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Paixão de Cristo de Bom Jesus, o Musical

A encenação da Paixão de Cristo de Bom Jesus, no sul do Piauí, chega em 2026 aos seus 20 anos de história, consolidando-se como um dos maiores espetáculos culturais e religiosos da região. Realizado no município de Bom Jesus, o evento une fé, arte e tradição, envolvendo a comunidade local e atraindo público de diversas cidades. Neste ano, a apresentação será no dia 3 de abril, Sexta-feira Santa, no Salão da Serra, um dos cenários naturais mais marcantes do município, que se transforma em palco a céu aberto para contar a história da vida, morte e ressurreição de Jesus Cristo. A apresentação está marcada para às 19h e promete mais uma vez emocionar o público com uma montagem grandiosa. O formato musical É importante destacar que o espetáculo recebe o título de musical não apenas pela presença de trilha sonora ou pela inclusão de músicas, mas pelo fato de que atores, atrizes, intérpretes e cantores realmente cantam durante a encenação. Ou seja, a história é contada através do canto e da interpretação musical, tornando a narrativa ainda mais intensa e envolvente. Essa característica diferencia a montagem de outras versões da Paixão de Cristo realizadas pelo país, pois aqui o público acompanha uma verdadeira fusão entre teatro e música, em que cada cena é conduzida por performances vocais, com coreografias minuciosamente marcadas. O olhar do diretor Com direção de Franklin Pires, o espetáculo vem se renovando a cada edição, mantendo viva uma tradição que cresce ano após ano. O diretor traz sempre um olhar especial: a cada ano, a narrativa é apresentada sob a ótica de um personagem diferente. Em Bom Jesus, a história já foi contada sob a perspectiva de Maria, de Judas e de outros. Em 2026, Franklin faz um paralelo com os dias atuais, levantando a reflexão: “E se Jesus Cristo voltasse hoje, como seria?”. Essa abordagem contemporânea intenciona aproximar ainda mais o público da mensagem central de fé e esperança. Elenco de 2026 Atores da cidade, muitos deles formados nas oficinas ministradas pelo diretor Franklin Pires. Artistas que estão no espetáculo desde a primeira versão, há vinte anos, como Francisco Rodrigues, Felipe Paiva e Brisa Rodrigues, que começaram ainda crianças e hoje retornam como protagonistas da tradição. A cantora Giuliette Miranda (da Banda Retrohits), que neste ano interpretará Maria, mãe de Jesus, em um dos papéis mais emocionantes da montagem. O cantor lírico Leandro Harias, o próprio Franklin Pires (diretor, ator e cantor) e Tarcísio Pires darão vida aos demônios da tentação, que se transformarão nos sinedristas — figuras que, na narrativa, conduzem Jesus ao Calvário. Destaque especial para a inclusão de duas atrizes transgênero. Entre elas, Karina Leal, que interpretará Maria Madalena, reforçando a representatividade e diversidade no espetáculo. O Salão da Serra: palco natural da fé e da arte O Salão da Serra, em Bom Jesus, é mais do que um cenário: é um monumento da natureza que se transforma, todos os anos, em um grande teatro a céu aberto. Entre paredões rochosos e a vegetação típica do sul do Piauí, o espaço ganha vida ao receber milhares de pessoas que se emocionam com a encenação da Paixão de Cristo. O relevo imponente e a beleza singular da serra criam uma atmosfera única, onde cada pedra e cada curva parece testemunhar a narrativa da vida, morte e ressurreição de Jesus. É nesse ambiente natural que fé e cultura se encontram, dando ao espetáculo uma força ainda maior, como se a própria paisagem fosse parte da história. Transformado em Parque Ambiental, o Salão da Serra é também símbolo de preservação e identidade. Ali, tradição e natureza se unem, reforçando o caráter comunitário e espiritual do evento. Assistir à Paixão de Cristo no Salão da Serra é viver uma experiência que transcende o teatro: é sentir a força da fé em meio à grandiosidade da criação, é deixar-se envolver por um espetáculo que ecoa entre as pedras e toca profundamente o coração. Serviço Paixão de Cristo de Bom Jesus, o Musical 📍 Salão da Serra (município de Bom Jesus) 📅 Dia 3 de abril, às 19h

