São Raimundo Nonato realizou o IV Encontro de Culturas Tradicionais da Serra da Capivara

Evento reuniu o IV Encontro de Griôs e a V Caminhada das Culturas Populares, celebrando a memória, a literatura, a oralidade e as manifestações culturais da região. O município de São Raimundo Nonato, no sul do Piauí, recebeu, no dia 10 de outubro, o IV Encontro de Culturas Tradicionais da Serra da Capivara. Com programação gratuita, o evento reuniu o IV Encontro de Griôs e a V Caminhada das Culturas Populares e Tradicionais da Serra da Capivara, promovendo o reconhecimento dos saberes ancestrais, da memória coletiva e das expressões culturais do território. As atividades começaram, pela manhã, na Casa da Dona Nanzinha, na comunidade Lagoa de Fora, com credenciamento e apresentação infantil do Projeto Construir Brincando. Após a abertura institucional, os participantes acompanharam a oficina “Agentes Comunitários de Leitura – Mediação Literária e Fortalecimento Territorial”, ministrada por Agnaldo Ribeiro. A atividade foi seguida pela entrega de livros à comunidade e por um momento de confraternização. No período da tarde, a programação seguiu na Unidade Escolar Eliacim Mauriz, conhecida como Casa Gavião. No espaço, foi realizada a oficina “Comunicação Popular e Acessível”, conduzida por Nara Leticie, do Movimento Qualé Rapaziada. Simultaneamente, o pátio da escola sediou o IV Encontro de Griôs, que teve como tema “Memória, Oralidade e Direitos Culturais”. A atividade reuniu mestres, mestras e lideranças tradicionais para compartilhar experiências, conhecimentos e reflexões sobre a preservação dos saberes populares e a valorização das identidades culturais. O encontro contou com a mediação dos professores de Antropologia da Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF), Rainer Miranda e Paula Laiane. A programação também incluiu a V Caminhada das Culturas Populares e Tradicionais da Serra da Capivara, que percorreu o trajeto entre a Praça do Gavião e o Grupo Culturart. A iniciativa destacou a presença das manifestações tradicionais no cotidiano das comunidades e reforçou a importância da transmissão desses conhecimentos entre gerações. O encerramento aconteceu no Ponto de Cultura Culturart, localizado na Rua Manoel A. da Silva, com o Encontro de Culturas. A noite foi marcada por apresentações de grupos locais e expressões da cultura popular, incluindo reisado, roda de São Gonçalo, manifestações de comunidades quilombolas e de terreiros da região. Ao reunir atividades de formação, literatura, comunicação popular, oralidade e apresentações culturais, o IV Encontro de Culturas Tradicionais da Serra da Capivara fortaleceu os espaços de diálogo entre artistas, mestres da cultura, educadores e comunidades, contribuindo para a valorização e a continuidade do patrimônio cultural imaterial do território. O evento foi realizado pela Associação Amigos da Arte e da Cultura do Piauí (ASSAAC), pelo Grupo Culturart, pelo Sistema Nacional de Cultura (SNC), pelo Programa Nacional dos Comitês de Cultura no Piauí e pelo Ministério da Cultura, por meio do Governo Federal, com apoio da Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF). Corrija a repetição do título do eventoEnxugue os parágrafos e períodos

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“Revolução Aruana” retrata desafios de jovem indígena e destaca a luta por direitos dos povos originários no Piauí

