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Ideias e improvisos que deram muito certo!

  A produção de uma música, pode evidenciar detalhes que às vezes se sobressaem tanto que fazem com que a música seja lembrada por um arranjo ou som que, em alguns casos, não fazia parte no ato da composição ou poderia não combinar com a música, mas que acabam dando muito certo e se tornam tão importantes quanto a própria música! O produtor ou algum músico da banda pode sugerir algo diferente, por exemplo, um solo de um instrumento que não faz parte do som da banda, como flauta, saxofone, violinos, enfim, vai depender da criatividade na hora de produzir a música.       Em alguns casos, pode ser um solo de guitarra que se destaca, como na música “Ovelha Negra” de Rita Lee e Tutti Frutti, que faz parte do disco “Fruto Proibido”. O guitarrista Luiz Carlini (@luizcarlini_oficial) fez no primeiro take de gravação o solo que é considerado o melhor do rock brasileiro. Reza a lenda que ele quis refazer, mas o produtor não deixou e o que foi publicado foi mesmo o da primeira tentativa e totalmente de improviso! O solo é dotado de uma certa simplicidade combinada com muita emoção, provavelmente por isso seja uma referência para críticos e músicos.   Eu não poderia deixar de fora desse post um dos arranjos mais incríveis da história do rock brasileiro e o responsável é Willy Verdaguer (@willy.verdaguer) esse argentino é entre outras coisas maestro, arranjador e exímio baixista, ele é o cara responsável pelos arranjos de baixo de dois dos mais importantes álbuns lançados no Brasil, esse músico tocou nos clássicos discos dos “Secos e Molhados”, dito isso vou falar de um dos vários arranjos incríveis de Willy o da música “Amor” do primeiro álbum da banda que foi lançado em 1973, essa linha de baixo é emblemática e mostra como o baixista ajudou a moldar o som da banda, o que ele fez é tão incrível que virou alvo de estudo para músicos, muitos instrumentistas praticam essa parte da música para desenvolver sua técnica. E esse é só um dos vários arranjos legais dos discos, participar de dois discos lendários e se destacar não é para qualquer um. Abaixo vou colocar o link com o arranjo citado acima. https://www.youtube.com/watch?v=xGzAuG6B208&list=RDxGzAuG6B208&start_radio=1&pp=ygUwd2lsbHkgdmVyZGFndWVyIHRvY2FuZG8gbyBhcnJhaj1uam8gZGUgYW1vciBhbW9yoAcB   No rock internacional posso citar a vocalização na canção “The great gig in the sky”, que está no clássico album do Pink Floyd “Dark side of the moon”, e a dona da voz é Clare Torry. A princípio, não havia essa parte na composição. O engenheiro de som Alan Parsons foi quem teve a ideia de incluir esse trecho que foi feito praticamente de improviso, mais um acaso que entrou para a história do rock. Abaixo vou deixar o link de um trecho da música “The great gig in the sky”, ao vivo com Clare Torry brilhando na vocalização citada. https://www.youtube.com/shorts/0r7TRHXeiq8?feature=share   Outro fato a ser destacado é o solo de guitarra do lendário Ed Van Halen na música “Beat it” de Michael Jackson. O cantor chamou para produzir seu disco “Thriller” que viraria um clássico do pop, nada mais nada menos do que Quincy Jones, um dos maiores produtores musicais de todos os tempos. Jones concordou com a intenção de Michael de que a música alcançasse todos os públicos, por isso pensou em Ed para participar da música. Engraçado que o próprio Quincy ligou para fazer o convite ao guitarrista que desligou o telefone várias vezes na cara do produtor por não acreditar que fosse Quincy ligando para ele, mas depois pensou bem, atendeu e acabou aceitando o convite. Segundo Ed Van Halen, sem pedir permissão a Michael, ele rearranjou a música porque na parte do solo não tinha nenhum acorde. Lógico, depois ele avisou ao cantor que adorou tudo que Ed fez. Havia um problema para a participação do guitarrista, era que Ed tinha um pacto com sua banda Van Halen de não participar de gravações ou shows de outros artistas e para que os companheiros de banda não soubessem, o nome do guitarrista não foi creditado no disco e de cachê Ed pediu uma caixa de cerveja e que Michael lhe ensinasse alguns passos de dança. Um valor irrisório para um solo que, de tão bom, virou um dos pontos altos da música. Segue abaixo o link de Ed Van Halen fazendo o solo em um show com Michael Jackson. https://www.youtube.com/watch?v=ShV2Hu8veoE&list=RDShV2Hu8veoE&start_radio=1   Eu poderia enumerar vários casos como esses que aconteceram tanto na MPB, na música pop e no rock, talvez possa rolar a parte dois dessa coluna. Até a próxima!

