Matéria Viva: Exposição no Sesc Cajuína, de 03 a 27 de março

Matéria Viva – Exposição de esculturas orgânicas contemporâneas A exposição Matéria Viva, de Luiz Rodrigues, insere-se em um campo expandido da escultura contemporânea que dialoga com práticas brasileiras e internacionais voltadas para a organicidade e a sustentabilidade. Suas obras, concebidas a partir de raízes, pedras e madeiras, revelam um estilo que pode ser identificado como escultura orgânica rústica contemporânea. No Brasil, Rodrigues se aproxima da tradição inaugurada por Frans Krajcberg, que transformou troncos queimados em denúncia ambiental, mas se diferencia ao propor uma experiência estética e espiritual, mais voltada à contemplação do que à crítica.     Há também afinidade com a economia de gestos de Amilcar de Castro, que, ao cortar o ferro, buscava a essência da forma — gesto que Rodrigues traduz em sua mínima intervenção sobre a matéria natural. Internacionalmente, sua obra dialoga com artistas como Andy Goldsworthy, que cria esculturas efêmeras a partir de elementos naturais, e Isamu Noguchi, cuja busca por formas orgânicas e integração entre arte e paisagem ecoa na prática de Rodrigues. Contudo, enquanto Goldsworthy trabalha com a impermanência, Rodrigues oferece permanência e durabilidade às formas naturais, transformando-as em esculturas que atravessam o tempo. Assim, Matéria Viva se posiciona como uma exposição que não apenas celebra a natureza como coautora da obra, mas também reafirma a relevância da escultura orgânica no século XXI. Ao unir ciência, estética responsável e raciocínio estético na elaboração de protocolos personalizados, Luiz Rodrigues cria uma identidade singular: uma arte que respeita a origem dos materiais, ressignifica o espaço e convida o público a refletir sobre sustentabilidade, permanência e espiritualidade.    

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Lançado o documentário A Dança do Calango

Na sexta-feira, dia 19 de dezembro, às 19h, no Museu da Imagem e do Som, foi exibido o documentário “A Dança do Calango”, obra inspirada na icônica coreografia concebida em 1997 pela bailarina e coreógrafa Luzia Amélia, em parceria com o Balé Folclórico de Teresina. Considerada um marco na trajetória da dança folclórica piauiense, a criação tornou-se referência nacional e internacional por sua força estética e simbólica. A proposta do documentário foi traduzir a linguagem da dança para o meio audiovisual, preservando a essência da coreografia original e sua mensagem de resistência, identidade e pertencimento. Ao registrar a obra em formato cinematográfico, o projeto ampliou seu alcance e a tornou acessível a públicos que não tiveram a oportunidade de assistir ao espetáculo ao vivo. A narrativa buscou inspirar o público a enfrentar desafios, reconhecendo o valor de suas próprias origens culturais. A dança evidenciou a luta cotidiana contra adversidades climáticas e sociais, promoveu reflexão e conscientização, ao mesmo tempo em que exaltou a força do povo nordestino. Essa produção cinematográfica surgiu como uma forma de manter vivo o legado de Luzia Amélia, do Balé Folclórico de Teresina e da cultura piauiense, reafirmando sua importância histórica e artística para o Brasil.  

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Mercado Xique Xique chega à 6ª edição exaltando a economia criativa e a inclusão

Nesta sexta-feira (05), o Sesc Cajuína recebe a 6ª edição do Mercado Xique Xique, primeiro coletivo de marcas autorais do Piauí. Consolidado como vitrine da economia criativa piauiense, o evento reunirá mais de 60 marcas em três dias de programação intensa, celebrando diversidade, inovação e inclusão. Com o tema “Em Cena”, inspirado na língua de sinais desenvolvida pela comunidade surda de Várzea Queimada, o Mercado Xique Xique propõe uma reflexão sobre presença, comunicação e visibilidade. A escolha homenageia a comunidade surda e reforça a importância de criar espaços acessíveis e representativos, reconhecendo múltiplas formas de expressão e ampliando a participação dessa comunidade na cena cultural. Durante os três dias de evento, o público poderá conferir itens de mais de 60 marcas autorais piauienses nos segmentos de moda, artesanato, gastronomia, decoração, arte, joias e acessórios. “O Mercado Xique Xique é um evento que fortalece a economia criativa do nosso Estado, dando visibilidade e valorizando o trabalho dos nossos empreendedores”, destaca Aline Souto, coordenadora do evento. A programação contará com intérprete de Libras em tempo integral, garantindo acessibilidade plena, além de iniciativas como a Boutique Inova Moda, com 10 marcas selecionadas pelo Sebrae-PI, e o Espaço Geleia Geral, reunindo nomes da arte e cultura local. Também estarão presentes marcas da comunidade surda de Várzea Queimada, o Ninho do Verde Compostagem, que promoverá ações socioambientais e oficinas de reciclagem, e o espaço sensorial da D’Arco Professional, com produtos fabricados no Piauí e bate-papos especiais. Oficinas criativas e solidárias completam a programação, estimulando aprendizado e troca de experiências. Mais que uma feira, o Mercado Xique Xique se afirma como um movimento de transformação social. Ao colocar a Língua de Sinais de Várzea Queimada “Em Cena”, o evento reafirma seu compromisso com a diversidade cultural e com a construção de um futuro mais inclusivo, acessível e representativo. Mercado Xique Xique – Em Cena 📍 Sesc Cajuína – Teresina (PI) 📅 Dia 5 de dezembro: 16h às 20h 📅 Dias 6 e 7 de dezembro: 10h às 20h 🎟 Entrada gratuita

