Festejo Cordel Cantador celebra a força da poesia popular na Casa do Cantador

A Casa do Cantador será o palco de uma grande celebração da cultura popular no dia 10 de novembro (segunda-feira), das 8h às 18h, com o Festejo Cordel Cantador — um encontro que reúne repentistas, cordelistas, artistas e fazedores de cultura em um dia inteiro de rimas, versos e troca de saberes. Idealizado pelo produtor e gestor cultural Noé Filho, que atua como Agente Territorial de Cultura do território de Teresina, o evento propõe um reencontro da cidade com a tradição da poesia oral. “O Festejo Cordel Cantador é uma semente que estamos plantando com muito carinho para contribuir com a valorização da arte do cordel, do repente e da literatura oral piauiense, além de chamar atenção da cidade para a Casa do Cantador, este importante espaço de resistência, memória e cultura”, afirma Noé Filho. Com programação gratuita, o festejo contará com feira de cordel, oficinas formativas, apresentações culturais e um sarau coletivo, reunindo nomes como Agamenon, Toinha Brito, Joaquim da Mata, Antônio Raimundo, Luzinete Fontenele, Marina Campelo, Luíza Cantanhêde, Edimar Barbosa, Poliana Sepúlveda, Poeta Beiju, Jotão, Marta Betânia e Francisco Almeida, entre outros artistas ligados à Cordelaria Chapada do Corisco e à Casa do Cantador. Para Marina Campelo, presidente da Cordelaria Chapada do Corisco, o evento é um convite à celebração da poesia viva: “Venha viver um dia inteiro de rimas, oficinas e cantoria, com mestres e poetas que mantêm acesa a chama do cordel e do repente, tradições defendidas com amor pela Cordelaria e pela Casa do Cantador”, convida. Entre os destaques do dia estão as oficinas “Cordel: Rima, Métrica, Emoção”, com Edimar Barbosa e Luzinete Fontenele, e “Escrevendo com Outros Passos”, com Marina Campelo e Luíza Cantanhêde. À tarde, Poliana Sepúlveda ministra a Oficina Criativa de Elaboração de Projetos Culturais, seguida por uma roda de conversa com cordelistas e repentistas locais e o Sarau dos Cantadores, momento aberto à participação do público. “A importância do Festejo Cordel Cantador é celebrar a rica cultura popular do Piauí com apresentações de cordel, música e dança. O evento contará com a presença especial de Joames, mestre da literatura de cordel e Patrimônio Vivo do Piauí, e nós do Comitê de Cultura ficamos muito felizes em correalizar este encontro”, destaca Poliana Sepúlveda, Coordenadora-Geral do Comitê de Cultura do Piauí. O Festejo Cordel Cantador integra o Plano Nacional dos Comitês de Cultura (PNCC), do Ministério da Cultura e do Governo Federal, com realização do Comitê de Cultura do Piauí e do Agente Territorial de Cultura Noé Filho. A ação conta com apoio da Casa do Cantador, Cordelaria Chapada do Corisco, Geleia Total e Instituto Federal do Piauí (IFPI). Programação – Festejo Cordel Cantador 📅 10 de novembro (segunda-feira) 🕗 8h às 18h 📍 Casa do Cantador – Rua Lúcia, nº 1419, Bairro Vermelha, Teresina-PI 🎟 Entrada gratuita Programação completa: 08h às 09h – Apresentação dos repentistas Agamenon, Toinha Brito, Joaquim da Mata e Antônio Raimundo 09h às 11h – Oficina “Cordel: Rima, Métrica, Emoção” com Edimar Barbosa e Luzinete Fontenele 09h às 11h – Oficina “Escrevendo com Outros Passos” com Marina Campelo e Luíza Cantanhêde 11h às 11h30 – Apresentação “Cordel, Repente e Reisado” com Poeta Beiju 14h às 15h30 – Oficina Criativa de Elaboração de Projetos Culturais com Poliana Sepúlveda 15h30 às 17h – Roda de Conversa com cordelistas e repentistas 17h às 18h – Sarau dos Cantadores com Jotão, Marta Betânia, Francisco Almeida, Luzinete Fontenele e convidados 08h às 18h – Feira de Cordel (exposição e venda de cordéis) 📌 Inscrições para as oficinas: https://forms.gle/YNWj9msRYBzkPdV47