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Nelson Nery apresenta A Máquina do Castelo Branco

  O escritor Nelson Nery lança, no próximo dia 15 de abril, no Locomotiva Pub, em Teresina, o romance A Máquina do Castelo Branco. A obra combina ciência, história, aventura e suspense em uma narrativa que conecta passado e presente, atravessando cenários da Europa e do Brasil. Uma trama marcada por mistério e ciência Desde Dublin, paira uma sombra sobre o grupo de pesquisadores, como uma ameaça constante e enigmática. Entre eles, Leonor (filha do engenheiro português Joaquim Saraiva), jovem engenheira que se torna protagonista da busca por respostas. Juntos, eles se dedicam ao ousado projeto de desenvolver uma máquina de moto-contínuo — um dispositivo capaz de desafiar as leis da Termodinâmica. Mas os desafios não se limitam ao campo científico. Rivalidades familiares, como o conflito com o irlandês Patrick O’Brien, além de interesses financeiros e disputas pessoais, tornam a jornada ainda mais complexa e perigosa. Dick Gonçalo: o elo brasileiro Na tentativa de superar os impasses técnicos e encontrar novas fontes de conhecimento, surge Dick Gonçalo, engenheiro de produção brasileiro com MBA em Dublin. Designado pelo CEO da Green Life Company, Thomas More, Dick é encarregado de apoiar Joaquim e Leonor na busca pelo enigmático livro Mecânica e Astronomia Leonardina, escrito pelo inventor brasileiro Leonardo Castelo Branco no século XIX. Dick torna-se peça-chave na investigação, conectando a trama à história científica brasileira e conduzindo o grupo por uma jornada que atravessa Lisboa, Londres, Porto, Rio de Janeiro e Esperantina, no Piauí — terra natal de Castelo Branco. Entre lendas e descobertas Enquanto enfrentam os limites impostos pelas leis da Física, os protagonistas também mergulham em mitologias irlandesas, como as histórias dos fomorianos e do Tuath Dé Danann. Essa combinação de ciência e mitologia dá ao romance uma dimensão única, em que o real e o imaginário se entrelaçam. A narrativa alterna momentos de investigação científica com aventuras cheias de emoção, encontros inesperados e até a possibilidade de um romance em meio às tensões. Reflexões sobre ciência e humanidade Mais do que uma história de suspense, A Máquina do Castelo Branco provoca reflexões sobre os limites da ciência, a ambição humana e a busca por inovação tecnológica. O livro questiona: seria possível confrontar as leis da Termodinâmica? Leonardo Castelo Branco teria deixado pistas capazes de revolucionar o fornecimento de energia limpa no século XXI? Com uma escrita dinâmica e rica em detalhes, Nelson Nery conduz o leitor por uma jornada que mistura conhecimento científico, referências históricas e dilemas humanos universais — medo, amor, rivalidade e esperança. Evento de lançamento O lançamento promete reunir leitores, convidados e amantes da literatura em uma noite de celebração cultural. Serviço: 📖 Lançamento do livro A Máquina do Castelo Branco 📅 15 de abril 📍 Locomotiva Pub – Teresina

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Energia e personalidade na voz de Tânia Nery!

  Um dos temas que será recorrente aqui na coluna é a voz, que é um dos instrumentos mais fantásticos que existem. E dessa vez vou destacar a voz e a personalidade de uma baiana de Salvador que felizmente veio para o Piauí mostrar que tem muito axé. Estou falando de Tânia Nery (@tanianeryalves). A partir de 1998, ela deu início à sua carreira cantando MPB. Em 1999, a sua veia roqueira falou mais alto e ela atuou em bandas covers de rock internacional. Carbono 14 e Danna Margot foram algumas das bandas. Tânia participou de vários festivais importantes no Piauí, como Tribus Rock, Piauí Pop, The Music, Barra Jazz, Festival de Inverno de Pedro II e Delta Festival, entre outros. Ela também divide seu talento com bandas e artistas locais, fazendo backing-vocals com a banda Narguilé Hidromecânico, Karranca, Teófilo Lima e Tupi Machine, só para citar alguns nomes. Dona de uma voz grave e potente, Tânia mostra versatilidade e personalidade passeando da MPB ao Jazz, mas o estilo em que ela mais se destaca é o Rock’n Roll. Dentro dessa vertente, fez tributos a Rita Lee e Janis Joplin, ela é incrível interpretando Janis, quem tiver a oportunidade de ver, não perca! Outro excelente tributo é a Amy Winehouse. Uma apresentação de Tânia Nery é uma celebração à boa música, ela se cerca de bons músicos como o guitarrista Lívio Nascimento e o baterista Iago Dayvison, por exemplo, e com a sua presença de palco cheia de energia e musicalidade, Tânia entrega grandes interpretações. E como eu sempre faço vou deixar aqui o link de uma apresentação da Tânia: https://www.youtube.com/watch?v=7GLSFpNcLXE&list=RD7GLSFpNcLXE&start_radio=1

