Alexandra Teodoro

Raimunda Pinto, sim Senhor! celebra 30 anos e terá apresentação única

Da Assessoria Fotos: Margareth Leite Quem não se lembra do badalado espetáculo “Raimunda Pinto, sim Senhor!”? Quem não pôde assistir a tantas apresentações da peça, que já rodou vários palcos importantes do país e aqui também no Piauí, conquistando tantos prêmios, pelo menos já ouviu falar no nome do mesmo. Com criação do Grupo Harém de Teatro, de Teresina, direção de Arimatan Martins e texto do renomado escritor e dramaturgo piauiense Francisco Pereira da Silva, Raimunda Pinto, sim Senhor! comemorará suas três décadas com um presente ao público, uma apresentação única, na próxima sexta-feira (16), às 20 horas, no Theatro 4 de Setembro, em Teresina. Esse presente ao público é também pelo aniversário do Grupo Harém de Teatro, este ano a companhia comemora 37 anos de fundação. O Harém foi criado em 1985, durante a realização da SEMANA CHICO PEREIRA, no mês de dezembro, em homenagem ao grande dramaturgo piauiense, reconhecido nacionalmente, que nos deixou em 1985, no Rio de Janeiro, onde estava radicado. O Grupo Harém de Teatro apresentou durante a Semana a peça “Os Dois Amores de Lampião antes de Maria Bonita” e “Só Agora Revelados”, e depois se uniu ao espetáculo “Raimunda Jovita na Roleta da Vida”, formando junto com “Raimunda Pinto, Sim Senhor!” e “Ramanda e Rudá” a tetralogia RAIMUNDA, RAIMUNDA. Raimunda Pinto, sim Senhor! faz parte, portanto dessa tetralogia, que foi criada em homenagem à atriz carioca Fernanda Montenegro e fala do êxodo rural. O espetáculo se apresentou pela primeira vez em Teresina, em 1992 e conta a estória de uma jovem cearense, feia, pobre, leporina (lábio defeituoso) e subdesenvolvida, que consegue “vencer na vida” longe de sua terra. A estória de “Raimunda Pinto” se passa num cenário da Segunda Guerra Mundial, precisamente em l942, no subúrbio da Cidade de Fortaleza, mas o eixo geográfico é instável e logo ela vai estar viajando pelo mundo.  Numa dessas cenas, Raimunda está a bordo do Enola Gay, avião que soltou a bomba atômica que arrasou as Cidades de Hiroshima e Nagazaki. Raimunda Pinto é dona de um belíssimo mundo interior. Francisco Pereira da Silva, que criou essas estórias que retratam bem o povo nordestino, nasceu em Campo Maior, em 1918, e ainda jovem foi para o Rio de Janeiro, onde começou como crítico de teatro, precisamente, no Jornal Correio da Manhã.  Fora da redação foi encontrar abrigo no palco do Teatro do Estudante, ingressando, pouco depois, no Duse, Teatro de grande prestígio no Rio. Autor de teatro, diretor da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro, Francisco Pereira formou com Ariano Suassuna e João Cabral de Melo Neto, a Tríade do Moderno Teatro Brasileiro.  Nessa época, eles já emprestavam aos temas regionais uma nova visão, distanciada dos “estereótipos” tão ao gosto dos autores nordestinos. Então, o público está convidado para esta apresentação de gala, que já abocanhou diversos prêmios em festivais regionais e nacionais ao longo desses 30 anos de sucesso, e foi indicado para vários outros tantos prêmios em categorias como: melhor ator, direção, música, ator-coadjuvante, entre outros. Os ingressos já estão disponíveis pela plataforma Sympla (www.sympla.com.br?raimunda-pinto-sim-senhor_1811983), sendo R$ 50,00 (inteira) e R$25,00 (meia entrada).  O elenco de Raimunda Pinto, sim Senhor! conta com Francisco Pellé, Francisco de Castro, Fernando Freitas, Airton Martins, Marcel Julian, Érica Anunciação, Andressa Santos e Amauri Jucá. Direção: Arimatan Martins.

