Terceira edição do Nitroglicerina é neste sábado, no Bueiro do Rock

A cena hadcore anda produzindo insistentemente e pós-pandemia, os eventos também voltam a uma quase normalidade. Neste sábado, 26 de novembro, a produção Piauí Punk, Toskicore Records, Agosto do Cão e Bueiro do Rock trazem a terceira edição do evento Nitroglicerina, reunindo bandas locais, regionais e nacionais. Das terras paulistanas vem o Test, diretamente da capital paulista. Trata-s e de uma das bandas mais peculiares do grindcore nacional. O álbum de 2019, O Jogo Humano, inspirado nas ‘marchinhas’ de carnaval de rua, que consiste de vários sons com percussões ininterruptas e possui letras que satirizam partes específicas da sociedade. Muitas das faixas não têm começos ou finais convencionais e os títulos das músicas também são incomuns. Na maioria das vezes, apenas palavras ou trechos de expressões. Nesse 2022 o Test apresenta o Disco Normal. A Banda Pisa vem de Jaicós, no Piauí. Formada em 2016 no extremo sertão do estado, lançando uma demo “Peste Urbana”. Trazem influência com Discarga e Ratos de Porão. Outra atração do Nitroglicerina é Káfila. Há 28 anos na estrada, KÁFILA é uma das últimas bandas sobreviventes de uma geração que primou por romper com o status quo Hard/Heavy vigente na cena local desde os anos 80. Quem aparecer no Bueiro do Rock vai conferir também os shows de Miséria HC, formada em 2015, trazendo um Punk Rock/Hardcore raiz e da banda Cianeto HC, grande referência nesse segmento musical por essa região. Ah, tem um detalhe, vai ter tela grande para transmissão de Argentina x México, portão aberto a partir das 16h horas. Segue a ordem 18 hs – Miséria HC 19 hs – Cianeto 20 hs – Pisa 21 hs – Kafila 22 hs – Test

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Chamada Pública para seleção dos representantes da sociedade civil para compor o CNPC

O processo seletivo vai selecionar representantes dos Conselhos de Cultura dos estados e do Distrito Federal  para ocuparem as vagas de titulares e suplentes do CNPC da sociedade civil. O Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC) é um órgão colegiado integrante da estrutura da Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo. Esse órgão tem como finalidade propor a formulação de políticas públicas, promovendo a articulação e o debate dos diferentes níveis de governo e a sociedade civil organizada, para o desenvolvimento e fomento das atividades culturais no território nacional. O Plenário do CNPC é paritário e composto por 36 conselheiros, sendo 18 do poder público e 18 da sociedade civil. O processo seletivo regido pelo Edital nº 4, de 29 de julho de 2022 – selecionará 17 (dezessete) representantes dos Conselhos de Cultura dos estados e do Distrito Federal, além de Organizações e Entidades Culturais nacionais de diversos setores,  para ocuparem as vagas de titulares e suplentes do CNPC da sociedade civil. As inscrições ocorrerão a partir do dia 08 de agosto de 2022 até o dia 31 de agosto de 2022, observado o horário oficial de Brasília/DF. Nos termos do art. 10 do Decreto nº 9.891, de 2019, a participação no CNPC será considerada prestação de serviço público relevante, não remunerada. Dúvidas e informações referentes ao Edital poderão ser esclarecidas e obtidas por meio do endereço eletrônico votacultura@turismo.gov.br. A íntegra do Edital, os materiais de orientações e a página de inscrições poderão ser acessados no endereço http://votacultura.cultura.gov.br.

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Música de piauiense no Osório Júnior🎤🎶🎼🎸🎵