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Músico Lívio Nascimento e Banda Scrok lançam singles/vídeoclipes!

  Já que o ano só começa mesmo depois do carnaval, vou retomar a partir de agora a Coluna do Belo. A minha intenção não é de trazer aqui apenas lançamentos ou novos artistas mas trazer o que há de melhor com relação a arte, seja música, literatura, filmes enfim o que eu encontrar relacionado a arte que na minha opinião possa de alguma forma despertar o interesse de vocês. E pra esse retorno temos dois lançamentos de vídeo clipes, o primeiro que destaco é o clipe “Sabbáatico” do produtor musical, professor e guitarrista Lívio Nascimento, o cara já foi side man de artistas locais e nacionais, participando ainda dos grupos Tupi Machine e Eletrique Zamba entre outros. Seu trabalho tem um enfoque especial para a música instrumental, em 2017 gravou o álbum “Janeiro” além da carreira solo, Lívio desenvolve projetos com o “Chapa Quente Trio” e com o “Lívio Nascimento Trio” formado pelo próprio Lívio, Paulo Dantas no baixo (em breve deve ser destaque aqui na coluna) e na bateria Bruno Moreno, com essas feras da música piauiense gravou ao vivo o DVD/Album “Um Passo a Frente” em Junho de 2021. Vou deixar aqui o link do vídeoclipe “Sabbáatico”: https://youtu.be/0ve6EgEPuJQ A banda de thrash metal maranhense Scrok que está na ativa há trinta e três anos, já lançou uma demo tape, intitulada “First”, foi muito bem recebida pelo público e pela crítica. Na sequência veio a gravação de um CD Demo intitulado “Real Truth” trazendo uma faixa interativa para o vídeoclipe da faixa-título. Em 2011 depois de uma pausa na carreira a banda lança o excelente EP “Devastation” com três músicas: “Devastation”, “Disgrace Online” e “Creeping Children Tales”. E no dia 28 de Março de 2026 em um evento gratuito no Shopping Tocantins em Imperatriz no Maranhão, a banda lançou um single e vídeoclipe da música “Devastation in Amazon – The Beginning”, a letra escrita pelo vocalista/baixista Valter Reis, como o próprio nome sugere critica a devastação da Amazônia e também a chegada dos portugueses ao Brasil e todas as suas consequências. O clipe foi filmado na aldeia Escalvado, município de Fernando Falcão no Maranhão. Além da ideia de divulgar o trabalho em âmbito internacional a banda pensou também na questão da acessibilidade, o clipe possui legenda em inglês e português, intérprete de libras e versão com audiodescrição. Alguém pode se perguntar por quê a “Coluna do Belo” está destacando uma banda maranhense, o motivo é que a banda foi formada na cidade de Timon, as vezes é confundida como banda piauiense e a banda sempre contou com integrantes piauienses, além disso é nordestina e uma grande banda de thrash metal por todos esses motivos ela merece ser citada aqui. E aqui deixo o link do vídeoclipe: https://www.youtube.com/watch?v=opvma_W37l8&list=RDopvma_W37l8&start_radio=1&pp=ygUFc2Nyb2ugBwE%3D

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Paixão de Cristo de Bom Jesus, o Musical

