corda – Uma aventura lúdica em que quatro amigos descobrem um livro mágico que dá asas à imaginação. Livre Acesso – Espetáculo que reflete sobre opressões de gênero e reivindica o direito de existir e ocupar espaços. Espetáculo de Variedades Circenses – Criação coletiva que reúne artistas locais e o Circo no Ato em números de acrobacia, equilibrismo, palhaçaria e dança acrobática. Todas as apresentações têm interpretação em Libras, reafirmando o compromisso com a acessibilidade. Impacto e legado Para Luís Vale, diretor da OPEQ, “o projeto oferece uma valiosa oportunidade de formação para os artistas piauienses, além de garantir ao público local o acesso a um espetáculo de circulação nacional”. A iniciativa também prevê a gravação de um minidocumentário com registros dos encontros e impactos nas comunidades, que será disponibilizado online com legendas e janela de Libras. Serviço Teresina (PI): 18 a 23/08 – Oficinas e espetáculos na OPEQ e Parque da Cidadania. Timon (MA): 25 a 27/08 – Atividades no Teatro Municipal Maria Socorro de Macêdo Claudino. União (PI): 28 a 30/08 – Programação no Centro Cultural Benedito Martins Napoleão do Rego. Todas as atividades são gratuitas. Informações sobre ingressos e inscrições estão disponíveis em modelandoencontros.com.br e nas redes sociais do Circo no Ato. Esse projeto mostra como o circo contemporâneo pode ser uma poderosa ferramenta de inclusão e transformação social, fortalecendo redes culturais e ampliando o acesso à arte em territórios historicamente menos contemplados.

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O Giro pelo Território Entre Rios é neste final de semana em Teresina.

O evento será no dia 1º de agosto com uma programação dedicada ao fortalecimento das políticas públicas de cultura, à formação de agentes culturais e à valorização das manifestações artísticas do Piauí. Realizado no Centro Social Urbano (CSU) do Parque Piauí, o encontro reunirá representantes do Ministério da Cultura, da Secretaria de Estado da Cultura, gestores municipais, artistas, produtores culturais e a comunidade para um dia de debates, troca de experiências, oficinas e apresentações culturais que celebram a diversidade dos territórios. A programação terá início às 8h, com a acolhida dos participantes, seguida de um café da manhã ao som do Coral do CSU e de uma apresentação da Escola de Circo Vivendo e Aprendendo. Às 9h, será realizada a abertura institucional com a participação de representantes do Comitê de Cultura no Piauí, do Ministério da Cultura, da Secretaria de Estado da Cultura e de gestores municipais de cultura, reforçando o compromisso com o fortalecimento das políticas culturais nos municípios. Às 10h, o público acompanhará o painel “Panorama da experiência nos territórios”, que apresentará as ações desenvolvidas por meio da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB) e do Sistema Nacional de Cultura nos municípios de Altos, Alto Longá, Beneditinos, Demerval Lobão, Monsenhor Gil e Nazária. O momento será dedicado ao compartilhamento de experiências e ao diálogo sobre estratégias que ampliam o acesso às políticas públicas de cultura e fortalecem a atuação cultural nos territórios. Na sequência, às 11h, será realizada a oficina “Bora, Elaborar Seu Projeto Cultural?”, ministrada pelo agente territorial de cultura e produtor cultural Noé Filho. A atividade oferecerá orientações práticas para artistas, produtores, coletivos e fazedores de cultura interessados em desenvolver projetos e acessar editais e mecanismos de fomento. Encerrando a programação, a partir das 12h, acontece o Encontro de Culturas, reunindo diferentes expressões da cultura popular piauiense em uma grande celebração da diversidade artística. Estão confirmadas apresentações do Balé Folclórico do Piauí, Bumba Meu Boi Riso da Floresta, Associação Beira Mar Capoeira, Quadrilha Junina Chapéu de Palha, Grupo Mulheres em Ação, Escola Harmônica do Promorar e do Casal Bela Vista Forrozeiro.   O Giro pelo Território Entre Rios será realizado no CSU do Parque Piauí, localizado na Avenida Marechal Rondon, nº 137, bairro Parque Piauí, em Teresina. A iniciativa é uma realização da Assaac, Culturart, Ministério da Cultura e Governo Federal, com apoio do CSU Parque Piauí. O evento é aberto ao público e convida artistas, agentes culturais, gestores e a comunidade a participarem de um dia de formação, integração e valorização da cultura como instrumento de desenvolvimento social e fortalecimento da cidadania.