“Revolução Aruana” retrata desafios de jovem indígena e destaca a luta por direitos dos povos originários no Piauí Média-metragem acompanha a trajetória de uma indígena Tapuio Tabajara-Itamaraty que deixa sua comunidade para cursar Direito em Teresina e enfrenta preconceito, racismo e desafios de pertencimento. A luta por educação, identidade e direitos dos povos indígenas é o tema central de Revolução Aruana, média-metragem de ficção com duração de 40 minutos, gravado e finalizado em 4K. A obra acompanha a história de Aruana, uma jovem indígena Tapuio Tabajara-Itamaraty, da comunidade Nazaré, localizada em Lagoa de São Francisco, no Piauí, que conquista uma vaga no curso de Direito por meio do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM). Ao deixar sua comunidade para ingressar na universidade, Aruana passa a enfrentar os desafios da vida urbana, o preconceito e o racismo. Nesse percurso, a jovem fortalece sua identidade e transforma a formação acadêmica em um instrumento de luta em defesa dos direitos dos povos indígenas. Com classificação livre para todos os públicos, o filme aborda questões sociais e ambientais, como ações afirmativas, acesso à educação, grilagem de terras, desmatamento e violações de direitos. A narrativa também valoriza a riqueza cultural dos povos originários e sua contribuição para a formação da identidade brasileira. Representatividade e reflexão social Ambientado no Piauí, Revolução Aruana propõe ampliar a representatividade indígena no audiovisual brasileiro, trazendo para o centro da narrativa uma personagem feminina que vivencia os desafios da permanência na universidade e do reconhecimento de sua identidade cultural. A produção parte da reflexão sobre a invisibilidade histórica dos povos indígenas, os estereótipos ainda presentes na sociedade e as dificuldades enfrentadas por indígenas que ingressam no ensino superior. Ao abordar essas questões por meio da ficção, o filme busca estimular o diálogo sobre cidadania, direitos humanos, diversidade, inclusão e preservação dos territórios tradicionais. Além da produção cinematográfica, o projeto prevê uma estratégia de difusão cultural com exibições gratuitas, participação em festivais, ações educativas e disponibilização da obra em plataforma digital de acesso livre. Estreia na comunidade Nazaré A estreia de Revolução Aruana está prevista para o dia 7 de outubro de 2026, às 19h, na comunidade indígena Nazaré, em Lagoa de São Francisco (PI), território de origem da protagonista da história. Após a estreia, durante o mês de outubro, o projeto prevê a circulação do média-metragem por dez cidades piauienses. Ao final de cada exibição presencial, será realizada uma roda de conversa sobre as temáticas apresentadas no filme, promovendo o diálogo com o público e ampliando as possibilidades de reflexão sobre a realidade dos povos indígenas. Equipe e realização O filme tem direção e roteiro de Ajosé Fontinelle, assistência de direção de Darlysom Almeida, direção de fotografia de Ícaro Uther e Vini Luz e direção de arte de Adalmir Miranda. A produção é de Rodolfo Pena, com direção de elenco de Luciano Melo. O elenco reúne Ariel Barroso, Serena Morais, Luise Marry, Monise Borges, Edite Rosa, Atenélia Rodrigues, Joseane Pinto, Luciano Melo e Rhenan Luis. A obra é realizada pela 1150 Produções, com patrocínio da Lei Rouanet e do Banco do Nordeste. Com uma narrativa centrada na experiência de uma jovem indígena que busca construir seu futuro sem romper os vínculos com suas origens, Revolução Aruana aposta no cinema como instrumento de valorização cultural, representatividade e debate sobre os direitos dos povos originários. Corrija a concordância no subtítuloReduza repetições sobre direitos indígenas

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São Raimundo Nonato acolhe o IV Encontro de Culturas Tradicionais da Serra da Capivara no dia 10 de Outubro

Evento reúne o IV Encontro de Griôs e a V Caminhada das Culturas Populares, celebrando a memória, a literatura e as manifestações culturais da região. No próximo dia 10 de outubro, o município de São Raimundo Nonato será palco do IV Encontro de Culturas Tradicionais da Serra da Capivara. O evento, que traz uma programação gratuita e diversificada ao longo de todo o dia, integrará simultaneamente o IV Encontro de Griôs e a V Caminhada das Culturas Populares e Tradicionais da Serra da Capivara. A programação começa às 08h00 na Casa da Dona Nanzinha (Comunidade Lagoa de Fora), com o credenciamento e uma apresentação infantil do Projeto Construir Brincando. Após a abertura institucional às 08h30, realiza-se às 09h00 a oficina “Agentes Comunitários de Leitura – Mediação Literária e Fortalecimento Territorial”, orientada por Agnaldo Ribeiro, culminando com a entrega de livros à comunidade e um lanche partilhado às 11h30. No período da tarde, as atividades concentram-se na Unidade Escolar Eliacim Mauriz (Casa Gavião). Às 15h00, terá lugar na sala de aulas a oficina “Comunicação Popular e Acessível” com Nara Leticie (Movimento Qualé Rapaziada). No pátio, decorre em simultâneo o IV Encontro de Griôs sob o tema “Memória, Oralidade e Direitos Culturais”, reunindo dezenas de mestres, mestras e lideranças tradicionais, com mediação dos professores de Antropologia da UNIVASF, Rainer Miranda e Paula Laiane. A partir das 18h00, a comunidade é convidada a participar na V Caminhada das Culturas Populares e Tradicionais, cujo percurso sairá da Praça do Gavião em direção ao Grupo Culturart. O encerramento do evento dá-se a partir das 19h00 no Ponto de Cultura Culturart (Rua Manoel A. da Silva, 373), com o grande Encontro de Culturas. A noite contará com apresentações de diversos grupos locais e manifestações culturais, incluindo reisado, roda de São Gonçalo, grupos quilombolas e terreiros da região. O IV Encontro de Culturas Tradicionais é uma realização da Associação Amigos da Arte e da Cultura do Piauí, do Grupo Culturart, do Sistema Nacional de Cultura (SNC), do Programa Nacional dos Comitês de Cultura no Piauí e do Ministério da Cultura / Governo Federal, contando com o apoio da Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF). SERVIÇO: Evento: IV Encontro de Culturas Tradicionais da Serra da Capivara Data: 10 de Outubro Horário: A partir das 08h00 Local: São Raimundo Nonato – PI (Comunidade Lagoa de Fora, Unidade Escolar Eliacim Mauriz e Ponto de Cultura Culturart) Entrada: Gratuita Informações e Contacto: WhatsApp Culturart — (89) 9 9441-9209