A encenação da Paixão de Cristo de Bom Jesus, no sul do Piauí, chega em 2026 aos seus 20 anos de história, consolidando-se como um dos maiores espetáculos culturais e religiosos da região. Realizado no município de Bom Jesus, o evento une fé, arte e tradição, envolvendo a comunidade local e atraindo público de diversas cidades. Neste ano, a apresentação será no dia 3 de abril, Sexta-feira Santa, no Salão da Serra, um dos cenários naturais mais marcantes do município, que se transforma em palco a céu aberto para contar a história da vida, morte e ressurreição de Jesus Cristo. A apresentação está marcada para às 19h e promete mais uma vez emocionar o público com uma montagem grandiosa. O formato musical É importante destacar que o espetáculo recebe o título de musical não apenas pela presença de trilha sonora ou pela inclusão de músicas, mas pelo fato de que atores, atrizes, intérpretes e cantores realmente cantam durante a encenação. Ou seja, a história é contada através do canto e da interpretação musical, tornando a narrativa ainda mais intensa e envolvente. Essa característica diferencia a montagem de outras versões da Paixão de Cristo realizadas pelo país, pois aqui o público acompanha uma verdadeira fusão entre teatro e música, em que cada cena é conduzida por performances vocais, com coreografias minuciosamente marcadas. O olhar do diretor Com direção de Franklin Pires, o espetáculo vem se renovando a cada edição, mantendo viva uma tradição que cresce ano após ano. O diretor traz sempre um olhar especial: a cada ano, a narrativa é apresentada sob a ótica de um personagem diferente. Em Bom Jesus, a história já foi contada sob a perspectiva de Maria, de Judas e de outros. Em 2026, Franklin faz um paralelo com os dias atuais, levantando a reflexão: “E se Jesus Cristo voltasse hoje, como seria?”. Essa abordagem contemporânea intenciona aproximar ainda mais o público da mensagem central de fé e esperança. Elenco de 2026 Atores da cidade, muitos deles formados nas oficinas ministradas pelo diretor Franklin Pires. Artistas que estão no espetáculo desde a primeira versão, há vinte anos, como Francisco Rodrigues, Felipe Paiva e Brisa Rodrigues, que começaram ainda crianças e hoje retornam como protagonistas da tradição. A cantora Giuliette Miranda (da Banda Retrohits), que neste ano interpretará Maria, mãe de Jesus, em um dos papéis mais emocionantes da montagem. O cantor lírico Leandro Harias, o próprio Franklin Pires (diretor, ator e cantor) e Tarcísio Pires darão vida aos demônios da tentação, que se transformarão nos sinedristas — figuras que, na narrativa, conduzem Jesus ao Calvário. Destaque especial para a inclusão de duas atrizes transgênero. Entre elas, Karina Leal, que interpretará Maria Madalena, reforçando a representatividade e diversidade no espetáculo. O Salão da Serra: palco natural da fé e da arte O Salão da Serra, em Bom Jesus, é mais do que um cenário: é um monumento da natureza que se transforma, todos os anos, em um grande teatro a céu aberto. Entre paredões rochosos e a vegetação típica do sul do Piauí, o espaço ganha vida ao receber milhares de pessoas que se emocionam com a encenação da Paixão de Cristo. O relevo imponente e a beleza singular da serra criam uma atmosfera única, onde cada pedra e cada curva parece testemunhar a narrativa da vida, morte e ressurreição de Jesus. É nesse ambiente natural que fé e cultura se encontram, dando ao espetáculo uma força ainda maior, como se a própria paisagem fosse parte da história. Transformado em Parque Ambiental, o Salão da Serra é também símbolo de preservação e identidade. Ali, tradição e natureza se unem, reforçando o caráter comunitário e espiritual do evento. Assistir à Paixão de Cristo no Salão da Serra é viver uma experiência que transcende o teatro: é sentir a força da fé em meio à grandiosidade da criação, é deixar-se envolver por um espetáculo que ecoa entre as pedras e toca profundamente o coração. Serviço Paixão de Cristo de Bom Jesus, o Musical 📍 Salão da Serra (município de Bom Jesus) 📅 Dia 3 de abril, às 19h

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Giro pelo Território Entre Rios: dia 27, em Altos