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Giro pelo Território Entre Rios: dia 27, em Altos

O município de Altos recebe no dia 27 de março o Giro pelo Território Entre Rios, iniciativa do Programa Nacional dos Comitês de Cultura no Piauí (PNCC-PI). A ação será realizada no Centro Social Urbano – CSU e promete um dia inteiro de atividades culturais e formativas, reunindo oficinas, debates e apresentações artísticas que fortalecem a participação social e celebram a diversidade cultural da região. A programação começa às 8h30, com recepção, acolhida e café da manhã, seguida de uma apresentação de capoeira pelo Grupo Raízes do Brasil. Durante a manhã, das 9h às 12h, será realizado o encontro “Território, Democracia e Participação Social” , voltado para reflexões e diálogos sobre cidadania e cultura. No período da tarde, das 14h às 17h, acontecem duas oficinas simultâneas: uma de avaliação técnica junina e outra de comunicação popular, conduzida pelo facilitador José Augusto. A partir das 17h, o público poderá prestigiar o Encontro de Culturas, que reúne diversas expressões artísticas. Às 18h, sobe ao palco o Grupo Aliança Capoeira; às 18h15, a Escola de Dança Infantil do CSU apresenta um espetáculo de balé; às 18h30, é a vez dos destaques da Junina Zabumbada; e às 18h50, os destaques da Junina Chapéu de Palha. Logo depois, das 19h às 19h10, haverá uma performance de Break Dance/Hip Hop com Luketa e Jimmy, encerrando às 19h10 com o grupo Fogo Pagou. Paralelamente, entre 17h e 20h, acontece a Feirinha Cultural , espaço de convivência e valorização da produção local. O Giro pelo Território Entre Rios em Altos será uma oportunidade única de integração, aprendizado e celebração da cultura popular, reforçando o papel da arte como instrumento de participação social e fortalecimento comunitário. Mais informações: @comitedecultura.pi

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Documentário revela a importância cultural e econômica da farinhada no Piauí

Documentário revela a importância cultural e econômica da farinhada no Piauí – Foto: Divulgação   Para muitas famílias, a farinhada representa mais do que a produção de alimento e geração de renda. É um costume que fortalece o sentimento de pertencimento e mantém viva a cultura das comunidades. A cada ciclo de produção, homens e mulheres se reúnem nas casas de farinha. O trabalho é intenso, mas a coletividade transforma o processo em um momento de troca, convivência e fortalecimento de laços. Durante dias e noites, especialmente entre os meses de junho e setembro, a dedicação é contínua. O resultado vai além da produção: farinha, beiju e bolo de goma que garantem sustento e preservam um modo de vida passado de geração em geração. Documentário revela a importância cultural e econômica da farinhada no Piauí – Foto: Divulgação Com o objetivo de valorizar essa prática, o documentário Farinhada leva às telas histórias do interior piauiense, mostrando a rotina das casas de farinha e o orgulho de quem mantém viva essa cultura. O material foi produzido pela OBR em parceria com a TV Lupa1. A exibição acontece no dia 24 de março, na TV Lupa1 (canal 8.1), TV Assembleia (canal 17.1) e TV Antares (canal 2.1). Venha aprender, sorrir e se emocionar com os depoimentos de quem ama a vida na roça e mantém viva a cultura da farinhada. Patrocínio Ministério do Desenvolvimento Social Governo do Brasil TEM PATROCÍNIO, TEM GOVERNO DO BRASIL Documentário revela a importância cultural e econômica da farinhada no Piauí – Foto: Divulgação

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Teresina sedia Teia Estadual dos Pontos de Cultura do Piauí de 13 a 15 de março