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Ator André Gonçalves no Alard

A participação de André Gonçalves foi um dos destaques da programação do I Festival Alard de Teatro – Ano Bid Lima, realizado em Bom Jesus. O ator carioca encerrou a programação teatral do festival com o espetáculo “Biografia Desautorizada”, apresentado no dia 18 de setembro, no Teatro Alard. André Gonçalves é destaque no Festival Alard de Teatro com espetáculo “Biografia Desautorizada” O I Festival Alard de Teatro – Ano Bid Lima encerrou sua programação, em Bom Jesus, com a presença de um dos nomes conhecidos da dramaturgia brasileira. O ator André Gonçalves apresentou o espetáculo “Biografia Desautorizada”, no dia 18 de setembro, no Teatro Alard, marcando o encerramento da programação do festival. Convidado do Rio de Janeiro, André Gonçalves integrou uma programação que reuniu artistas e grupos teatrais do Piauí e de outros estados. Ao longo de quatro dias, o festival promoveu o encontro entre diferentes linguagens e experiências da cena teatral, com apresentações no Teatro Alard e na Praça Cultural Ramón Neto. Em “Biografia Desautorizada”, André Gonçalves assume o protagonismo de uma montagem que mistura teatro, música e humor para abordar experiências relacionadas a excessos, dependências e escolhas pessoais. O espetáculo foi escrito por Alda Carvalho e dirigido por Rafael Ponzi. Em sua concepção original, a montagem utiliza música ao vivo e referências à cultura pop para construir uma narrativa que transita entre memórias, ficção e reflexão. A montagem ganhou destaque justamente pela maneira como transforma temas delicados em uma experiência teatral marcada pelo humor e pela reflexão. Em entrevistas sobre o espetáculo, André explicou que a proposta era tratar de questões reais sem fazer humor com o sofrimento, mas utilizar a arte como possibilidade de diálogo com o público. A presença do ator em Bom Jesus também ampliou o alcance do Festival Alard, colocando a produção teatral do interior do Piauí em contato com um artista de trajetória nacional. André Gonçalves iniciou sua trajetória artística no teatro ainda nos anos 1980 e, posteriormente, construiu uma carreira também na televisão, mantendo ao longo dos anos sua relação com os palcos. No Festival Alard, “Biografia Desautorizada” foi a última das dez atrações programadas para os quatro dias de evento. Antes da apresentação de André Gonçalves, o público acompanhou “Quase Famosa” e “A Guardiã do Planeta”, ambas do Coletivo Capemga, encerrando uma programação que reuniu diferentes grupos e propostas da produção teatral piauiense. A participação de André Gonçalves reforçou a proposta do Festival Alard de criar um espaço de intercâmbio entre artistas, aproximando a produção teatral do Piauí de nomes e experiências de outras partes do país. Para o público de Bom Jesus, a apresentação representou ainda a oportunidade de acompanhar de perto o trabalho de um ator com décadas de atuação nos palcos e na televisão. Ao homenagear Bid Lima e reunir artistas de diferentes trajetórias, o Festival Alard reafirmou Bom Jesus como um espaço de circulação e valorização das artes cênicas, fortalecendo o teatro como instrumento de cultura, encontro e formação de público.