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Há 98 anos nascia H. Dobal, o poeta que transformou o Piauí em poesia

Há 98 anos nascia, em Teresina, o poeta H. Dobal, um dos nomes mais importantes da literatura piauiense. Reconhecido pela escrita concisa, lírica e profundamente ligada à sua terra, Dobal ocupou a Cadeira nº 10 da Academia Piauiense de Letras (APL) e construiu uma obra marcada pela fidelidade ao Piauí e pela busca do essencial na palavra. Nascido em 1927, Herbert Dobal faleceu em 22 de maio de 2008, na capital piauiense. Além de poeta, foi professor, cronista e auditor fiscal. Formou-se em Direito pela Universidade Federal do Piauí em 1952 e exerceu carreira pública sem abandonar a literatura. Viveu no Rio de Janeiro, Brasília, Londres e Berlim, mas manteve o olhar voltado à sua província natal, cenário constante de suas reflexões poéticas. Dobal integrou o Movimento Meridiano, grupo literário que marcou uma geração de escritores piauienses nos anos 1960. Seu livro de estreia, O Tempo Consequente (1966), apresentou uma poesia madura e rigorosa, que viria a se consolidar em títulos posteriores como O Dia Sem Presságios (1970) — vencedor do Prêmio Jorge de Lima —, As Formas Incompletas, A Província Deserta, A Serra das Confusões, A Cidade Substituída, Os Signos e as Siglas e Ephemera. Entre as muitas vozes que reconheceram seu talento, está a do poeta Manuel Bandeira, que escreveu: “Poeta ecumênico, chamou Odylo a Dobal no seu tão belo e compreensivo estudo apresentando o novo poeta. Mas eu prefiro dizer o poeta total, o poeta por excelência… Só mesmo um poeta ‘ecumênico’ como Dobal podia fixar a sua província com expressão tão exata, despojada de quaisquer sentimentalidades, mas rica do sentimento profundo, visceral da terra.” Em homenagem ao escritor, a Academia Piauiense de Letras publicou sua Obra Completa (Poesia) na Coleção Centenário, volume 104, reafirmando a importância de Dobal para a cultura piauiense e nacional. A publicação reúne toda a produção poética do autor e reforça sua contribuiçãora a consolidação da identidade literária do Piauí. Ao completar 98 anos de nascimento, H. Dobal é lembrado como um poeta que fez da sobriedade uma forma de revelação e do Piauí um território universal da palavra. Sua obra permanece como referência de autenticidade, precisão e amor à terra, inspirando novas gerações de escritores e leitores.

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Arte da Palavra no sesc Cajuina será mediado pela escritora Valéria Silva

O Arte da Palavra é um projeto do Departamento Nacional do Sesc que proporciona a circulação de artistas da palavra de todo o país em diversas cidades que possuem Unidades do Sesc, oferecendo ações para toda a cadeia da literatura, contribuindo para a democratização do acesso à leitura, um dos pilares do desenvolvimento social e cultural do país. E o Sesc Cajuína tem a honra de receber pelo Circuito de Autores do Arte da Palavra as escritoras Gleycielli Nonato Guató (MS) e Natasha Felix (RJ), com mediação da escritora Valéria Silva (PI), em uma conversa sobre suas produções literárias, a poesia contemporânea e a força da palavra para o fortalecimento do nosso território e nossa ancestralidade. E pelo Circuito de Oralidades recebemos a poeta, rapper e slammer Carol Dall Farra com a performance poética “Eu, Comigo” que busca mergulhar na vida e na poesia da poeta e contar as experiências comuns de mulheres que enfrentam desafios e emergem triunfantes. Dia: 26 de abril (sábado) 18h – Debate “Corpo-poesia-voz-território” com Gleycielli Nonato Guató (MS) e Natasha Felix (RJ), mediado por Valéria Silva (PI) 19h30 – Performance Poética “Eu, Comigo”, com Carol Dall Farra (RJ) Local: Blackbox do Sesc Cajuína ✅ Entrada gratuita

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Laís Romero inicia 2025 colhendo frutos das obras que lançou em 2024