Convoque a turma, porque nesta quarta quarta-feira, 16, o projeto Quartas Musicais levará o som de Bruno Farias, Camie e Kátia Godinho ao espaço cultural Osório Júnior, no Clube dos Diários. Participação especial de Jairo Mouzzez, músico da banda Kandover e compositor.     Quartas Musicais acontece nessa primeira temporada em três edições PRESENCIAIS A primeira, dia 9 que passou, homenageou Torquato Neto com Cláudia Simone e convidados especiais: Zé Roraima, Ricardo Totte, a banda 2 Britos e 1 Malaca, Dimas Bezerra, Grupo MPB Para Todos e os Olivera, além de exposição da Prof. Roze Magalhães e palestra com kenard KruelNesta quarta, 16, reunimos três artistas que trazem a cultura piauiense, com pitadas diferenciadas na essência dos seus trabalhos. Camie é cantora, compositora, terapeuta integrativa e Psicóloga. Atualmente, se prepara para lançamento do disco Reconectar, trazendo músicas autorias que abordam espiritualidade, autoconhecimento e experiências pessoais Kátia Godinho é atriz, compositora, cantora e recentemente lançou dois singles. Um deles em parceria com Bruno Farias e outro com Jairo Mouzzez.   Bruno Farias está com quase 20 anos de carreira. Toca em bares, restaurantes, festivais, projetos especiais. Recentemente lançou a canção e clipe “A Massa”, em parceria com Fernando de Deus e está em estúdio finalizando música inédita com a participação de Tom Cleber. Nesse show, eles provam que um é bom, dois bem melhor e três, melhor ainda. Cheguem para conferir essa linda reunião musical. O Quartas Musicais começa às 19h30, no Espaço Cultural Osório Júnior

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Torquato Neto, seu legado musical

Uma pesquisa rápida no google e muitas notícias. Há 50 anos, Torquato Neto deixava esse plano. Era o único filho do defensor público Heli da Rocha Nunes e da professora primária Maria Salomé da Cunha Araújo. Aos 16 anos mudou-se para Salvador para continuar os estudos. Nesse período foi contemporâneo de  Gilberto Gil no Colégio Nossa Senhora da Vitória e trabalhou como assistente no filme Barravento, de Glauber Rocha. Não tardou, Torquato envolveu-se ativamente na cena soteropolitana, onde conheceu, além de Gil, Caetano veloso, Gal Costa e Maria Bethânia. No ano de 1962 mudou-se para o Rio de Janeiro para estudar jornalismo na universidade. Trabalhou para diversos veículos da imprensa carioca, com colunas sobre cultura no Correio da Manhã, Jornal dos Sports e Última Hora. Torquato atuava como um agente cultural e e polemista, defensor das manifestações artísticas de vanguarda, como a Tropicália, o  cinema marginal e a poesia concreta. Circulava no meio cultural efervescente da época, ao lado de amigos como os poetas Décio Pignatari, Waly Salomão, Augusto e Haroldo de Campos, cineasta Ivan Cardoso e o artista plástico Hélio Oiticica. Nesta época, Torquato passou a ser visto como um dos participantes do Tropicalismo, tendo escrito o breviário Tropicalismo para principiantes, no qual defendeu a necessidade de criar um “pop” genuinamente brasileiro: “Assumir completamente tudo o que a vida dos trópicos pode dar, sem preconceitos de ordem estética, sem cogitar de cafonice ou mau gosto, apenas vivendo a tropicalidade e o novo universo que ela encerra, ainda desconhecido”. Torquato também foi um importante letrista de canções icônicas do movimento tropicalista. No final da década de 1960, com o AI-5 e o exílio dos amigos e parceiros Gil e Caetano, viajou pela Europa, Estados Unidos com a mulher, Ana Maria Silva de Araújo Duarte, e morou em Londres por um breve período. De volta ao Brasil, no início dos anos 1970, Torquato começou a se isolar, sentindo-se alienado pelo regime militar. Passou por uma série de internações para tratar do alcoolismo e rompeu diversas amizades. Torquato se matou um dia depois de seu 28º aniversário, em 1972. Depois de voltar de uma festa, trancou-se no banheiro e abriu o gás e isso levou muita gente a pensar que Torquato foi morto pelo regime militar. Sua mulher dormia em outro aposento da casa. O escritor foi encontrado na manhã seguinte pela empregada da família (Maria das Graças, que mais tarde adotou o nome de Gal, sugerido pela própria Gal Costa, sua homônima [frequentadora assídua da casa de Torquato]). A nota de suicídio de Torquato dizia: “FICO. Não consigo acompanhar a marcha do progresso de minha mulher ou sou uma grande múmia que só pensa em múmias mesmo vivas e lindas feito a minha mulher na sua louca disparada para o progresso. Tenho saudades como os cariocas do tempo em que eu me sentia e achava que era um guia de cegos. Depois começaram a ver, e, enquanto me contorcia de dores, o cacho de banana caía. De modo Q FICO sossegado por aqui mesmo enquanto dure. Ana é uma SANTA de véu e grinalda com um palhaço empacotado ao lado. Não acredito em amor de múmias, e é por isso que eu FICO e vou ficando por causa deste amor. Pra mim chega! Vocês aí, peço o favor de não sacudirem demais o Thiago. Ele pode acordar”. Thiago, o filho de dois anos de idade. Foi pensando na morte do amigo que Caetano Veloso escreveu a canção “Cajuína”, incluída no disco Cinema Transcendental. Os versos da canção relatam o encontro de Caetano com o pai de Torquato, em Teresina, algum tempo depois da morte do poeta. Na década de 1980, a partir de 1984, as gerações mais recentes puderam apreciar o talento poético de Torquato através do seu poema, “Go Back” (1971), que, naquele ano, recebeu a primeira gravação musical do grupo  Titãs, com música feita pelo tecladista e um dos cantores do grupo, Sérgio Britto. A popularidade da canção seria consagrada em 1988, quando os Titãs deram um arranjo ainda mais vigoroso à música. “Go back” é a faixa-título de um disco gravado em Montreux, na Suíça.