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XVII Festival de Rabeca celebra tradição, diversidade musical e cultura popular em Bom Jesus

Bom Jesus, no Sul do Piauí, foi palco de mais uma edição do Festival de Rabeca, que chegou em 2026 à sua 17ª edição. Realizado de 18 a 22 de setembro, na Praça da Serra Nova, o evento reuniu músicos, rabequeiros, artistas nacionais e regionais em cinco dias de programação gratuita. Mais do que um festival musical, o evento reafirmou a importância da rabeca como instrumento de tradição nordestina e como elemento de identidade cultural. A programação contou com a participação da Orquestra de Rabecas de Bom Jesus, rabequeiros locais e convidados, incluindo músicos vindos de Pernambuco, ampliando o intercâmbio entre diferentes tradições da música popular brasileira. A diversidade foi uma das marcas desta edição. Ao lado da música tradicional e do forró, o festival abriu espaço para diferentes estilos, passando por MPB, reggae e música religiosa. Entre os artistas que integraram a programação estiveram Chico Chico, Samyra Show, Álvaro Neto, Forró Balancear, Banda Líbanos, Thiago Freitas, Forró Bandido, Forró na Caixa, Edson Gomes, Felipão Forró Moral, Alanzinho Coreano, Anderson Freire e Padre Fábio de Melo. A programação começou na sexta-feira, dia 18, com Chico Chico, Samyra Show e Álvaro Neto. No sábado, o público acompanhou Forró Balancear, Banda Líbanos, Thiago Freitas e Forró Bandido. O domingo teve Forró na Caixa, Edson Gomes, Felipão Forró Moral e Alanzinho Coreano. Na segunda-feira, Anderson Freire comandou a programação, enquanto o encerramento, na terça-feira, dia 22, ficou por conta do Padre Fábio de Melo. A presença de atrações religiosas também ampliou o diálogo do festival com diferentes públicos. Anderson Freire representou a música gospel, enquanto Padre Fábio de Melo encerrou o evento em uma noite marcada pela música e pela religiosidade. Antes do show, o sacerdote visitou a Catedral de Nossa Senhora das Mercês, onde foi recebido por Dom Marcos Tavoni e conheceu a imagem de Nossa Senhora das Mercês, considerada um importante patrimônio cultural do Piauí. Outro destaque foi a presença de artistas ligados à tradição do forró. Durante o festival, o cantor e compositor Luiz Fidélis celebrou a programação e a atmosfera do evento, destacando a beleza do encontro cultural realizado em Bom Jesus. Ao longo de 17 edições, o Festival de Rabeca vem mantendo a tradição do instrumento ao mesmo tempo em que amplia seu alcance e estabelece conexões com outras expressões da música brasileira. Em 2026, esse caráter plural ficou evidente na reunião entre rabequeiros, artistas populares, atrações nacionais e representantes da música religiosa. A realização do festival também movimentou Bom Jesus durante os cinco dias de programação, atraindo moradores e visitantes e contribuindo para a circulação no comércio, na alimentação, na hospedagem e nos serviços locais. Com a Praça da Serra Nova transformada em espaço de encontro entre tradição e contemporaneidade, o XVII Festival de Rabeca encerrou sua edição de 2026 deixando novamente a música e a cultura popular no centro da programação cultural de Bom Jesus.

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Festival Alard reúne artistas e grupos e fortalece a cena cultural de Bom Jesus

