Alexandra Teodoro

FMC lança editais e confirma Corso do Zé Pereira de Teresina

Após análise técnica, a Prefeitura Municipal de Teresina (PMT) e a Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC) confirmaram o retorno do Corso do Zé Pereira, desta vez, com algumas mudanças solicitadas pelos foliões teresinenses e pelos parceiros do evento. A edição 2023 do Corso irá ocorrer, no próximo dia 11 de fevereiro, a partir das 16h, no Complexo Cultural e Turístico Mirante da Ponte Estaiada, tendo como ponto de partida a avenida Jóquei Clube, no bairro de Fátima, zona Leste da cidade, e dispersando na avenida Dom Severino não prejudicando os moradores que residem ao longo da avenida Raul Lopes. Para abrilhantar o período de Carnaval e garantir mais transparência aos tradicionais concursos, foram lançados nesta segunda-feira, 9 de janeiro, sete editais abertos ao público, juntos eles irão distribuir mais de R$ 350 mil em prêmios. De acordo com Ênio Portela, presidente da FMC, essa é a maior premiação já distribuída durante o período carnavalesco em Teresina, fato este que vai ao encontro da determinação do prefeito Dr. Pessoa a respeito da valorização da cultura e do artista local. “Com essa alteração nos recursos, iremos oferecer uma premiação igualitária entre todas as majestades, pois antes os valores dos prêmios variavam e acabavam sendo injustos para alguns. Juntos ao prefeito Dr. Pessoa, unimos esforços para garantir essa igualdade nas premiações”, garante Énio Portela enfatizando ainda que os foliões terão uma surpresa que irá animar ainda mais o Corso de Teresina. Editais Foram lançados os editais para a escolha do Rei Momo e Rainha do Carnaval, Rei e Rainha Pessoa Idosa, Rei e Rainha PCD, Rainha Trans, Blocos Carnavalescos, Concurso de Músicas Carnavalescas e ainda para o Corso do Zé Pereira. Todos os editais estão disponíveis 24 horas por dia na aba documentos, no site da Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves, o cultura.teresina.pi.gov.br. Além dos desfiles dos caminhões enfeitados, que são o ponto forte do evento, a edição 2023 do Corso contará com palcos e atrações musicais locais. Assim, a gestão municipal espera que o Corso volte a movimentar a cultura, o turismo e a economia local.

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Bruno Baruque: 2023 chega trazendo mudanças