A escritora piauiense Laís Romero começa 2025 com quatro obras literárias. Duas coletâneas e duas individuais. Mátria é sua primeira obra individual, já esgotada. O novo trabalho, Exames Aleatórios de Imagem é uma publicação da escritora, da coleção Diabo na Aula, editora Mórula. Laís fechou 2024 com participação na coletânea de histórias sombrias “O dia escuro” (Companhia das Letras, 2024), organizada pelas escritoras Fabiane Secches e Socorro Acioli. A obra teve lançamentos simultâneos no final de 2024, em eventos simultâneos em Brasília, João Pessoa, São Paulo e Rio de Janeiro. Uma mulher acha um dedo na praia. Um homem em situação de rua agoniza na calçada. Uma menina tem certeza de que sua mãe foi trocada por outra. Um herdeiro escravocrata enlouquece com espíritos do passado. Uma criança brinca com a amiga sem saber que já morreu. São algumas das histórias dessa coletânea que leva o debate sobre terror latino-americano a um novo patamar. Os textos causam medo, angústia, repulsa ou assombro, e têm como único ponto comum o fato de terem sido escritos por mulheres. Ao reunir contos de vinte autoras brasileiras de diferentes regiões do país, familiarizadas ou não com a literatura do gênero, O dia escuro tenta responder à pergunta: “O que nos aterroriza hoje?” com textos de Amara Moira, Ana Rüsche, Andréa del Fuego, Carola Saavedra, Cidinha da Silva, Dia Nobre, Eliana Alves Cruz, Fabiane Guimarães, Flavia Stefani, Jarid Arraes,Laís Romero, Lygia Fagundes Telles, Marcela Dantés, Maria Valéria Rezende, Mariana Salomão Carrara, Micheliny Verunschk, Natalia Borges Polesso, Natércia Pontes, Socorro Acioli, Trudruá Dorrico. Ainda no final de 2024, escritora Laís Romero lançou seu segundo livro de poemas “Exames aleatórios de imagem” (Editora Mórula, 2024), em que traz temas como memória apagada, guerra e reincidências de séculos. Laís Romero nasceu e vive em Teresina, Piauí. É escritora, revisora, redatora e mãe do Luís e do Júlio. Autora do livro de poemas “Mátria” (Paraquedas, 2023), fez parte da coletânea “Uma pausa na luta” (Mórula, 2020) e compõe o corpo editorial do periódico “Desenredos”. Mestra em Letras, atualmente cursa graduação em Medicina.  

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Nelson Nery lança seu segundo romance A Serpente Emplumada em Sete Cidades

O lançamento será no Sesc Cajuína, dia 4 de dezembro “As Sete Cidades são uma lenda desde a antiguidade, que foi legada aos portugueses e aos espanhóis como um lugar mítico, quase um paraíso. A formação rochosa de arenito no agreste piauiense, que se ergueu a cerca de trezentos e sessenta milhões de anos, compõe-se de sete agrupamentos que lembram cidades”, fala o autor em seu prefácio. O livro é o segundo romance de Nelson Nery. Com uma literatura de compreensão com bastante fluidez, o autor faz questionamentos que muitos de nós já fizemos silenciosamente: Como foram feitas Sete Cidades? Quando? Quem habitou as Sete Cidades? Quem deixou sua escrita rupestre? Foram os fenícios quem primeiro as ocuparam? Os vikings? Os tupis ou os ETs? Quem? Com uma escrita envolvente, o livro traz um professor que descobre em Yucatán, um novo códice maia, algo bem raro. Códice quer dizer coleção, compilação de manuscritos, documentos históricos ou leis. Mas, é claro que a história vai ser incrementada por um romance entre o professor (Ramon) e uma arqueóloga portuguesa, Antónia de Castro. Vamos passar por lugares como Bogotá, na Colômbia, e Brasil, chegando a Sete Cidades. O mistério ronda a narrativa. Quetzalcoatl foi o deus da sabedoria e da cultura, na Mesoamérica, por vários povos, da cidade de Teotinuacán aos astecas. Sob o sol escaldante do Piauí, nossos personagens vivem na expectativa de encontrar as provas da presença de Quetzalcoatl, quando deixou a península de Yucatán, e navegou pelo Caribe na direção e de Sete Cidades. Serviço: 👉Lançamento livro: A Serpente Emplumada em Sete Cidades 👉Autor: Nelson Nery 👉Data: 04 de dezembro 👉Local: Sesc Cajuína 👉Horário: 19h