Bom Jesus, no Sul do Piauí, foi palco de um encontro dedicado ao teatro e à produção cultural com a realização do I Festival Alard de Teatro – Ano Bid Lima. Entre os dias 15 e 18 de setembro, a programação reuniu artistas e grupos do Piauí e convidados do Rio de Janeiro, ocupando o Teatro Alard e a Praça Cultural Ramón Neto com diferentes linguagens e propostas da cena teatral. Ao longo de quatro dias, o público teve acesso a dez espetáculos, proporcionando momentos de arte, entretenimento e reflexão e aproximando artistas e espectadores. A iniciativa também contribuiu para ampliar a visibilidade da produção teatral piauiense e criar um espaço de intercâmbio entre grupos de diferentes regiões. A abertura aconteceu no dia 15 de setembro, com O Último Rei, do Coletivo Cabaça (PI), no Teatro Alard; O Cavaleiro das Águas, da Cia. Calunga de Bonecos (PI), na Praça Cultural Ramón Neto; e Cuscuz na Mão, de Dadá Coelho (RJ), no Teatro Alard. A programação prosseguiu nos dias seguintes com espetáculos como Tá Bem Malzinho, da Fábrica Cia de Teatro; Maria Migué, do Grupo Raízes; Anjo Desfigurado, do Coletivo Cabaça; Já no Papo, do Grupo Sketch; e Mamãe é de Lascar, de Franklin Pires. No encerramento, realizado em 18 de setembro, foram apresentados Quase Famosa, do Coletivo Capemga, A Guardiã do Planeta, também do Coletivo Capemga, e Biografia Desautorizada, com André Gonçalves, do Rio de Janeiro. Mais do que uma sequência de apresentações, o Festival Alard se consolidou como um espaço de encontro entre artistas, grupos e público, valorizando o teatro produzido no Piauí e promovendo o intercâmbio com artistas de outros estados. O evento também reforça a importância do Teatro Alard para a vida cultural de Bom Jesus. Inaugurado em 2018, o espaço recebeu esse nome em homenagem ao Aprendizado Livre de Arte Dramática (ALARD), considerado pioneiro na cena teatral do município. O teatro tem capacidade para 200 pessoas e foi criado para receber espetáculos, apresentações musicais, mostras culturais e atividades pedagógicas. A realização do festival representa, assim, mais um capítulo na trajetória de valorização das artes cênicas no Sul do Piauí, colocando Bom Jesus em evidência no circuito cultural e reafirmando o teatro como instrumento de formação, expressão artística e aproximação com a comunidade. A homenagem a Bid Lima, que dá nome à primeira edição do festival, também acrescentou um caráter especial à programação, reconhecendo a trajetória de uma artista ligada ao teatro e à história cultural de Bom Jesus. Com a diversidade de espetáculos, a presença de artistas piauienses e convidados de outros estados e a ocupação de diferentes espaços culturais, o Festival Alard deixou como legado a celebração da arte teatral e o fortalecimento da produção cultural no interior do Piauí.

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Piauí, é hora de ocupar o Conselho Nacional de Política Cultural!

Inscrições para o processo eleitoral do Conselho Nacional de Política Cultural vão até 30 de setembro Artistas, produtores, gestores, coletivos, mestres, mestras e demais agentes e fazedores de cultura do Piauí têm até o dia 30 de setembro de 2026 para participar do processo eleitoral do Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC). A eleição definirá representantes da sociedade civil para os colegiados nacionais de participação social e para o Plenário do CNPC, que atuarão no triênio 2026–2029. A participação dos agentes culturais piauienses é uma oportunidade de contribuir para os debates nacionais sobre as políticas culturais e fortalecer a presença das diferentes expressões, segmentos e territórios do estado nesse espaço de participação social. O Conselho Nacional vive um momento novo e o Piauí não pode deixar de participar desse importante espaço de decisão e participação social dos próximos três anos.” — Jone Clay Macedo, Coordenador-Geral do Comitê de Cultura no Piauí As inscrições são realizadas pela plataforma Vota Cultura (https://votacultura.cultura.gov.br/). O edital também estabelece regras específicas para candidatura, votação, documentação e participação nos diferentes colegiados. DÚVIDAS SOBRE A ELEIÇÃO DO CONSELHO? O Comitê de Cultura do Piauí está disponível para orientar agentes culturais piauienses sobre o processo eleitoral do CNPC. Fale com a equipe pelo WhatsApp: (86) 9 9906-3703 📍 Comitê de Cultura do Piauí 📅 Inscrições: até 30 de setembro de 2026 🗳️ Processo eleitoral: CNPC – mandato 2026–2029 Mais informações: vota.cnpc@cultura.gov.br comitedeculturapi@gmail.com Agentes e fazedores de cultura do Piauí: participe!