A iniciativa integra a Política Nacional de Cultura Viva, criada e desenvolvida pelo Ministério da Cultura, reunindo agentes culturais e representantes de coletivos Teresina sediará, de 13 a 15 de março, a Teia Estadual dos Pontos de Cultura do Piauí, encontro que reunirá agentes culturais, coordenadores e representantes de coletivos de diversas regiões do estado. O evento acontece no Blue Tree Towers Rio Poty e terá como tema “Pontos de Cultura pela Justiça Climática”. A iniciativa integra a Política Nacional de Cultura Viva, criada e desenvolvida pelo Ministério da Cultura, que há mais de duas décadas reconhece e fortalece os Pontos de Cultura em todo o Brasil, promovendo o acesso às expressões culturais e valorizando iniciativas desenvolvidas nos territórios. No Piauí, o encontro tem como objetivo articular, fortalecer e integrar a rede Cultura Viva, reunindo agentes culturais e representantes de coletivos para momentos de diálogo, formação e intercâmbio de experiências. A programação será aberta na noite de quinta-feira (13), com credenciamento, apresentação cultural de acolhimento e solenidade de abertura, seguida de conferências que irão discutir os avanços e desafios da política Cultura Viva no Brasil e no Piauí. Entre os convidados está a secretária de Cidadania e Diversidade Cultural do Ministério da Cultura, Márcia Rollemberg, que abordará as perspectivas nacionais da política. Durante o evento também serão realizados debates sobre o futuro da Cultura Viva no estado, incluindo a participação de gestores públicos, pesquisadores e representantes de Pontos de Cultura. Entre os participantes está o deputado estadual Fábio Novo, que apresentará reflexões sobre a trajetória da Cultura Viva no Piauí. No sábado (14), a programação inclui mesas temáticas sobre o Plano Nacional Cultura Viva e os caminhos da política para os próximos dez anos, além de debates sobre trabalho, sustentabilidade e economia da cultura. Também estão previstos grupos de trabalho que irão discutir temas como governança, participação social e justiça climática. Os participantes irão construir coletivamente propostas que serão sistematizadas e apresentadas em plenária. No domingo (15), o encontro será encerrado com a leitura e aprovação do documento final e a eleição de representantes da rede. Paralelamente, o público poderá acompanhar uma programação cultural e uma feira de economia criativa, com apresentações artísticas e exposição de produtos e iniciativas ligadas aos Pontos de Cultura.  

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Alexandra Teodoro recebe o ator Rubens Santos no Cena Aberta, da Tv Alepi

O programa Cena Aberta desta sexta-feira, 13, às 21h30, na TV Alepi, traz uma entrevista especial conduzida por Alexandra Teodoro com o ator Rubens Santos. Na conversa, o artista fala sobre sua trajetória no cinema, os desafios da profissão e sua participação em O Agente Secreto, produção recente que vem chamando atenção do público. Rubens Santos é um nome consolidado no cenário audiovisual brasileiro, com uma carreira marcada por personagens intensos e filmes de grande repercussão. Entre suas participações mais conhecidas estão obras como Bacurau (2019), onde interpretou Erivaldo, e Aquarius (2016), no papel de Rivanildo. Também esteve em Divino Amor (2019), Curral (2021), Cangaço Novo (2023) e Partiu América (2024), além de produções premiadas como O Som ao Redor (2013). Nos últimos anos, Rubens ampliou ainda mais sua filmografia, atuando em títulos como Maria e o Cangaço (2025), A Melhor Mãe do Mundo (2025) e O Sertão Vai Vir ao Mar (2024), reforçando sua versatilidade e presença em narrativas que exploram a identidade cultural brasileira. A entrevista promete revelar bastidores de gravações, reflexões sobre o papel do cinema nacional e os próximos passos da carreira do ator. Além da exibição na TV Alepi, o público poderá assistir ao conteúdo também no canal oficial da emissora no YouTube, ampliando o acesso a essa conversa imperdível sobre arte e cinema.