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1ª edição da FLICAJU, a Festa Literária do Sesc Cajuína, de 25 a 28 de abril

Por: Assessoria SESC A Festa Literária do Sesc Cajuína passa por vários gêneros, é aberta para o público de todas as idades, com entrada solidária. Rabiscar ideias, escrever mundos, imaginar palavras. A FLICAJU é a Festa Literária do Sesc Cajuína, que promove o encontro da sociedade piauiense com o universo literário, através de uma programação que dialoga com as diversas linguagens artísticas que habitam o Sesc. O evento acontece de 25 a 28 de abril, no Sesc Cajuína, em Teresina. A 1ª edição da FLICAJU vem com o tema “Literatura, ancestralidade, futuro” e homenageia dois ícones piauienses por seus talentos com as palavras e as reverberações de suas ideias pelo mundo. Josefina Ferreira, da cidade de João Costa, e Nêgo Bispo, de São João do Piauí. Ela, cordelista. Ele, pensador quilombola. Ambos com ensinamentos imortais. A Festa Literária do Sesc Cajuína passa por vários gêneros e modos de fazer literatura, gerações de artistas e fazedores de cultura. É aberta para o público de todas as idades, com entrada solidária (1kg de alimento que será doado ao Sesc Mesa Brasil). Confira a programação completa: 25 DE ABRIL (quinta-feira) NOITE 19h – Cerimônia de abertura: apresentação do Espetáculo “Festa no Terreiro”, do Curso de Dança Popular do Sesc Caixeiral (PI), e apresentação musical com Grupo de Cultura Afro Ijexá (PI) Local: Teatro Sesc Cajuína Classificação: livre Entrada: ingresso solidário (1kg de alimento não perecível doado ao Mesa Brasil)   26 DE ABRIL (sexta-feira) MANHÃ 10h – Contação de histórias “As Raízes de Luriel – Uma Aventura Agroecológica” com Railane Matos (PI) Local: Biblioteca Classificação: livre Entrada: ingresso solidário (1kg de alimento não perecível doado ao Mesa Brasil)   10h30 – Curta Poesia: Mostra de Curtas Poéticos da FLICAJU Programação: Sábias da Terra (10min) Madu Costa (3min) Cold Mansa & Cosca (3min) Mano Dábliu (2min) Marciano Gualberto (1min) Geração Alpha (5min) Danilo Furlan (4min) A sereia Mariá e o tesouro da Pedra do Sal (4min) A lenda da Macyrajara (8min) Aliã Wamiri Guajajara (2min) KUNHANGUE – universo de um novo mundo (21min) Adiel Luna (3min) A Menina e o Mar (19min) Clécio Rimas (3min) Foi um tempo de poesia (13min) Local: Cineteatro Sesc Cajuína Classificação: livre Entrada: ingresso solidário (1kg de alimento não perecível doado ao Mesa Brasil)   TARDE 14h às 16h – Oficina Arte da Palavra “Performance Poética”, com Lucas de Matos (BA) Local: Black Box Classificação: livre Entrada: ingresso solidário (1kg de alimento não perecível doado ao Mesa Brasil)   16h – Roda Literária “Dos griôs ao slam: a força da palavra na construção da ancestralidade”, com Thaín Wirá (PI) e Tina Ribeiro (PI), mediada por Lizandro (PI) Local: Cineteatro Classificação: livre Entrada: ingresso solidário (1kg de alimento não perecível doado ao Mesa Brasil)   NOITE 18h – Lançamento dos livros “A Voz de Esperança Garcia”, de João P. Luiz e Bernardo Aurélio, e “Iemanjá”, de T.S. Miranda, mediado por Ariadne Chaves (PI) Local: Sala Assis Brasil Classificação: livre Entrada: ingresso solidário (1kg de alimento não perecível doado ao Mesa Brasil) 19h30 – Roda Literária “Os caminhos e os cantares do cordel”, com Josefina Ferreira (PI) e Paôla Torres (CE) Local: Teatro Sesc Cajuína Classificação: livre Entrada: ingresso solidário (1kg de alimento não perecível doado ao Mesa Brasil)   21h – Performance Literária “Puxando pela memória no dizer dos cantadores” com Vagner Ribeiro (PI) Local: Espaço Nobre Nerina Castelo Branco Classificação: livre Entrada livre   21h30 – Performance Literária Arte da Palavra “Na Ponta da Língua: Diálogos sobre a Palavra” com Lucas de Matos (BA) Local: Espaço Nobre Nerina Castelo Branco Classificação: livre Entrada livre   27 de abril (sábado) MANHÃ 10h – Lançamento do livro “Bartolomeu, o gato autista”, de Débora Facchinetti, com bate-papo mediado por Fernanda Paz. Local: Espaço Nobre Nerina Castelo Branco Classificação: livre Entrada livre   10h – Visita Mediada à Exposição na Galeria Dora Parentes Local: Galeria Dora Parentes Classificação: livre Entrada livre 10h – Oficina literária Arte da Palavra “Como fala a língua bifurcada” com Heleine Fernandes (RJ) Local: Black Box Classificação: livre Entrada: ingresso solidário (1kg de alimento não perecível doado ao Mesa Brasil)   TARDE 14h – Roda de conversa Arte da Palavra “Histórias de antigamente”, com Trudruá Dorrico (RO) Local: Sala Assis Brasil Classificação: livre Entrada: ingresso solidário (1kg de alimento não perecível doado ao Mesa Brasil)   16h – Roda literária “A arte de contar histórias e seus enraizamentos”, com Adriano Abreu (PI) e Valéria Mesquita (PI), mediada por Wânya Sales Local: Cineteatro Classificação: livre Entrada: ingresso solidário (1kg de alimento não perecível doado ao Mesa Brasil)   NOITE 18h – Lançamento dos livros “Leriado Piauiense 3”, de Wilson Seraine (PI), e “Mestre Dezinho: Arte na Madeira”, de Jota A (PI), mediado por Noé Filho (PI) Local: Sala Assis Brasil Classificação: livre Entrada: ingresso solidário (1kg de alimento não perecível doado ao Mesa Brasil) 19h30 – Roda Literária Arte da Palavra “Literatura Feminina Ancestral”, com Trudruá Dorrico (RO) e Heleine Fernandes (RJ), mediada por Assunção Sousa (PI) Local: Teatro Sesc Cajuína Classificação: livre Entrada: ingresso solidário (1kg de alimento não perecível doado ao Mesa Brasil) 21h – Sarau Flicaju, com Pohema Lima, Amanda Moura, Tércia Maria, Brenda Marques e Yani Yéte, apresentado por Psico Afrodite Local: Espaço Nobre Nerina Castelo Branco Classificação: livre Entrada livre MANHÃ 10h às 11h – Espetáculo Interativo “Shadow Dance”, com Josivan das Luzes (PI) Local: Black Box Classificação: livre Entrada: ingresso solidário (1kg de alimento não perecível doado ao Mesa Brasil)   10h às 11h – Bebeteca, Contação de Histórias para Bebês, “O Colorido do Fundo do Mar” com Carla Senna (PI) Local: Biblioteca Classificação: livre Entrada: ingresso solidário (1kg de alimento não perecível doado ao Mesa Brasil)   11h – Curta Poesia – Edição Cine Materno Programação: Sábias da Terra 10min Madu Costa 3min Cold Mansa & Cosca 3min Mano Dábliu 2min Marciano Gualberto 1min Geração Alpha 5min Danilo Furlan 4min A sereia Mariá e o tesouro da Pedra do Sal 4min A lenda da Macyrajara 8min Aliã Wamiri Guajajara 2min KUNHANGUE – universo de um novo mundo 21min Adiel Luna 3min A Menina e o Mar 19min Clécio Rimas 3min Foi um…