Read More

Histórias sobre pessoas e canções, por Lara Barjud

Ela estuda jornalismo. Sua paixão pela escrita despontou por volta dos sete anos de idade, quando foi assistir a uma peça infantil. Lara Barjud é uma apaixonada pelo rock and roll, o que ela deixa bem claro em sua primeira obra literária. “Natasha” conta as memórias de transição entre Ana Paula e a personagem icônica retratada na música da banda Capital Inicial “Natasha” . O demais personagens, conta Lara “são também do rock nacional”. A autora explica que buscou as características e personalidades de figuras como EDUARDO, MONICA, JOHNNY, ANNA JÚLIA, BETH BLANÇO, JAKIE TEQUILA, JEREMIAS E JOAO DE SANTO CRISTO. Todos personagens de grandes sucessos do rock nacional dos anos 80 e 90. “Fui compondo uma história que mostra os perigos de escolhas inconsequentes”, explica. Para a jovem escritora, a proposta literária alcança pessoas de gostos musicais mais maduros e ao mesmo tempo, envolve leitores mais jovens em razão das referências a situações costumeiras a toda juventude, seja essa dos anos 2022 ou a juventude dos anos 1980. O livro Natasha será lançado no dia 22 de dezembro, na Livraria Entrelivros.

Read More

O Dia Universal do Palhaço é celebrado anualmente em 10 de dezembro.

Os palhaços são artistas que divertem e despertam sorrisos nas pessoas, sejam crianças ou adultos. O Dia Universal do palhaço – a data foi criada para homenagear esses profissionais, que ficaram populares através de suas participações em circos. Afinal de contas, um circo sem palhaço não é nada divertido! Palhaço Piolin (foto: arquivo) O Brasil é terra de diversos palhaços memoráveis, como o Bozo, o Carequinha, o Pimentinha, o Picolino, entre outros. Piolin, o palhaço brasileiro mais famoso, chegou a ser considerado o melhor palhaço do mundo. Foi em sua homenagem que surgiu a comemoração do Dia do Circo em 27 de março, data do nascimento de Abelardo Pinto, que nasceu em 1897. No mundo, um dos nomes mais expressivos foi o de Charlie Chaplin, conhecido como Carlitos, um dos artistas mais importantes da época do cinema mudo. (foto: arquivo) Origem do Dia do Palhaço No Brasil, o Dia do Palhaço começou a ser comemorado a partir de 1981, por uma iniciativa do Abracadabra Eventos, em São Paulo. Atualmente, esta data é celebrada em todos os estados brasileiros, sejam por palhaços circenses ou pelos populares “palhaços de rua”. A nível mundial, o chamado International Clown Week (Semana Internacional do Palhaço) é celebrado anualmente entre os dias 5 e 12 de outubro.

Read More

 “Ter Histórias e Territórios” é a exposição da Universidade das Quebradas

 “Ter Histórias e Territórios” é a exposição da Universidade das Quebradas no Museu de Arte do Rio. O piauiense Kadosh Olive assina a curadoria, coletiva, numa mostra que traz novas formas de entender o tempo, as corpas, a natureza, a emergência e as relações, utilizando múltiplas narrativas e tendo o direito à cidade como eixo central. “Fico tão feliz que a arte e a cultura tenha me proporcionado muitas oportunidades”, comenta Kadosh Olive que saiu de uma região de descaso e abandono do Estado. Kadosh é cria da periferia, favela ou subúrbio, como se fala em diversos locais no Brasil. Exposição “Ter Histórias e Territórios” teve abertura no sábado, 10 de dezembro e segue até março de 2023. Trata-se de uma parceria entre Museu de Arte do Rio e Universidade das Quebradas (UQ) | Faculdade de Letras da UFRJ. Pode ser visitada de quinta-feira a domingo, das 11h às 18h (última entrada às 17h), acesso gratuito