O cantor e compositor Bruno Farias entrou 2023 fazendo uma troca importante com o objetivo de impactar os novos passos em sua carreira musical. Desde o primeiro dia do ano adotou o nome artístico Bruno Baruque. Sobre as motivações que o levaram a fazer a mudança, Bruno comenta que o antigo nome gerava alguns transtornos quando o público fazia buscas nas plataformas. “Existem 4 cantores com esse mesmo nome e um parlamentar. Principalmente as pessoas que não me conhecem acabam confundindo ao buscarem pelo meu trabalho tanto nos streamings, quanto nas redes sociais de um modo geral”, explica o artista. As mudanças vão ocorrer gradativamente, obedecendo os prazos fornecidos pelas plaformas. No Instagram e no Youtube já foi efetivada a troca. Entre suas expectativas para esse novo ano, as músicas Nada Pra Depois, Mesmo Antes e  Passatempo. “Está ficando uma delícia a canção, que ganha reforço de um nome nacional”, disse. Outra novidade é uma regravação de Fome de Você, tocada muitas vezes nas lives e que logo deverá subir para os streamings de áudio. Tem mais músicas novas, afinal Bruno é um artista que produz todos os dias. Trata com muito respeito o ofício de ser músico. Há tempos Bruno Baruque oferece música das melhores para o seu público. E desde 2020 vem lançando, mesmo em tempos de pandemia, pelo menos uma música a cada semestre. Nesse meio tempo surgiu “Farol de Alexandria”, uma das suas canções mais tocadas. Vieram também parcerias: Invisível tsunami (com Cicy Arcângelo), Carta de amor no fim do mundo (com o poeta Gustavo Lacombe), Instinto (com Alexandra Teodoro), O Andarilho (com o poeta de Pernambuco, Andrade Lima), Armagedom (com Charleno Pirez), O circo vaga mundo (com Caio Viana), O viajante (com Nilsom Cronemberg). Em 2022 lançou A Massa (com Fernando de Deus), Sem Querer Querendo (fácil de cantar, pega pelo coração e tem um refrão muito gostoso de ouvir) e A Centelha (com Adelino Frazão). Sem Querer Querendo chegou às plataformas de streaming no dia 19 de maio, impactando, com música e clipe, canalizando a estética para o resultado que ficou bem bacana. A música foi gravada no Room Box, do Amonrá Nunes. O clipe, produzido pela Quatro Ideias, roteiro da Alexandra Teodoro (da Olimpo) e participação especial da modelo Matiê Guimarães. A canção A Massa, gravada no estúdio A Casa, de Igor Barreto, chegou às plataformas com vídeo produzido pela Olimpo. Bruno Baruque também vem promovendo uma repaginada no repertório, sem desperdiçar nenhum elemento. ” A MPB com pitadas de ROCK e POP é uma receita que não tem erro“, comenta o artista que passeia por essas vertentes com bastante intimidade. Instrumentista, compositor, professor de música, traz sua verdade musical baseada em conceito da música pop retrô, misturando elementos atuais que se encaixam em cada canção dessa sua nova fase. A proposta é trazer para o universo musical percepções do cotidiano.   É dessa forma, fazendo canções de alcance que Bruno Baruque vem conquistando seu público. “Nos dois últimos anos a pandemia mudou completamente nosso modo de trabalhar. Enfrentei questionamentos a respeito do meu processo criativo para poder seguir em frente. Eu costumo dizer que a parte da gravação e divulgação estivemos sempre acostumados. Mas, quando eu cantei pra uma plateia que não estava ali me olhando… E ao mesmo tempo estava em casa, atenta, eu tive que me adaptar. Hoje, estamos aí, para todos os públicos”, reforça. Público, aliás, que pode acompanhar todas as novidades nas plataformas do artista Redes sociais: Instagram: brunobaruque Youtube/brunobaruque

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Alzerina Pinho: um breve resumo de 2022 em imagens

A poetisa e escritora Alzerina Pinho tem se tornado cada vez mais conhecida em razão das constantes participações em eventos relacionados à literatura. Natural de Caxias (Maranhão) escolheu Teresina (Piauí) para morar. É advogada, também graduada em Serviço Social e Pós-graduada em Gestão Estratégica de Organizações Públicas e Sociais. Em mais de trinta anos de vida laboral atuando como professora, instrutora coorporativa, advogada, assistente social, bancária e gestora de organização financeira pública. Mas foi na Literatura que realmente se encontrou, participando de uma coletânea em 2016, após um intervalo de 23 anos quando participara da primeira, em 1993, abraçando uma nova trajetória, pós-aposentadoria, com a publicação do primeiro livro solo, em 2017. Entre as várias premiações conquistou o primeiro lugar no Concurso Literário “O Feminino através do tempo”, na categoria verso, promovido pela AJEB/MG, com o poema “Eu mulher, ontem e hoje”, em 2020, e o segundo lugar no Concurso Literário “Valores, Repressão e Liberdade Feminina”, com o poema ‘Dos olhares que te denudam, dos olhares que te salvam’, em 2022, na mesma Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil. Premiada, também, no Concurso TALENTOS 2022, da FENAE (Federação das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal), na Etapa Estadual, ficando entre os vencedores, pela APCEF/PI, em duas categorias: Poesia e Crônicas, feito que também realizou em 2020, nesse mesmo concurso. Presidiu a Comissão da Mulher e da Advogada da OAB/MA – Subseção Caxias, no triênio 2016/2018, desenvolvendo, dentre os Projetos da Comissão, um voltado para a Literatura (Empoderamento Feminino através da Literatura) que resultou na publicação de um livro, a coletânea ‘O Poder nas Letras’, lançado em 2018, da qual é coautora e organizadora. É também coautora em coletâneas e antologias de vários estados do país: ‘Antologia Mandala’, PA; ‘Palavras 2019’, RS; ‘Uma carta para você’, AM; ‘O Nu da Palavra’, e ‘Olhares Permitidos’ MG; ‘A vida é feita de histórias’, DF; ‘Crisálidas’ e ‘Porque escrevemos’, MA; ‘Antologia Mulheres Artistas Conversam…’, RJ; e no Piauí: ‘Imaginário’; ‘Zine Desembucha Mulher 2ª edição’; ‘I Coletânea AJEB’; ‘OLHARES que inspiram MULHERES que transformam’; Distopia 2020; Louvação; I Coletânea Piauí Poético’; e a coletânea internacional ‘Nós da Poesia’, Imersão Latina. Autora dos livros de poesia: ‘Do começo ao recomeço’, 2017, ‘Entre o Voo e o Pouso’, 2019, e ‘O que a Poesia faz com a dor’, 2022. Tem textos publicados em sites e páginas de literatura. É membro de várias agremiações literárias, atual 1ª vice-presidente da AJEB/PI (Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil, Coordenadoria PI) e Conselheira da AJEB Nacional. Organiza e participa de Saraus, está presente em feiras de livros, baladas literárias, bate-papos literários e eventos outros, dando voz à causa feminina e levando poesia por onde for possível. Alzerina Pinho em 2022:  