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Humanitas tem estreia nacional dia 17

O Humanitas – Grupo de Teatro apresenta “Os Fiéis”, texto de César Crispim e direção de Junior Marks. Uma família. Segredos. Amor. Proteção. E verdades que talvez nunca devessem vir à tona. HUMANITAS estreia nacionalmente “Os Fiéis”, drama de César Crispim com direção de Junior Marks Espetáculo estreia dia 17 de setembro, às 21h, no Teatro Cidade Cenográfica   O que pode acontecer quando amor, proteção, ciúme e fidelidade deixam de ser sentimentos e passam a justificar escolhas? É a partir dessa pergunta que “Os Fiéis”, texto de César Crispim, chega aos palcos em uma nova montagem do Humanitas – Grupo de Teatro, com direção de Junior Marks. A estreia nacional acontece no dia 17 de setembro, às 21h, no Teatro Cidade Cenográfica, marcando o retorno do grupo a uma dramaturgia de forte tensão psicológica e familiar. Em cena, uma família aparentemente estruturada é atravessada por segredos, suspeitas e relações de poder que vão colocando em dúvida aquilo que cada personagem entende por amor, lealdade e proteção. Entre lembranças fragmentadas, acusações e verdades que insistem em permanecer escondidas, o público é convidado a reconstruir os acontecimentos junto com os próprios personagens. A história acompanha Armando e seus filhos, Gabriel e Rafael, além de Jacinto, irmão de Armando. A morte de uma mulher, as suspeitas de uma possível traição e as relações cada vez mais opressoras dentro da família fazem com que passado e presente se confundam. Enquanto Rafael vive o despertar de um amor e enfrenta a resistência daqueles que tentam controlar seus caminhos, Gabriel assume uma postura aparentemente protetora, mas cada vez mais inquietante. Mais do que contar uma história sobre fidelidade, o espetáculo questiona o que somos capazes de fazer em nome daqueles que dizemos amar. Afinal, proteger alguém pode significar aprisioná-lo? Até onde vai a lealdade? E quando uma mentira é criada para preservar uma família, quem acaba sendo destruído por ela? Na montagem do Humanitas, o texto de César Crispim ganha uma abordagem contemporânea, dialogando com questões ainda presentes nas relações familiares e sociais. A direção de Junior Marks busca potencializar o caráterpsicológico da dramaturgia, trabalhando com o silêncio, a tensão, o tesão, o corpo e a atmosfera como elementos tão importantes quanto as próprias palavras.       A identidade visual da montagem parte de um símbolo recorrente na dramaturgia: a rosa. Associada ao amor, à fidelidade e à delicadeza, ela também carrega espinhos, tornando-se uma metáfora para relações nas quais beleza e violência podem coexistir. Com uma encenação que pretende provocar mais perguntas do que oferecer respostas, “Os Fiéis” coloca o público diante de uma família que tenta preservar suas próprias verdades enquanto, pouco a pouco, tudo aquilo que parecia sólido começa a ruir. “Os Fiéis” é uma produção do Humanitas – Grupo de Teatro, fundado em 2000, com texto de César Crispim e direção de Junior Marks. SERVIÇO Espetáculo: Os Fiéis Texto: César Crispim Direção: Junior Marks Produção: Humanitas – Grupo de Teatro Estreia nacional: 17 de setembro de 2026 Horário: 21h Local: Teatro Cidade Cenográfica

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Altos recebe “Território da Cultura” com oficinas, roda de conversa e encontro de culturas