O município de Altos recebe no dia 27 de março o Giro pelo Território Entre Rios, iniciativa do Programa Nacional dos Comitês de Cultura no Piauí (PNCC-PI). A ação será realizada no Centro Social Urbano – CSU e promete um dia inteiro de atividades culturais e formativas, reunindo oficinas, debates e apresentações artísticas que fortalecem a participação social e celebram a diversidade cultural da região. A programação começa às 8h30, com recepção, acolhida e café da manhã, seguida de uma apresentação de capoeira pelo Grupo Raízes do Brasil. Durante a manhã, das 9h às 12h, será realizado o encontro “Território, Democracia e Participação Social” , voltado para reflexões e diálogos sobre cidadania e cultura. No período da tarde, das 14h às 17h, acontecem duas oficinas simultâneas: uma de avaliação técnica junina e outra de comunicação popular, conduzida pelo facilitador José Augusto. A partir das 17h, o público poderá prestigiar o Encontro de Culturas, que reúne diversas expressões artísticas. Às 18h, sobe ao palco o Grupo Aliança Capoeira; às 18h15, a Escola de Dança Infantil do CSU apresenta um espetáculo de balé; às 18h30, é a vez dos destaques da Junina Zabumbada; e às 18h50, os destaques da Junina Chapéu de Palha. Logo depois, das 19h às 19h10, haverá uma performance de Break Dance/Hip Hop com Luketa e Jimmy, encerrando às 19h10 com o grupo Fogo Pagou. Paralelamente, entre 17h e 20h, acontece a Feirinha Cultural , espaço de convivência e valorização da produção local. O Giro pelo Território Entre Rios em Altos será uma oportunidade única de integração, aprendizado e celebração da cultura popular, reforçando o papel da arte como instrumento de participação social e fortalecimento comunitário. Mais informações: @comitedecultura.pi

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Documentário revela a importância cultural e econômica da farinhada no Piauí

Documentário revela a importância cultural e econômica da farinhada no Piauí – Foto: Divulgação   Para muitas famílias, a farinhada representa mais do que a produção de alimento e geração de renda. É um costume que fortalece o sentimento de pertencimento e mantém viva a cultura das comunidades. A cada ciclo de produção, homens e mulheres se reúnem nas casas de farinha. O trabalho é intenso, mas a coletividade transforma o processo em um momento de troca, convivência e fortalecimento de laços. Durante dias e noites, especialmente entre os meses de junho e setembro, a dedicação é contínua. O resultado vai além da produção: farinha, beiju e bolo de goma que garantem sustento e preservam um modo de vida passado de geração em geração. Documentário revela a importância cultural e econômica da farinhada no Piauí – Foto: Divulgação Com o objetivo de valorizar essa prática, o documentário Farinhada leva às telas histórias do interior piauiense, mostrando a rotina das casas de farinha e o orgulho de quem mantém viva essa cultura. O material foi produzido pela OBR em parceria com a TV Lupa1. A exibição acontece no dia 24 de março, na TV Lupa1 (canal 8.1), TV Assembleia (canal 17.1) e TV Antares (canal 2.1). Venha aprender, sorrir e se emocionar com os depoimentos de quem ama a vida na roça e mantém viva a cultura da farinhada. Patrocínio Ministério do Desenvolvimento Social Governo do Brasil TEM PATROCÍNIO, TEM GOVERNO DO BRASIL Documentário revela a importância cultural e econômica da farinhada no Piauí – Foto: Divulgação

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Teresina sedia Teia Estadual dos Pontos de Cultura do Piauí de 13 a 15 de março

A iniciativa integra a Política Nacional de Cultura Viva, criada e desenvolvida pelo Ministério da Cultura, reunindo agentes culturais e representantes de coletivos Teresina sediará, de 13 a 15 de março, a Teia Estadual dos Pontos de Cultura do Piauí, encontro que reunirá agentes culturais, coordenadores e representantes de coletivos de diversas regiões do estado. O evento acontece no Blue Tree Towers Rio Poty e terá como tema “Pontos de Cultura pela Justiça Climática”. A iniciativa integra a Política Nacional de Cultura Viva, criada e desenvolvida pelo Ministério da Cultura, que há mais de duas décadas reconhece e fortalece os Pontos de Cultura em todo o Brasil, promovendo o acesso às expressões culturais e valorizando iniciativas desenvolvidas nos territórios. No Piauí, o encontro tem como objetivo articular, fortalecer e integrar a rede Cultura Viva, reunindo agentes culturais e representantes de coletivos para momentos de diálogo, formação e intercâmbio de experiências. A programação será aberta na noite de quinta-feira (13), com credenciamento, apresentação cultural de acolhimento e solenidade de abertura, seguida de conferências que irão discutir os avanços e desafios da política Cultura Viva no Brasil e no Piauí. Entre os convidados está a secretária de Cidadania e Diversidade Cultural do Ministério da Cultura, Márcia Rollemberg, que abordará as perspectivas nacionais da política. Durante o evento também serão realizados debates sobre o futuro da Cultura Viva no estado, incluindo a participação de gestores públicos, pesquisadores e representantes de Pontos de Cultura. Entre os participantes está o deputado estadual Fábio Novo, que apresentará reflexões sobre a trajetória da Cultura Viva no Piauí. No sábado (14), a programação inclui mesas temáticas sobre o Plano Nacional Cultura Viva e os caminhos da política para os próximos dez anos, além de debates sobre trabalho, sustentabilidade e economia da cultura. Também estão previstos grupos de trabalho que irão discutir temas como governança, participação social e justiça climática. Os participantes irão construir coletivamente propostas que serão sistematizadas e apresentadas em plenária. No domingo (15), o encontro será encerrado com a leitura e aprovação do documento final e a eleição de representantes da rede. Paralelamente, o público poderá acompanhar uma programação cultural e uma feira de economia criativa, com apresentações artísticas e exposição de produtos e iniciativas ligadas aos Pontos de Cultura.  