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Livro: “João, uma assinatura de cultura e lugares de memória”

No Dia da Cultura, 5 de novembro, será lançado o livro biográfico “João, uma assinatura de cultura e lugares de memória”, assinado por Marleide Lins e outres. A obra é um trabalho muito bem elaborado pela Avant Garde Edições. O livro traz uma compilação de memórias, um ensaio biográfico sobre a trajetória de João Vasconcelos e a sua presença fundamental na produção e consequente desenvolvimento cultural em Teresina, durante três décadas. Para Marleide Lins, João Vasconcelos é uma pessoa aguerrida e obstinada que representa um bem simbólico desta cidade. Aliás, João Vasconcelos recebeu o título de Cidadão Teresinense, por relevantes serviços prestados no segmento cultural. Em seu percurso, desde a juventude, o biografado tem revitalizado o centro histórico da cidade, por meio do desenvolvimento de ações plenas de sentidos e significados, todas relacionadas à cultura, em suas diversas linguagens de arte e manifestações. A editora Marleide Lins comenta que ainda há muito o que se falar a respeito de João Vasconcelos e sua vasta experiência, seja como produtor independente ou como gestor público. A obra , segundo ela, “traz alguns traços de homem inquieto que, ao longo desses anos, marcou o seu nome na história da cidade – João Vasconcelos, uma marca de cultura”. Lançamento do livro: João, uma assinatura de cultura e lugares de memória Data: 5 de novembro de 2022 Horário: 20h Local: galeria do Clube dos Diários

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Qual é o significado do Dia de Finados?