Read More

Mestre Expedito deixa um legado como um dos mais importantes artesãos do Piauí

Morreu em Teresina no dia 9 de dezembro, aos 89 anos, Mestre Expedito, um dos maiores artesãos do estado e referência mundial em arte santeira. O artista morreu em casa, onde se recuperava de uma cirurgia no estômago realizada em julho, para a retirada de um tumor, desde então ele não havia se recuperado totalmente, de acordo com informações de familiares. Sobre Mestre Expedito (1932) Expedito Antonino do Santos nasceu na cidade piauiense de Domingos Mourão em 1932. Um dos mais importantes representantes da arte santeira do Piauí que tem o mestre Dezinho (José Alves de Oliveira, Valencia-PI, 1916) como seu maior expoente. Mestre Expedito aprendeu sua arte trabalhando como marceneiro na cidade onde nasceu. Antes foi pedreiro, carpinteiro, sapateiro, ferreiro e fabricante de instrumentos musicais. Sua projeção com artista escultor aconteceu quando ele, incentivado pelo prefeito de sua cidade, participou em Teresina de uma feira de arte popular organizada pelo Governo do Estado do Piauí. Mestre Expedito recebeu o primeiro lugar. Depois do sucesso alcançado, mudou-se com sua família para Teresina, onde mora desde 1969. Em Teresina, Mestre Expedito desenvolveu ainda mais o seu trabalho, esculpindo peças maiores e de maior valor, inclusive para igreja de Nossa Senhora de Lourdes (A igreja de Nossa Senhora de Lourdes ou Igreja da Vermelha em Teresina reúne uma série de obras do Mestre Dezinho e é considerada uma de suas obras primas). Mestre Expedito foi contemporâneo e trabalhou com o mestre Dezinho na igreja da Vermelha, sendo de sua autoria as molduras da Via-Sacra, uma pia batismal e uma estante trabalhada em altos e baixos relevos. Completamente voltado para a arte santeira, esculpia santos, anjos e reproduzia cenas bíblicas, como Adão e Eva no Paraíso. Após ter conhecido a obra do Aleijadinho, Mestre Expedito passou a imprimir um estilo primitivo ao seu trabalho, mais próximo do barroco, isto é, mais próximo das feições naturais do corpo. Suas obras também incorporam fortes elementos estéticos regionais; influência da obra de outro mestre, o mestre Dezinho. Pelo trabalho realizado ao longo dos anos, o artista ganhou grande notoriedade no Brasil e no exterior, sendo considerado um dos mais expressivos santeiros em atividade no país. Mestre Expedito recebeu vários prêmios no Brasil e também no exterior. Assim como o mestre Dezinho, a arte do Mestre Expedito exerce grande influência na geração mais nova de escultores que surge em Teresina. O mais importante, é que essa geração de artistas não se deteve em imitar o trabalho dos dois mestres. Com muita criatividade desenvolveram um estilo próprio que é muito admirado pelo Brasil e que tem contribuído para consolidar ainda mais a imagem do Piauí com a arte santeira. Mestre Expedito comentava que havia feito mais de dez mil esculturas, especialmente São Francisco, Nossa Senhora da Conceição, Santo Antônio e anjos, sendo que muitas delas estão em cerca de 50 igrejas no Piauí, no Rio de Janeiro, e em outros países, como o Chile. Em 2005, Mestre expedito foi condecorado com a Medalha do Mérito Renascença do Piauí, maior comenda concedida pelo Governo do Estado do Piauí.

Read More

TRISCA #4 abre convocatória para artistas pensarem “aventuras de ficar vivo”