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Lançamento do livro “A face atravessada no espelho”, da autora Denise Veras

O “A face atravessada no espelho”, da autora Denise Veras. Escritora, pesquisadora, Doutora em Literatura, Mestre em Letras e autora da obra ensaística “Entre cartas e Riverão, elementos da estética glauberiana” Nesta quarta-feira a autora Denise Veras apresenta seu novo livro “A face atravessada no espelho”. A obra, que tem sido bem recebida na pré-venda, foi recomendado pelo renomado poeta brasiliense Nicolas Behr, autor de “Laranja seleta” entre outros trabalhos. O livro também foi elogiado por Marco Antônio Santos, autor de “Exercícios de desafeto”, como “uma jornada pelos labirintos da alma humana, nos fazendo rir, chorar e pensar.” Temas como amizade, amor, solidão, perda e crescimento pessoal são abordados a partir de uma perspectiva feminina e feminista, sem ser panfletária. As palavras de Denise Veras vão ao limiar entre o sensível e o sincero. Aos interessados e amantes de literatura vale a pena prestigiar este lançamento e participar dessa jornada pelos labirintos da alma humana, que ocorrerá na quarta-feira, dia 01/02/2023, a partir das 18:30h, no Espaço Maria Café, localizado na rua eletricista Guilherme, 501. Bairro Ininga, na cidade de Teresina-PI.

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Até onde se pode chegar na busca pela perfeição?

Com narrador improvável, “Perfeição Desfeita” acompanha três gerações de uma família e dilemas que refletem problemáticas sociais Nem toda história precisa ter um protagonista. Pode ter vários. Em Perfeição Desfeita, o escritor paulista Sidnei Luz traz essa proposta e vai além. Apesar de escrita em primeira pessoa, nenhum dos quatro personagens é o narrador. A consciência coletiva é o “quinto elemento” revelador das nuances nesta ficção cujo enredo se propõe a dialogar sobre as consequências da busca pela perfeição. A narrativa perpassa mais de sete décadas e três gerações de uma família de migrantes nordestinos. De início o leitor é apresentado a Geralda e Francisco, casal do interior de Pernambuco que em 1980 se muda para São Paulo em busca de emprego e melhores condições de vida. O que se apresenta, porém, são problemas como alcoolismo e dificuldades financeiras. Na capital eles também geram Ângela, uma menina albina e de saúde debilitada, que passa a sofrer bullying na escola. No decorrer dos anos, após uma sequência de abusos, ela já adulta decide ser mãe, e opta pela inseminação artificial. O médico, entretanto, propõe uma manipulação genética, a fim de gerar um filho ‘perfeito’. Assim nasce Ézio. Ao se revelar com uma analgesia congênita, ele passa a ter seu convívio social restrito. Nos dias da infância de Ézio, a tendência da desrealização dava seus derradeiros sinais. A tecnologia do metaverso contribuía na condução da sociedade para uma espécie de virtualização do real. Um fenômeno de uma época que evoluiu a coisificação da existência. Pessoas viviam vidas em seus avatares. Elas consumiam, se divertiam, viajavam, se apaixonavam, brincavam, tudo virtualmente. (Perfeição Desfeita, p. 102) A periclitante convivência nas redes sociais é mais uma das problemáticas introduzidas ao enredo, que aborda outras questões inerentes ao comportamento humano e a uma sociedade excludente e preconceituosa. Padrões de beleza, discriminação econômica e social, política, hegemonia de raça e de poder fazem de Perfeição Desfeita também uma obra sobre humanidades. Além de adultos interessados em História, Filosofia, o livro é recomendado a todos aqueles que se propõem a pensar sobre problemáticas sociais. Uma leitura profunda ao mesmo tempo dinâmica, com boa dose de mistério e plot twist, classificada como surpreendente e reflexiva por influenciadores literários que tiveram acesso ao texto. Assim é também o desfecho deste romance. FICHA TÉCNICA  Título: Perfeição Desfeita Autor: Sidnei Luz Editora: Kotter Editorial ISBN/ASIN: 978-65-5361-119-1 Formato: 16x23cm Páginas: 162 Preço: R$ 59,70 (Amazon) e R$ 29,85 (Kotter) Onde comprar: Amazon | Kotter Sobre o autor: Sidnei Luz é assistente social e servidor público da prefeitura de São Paulo, com foco em ações para pessoas idosas e com deficiências. Na literatura estreia com o romance “Perfeição Desfeita”, que mescla drama e ficção científica. Também é cantor e compositor, tendo sempre como

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Alzerina Pinho: um breve resumo de 2022 em imagens