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Matéria Viva: Exposição no Sesc Cajuína, de 03 a 27 de março

Matéria Viva – Exposição de esculturas orgânicas contemporâneas A exposição Matéria Viva, de Luiz Rodrigues, insere-se em um campo expandido da escultura contemporânea que dialoga com práticas brasileiras e internacionais voltadas para a organicidade e a sustentabilidade. Suas obras, concebidas a partir de raízes, pedras e madeiras, revelam um estilo que pode ser identificado como escultura orgânica rústica contemporânea. No Brasil, Rodrigues se aproxima da tradição inaugurada por Frans Krajcberg, que transformou troncos queimados em denúncia ambiental, mas se diferencia ao propor uma experiência estética e espiritual, mais voltada à contemplação do que à crítica.     Há também afinidade com a economia de gestos de Amilcar de Castro, que, ao cortar o ferro, buscava a essência da forma — gesto que Rodrigues traduz em sua mínima intervenção sobre a matéria natural. Internacionalmente, sua obra dialoga com artistas como Andy Goldsworthy, que cria esculturas efêmeras a partir de elementos naturais, e Isamu Noguchi, cuja busca por formas orgânicas e integração entre arte e paisagem ecoa na prática de Rodrigues. Contudo, enquanto Goldsworthy trabalha com a impermanência, Rodrigues oferece permanência e durabilidade às formas naturais, transformando-as em esculturas que atravessam o tempo. Assim, Matéria Viva se posiciona como uma exposição que não apenas celebra a natureza como coautora da obra, mas também reafirma a relevância da escultura orgânica no século XXI. Ao unir ciência, estética responsável e raciocínio estético na elaboração de protocolos personalizados, Luiz Rodrigues cria uma identidade singular: uma arte que respeita a origem dos materiais, ressignifica o espaço e convida o público a refletir sobre sustentabilidade, permanência e espiritualidade.    

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Lançado o documentário A Dança do Calango

Na sexta-feira, dia 19 de dezembro, às 19h, no Museu da Imagem e do Som, foi exibido o documentário “A Dança do Calango”, obra inspirada na icônica coreografia concebida em 1997 pela bailarina e coreógrafa Luzia Amélia, em parceria com o Balé Folclórico de Teresina. Considerada um marco na trajetória da dança folclórica piauiense, a criação tornou-se referência nacional e internacional por sua força estética e simbólica. A proposta do documentário foi traduzir a linguagem da dança para o meio audiovisual, preservando a essência da coreografia original e sua mensagem de resistência, identidade e pertencimento. Ao registrar a obra em formato cinematográfico, o projeto ampliou seu alcance e a tornou acessível a públicos que não tiveram a oportunidade de assistir ao espetáculo ao vivo. A narrativa buscou inspirar o público a enfrentar desafios, reconhecendo o valor de suas próprias origens culturais. A dança evidenciou a luta cotidiana contra adversidades climáticas e sociais, promoveu reflexão e conscientização, ao mesmo tempo em que exaltou a força do povo nordestino. Essa produção cinematográfica surgiu como uma forma de manter vivo o legado de Luzia Amélia, do Balé Folclórico de Teresina e da cultura piauiense, reafirmando sua importância histórica e artística para o Brasil.  

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Mercado Xique Xique chega à 6ª edição exaltando a economia criativa e a inclusão

Nesta sexta-feira (05), o Sesc Cajuína recebe a 6ª edição do Mercado Xique Xique, primeiro coletivo de marcas autorais do Piauí. Consolidado como vitrine da economia criativa piauiense, o evento reunirá mais de 60 marcas em três dias de programação intensa, celebrando diversidade, inovação e inclusão. Com o tema “Em Cena”, inspirado na língua de sinais desenvolvida pela comunidade surda de Várzea Queimada, o Mercado Xique Xique propõe uma reflexão sobre presença, comunicação e visibilidade. A escolha homenageia a comunidade surda e reforça a importância de criar espaços acessíveis e representativos, reconhecendo múltiplas formas de expressão e ampliando a participação dessa comunidade na cena cultural. Durante os três dias de evento, o público poderá conferir itens de mais de 60 marcas autorais piauienses nos segmentos de moda, artesanato, gastronomia, decoração, arte, joias e acessórios. “O Mercado Xique Xique é um evento que fortalece a economia criativa do nosso Estado, dando visibilidade e valorizando o trabalho dos nossos empreendedores”, destaca Aline Souto, coordenadora do evento. A programação contará com intérprete de Libras em tempo integral, garantindo acessibilidade plena, além de iniciativas como a Boutique Inova Moda, com 10 marcas selecionadas pelo Sebrae-PI, e o Espaço Geleia Geral, reunindo nomes da arte e cultura local. Também estarão presentes marcas da comunidade surda de Várzea Queimada, o Ninho do Verde Compostagem, que promoverá ações socioambientais e oficinas de reciclagem, e o espaço sensorial da D’Arco Professional, com produtos fabricados no Piauí e bate-papos especiais. Oficinas criativas e solidárias completam a programação, estimulando aprendizado e troca de experiências. Mais que uma feira, o Mercado Xique Xique se afirma como um movimento de transformação social. Ao colocar a Língua de Sinais de Várzea Queimada “Em Cena”, o evento reafirma seu compromisso com a diversidade cultural e com a construção de um futuro mais inclusivo, acessível e representativo. Mercado Xique Xique – Em Cena 📍 Sesc Cajuína – Teresina (PI) 📅 Dia 5 de dezembro: 16h às 20h 📅 Dias 6 e 7 de dezembro: 10h às 20h 🎟 Entrada gratuita