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Toda Palavra é um Mundo: evento reúne escritores e leitores em dois dias de celebração cultural em Teresina

  A Galeria The Doors, em Teresina, foi palco nos dias 17 e 18 de junho de 2026 do projeto “Toda Palavra é um Mundo – Sarau”, que trouxe uma programação diversificada de bate-papos, oficinas e apresentações artísticas. O evento destacou a força da palavra como instrumento de reflexão, criação e encontro.   Reflexões e oficinas No primeiro dia, o público participou de debates sobre literatura e linguagem. O escritor e professor Wellington Soares abriu a programação com o bate-papo “Crônica: A Poética do Circunstancial”. Em paralelo, a jornalista e escritora Fátima Oliveira conduziu a oficina de Assessoria de Imprensa. À tarde, o professor Newton Neto discutiu “A Língua que Habito: A Arte de Ser Poliglota na Sua Própria Língua”, seguido por uma conversa com a escritora Clara Mello, mediada por Fernanda Paz. O encerramento ficou por conta do Sarau Literário, acompanhado pela música de Bruno Baruque, que trouxe poesia e melodia em sintonia. No segundo dia, a programação seguiu com a oficina de Elaboração de Projetos, ministrada por Alexandra Teodoro, e o bate-papo com o professor Juscelino Aquino, que abordou “A Leitura como Experiência de Vida: O Papel dos Clubes de Leitura na Formação Integral dos Estudantes”. Um espaço de encontro O evento reuniu escritores, professores, jornalistas e leitores em um ambiente de troca e aprendizado. Para os organizadores, o sarau cumpriu seu papel de aproximar diferentes vozes e mostrar que cada palavra, de fato, pode abrir novos mundos.  

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Eva e a Maçã – psicanálise e o Desejo do inconsciente é nova obra de Alexandra Teodoro e Cândido Neto

A partir desta sexta-feira, dia 12 de junho, o livro “Eva e a Maçã”, escrito por Alexandra Teodoro e Cândido Neto, está disponível para compra na Livraria Entrelivros. A obra chega como um convite à reflexão sobre a condição humana, unindo mito e psicanálise e explorando os caminhos da subjetividade.   Mais do que uma releitura da narrativa bíblica, o livro apresenta Eva como metáfora universal: ao estender a mão ao fruto proibido, ela inaugura a experiência da liberdade — marcada pela angústia, pela responsabilidade e pela criação. 📖 Em cada capítulo, o leitor percorre uma jornada que atravessa o desejo, o inconsciente, a linguagem, a culpa e a liberdade, até chegar à cultura e à subjetividade. Inspirado pelas contribuições de grandes psicanalistas como Freud, Winnicott, Jung, Lacan e Melanie Klein, “Eva e a Maçã” mostra como o mito continua a nos interpelar, convidando cada leitor a reconhecer que não há essência anterior à existência: cada escolha é um ato inaugural que nos constitui como sujeitos. ✨ A obra é, portanto, um chamado à reflexão pessoal: qual é a sua maçã? Qual desejo o desafia? Qual transgressão pode inaugurar sua própria consciência?