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Tom Cleber : experiência e carreira de sucesso

Tom Cleber nasceu em São João do Patos. Gabhou o coração do Piauí e de outros estados do Brasil. Um sucesso que não chegou do dia para a noite, veio através de uma construção, longa e cheia de responsabilidade com o público. É desses artistas que tem atenção minuciosa com a qualidade de som que o público escuta. Para ele, oferecer uma experiência única e inesquecível faz parte do crescimento. A carreira, Tom Cleber iniciou nos anos de 1990. Gravou seu primeiro disco ainda em 1993, mas, somente dez anos depois, por volta de 2003 é que veio começar a colher os louros do sucesso. Em 2003 com o cd Tom Cleber (voz e violão) foi um marco na sua história com a música, quando realmente conquistou o público e passou a fazer sucesso no país. Ele costuma dizer que canta o amor. “Sou um cara apaixonado”, comenta o artista que, desde o começo da pandemia se reinventou no quesito redes sociais, para se adaptar aos novos tempos. Mas, voltando à sua linha do tempo, Tom Cleber gravou seu primeiro DVD, quando a mídia física ainda era reverenciada e objeto de desejo. O ano era 2005. Com esse trabalho ganhou disco de ouro que veio somar com mais três conquista de disco de ouro nos cds Tom Cleber Voz e Violão volume I, II e III. Depois disso, em 2007 lançou Sonetos e a coletânea “As 20+” , em em junho de 2008. O segundo DVD veio coroando 15 anos de carreira, em 2009. “Tom Cleber: 15 Anos” foi gravado em São Luís – Maranhão , destacando o estilo acústico de regravações como “Esqueça”, “Caça e Caçador”, “Tocando em Frente”, “Custe o Que Custar”, “Cinderela”, “Fogo e Paixão”, além do novo sucesso “Saudade”. Em 2012, na via certeira de sua carreira de sucesso, lançou em Teresina, Piauí o álbum com interpretações de músicas eternizadas por Roberto Carlos que levou o nome de “Tom Cleber canta Roberto Carlos” Depois do processo vivenciado durante a pandemia, o artista tem investido cada vez mais nas redes sociais para interagir com os fãs e admiradores do seu trabalho. Durante os anos de 2020 e 2021 realizou lives que o aproximou do público do segmento digital. E agora, a mídia digital é uma das importantes ferramentas que complementam o projeto de divulgação do seu trabalho musical. O ano de 2022 foi de retomada de agenda. Tom Cleber voltou a circular seus shows por estados como Amazonas, Acre, lugares onde sempre foi bem recebido pelo público. Por cada cidade, percebeu a importância de uma carreira bem construída. Seus “Indecisão” e  “Diz Coração” continuam na boca do povo. E para 2023? “Ah, que tenhamos muita paz no coração, sucesso que é bom para todos e muito amor, com certeza”, finaliza.