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Balada Literária em Teresina homenageia Emerson Boy

No dia 24 de novembro, segunda-feira, realizou-se a abertura oficial da 9ª Balada Literária/PI, com falas do curador Wellington Soares, do homenageado Emerson Boy e de convidados. Em seguida, ocorreu um bate-papo sobre “A importância da obra artística de Emerson Boy dentro e fora do estado”, com Feliciano Bezerra, Machado Júnior e Mirton de Paula, sob a mediação de Emília Soares.   Mais tarde, foi promovido o debate “Feminicídio no Piauí – Até quando vamos conviver com essa barbárie?”, que contou com a participação de Zenaide Lustosa, Eugênia Villa e Bruna Verena, mediado por Erika Ruth. A programação prosseguiu com a mesa-redonda “Clóvis Moura – Centenário de um intelectual negro”, reunindo Pedro Pio, Caio Miranda e Nayara Costa, sob a mediação de Valéria Silva. Na sequência, houve o bate-papo “PoesIA e algoritmo: a literatura nos tempos do código”, com André Gonçalves, José Elielton e Laís Romero, mediado por Samária Andrade. Também foi lançado o livro “Clodo, Climério e Clésio: A profissão do sonho”, de Dea Barbosa e Severino Francisco, com mediação de Wellington Soares. O público acompanhou ainda a performance poética “Estâncias de Luz – Luís de Camões”, apresentada por Adalmir Miranda, e o dia foi encerrado com o show da cantora paulistana Fabiana Cozza. No dia 25 de novembro, terça-feira, a programação cultural começou às 9 horas com a exibição do filme “Torquato Neto – Todas as horas do fim”, de Eduardo Ades e Marcus Fernando, mediada por Wellington Soares. Às 10h30 aconteceu a conversa “A força da mulher no samba brasileiro”, com Fabiana Cozza e mediação de Soraya Castello Branco. Às 15 horas foi realizado o bate-papo “Nêgo Bispo – O pensador quilombola que ressignificou a matriz cultural dos povos”, com Francisca Nascimento, Joana Maria e João Pereira, sob a mediação de Teônia Pereira. Às 16 horas ocorreu a mesa-redonda “Mulheres na literatura brasileira contemporânea”, com Denise Veras, Luiza Cantanhêde e Sérgia Alves, mediada por Marleide Lins. Às 17 horas houve o bate-papo “A contribuição das revistas Pulsar e Revestrés para o jornalismo cultural piauiense/brasileiro”, com Samária Andrade, André Gonçalves, Rogério Newton e Antônio Amaral, mediado por Ana Kelma Gallas. Às 19 horas foi realizado o sarau poético “Muitos silêncios”, com Adriano Lobão Aragão e Laís Romero. Encerrando a programação, às 20 horas aconteceu o show de Emerson Boy.