O Dia de Finados, também conhecido como Dia dos Mortos ou simplesmente Finados, se trata de um feriado religioso, dedicado a orações e homenagens aos que já faleceram. Aliás, a palavra “finados” significa exatamente isso, algo que finou, findou, acabou ou morreu. Porque o dia 2 de novembro é o dia dos Finados? A data passou a ser mais lembrada a partir do século XI, quando os papas Silvestre II, João XVIII e Leão IX recomendavam que os cristãos dedicassem um dia por ano para cultuarem seus mortos. No século seguinte, a Igreja Católica adotou o dia 2 de novembro em definitivo como data oficial para o Dia de Finados. Além do Brasil, o Dia dos Finados entrou para o calendário civil de outros diversos países, como México, Espanha, Japão e Austrália, e cada um desses lugares recebe diferentes rituais dos fiéis. Em nosso país, a data é mais comemorada pela Igreja Católica. “No dia 02 de novembro, na maior parte dos países ocidentais, ocorre um dos mais importantes rituais religiosos da tradição cristã católica, isto é, o Dia de Finados. Essa data tem por objetivo principal relembrar a memória dos mortos, dos entes queridos que já se foram, bem como (para os católicos) rezar pela alma deles. De acordo com a doutrina da Igreja Católica, a alma da maioria dos mortos está no purgatório passando por um processo de purificação. Por essa razão, a alma necessita de orações dos vivos para que intercedam a Deus pelo sofrimento que as aflige. Nesse contexto, o Dia de Finados era conhecido na Idade Média como “Dia de todas as Almas”, dia esse que sucedia o “Dia de todos os Santos” (comemorado no dia 1º de novembro). Desde a época do cristianismo primitivo, que se desenvolveu sob as ruínas do Império Romano, que os cristãos rezavam por seus mortos, em especial pelos mártires, onde estes eram frequentemente enterrados: nas catacumbas subterrâneas da cidade de Roma. O costume de rezar pelos mortos foi sendo introduzido paulatinamente na liturgia (conjunto de rituais que são executados ao longo do ano) da Igreja Católica. O principal responsável pela instituição de uma data específica dedicada à alma dos mortos foi o monge beneditino Odilo (ou Odilon) de Cluny. Odilo (962-1049) tornou-se abade de Cluny, em Borgonha, na França, uma das principais abadias construídas no mundo medieval e responsável por importantes reformas no clero no período da Baixa Idade Média. Em 02 de novembro de 998, Odilo instituiu aos membros de sua abadia e a todos aqueles que seguiam a Ordem Beneditina a obrigatoriedade de se rezar pelos mortos. A partir do século XII, essa data popularizou-se em todo o mundo cristão medieval como o Dia de Finados, e não apenas no meio clerical. Apesar do processo de secularização e laicização que o mundo ocidental tem passado desde a entrada da Modernidade, o dia 02 de novembro ainda é identificado como sendo um dia específico para se meditar e rezar pelos mortos. Milhões de pessoas cumprem o ritual de ir até os cemitérios levar flores para depositar nas lápides em memória dos que se foram; outras levam também velas e cumprem os rituais mais tradicionais, como orações, cânticos etc.”

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Ocupação Theatro 4 de Setembro – Festival Cenas Curtas Isis Baião – 80 anos

Ocupação Theatro 4 de Setembro – Festival Cenas Curtas Isis Baião – 80 anos O Festival de Cenas Curtas que faz referência aos 80 anos da autora e dramaturga piauiense ISIS BAIÃO, acontece nos dias 25, 26 e 27 de outubro, sempre a partir das 19h30. 25 de outubro Estreia da peça Casa de Penhores, no Theatro 4 de Setembro, sob a direção de Arimatan Martins, realização do Grupo Raízes. Logo após a apresentação, haverá show com a cantora Gabi no Espaço Cultural Osorio Jr Dia 26 de outubro– no Theatro 4 de Setembro – mostra competitiva com: Às raias da loucura Aparição da virgem Maria no SOS Mulher Espelho, Espelho meu. Dia 27 de outubro – no Theatro 4 de Setembro – continuação da  mostra competitiva Espelho, Espelho meu… O velório As apresentações dos dias 26 e 27, na parte competitiva concorrem a prêmios em dinheiro. Primeiro colocado: Mil reais segundo colocado: 750 reais Terceiro colocado: 500 reais Juri popular: 250 reais. O Juri oficial será formado por Arimatan Martins, Lorena Campelo, Adalmir Miranda, Jone Clay e a autora Isis Baião. Encerrando a programação, haverá apresentação da peça Marcadas pela Culpa, sob a direção de Adalmir Miranda, no Espaço Osório Jr. O Festival de Cenas Curtas tem a realização da LBF e o Patrocínio da Lei Aldir Blanc – Prêmio Afrânio Castelo Branco – SIEC – Secult- Governo do Estado do Piaui

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Maria Gadú no Projeto Seis e Meia em Teresina

Não é a primeira vez que a artista vem à capital piauiense. E vale lembrar que o público daqui a recebe sempre com entusiamo. A temporada de outubro do Projeto Seis e Meia será com a cantora Maria Gadú. Os shows serão realizados no período de 8 a 11 do próximo mês, começando pela cidade de Corrente. No dia 9 é a vez de Bom Jesus receber Maria Gadú. No dia 10 a cantora estará em Floriano e no dia 11, em Teresina. Maria Gadú está comemorando 20 anos de carreira com o show ‘Quem sabe isso quer dizer amor’, que faz reverência à Música Popular Brasileira. O repertório inclui grandes sucessos de outros cantores, com uma releitura especial

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