Festival de arte com criança recebe propostas de experiências para compor a programação, que vai de 9 a 11 de dezembro Triscar pode ser um verbo, uma brincadeira ou um encontro. Em Teresina, a ação virou uma grande aventura que chega a sua 4ª edição: TRISCA Festival de Arte com Criança – Aventuras de ficar vivo! propõe encontros, brincadeiras e diversão nos dias 9, 10 e 11 de dezembro. A programação é gratuita e plural, com arte e cultura na Praça Desembargador Manoel Belizário, bairro Ininga. Este ano a novidade é uma convocatória aberta para que artistas de múltiplas linguagens, que desejem compor a programação, mandem suas propostas. As curadoras do festival, Layane Holanda e Soraya Portela, devem escolher ações enviadas até o dia 20 de novembro. “A ideia é agregar artistas e experiências que possam ser vividas com a infância em diferentes idades”, explica a produtora artística. “O que te faz vibrar? Rir, dançar, correr, aprender?”, provocam as artistas e curadoras. Os interessados podem inscrever propostas para oficinas, ateliês, shows, exposições e o que mais a imaginação mandar. “A convocatória é também uma política de fomento à produção artística local”, define Soraya Portela. “Estamos abertas a ideias criativas, algo que mostre também que a experiência artística vai além de apenas assistir”, observa. Outra novidade é que esta edição do festival acontece em praça pública, em colab com o projeto Feirinha Verde. Nos últimos anos, o TRISCA vinha ocupando uma biblioteca estadual no centro da cidade. “Levamos a feirinha para dentro do TRISCA”, conta Layane. “Agora somos nós que vamos à feirinha”, observa. As propostas artísticas enviadas devem, portanto, “triscar” no espaço urbano. “É um convite para viver a cidade de forma sustentável, ocupando o espaço público como possibilidade”, avisa a curadora. O TRISCA Festival de Arte com Criança – Aventuras de ficar vivo!  também trará a Teresina a artista da dança Maria Eugenia Tita, com seu Cabeção, uma performance lúdica que parte dos ritmos tradicionais brasileiros e recupera a ideia do brincante. “Precisamos manter a conexão com a cultura popular, o mais ancestral sobre a infância é o brincar”, explica Layane. A programação vai de sexta (9) a domingo (11). Sobre o TRISCA Há 6 anos, o TRISCA – Festival de Arte com criança busca encontrar um contexto de aproximação entre pessoas através “dos pequenos”. O fazer artístico é usado como disparador de novas intuições sobre o mundo, cruzando crianças, adultos e gente de diferentes idades e de todas as linguagens artísticas. Ao longo das edições, já ocupou palco, biblioteca, comunidade, rua. Pensando no protagonismo da infância, o TRISCA convocou uma equipe de crianças que assumiu a programação do festival, na edição que ocupou a Biblioteca Cromwell de Carvalho, no centro. No ano passado, a instalação Zúuuada propôs um espetáculo interativo com sons, luz e escuridão, convidando adultos e crianças a enfrentar o medo do desconhecido. O festival, que é uma realização de duas artistas mulheres, é articulado pela produtora Canteiro, que pensa ideias e ações culturais entre infâncias e velhices. A edição #4 tem patrocínio da Equatorial Piauí, através do Sistema de Incentivo à Cultura do Piauí (Siec / SECULT-PI) e do Governo do Estado.