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Alexandra Teodoro recebe o ator Rubens Santos no Cena Aberta, da Tv Alepi

O programa Cena Aberta desta sexta-feira, 13, às 21h30, na TV Alepi, traz uma entrevista especial conduzida por Alexandra Teodoro com o ator Rubens Santos. Na conversa, o artista fala sobre sua trajetória no cinema, os desafios da profissão e sua participação em O Agente Secreto, produção recente que vem chamando atenção do público. Rubens Santos é um nome consolidado no cenário audiovisual brasileiro, com uma carreira marcada por personagens intensos e filmes de grande repercussão. Entre suas participações mais conhecidas estão obras como Bacurau (2019), onde interpretou Erivaldo, e Aquarius (2016), no papel de Rivanildo. Também esteve em Divino Amor (2019), Curral (2021), Cangaço Novo (2023) e Partiu América (2024), além de produções premiadas como O Som ao Redor (2013). Nos últimos anos, Rubens ampliou ainda mais sua filmografia, atuando em títulos como Maria e o Cangaço (2025), A Melhor Mãe do Mundo (2025) e O Sertão Vai Vir ao Mar (2024), reforçando sua versatilidade e presença em narrativas que exploram a identidade cultural brasileira. A entrevista promete revelar bastidores de gravações, reflexões sobre o papel do cinema nacional e os próximos passos da carreira do ator. Além da exibição na TV Alepi, o público poderá assistir ao conteúdo também no canal oficial da emissora no YouTube, ampliando o acesso a essa conversa imperdível sobre arte e cinema.

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Matéria Viva: Exposição no Sesc Cajuína, de 03 a 27 de março

Matéria Viva – Exposição de esculturas orgânicas contemporâneas A exposição Matéria Viva, de Luiz Rodrigues, insere-se em um campo expandido da escultura contemporânea que dialoga com práticas brasileiras e internacionais voltadas para a organicidade e a sustentabilidade. Suas obras, concebidas a partir de raízes, pedras e madeiras, revelam um estilo que pode ser identificado como escultura orgânica rústica contemporânea. No Brasil, Rodrigues se aproxima da tradição inaugurada por Frans Krajcberg, que transformou troncos queimados em denúncia ambiental, mas se diferencia ao propor uma experiência estética e espiritual, mais voltada à contemplação do que à crítica.     Há também afinidade com a economia de gestos de Amilcar de Castro, que, ao cortar o ferro, buscava a essência da forma — gesto que Rodrigues traduz em sua mínima intervenção sobre a matéria natural. Internacionalmente, sua obra dialoga com artistas como Andy Goldsworthy, que cria esculturas efêmeras a partir de elementos naturais, e Isamu Noguchi, cuja busca por formas orgânicas e integração entre arte e paisagem ecoa na prática de Rodrigues. Contudo, enquanto Goldsworthy trabalha com a impermanência, Rodrigues oferece permanência e durabilidade às formas naturais, transformando-as em esculturas que atravessam o tempo. Assim, Matéria Viva se posiciona como uma exposição que não apenas celebra a natureza como coautora da obra, mas também reafirma a relevância da escultura orgânica no século XXI. Ao unir ciência, estética responsável e raciocínio estético na elaboração de protocolos personalizados, Luiz Rodrigues cria uma identidade singular: uma arte que respeita a origem dos materiais, ressignifica o espaço e convida o público a refletir sobre sustentabilidade, permanência e espiritualidade.    

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