Altos será palco, no próximo dia 29 de agosto, de uma programação especial voltada à cultura, à participação social e à valorização das manifestações culturais do município e da região. A ação “Altos, Território da Cultura” integra o Programa Nacional dos Comitês de Cultura (PNCC-PI), iniciativa que busca aproximar as políticas culturais dos territórios e fortalecer o diálogo com artistas, produtores, gestores e comunidades. A programação será realizada no Centro Social Urbano de Altos, a partir das 14h, reunindo representantes de instituições públicas, sociedade civil, artistas, grupos culturais e agentes da cultura em uma tarde de formação, diálogo e celebração da diversidade cultural. As atividades começam às 14h, com boas-vindas, acolhimento e credenciamento. Às 14h30, acontece a abertura institucional, com a participação do Comitê de Cultura no Piauí, Escritório do Ministério da Cultura (MinC), Associação da Juventude Praticante da Cidadania (AJPC), Secretaria Municipal de Cultura e Instituto Federal do Piauí (IFPI). A partir das 15h, o público poderá participar de duas atividades simultâneas. A oficina “Falando de Cultura nas Redes” será conduzida por Andressa Lopes e Alisson Veloso e abordará estratégias para criação e engajamento de conteúdos culturais nas redes sociais, aproximando artistas, produtores e iniciativas culturais do ambiente digital. No mesmo horário, será realizada a roda de conversa “Território, Democracia e Participação Social”, com Márcia Alencar, coordenadora da COOPCATA3RS. O encontro propõe uma reflexão sobre como fortalecer a participação popular e a atuação coletiva no território. Encerrando a programação, às 18h, o “Encontro de Culturas” reunirá diferentes expressões artísticas e culturais. Participam o Grupo Cultural Zabumbada; o Grupo de Capoeira Arte Secular do Brasil – Altos; Gigantes Break, com os Bboys Jimmy e Luketa; o CELEN (Centro Espiritual Luz Encantada); e Félix Sousa, com o projeto Cordel EnContado. Mais do que uma agenda de atividades, “Altos, Território da Cultura” propõe um espaço de encontro entre cultura, cidadania e participação social, valorizando os saberes, as manifestações e os agentes culturais do município. A programação é gratuita e aberta ao público. SERVIÇO Altos, Território da Cultura Ação do Programa Nacional dos Comitês de Cultura – PNCC-PI Data: 29 de agosto de 2026 Horário: a partir das 14h Local: Centro Social Urbano de Altos Endereço: Rua Jaime Rosa, 1-89 – Centro, Altos (PI) Realização: ASSAAC, Ministério da Cultura (MinC) e Governo Federal

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Circo como transformação social: projeto leva espetáculos e oficinas gratuitas ao Piauí e Maranhão

Entre os dias 18 e 30 de agosto, Teresina (PI), Timon (MA) e União (PI) recebem o projeto “Modelando Encontros – Circo em Travessia RJ–PI”, iniciativa que aposta no circo como espaço de encontro, formação e transformação social. Idealizado pelo coletivo carioca Circo no Ato, com realização da Osmose Produções e parceria da Organização Ponto de Equilíbrio (OPEQ), o projeto conta com patrocínio da Vale por meio da Lei Rouanet. Formação e intercâmbio cultural A programação vai além das apresentações artísticas: inclui oficinas voltadas a estudantes, artistas e educadores circenses, com carga horária de até 24 horas em Teresina e oito horas em Timon e União. Os encontros abordam fundamentos técnicos, processos criativos, metodologias de ensino e aspectos da profissionalização, sempre com foco na aprendizagem colaborativa. Segundo Lüana Coelho Gomes, coordenadora pedagógica, “aprender, criar e viver de circo aparecem como dimensões inseparáveis. A proposta valoriza a técnica, mas também a transmissão de saberes, o cuidado e a criação coletiva”. Além das oficinas presenciais, será produzido um material pedagógico digital reunindo metodologias e processos criativos, disponível gratuitamente na internet. Espetáculos gratuitos e acessíveis A circulação contempla três montagens principais: Se der Corda – Uma aventura lúdica em que quatro amigos descobrem um livro mágico que dá asas à imaginação. Livre Acesso – Espetáculo que reflete sobre opressões de gênero e reivindica o direito de existir e ocupar espaços. Espetáculo de Variedades Circenses – Criação coletiva que reúne artistas locais e o Circo no Ato em números de acrobacia, equilibrismo, palhaçaria e dança acrobática. Todas as apresentações têm interpretação em Libras, reafirmando o compromisso com a acessibilidade. Impacto e legado Para Luís Vale, diretor da OPEQ, “o projeto oferece uma valiosa oportunidade de formação para os artistas piauienses, além de garantir ao público local o acesso a um espetáculo de circulação nacional”. A iniciativa também prevê a gravação de um minidocumentário com registros dos encontros e impactos nas comunidades, que será disponibilizado online com legendas e janela de Libras. Serviço Teresina (PI): 18 a 23/08 – Oficinas e espetáculos na OPEQ e Parque da Cidadania. Timon (MA): 25 a 27/08 – Atividades no Teatro Municipal Maria Socorro de Macêdo Claudino. União (PI): 28 a 30/08 – Programação no Centro Cultural Benedito Martins Napoleão do Rego. Todas as atividades são gratuitas. Informações sobre ingressos e inscrições estão disponíveis em modelandoencontros.com.br e nas redes sociais do Circo no Ato. Esse projeto mostra como o circo contemporâneo pode ser uma poderosa ferramenta de inclusão e transformação social, fortalecendo redes culturais e ampliando o acesso à arte em territórios historicamente menos contemplados.

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