Read More

Programa Pauta Cultural vai homenagear artistas na produção de final de ano

Há 12 anos no ar,  o programa Pauta Cultural homenageia pelo décimo primeiro ano consecutivo artistas que movimentam a cena  cultural na cidade, através de uma escolha feita por votação nas redes sociais. O programa semanal é apresentado pela jornalista Alexandra Teodoro, com produção de Jader Damasceno. Vai ao ar pela TV Assembleia  do Piauí, todas as sextas, de 11h às 12h30. Já a edição especial, sempre é exibida na semana do Natal e na semana do Reveillon. Até 2021 o Pauta Cultural Especial entregou troféus  que receberam os nomes dos seguintes representantes da cultura piauiense: 2012- HELLY BATISTA – IN MEMORIAN 2013 – ACI CAMPELO 2014- LENA RIOS 2015- GRUPO HARÉM DE TEATRO 2016- ELVIRA RAULINO 2017- MOISES CHAVES 2018 – OCTÁVIO CÉSAR 2019- EDVALDO NASCIMENTO 2020 – GABI 2021 – JUNIOR MARKS Nesse ano de 2022 foi disponibilizado um formulário para que o público indicasse nomes em 12 categorias. Veja lista dos indicados mais citados, que receberão a Medalha do Mérito Cultural da TV Assembleia. Veja quem vai receber a medalha. O programa será gravado nesta quarta, 7 e será exibido nos dias 23, 24, 30 e 31 de dezembro. Saiba sobre os artistas que foram escolhidos pelo público CATEGORIA: ARTESANATO – Cleide Kosta Há 13 anos amando confeccionar bonecos de pano que lembre artista e personagem, tendo como público alvo jovens e adultos que apreciam essa arte – essa é Cleide Kosta!! CATEGORIA: ARTE DIGITAL – Weedza – Vitória Como  artista, Vitória já assinou como Carla e agora, assina como Weedza. Essa é sua persona criativa e ferramenta de fuga para criação.  Desde sempre com a certeza e necessidade de ter arte como meio de expressão e sobrevivência, Weedza tem, nos ultimos anos se dedicado a explorar todas as suas facetas. Em 2019 como Drag Queen, já em 2020 com a pandemia veioa  escrita  com mais força, porem como ilustração sempre foi seu forte e desde entao tem focado em arte digital e grafitti. Expoe permanentemente no Centro Multicultural Stouradas, nos muros de sua cidade natal, Teresina e até em Recife.  CATEGORIA: ARTES PLÁSTICAS –  Vinícius Bandeira Vinicius Bandeira nasceu em Teresina em 1999. É estudante do curso de Música na Universidade Federal do Piauí. Participou de exposições coletivas na cidade de Teresina nos anos de 2016, 2017 e 2018. No ano de 2018 cessou sua produção artística, retornando apenas no início do ano de 2022. Em 2022 publicou a novela O Cabeça de Cuia, pela Kotter Editorial. Em novembro de 2022, inaugurou sua primeira exposição individual, SEQUENZE, no Museu do Piauí. CATEGORIA: ARTE URBANA – DONALD Grafiteiro Profissional do Estado do Piauí, atuando na área desde 2017, trabalhou praticamente sozinho até 2019.  Em 2020 recebeu a proposta pra entrar no Coletivo Ruaz Crew Administrado pelo Grafiteiro Laércio Sinza. Escolheu como TAG ou Codinome –   DONALD. Segundo ele por se assemelhar com características de sua personalidade forte e cômica, como o personagem… famosos.  Faz grafites animados, caricaturas, mas atualmente após a oportunidade de passar uma semana em Recife no Festival de Graffite Pão e Tinta, está se especializando em painéis de realismo colorido. CATEGORIA: CINEMA – Robson Levy Robinson Levy é cineasta, publicitário e diretor de arte, trabalhando profissionalmente no audiovisual desde 2011. Possui várias obras na área com nomes como Vitorino Rodrigues, Aci Campelo, Bale da Cidade de Teresina, Coletivo Ondas, Coletivo Piauhy, Cia Só Homens. Em 2019 lançou o longa-metragem Aurora como diretor, roteirista e montagem, tendo participado de festivais como Mostra Sesc de Cinema, Festival de Cinema dos Sertões e convidado para entrar em cartaz nos Cinemas Teresina. CATEGORIA: DANÇA – Luzia Amélia Foto: Juliana Mello Bailarina. Performer. Coreógrafa. Ativista. Arte Educadora.  Primeira Mulher negra a fazer doutorado em dança no Brasil. Doutoranda em Dança pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Propõe investigações em dança partindo das relações entre a pesquisa artística e acadêmica no âmbito das questões de raça, gênero e classe, construindo um campo de experiência que convergem em configurações de dança contemporânea implicadas na contemporaneidade.  CATEGORIA: FOLCLORE – Rafael Nolêto Rafael Nolêto é jornalista, assessor de comunicação, escritor, artista plástico e mobilizador cultural. Iniciou suas pesquisas sobre o folclore e as tradições regionais a partir do interesse despertado pelo contato com as obras de escritores como Fontes Ibiapina, Câmara Cascudo, Monteiro Lobato e outros. Nas artes plásticas, trabalha especialmente com as técnicas do Wycinanki (pronúnia: vi-ti-nan-ki) e com a pintura, retratando geralmente tradições, folguedos, celebrações e personagens míticos. É fundador da comunidade Vila Pagã. Rafael possui 10 livros publicados, abordando desde a mítica piauiense até as tradições mágico-religiosas regionais. Na sua obra Mitologia Piaga, catalogou mais de 200 mitos. Além disso tem mais de 100 composições, que exploram influências multiculturais e se consolidam como parte de um genuíno gênero folk piauiense, as letras exaltam o bioma e os personagens da mitologia local. CATEGORIA: FOTOGRAFIA – Aleck  FoXHEIMMER Aleck Foxheimmer é um fotógrafo Fine Art Pictorialista que define sua fotografia baseado no princípio da serendipidade da arte na criação das suas obras. Sempre prezando pelo o bom , o belo e verdadeiro. Fotógrafo há mais de 30 anos. Natural do Rio de Janeiro (capital) estudou desenho publicitário no Liceu de Artes e Ofícios  no Rio e cursou Publicidade e Jornalismo na Gama Filho e Faculdades Integradas Hélio Alonso. Aos 25 anos mudou-se para Teresina onde vive à 27 anos, trabalhou por todo país com a produção de bancos de imagens e fotografando em mais de 2.500 cidades. Hoje se dedica a Fine Art Photography unindo o Pictorialismo e a Digital Art em seus trabalhos. É artista exclusivo da Terrasiena Galeria e participou das exposições ´´PORANDUBA¨ em 2019 e ´´ARRAIGADOS“ EM 2021. CATEGORIA: HUMOR – João Cláudio Moreno Ele fez seu primeiro show no dia 17 de dezembro de 1989. Completou 33 anos de carreira. Trabalhou na rede globo como redator e ator, atuando no programa “chico total” e na “escolinha do professor raimundo”. João é jornalista formado pela UFPI. Foi secretário de Cultura da capital e vereador também. Mantém um programa regional, na rede meio norte de televisão. o programa…