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Stela Ananda lança no Salipi O Mágico Abraço: afeto e ludicidade na alfabetização

O novo livro infantil “O Mágico Abraço” transforma o processo de alfabetização em uma experiência encantadora, unindo afeto, fantasia e brincadeira. Mais do que aprender letras, o letramento é a capacidade de usar a leitura e a escrita de forma significativa no cotidiano: compreender textos, expressar ideias e interagir com o mundo por meio das palavras. Já a alfabetização é o reconhecimento das letras e sons, combinando-os para formar palavras e frases. Hoje, entende-se que alfabetizar é muito mais do que ensinar códigos — é permitir que a criança seja protagonista de sua própria aprendizagem. Nesse caminho, a ludicidade, as histórias e as brincadeiras tornam-se ferramentas essenciais para despertar o interesse e facilitar a compreensão. É nesse espírito que surgem as estrelinhas Alfa e Beta, personagens de “O Mágico Abraço”, que convidam as crianças a explorar o universo das palavras com curiosidade e afeto. O resultado é uma jornada divertida e cheia de significado. ✍️ Sobre a autora – Stela Ananda de Barros é escritora, internacionalista e psicopedagoga, com mais de 20 anos de experiência na área educacional. – Doutoranda em Letras pela UFPI, pesquisa os impactos da narrativa de fantasia na psiquê humana. – Mestre em Relações Internacionais pela UFBA e em Estudos Internacionais pela Universitat de Barcelona. – Autora da coleção Respire fundo (EDUFBA). – Coordena o projeto Letramento Lúdico, que promove práticas inovadoras para alfabetização e letramento. 📅 Participação no Salipi Stela Ananda estará presente no Espaço EDUFPI, no dia 12 de junho, às 18h, para compartilhar sua obra e dialogar sobre práticas inovadoras de alfabetização e letramento.

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Salipi 2026: Lançamento de obras bilíngues e mesa sobre “Literatura e Tradução”, com as escritoras Jeanete Fortes e Lindevânia Martins.

Obras bilíngues: “A casa de janelas pequenas / La casa de las ventanas pequenas”, de Jeanete Fortes, e “Para levitar acima das fogueiras / Para levitar sobre las hogueras”, de Lindevania Martins, no SALIPI As obras bilíngues “A casa de janelas pequenas / La casa de las ventanas pequenas”, de Jeanete Fortes, e “Para levitar acima das fogueiras / Para levitar sobre las hogueras”, de Lindevania Martins, traduzidas pelo escritor e professor Wanderson Lima, recentemente, editadas pela Avant Garde Edições, serão lançadas no dia 9 de junho, às 18h, no espaço “Estação, Letras e Expressões, no SALIPI – 2026. Será formada uma mesa que dialogará sobre o tema “Literatura e tradução”, com a presença das autoras, do tradutor e da editora das obras. A temática discorrerá sobre o papel do tradutor para difusão universal de uma obra. Muito se debate sobre o desafio de traduzir uma obra literária. Para Umberto Eco, “a tradução é o que nos salva do isolamento”; para Borges, “o original não é fiel à tradução”; Haroldo de Campos defende a “transcriação”; e Walter Benjamin propõe que a verdadeira tradução deve transcender o original, garantindo sua “sobrevida” na busca por uma linguagem universal. Marleide Lins, escritora e editora, que desenvolve há quase duas décadas projetos acadêmicos e literários com instituições estrangeiras, aponta para a necessidade de produzir obras bilíngues. “A tradução literária permite que a literatura rompa barreiras linguísticas e geográficas, desta forma, atua como uma ponte intercultural e simbólica”. Sobre as obras ora lançadas, em português e espanhol, além do SALIPI, serão apresentadas no “V Seminário Internacional Crítica Feminista e Autoria Feminina, em Madrid – Espanha”, encontro que contempla a literatura de mulheres nos contextos de língua espanhola e portuguesa e reafirma o compromisso em promover debates amplos, críticos e interseccionais sobre as poéticas ibero-latinoamericanas, e no segundo semestre, na União Nacional dos Escritores e Artistas de Cuba / Pinar”. Das autoras e suas obras: Jeanete Fortes, autora de “A casa de janelas pequenas / La casa de las ventanas pequenas”, é escritora e Defensora Pública do Estado do Maranhão, publicou dois romances pela Avant Garde Edições, e organizou a obra “Vivências constituintes e sujeitos desconstitucionalizados”, de Maria Sueli Rodrigues de Sousa (1ª ed., 2022; 2ª ed., 2023), a coletânea “Foi assim” (2025) e “Liberdade é verbo” (2026). Para Wanderson Lima, crítico literário, prefaciador e tradutor do livro “A casa de janelas pequenas / La casa de las ventanas pequenas”: “Trata-se de um texto híbrido, que combina dimensões romanescas, poéticas e ensaísticas. É romance porque narra uma história e organiza personagens em torno de um acontecimento; é poesia pela construção imagética, pela força metafórica, pela musicalidade intrínseca e a profusão de neologismos; e é ensaio filosófico porque reflete explicitamente sobre ética, colonialidade, cultura, morte, silêncio, alteridade e existência”. Lindevania Martins, autora “Para levitar acima das fogueiras / Para levitar sobre las hogueras” é escritora e Defensora Pública do Estado do Maranhão. Finalista do prêmio Jabuti, 2021, publicou seis livros. Para Cris Lira, professora e supervisora do Programa de Português da Universidade da Geórgia, em Athens, Estados Unidos, sobre a obra “Para levitar acima das fogueiras / Para levitar sobre las hogueras”: A poesia de Lindevania Martins clama por desobediência, pelo reconhecimento das mulheres como o começo do mundo, pela luta pela memória, pelo registro matemático da monstruosidade. É um chamado: Levitemos sobre os escombros daqueles que insistem em nos querer caladas, recatadas, mortas”. Marleide Lins, escritora e editora, diz que o SaliPI, as feiras de livros, os colóquios acadêmicos e literários, são espaços de todas as conversas e trocas sobre literatura, e que exercem um papel fundamental para democratizar o acesso à leitura, promover a difusão e circulação de obras editadas, além de movimentar o mercado editorial.