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Alex Állen desbrava novos territórios e avança nas artes visuais

O artista visual Alex Állen produz obras que revelam a ludicidade e a essência da natureza a partir dos sentidos. O volume e as texturas de seu trabalho são obtidos por meio da sculpture painting em simbiose com a técnica do impasto painting. Suas pinturas em tinta acrílica são construídas com sinais e saliências em 3D, seja sobre a tela ou outros suportes utilizados em suas produções. As obras resultantes são ricas em detalhes e formas, com pinceladas soltas que se valem de tons que variam entre os metálicos e os foscos para instaurar conjuntos suaves e harmônicos. Alex Állen está construindo as bases de sua carreira por meio de muita pesquisa e trabalho, consequentemente vem se destacando cada vez mais no cenário das artes visuais ao projetar suas produções autorais para outros estados, principalmente nos eixos sudeste e sul do país. Em 2022 o artista foi convidado a participar da 2ª Mostra do Coletivo FIGURE, na Gibiteca de Curitiba; um espaço com 40 anos de história. É a primeira gibiteca pública do mundo e a primeira biblioteca de gibis do Brasil. A exposição anual da União dos Artistas Plásticos do Piauí também já fez parte do calendário de exposições do artista e também da agenda cultural do estado. Intitulada de Nós PósModernos a expo contou com vários nomes do cenário piauiense e a mesma já está em sua décima quinta edição. As obras de arte de Alex Állen ganharam novos cenários, as suas produções estão disponíveis para aquisições e apreciação no estado de São Paulo e regiões vizinhas. A agenda de atividades começou no segundo semestre desse ano e se prolonga até o próximo ano, uma vez que alguns projetos expositivos também estão sendo apresentados de forma itinerante. Até o momento foram 3 exposições coletivas, com artistas de diversos cantos do país. Intituladas de “Matilha: Na pegada das Artes”, “Autorretrato do Brasil de 200 Anos” e “A Cristaleira”. Atualmente a exposição “A Cristaleira” está disponível para visitação no sítio histórico da Floresta Nacional de Ipanema (Flona), um espaço expositivo que localiza-se no interior do estado de São Paulo. Alex Állen e mais quatro artistas trazem a cristaleira como metáfora da memória, um hipocampo que guarda cada traço da nossa história. O desafio proposto pelo curador da exposição, Oscar D´Ambrosio, concebe o material da exposição como a metáfora da vida e faz referência ao ano internacional do vidro, celebrado pela ONU em 2022. Todos os projetos expositivos, seja dentro ou fora do estado caminham junto com as encomendas e produções exclusivas do artista, que seguem em constantes atividades, sempre com o propósito de valorizar a cultura e o seu desenvolvimento artístico profissional e, consequentemente, do estado. Para conhecer um pouco mais do trabalho do artista visual Alex Állen, basta acessar o instagram: @ALEXALLENARTE

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Jamile Jah é sinônimo de talento, persistência e sucesso

A cantora, musicista e poetisa Jamile Jah tem seu trabalho voltado para o reggae desde 2005. Uma escolha acertada de quem vislumbra uma carreira promissora. O ano de 2022 foi especialmente diferenciado para a artista que tem inspirações no reggae mundial de diversas épocas e em referências nacionais de uma geração mais recente No mês de julho de 2022 ela lançou o single Gostosa Sensação com a participação de vários artistas piauienses, num show na Oficina da Palavra. Em setembro, Jamile Jah esteve na equipe de produção do Circuito Piauiense de Reggae, um desafio maravilhoso. Vale ressaltar que Jamile Jah foi também atração do evento, abrindo o show de uma lenda do reggae mundial, Cedric Myton O segundo semestre realmente veio marcando a carreira da artista. Ela foi atração do Festival Lusófono, junto com Preto Kedé e Lia de Itamaracá. Participou do Festival Cajuína Pop, representando a música reggae autoral piauiense. Quando novembro chegou, veio também o projeto Mulheres em Foco, ocorrido no Memorial Esperança Garcia e posteriormente o Quintchura Musica, evento realizado na coroa do Rio Parnaíba, que reuniu música, natureza e diversão com as bandas Radiofônicos, Jamile Jah e Madame Dolores! O clipe de Gostosa Sensação foi lançado em dezembro, fechando o ano de Jamile Jah com a gostosa sensação de quem vem muito mais em 2023. Saiba mais sobre Jamile Jah Jamile traz na carreira participações de duas edições do Festival Chapada do Corisco (Chapadão) com a banda Zona de Atrito com composições suas Frutos de um Dia e Sentindo-se Sozinho. Possui músicas nas rádios aqui no estado do Piauí. As parcerias na cidade de Teresina são: Nildo Viana, Caio Viana, Alexandre Rabelo Junior, Marcos Silva e Dam Bezerra, Ricardo Totte, Vinicius Rufino, Cabelo de Corda (Edu Bizu Lima). Suas composições tem influências do reggae jamaicano como Bob Marley ao regionalismo brasileiro. Suas inspirações musicais passam pelos mais variados ritmos de reggae e outras sonoridades regionais brasileiras. Suas influências são: Bob Marley, Alton Ellis, Rita Marley, Jonh Holt, Flora Adams, Marcia Atickens, Deziree, Dawn Penn, e entre as inspirações brasileiras o romantismo de Vanessa da Mata, Marisa Monte, Alceu Valença, Naçao Zumbi, Céu, e no Reggae Brasil: Marina Peralta, Tati Portella, Gilberto Gil, Planta e Raiz, Dagô Mirada, Cidade Negra, Adão Negro, Andread de Jó, Natiruts, Maneva, Edson Gomes também com influencias de varias bandas piauienses: Banda Acesso, Danilo Rudah , Geraldo Brito, Espírito Livre, Cabelo de Corda, Jah Une, Fullreggae, Bob Robson, Alma Roots, Reggaplanta, Cochá, Batuque Elétrico, Roraima.