A poetisa e escritora Alzerina Pinho tem se tornado cada vez mais conhecida em razão das constantes participações em eventos relacionados à literatura. Natural de Caxias (Maranhão) escolheu Teresina (Piauí) para morar. É advogada, também graduada em Serviço Social e Pós-graduada em Gestão Estratégica de Organizações Públicas e Sociais. Em mais de trinta anos de vida laboral atuando como professora, instrutora coorporativa, advogada, assistente social, bancária e gestora de organização financeira pública. Mas foi na Literatura que realmente se encontrou, participando de uma coletânea em 2016, após um intervalo de 23 anos quando participara da primeira, em 1993, abraçando uma nova trajetória, pós-aposentadoria, com a publicação do primeiro livro solo, em 2017. Entre as várias premiações conquistou o primeiro lugar no Concurso Literário “O Feminino através do tempo”, na categoria verso, promovido pela AJEB/MG, com o poema “Eu mulher, ontem e hoje”, em 2020, e o segundo lugar no Concurso Literário “Valores, Repressão e Liberdade Feminina”, com o poema ‘Dos olhares que te denudam, dos olhares que te salvam’, em 2022, na mesma Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil. Premiada, também, no Concurso TALENTOS 2022, da FENAE (Federação das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal), na Etapa Estadual, ficando entre os vencedores, pela APCEF/PI, em duas categorias: Poesia e Crônicas, feito que também realizou em 2020, nesse mesmo concurso. Presidiu a Comissão da Mulher e da Advogada da OAB/MA – Subseção Caxias, no triênio 2016/2018, desenvolvendo, dentre os Projetos da Comissão, um voltado para a Literatura (Empoderamento Feminino através da Literatura) que resultou na publicação de um livro, a coletânea ‘O Poder nas Letras’, lançado em 2018, da qual é coautora e organizadora. É também coautora em coletâneas e antologias de vários estados do país: ‘Antologia Mandala’, PA; ‘Palavras 2019’, RS; ‘Uma carta para você’, AM; ‘O Nu da Palavra’, e ‘Olhares Permitidos’ MG; ‘A vida é feita de histórias’, DF; ‘Crisálidas’ e ‘Porque escrevemos’, MA; ‘Antologia Mulheres Artistas Conversam…’, RJ; e no Piauí: ‘Imaginário’; ‘Zine Desembucha Mulher 2ª edição’; ‘I Coletânea AJEB’; ‘OLHARES que inspiram MULHERES que transformam’; Distopia 2020; Louvação; I Coletânea Piauí Poético’; e a coletânea internacional ‘Nós da Poesia’, Imersão Latina. Autora dos livros de poesia: ‘Do começo ao recomeço’, 2017, ‘Entre o Voo e o Pouso’, 2019, e ‘O que a Poesia faz com a dor’, 2022. Tem textos publicados em sites e páginas de literatura. É membro de várias agremiações literárias, atual 1ª vice-presidente da AJEB/PI (Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil, Coordenadoria PI) e Conselheira da AJEB Nacional. Organiza e participa de Saraus, está presente em feiras de livros, baladas literárias, bate-papos literários e eventos outros, dando voz à causa feminina e levando poesia por onde for possível. Alzerina Pinho em 2022:  

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Histórias sobre pessoas e canções, por Lara Barjud

Ela estuda jornalismo. Sua paixão pela escrita despontou por volta dos sete anos de idade, quando foi assistir a uma peça infantil. Lara Barjud é uma apaixonada pelo rock and roll, o que ela deixa bem claro em sua primeira obra literária. “Natasha” conta as memórias de transição entre Ana Paula e a personagem icônica retratada na música da banda Capital Inicial “Natasha” . O demais personagens, conta Lara “são também do rock nacional”. A autora explica que buscou as características e personalidades de figuras como EDUARDO, MONICA, JOHNNY, ANNA JÚLIA, BETH BLANÇO, JAKIE TEQUILA, JEREMIAS E JOAO DE SANTO CRISTO. Todos personagens de grandes sucessos do rock nacional dos anos 80 e 90. “Fui compondo uma história que mostra os perigos de escolhas inconsequentes”, explica. Para a jovem escritora, a proposta literária alcança pessoas de gostos musicais mais maduros e ao mesmo tempo, envolve leitores mais jovens em razão das referências a situações costumeiras a toda juventude, seja essa dos anos 2022 ou a juventude dos anos 1980. O livro Natasha será lançado no dia 22 de dezembro, na Livraria Entrelivros.

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