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Toda Palavra é um Mundo: Sarau e rodas de conversa movimentam o evento

Neste mês de junho, Teresina será palco de um encontro cultural que celebra a força da palavra e sua capacidade de criar mundos. O projeto “Toda Palavra é um Mundo – Sarau” reúne escritores, professores, jornalistas e artistas em dois dias de intensa programação na Galeria The Doors, localizada na Rua General Adelmar Rocha, 2525, bairro Ininga. O Evento tem o patrocínio do Governo do Estado do Piauí, através da Secretaria de Estado da Cultura. Programação     📅 Dia 17/06 14h – Bate-papo: “Crônica: A Poética do Circunstancial” com Wellington Soares (escritor e professor). 14h – Oficina de Assessoria de Imprensa com Fátima Oliveira (jornalista e escritora). 15h – Bate-papo: “A Língua que Habito: A Arte de Ser Poliglota na Sua Própria Língua” com Newton Neto (professor). 16h – Conversa com Clara Mello, mediação de Fernanda Paz. 18h – Sarau Literário, com música de Bruno Baruque. 📅 Dia 18/06 14h – Oficina de Elaboração de Projetos com Alexandra Teodoro. 14h – Bate-papo: “A Leitura como Experiência de Vida: O Papel dos Clubes de Leitura na Formação Integral dos Estudantes” com Juscelino Aquino (professor). Um espaço de encontro e criação O evento propõe reflexões sobre literatura, jornalismo, leitura e criação artística, além de oferecer oficinas práticas e momentos de celebração coletiva. O Sarau Literário encerra o primeiro dia com música e poesia, reforçando o caráter plural e integrador da iniciativa. Serviço Data: 17 e 18 de junho de 2026 Local: Galeria The Doors – Rua General Adelmar Rocha, 2525, Ininga Informações: 86 98138-9273

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