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Márcia Leal fala sobre dicas para trabalhar a espiritualidade no 31 de dezembro

Quer começar 2023 com o pé direito? A jornalista, palestrante e bruxa hecatina, Márcia Leal, especialista em autoconhecimento, espiritualidade e magia natural separou 6 dicas para nossos leitores. O que fazer nesse último dia do ano? Faça uma defumação com Palo Santo no seu lar. O Palo Santo harmoniza o ambiente, limpando as energias negativas e atraindo bons fluidos. Tome um banho de Ervas. Geralmente o banho de ervas serve para equilibrar e renovar as energias do corpo. Acenda velas. As velas contribuem para a harmonia e podem influenciar de forma positiva o ambiente e as pessoas que estão nele. Medite com cristais. A melhor forma é segurando eles ou colocando em cima dos chakras. Desse forma conseguimos nos conectar com a energia deles. Escreva uma lista de coisas que você vai deixar pra trás e depois queime. Essa é uma ótima forma de deixar o passado no passado. Agradeça pelos bons momentos desse ano. Isso faz com que acalmemos a mente, estimulamos o autoconhecimento e valorizemos o que já temos.

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Os Radiofônicos e suas realizações em 2022

Os Radiofônicos são uma banda de rock de Teresina. Desde sempre! E não há como contar a história deles sem falar da origem. No começo era Capitão Guapo, uma banda que rompeu barreiras e inspirou outras bandas que surgiram posteriormente. Os Radifônicos, tal qual conhecemos hoje veio mesmo em 2004, com a mudança de nome ainda à época da primeira edição do Piauí Pop. Tempo também em que foi lançado o primeiro disco da banda com o nome: “Esse Som é Radiofônico”. Vamos lá destacar que o nome da banda traz os artigo no plural “os”. Sim… rs não esqueçam mais, please!! O ano de 2022 foi marcado por momentos importantes na carreira da banda, como a participação nos festivais Semana Mundial do Rock e Piaga. O primeiro, pra comemorar mesmo a data e fazer referência ao rock and roll de todo dia que os motiva. O segundo, na última semana de julho, numa edição surpresa do festival que, normalmente ocorre em novembro. A banda também subiu ao palco do festival Cajuína Pop, onde as principais bandas de música autoral se apresentaram. O ano fecha com vários lançamentos de Os Radiofônicos. Vídeos para as músicas ‘Maldito Pendrive’ e “Não Adianta se Esconder’ e o mais recente ‘Balada para Francisco’. Por fim, o lançamento do disco de inéditas “2022 dos Radiofônicos”, terceiro disco da carreira do grupo. Vem aí um 2023 com muito mais som e fúria amorosa dos rapazes de Os Radiofônicos.

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Ela não passa sem ser notada! Cantora e compositora Timonense lança seu primeiro EP.