Read More

Montmartre Arte e Galeria encerra o ano com quatro novas exposições

A Montmartre Arte e Galeria divulgou seu calendário para as novas exposições de arte, que iniciam dia 2 de dezembro. A já tradicional programação de fim de ano da galeria prepara, desta vez, uma mostra coletiva e três individuais com entrada franca. A coletiva anual tem o título “Egrégora”, e reúne trabalhos de artistas como Gabriel Archanjo, Píndaro Castelo Branco, Afrânio Castelo Branco, Mestre Dezinho, Mestre Expedito dentre outros nomes. Além da mostra coletiva, o evento, que é o maior já realizado pela galeria, contará com as exposições individuais Mitos e Tipos, de Fabiano Campos; Decadência Artificial, de Érico Ferry e Modo Feminize, de Marcela Sady. Ao todo, serão mais de 70 obras. A galeria receberá pela primeira vez o trabalho do artista Fabiano Campos. Piauiense, conquistou renome internacional, tendo obras expostas no Museu Itinerante da Young For Understand (YFU), nos Estados Unidos. O artista Érico Ferry faz sua segunda individual na galeria, após o sucesso da exposição pós-pandemia “enSOMBRAs”, em 2020. Veterana na galeria, a artista Marcela Sady traz para a programação de 2022 porcelanas produzidas com toda a delicadeza de seu olhar artístico. A curadora das exposições, Elsa Elvas, comenta que o público verá trabalhos de alto nível tanto na exposição coletiva quanto nas individuais. “São artistas contemporâneos de renome nacional e internacional, que formam mostras com conceito determinado e identidade consistente, com trabalhos que irão impressionar os visitantes”, ressalta a curadora de arte. Serviço: Programação 2022 Montmartre Arte e Galeria Data: A partir de 2 de dezembro, das 9h às 15h (segunda a sexta) ou por agendamento Local: Rua Professor Pires Gayoso, 689, Noivos