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Festejo Cordel Cantador celebra a força da poesia popular na Casa do Cantador

A Casa do Cantador será o palco de uma grande celebração da cultura popular no dia 10 de novembro (segunda-feira), das 8h às 18h, com o Festejo Cordel Cantador — um encontro que reúne repentistas, cordelistas, artistas e fazedores de cultura em um dia inteiro de rimas, versos e troca de saberes. Idealizado pelo produtor e gestor cultural Noé Filho, que atua como Agente Territorial de Cultura do território de Teresina, o evento propõe um reencontro da cidade com a tradição da poesia oral. “O Festejo Cordel Cantador é uma semente que estamos plantando com muito carinho para contribuir com a valorização da arte do cordel, do repente e da literatura oral piauiense, além de chamar atenção da cidade para a Casa do Cantador, este importante espaço de resistência, memória e cultura”, afirma Noé Filho. Com programação gratuita, o festejo contará com feira de cordel, oficinas formativas, apresentações culturais e um sarau coletivo, reunindo nomes como Agamenon, Toinha Brito, Joaquim da Mata, Antônio Raimundo, Luzinete Fontenele, Marina Campelo, Luíza Cantanhêde, Edimar Barbosa, Poliana Sepúlveda, Poeta Beiju, Jotão, Marta Betânia e Francisco Almeida, entre outros artistas ligados à Cordelaria Chapada do Corisco e à Casa do Cantador. Para Marina Campelo, presidente da Cordelaria Chapada do Corisco, o evento é um convite à celebração da poesia viva: “Venha viver um dia inteiro de rimas, oficinas e cantoria, com mestres e poetas que mantêm acesa a chama do cordel e do repente, tradições defendidas com amor pela Cordelaria e pela Casa do Cantador”, convida. Entre os destaques do dia estão as oficinas “Cordel: Rima, Métrica, Emoção”, com Edimar Barbosa e Luzinete Fontenele, e “Escrevendo com Outros Passos”, com Marina Campelo e Luíza Cantanhêde. À tarde, Poliana Sepúlveda ministra a Oficina Criativa de Elaboração de Projetos Culturais, seguida por uma roda de conversa com cordelistas e repentistas locais e o Sarau dos Cantadores, momento aberto à participação do público. “A importância do Festejo Cordel Cantador é celebrar a rica cultura popular do Piauí com apresentações de cordel, música e dança. O evento contará com a presença especial de Joames, mestre da literatura de cordel e Patrimônio Vivo do Piauí, e nós do Comitê de Cultura ficamos muito felizes em correalizar este encontro”, destaca Poliana Sepúlveda, Coordenadora-Geral do Comitê de Cultura do Piauí. O Festejo Cordel Cantador integra o Plano Nacional dos Comitês de Cultura (PNCC), do Ministério da Cultura e do Governo Federal, com realização do Comitê de Cultura do Piauí e do Agente Territorial de Cultura Noé Filho. A ação conta com apoio da Casa do Cantador, Cordelaria Chapada do Corisco, Geleia Total e Instituto Federal do Piauí (IFPI). Programação – Festejo Cordel Cantador 📅 10 de novembro (segunda-feira) 🕗 8h às 18h 📍 Casa do Cantador – Rua Lúcia, nº 1419, Bairro Vermelha, Teresina-PI 🎟 Entrada gratuita Programação completa: 08h às 09h – Apresentação dos repentistas Agamenon, Toinha Brito, Joaquim da Mata e Antônio Raimundo 09h às 11h – Oficina “Cordel: Rima, Métrica, Emoção” com Edimar Barbosa e Luzinete Fontenele 09h às 11h – Oficina “Escrevendo com Outros Passos” com Marina Campelo e Luíza Cantanhêde 11h às 11h30 – Apresentação “Cordel, Repente e Reisado” com Poeta Beiju 14h às 15h30 – Oficina Criativa de Elaboração de Projetos Culturais com Poliana Sepúlveda 15h30 às 17h – Roda de Conversa com cordelistas e repentistas 17h às 18h – Sarau dos Cantadores com Jotão, Marta Betânia, Francisco Almeida, Luzinete Fontenele e convidados 08h às 18h – Feira de Cordel (exposição e venda de cordéis) 📌 Inscrições para as oficinas: https://forms.gle/YNWj9msRYBzkPdV47

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