“Madame do Réu”  é o trabalho que Jaísa Caldas trata com maior carinho. Afinal, é com ele que a artista se apresenta com sua identidade mais que pessoal, nesse 2023 que se aproxima. Jaísa aproveitou o 2022 para experimentar formatos e agarrar oportunidades. Ayas por exemplo, abriu portas, quando ela pode se apresentar em diversos lugares com as demais integrantes do grupo. O mais novo trabalho traz uma identidade musical a partir da regionalidade de uma mulher nordestina. Jaísa conta que a produção traz a reafirmação da divisa Maranhão – Piauí, das pontes e dos rios, e da vivência atravessada pela arte, expressada pelo hip-hop e elementos da nossa região. A primeira parte do trabalho estará disponível dia 07 de Janeiro, com as faixas “Timon, Papel e Letra” e a faixa tema “Madame do Réu” produzidas em Timon e na Casa do Hip-Hop Piauí. “Esse conjunto de músicas marca meu íntimo por ser algo que sempre quis fora e fui conseguindo trabalhar no decorrer do tempo. A tentativa foi conseguir encaixar minha ancestralidade e toda essa musicalidade que a gente tem, pra me fazer sentir firme com o que eu conseguir desempenhar”, afirmou Jaísa. O lançamento completo será concluído no primeiro trimestre de 2023, sendo 5 faixas no total. Fiquem atentos. Jaísa Caldas chega em 2023, como se diz, chegando!!!

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De Teresina a Paris: Lidia Bulgari realizou sonhos em 2022.

@lidiabulgari Quando entrou 2022 a artista Lidia Bulgari provavelmente não tinha ideia do que ia viver em terras piauienses e em outras terras mais distantes. Natural de Teresina-PI e estudante do curso de Licenciatura em Artes Visuais pela Universidade Federal do Piauí, tem no portfólio exposições coletivas e individuais. No ano de 2019 esteve com sua arte na Bienal da UNE em Salvador. No mesmo ano, ocupou espaço na Bienal do Sertão no Museu do Piauí. Espaço esse que abriu as portas para a artista em 2022, para uma mostra individual antes de seguir para Paris. Antes de atravessarmos o oceano, vamos relembrar outros momentos marcantes. A artista que, em 2019 participou do concurso “Um rosto para Esperança Garcia”, também participou do projeto “Um rosto para Mandu Ladino”, este último em 2021. Ambos promovidos pelo Conselho Estadual de Cultura do Piauí. Lidia Bulgari foi premiada no 8º Junifest da Casa Brasil em Liechtenstein e recebeu convite para expor no Museu do Louvre, exposição que ocorreu em outubro de 2022. Para chegar lá, a artista fez uma verdadeira movimentação em torno de sua arte, como entrevistas para TV, rádios, sites e participações especiais em eventos na cidade de Teresina, fatos que listou para nós. Em 2022 foi possível ver Lídia Bugari em: Entrevista para o programa Piauí TV sobre as aulas no Atelier Luciana Severo Kids e a exposição de Paris (2022); Docência em Artes Visuais voltadas para a pintura na Great International School (2022| até os dias atuais); Entrevista para o programa Pauta Cultural da TV Assembleia sobre a exposição de Paris (2022); Entrevista para o programa Bora da TV Band Piauí com caráter bibliográfico e frisando a exposição de Paris (2022); Exposição coletiva na Galeria Nonato Oliveira, no mês de julho, no Piaga Festival de Artes Integradas Entrevista online para a revista OXENTE da Universidade Federal do Piauí (2022); Entrevista online por meio de vídeo na plataforma Instagram para o @radiomalhadadojatobá do quadro Jovens Artistas (2022); Entrevista online por meio de live na plataforma Instagram para o @henriquedouglas da TV Antares (2022); Oficina de caráter preparatório para o Teste de Habilidades Específicas do curso de Licenciatura em Artes Visuais (2022); Oficina de Pintura no dia das mães no Cemitério Jardim da Ressureição (2022); Produção da Coleção Memórias, camisas com ilustrações manuais da artista que foram vetorizadas por Cronos e estampadas  em serigrafia com a Casa de Zabelê (2022); Produção da Coleção Memórias em canecas (2022); Primeira exposição individual intitulada “O museu da minha mente” no Museu do Piauí (2022); Exposição Coletiva pela Galeria Luciana Severo no evento Art Shopping do Museu do Louvre em Paris (2022); Exposição do coletivo SER_TAUM com Pedro Vidal, Lucas Martins e Thalissa na 16ª Primavera dos Museus no Museu do Piauí (2022); Exposição Coletiva MATRIZ: A estesia do gesto no Museu do Piauí (2022); Mais obras de Lidia Bulgari:

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