Read More

O espetáculo Manifesto São Benedito é marcado por temas fortes

Fotos: Ricardo Ramires O espetáculo Manifesto São Benedito é marcado por temas fortes como a consciência negra, participação política, diversidade e o papel da mulher na sociedade. O Manifesto São Benedito é um espetáculo que busca um olhar da sociedade para o respeito ao povo africano e seus costumes religiosos, a luta da mulher por uma carreira política na sociedade e a busca por um lugar longe da opressão e violência de gênero. A estreia aconteceu dia 20 de novembro no adro da igreja São Benedito às 17h, o espetáculo contou com 5 artistas que ao longo da apresentação no palco puderam cantar e interpretar sobre questões raciais, religiosas e as diversas formas de preconceito. O espetáculo Manifesto São Benedito foi apresentado na frente da Igreja São Benedito, no centro de Teresina – capital do Estado do Piauí. O objetivo é ter um olhar maior do público e a concentração de muitas pessoas, também serão apresentados no bairro Dirceu – Zona Sudeste, Santa Maria da Codipi – Zona Norte e Parque Piauí – Zona Sul. O espetáculo é baseado a pesquisa individuais de cada artes negro, criando em forma colaborativa e atraves de esperimentação, a dramaturgia da peça é inspirada em cenas, danças e músicas e executado ao vivo. A história é mostrada pelos atores através da interpretação, diálogos, gestos, danças e música que conta com momentos de muita emoção e olhares curiosos do público. Ademir Costa ajudou na construção e direção do projeto ele relata que o espetáculo Manifesto São Benedito foi baseado em jogos teatrais e estudos do livro Jogos Teatrais para atores e não atores de Augusto Boal, tendo como base o Teatro do Oprimido do mesmo autor. A construção do texto foi retirada da vivência de cada participante do espetáculo a partir das falas e jogos foram feitos os textos. “É um trabalho maravilhoso pelo seguinte fato, a gente está se expondo e não só a si mais a sociedade tudo que a gente pensa e que passamos, o processo de vivência já que o trabalho é baseado em nossas vivências pessoais” diz Ademir Costa. A atriz Babu Viana destaca a importância desse trabalho no sentido religioso e também na percepção do racismo, homofobia, porofobia que são temáticas circunstanciais das realidades de cada ator da cena manifesto são Benedito. Para ela o espetáculo é visceral onde a realidade e a dramaturgia muitas vezes se situam no mesmo lugar, onde é real e onde é fantasia. “Fica a reflexão de quem somos, por onde andamos, o que dizemos, com quem falamos. Tem cor? Tem classe? Para mim ele é um espetáculo crítico, mais na sua simplicidade, nas existências das raças, dos gêneros e da classe. Quem são? Onde estão? diz Babu Viana. Para Negra Cris a arte da dança já nasceu com ela, mas esse espetáculo é muito especial em relação aos outros trabalhos que ela participou pois traz reflexões atuais sobre o preconceito, racismo, homofobia, status social e as raízes africanas. “Eu interpreto dois personagens o Exu que é a comunicação e trata o elemento fogo e uma estudante negra que passa por uma situação de uma mulher preta que passa por racismo, no espetáculo ela não aceita o racismo que é submetida e luta por um lugar melhor e de respeito” diz Negra Cris. Alex Gomes iniciou na dança em 2008 e para ele está dançando no Espetáculo Manifesto São Benedito está sendo uma experiência incrível, grandiosa como artista intérprete. “Estar tendo essa troca também com artistas maravilhosos, e ter esse conhecimento agregado a minha experiência está sendo incrível, toda essa troca de conhecimentos de entender mais as histórias das raízes das culturas negras, os manifestos, todo esse entendimento que vai muito além do que fazemos no espetáculo é de tal forma agradável a minha vida como artista como pessoa” diz Alex Gomes. Projeto São Benedito foi contemplado no I edital Prêmio Palmares de Arte 2021, é realizado em parceria com a Associação Enlevo – ASE e Associação Cultivando Cresço e Apareço – ACCA, tem o patrocínio da Fundação Cultural Palmares – FCP, Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal. Com Direção Geral e Concepção: Luís Carlos Vale; Direção Artística: Ademir Oliveira; Direção Administrativa: Laurita Vale; Direção Executiva: Ricardo Ramires; Direção de Fotografia: Ricardo Torres; Coordenação e Assessoria de Comunicação: Dinha Melo; Secretaria Executiva: Emanuelly Nunes; Produção Executiva: Junior Vasconcelos; Figurinos: Aureni Oliveira (Ateliê Figurino e Fantasia); Designer Gráfico: Williton Andrade (Arre Égua Propaganda); Fotografia: Ana Cândido; Elenco: Alex Gomes; Babu, Lens Lewry, Marcos Torres, Nêga Criss e Gustavo Andrade.

Read More
Back To Top