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Balada Literária em Teresina homenageia Emerson Boy

No dia 24 de novembro, segunda-feira, realizou-se a abertura oficial da 9ª Balada Literária/PI, com falas do curador Wellington Soares, do homenageado Emerson Boy e de convidados. Em seguida, ocorreu um bate-papo sobre “A importância da obra artística de Emerson Boy dentro e fora do estado”, com Feliciano Bezerra, Machado Júnior e Mirton de Paula, sob a mediação de Emília Soares.   Mais tarde, foi promovido o debate “Feminicídio no Piauí – Até quando vamos conviver com essa barbárie?”, que contou com a participação de Zenaide Lustosa, Eugênia Villa e Bruna Verena, mediado por Erika Ruth. A programação prosseguiu com a mesa-redonda “Clóvis Moura – Centenário de um intelectual negro”, reunindo Pedro Pio, Caio Miranda e Nayara Costa, sob a mediação de Valéria Silva. Na sequência, houve o bate-papo “PoesIA e algoritmo: a literatura nos tempos do código”, com André Gonçalves, José Elielton e Laís Romero, mediado por Samária Andrade. Também foi lançado o livro “Clodo, Climério e Clésio: A profissão do sonho”, de Dea Barbosa e Severino Francisco, com mediação de Wellington Soares. O público acompanhou ainda a performance poética “Estâncias de Luz – Luís de Camões”, apresentada por Adalmir Miranda, e o dia foi encerrado com o show da cantora paulistana Fabiana Cozza. No dia 25 de novembro, terça-feira, a programação cultural começou às 9 horas com a exibição do filme “Torquato Neto – Todas as horas do fim”, de Eduardo Ades e Marcus Fernando, mediada por Wellington Soares. Às 10h30 aconteceu a conversa “A força da mulher no samba brasileiro”, com Fabiana Cozza e mediação de Soraya Castello Branco. Às 15 horas foi realizado o bate-papo “Nêgo Bispo – O pensador quilombola que ressignificou a matriz cultural dos povos”, com Francisca Nascimento, Joana Maria e João Pereira, sob a mediação de Teônia Pereira. Às 16 horas ocorreu a mesa-redonda “Mulheres na literatura brasileira contemporânea”, com Denise Veras, Luiza Cantanhêde e Sérgia Alves, mediada por Marleide Lins. Às 17 horas houve o bate-papo “A contribuição das revistas Pulsar e Revestrés para o jornalismo cultural piauiense/brasileiro”, com Samária Andrade, André Gonçalves, Rogério Newton e Antônio Amaral, mediado por Ana Kelma Gallas. Às 19 horas foi realizado o sarau poético “Muitos silêncios”, com Adriano Lobão Aragão e Laís Romero. Encerrando a programação, às 20 horas aconteceu o show de Emerson Boy.

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Piauí Moda House: moda autoral piauiense em festival na capital paulista

/ O Piauí Moda House, maior projeto de moda do estado, desembarca em São Paulo para participar da 12ª edição do Festival Fashion Meeting, um dos eventos mais prestigiados do calendário nacional da moda. O desfile do PMH acontece no dia 29 de outubro, às 14h30, no Shopping JK Iguatemi, e promete revelar ao público um recorte da criatividade, identidade e força estética que definem a moda autoral piauiense. As marcas Ana Maria Slow Life, Isa Moema, Malhara Brandão e Douglas Richard sobem à passarela representando o Piauí com coleções que traduzem, cada uma à sua maneira, a essência e o afeto de uma moda feita com propósito. Juntas, elas dão corpo ao ideal do Piauí Moda House: valorizar o que nasce da terra, do tempo e do talento local. Com o tema “Autenticidade é fazer história”, o projeto celebra em 2025 dez anos de trajetória, consolidando-se como uma das principais plataformas de estímul o à moda autoral e sustentável do Nordeste. Ao longo dessa década, o PMH tem revelado novos nomes, movimentado o mercado criativo e levado o Piauí para vitrines de destaque da moda brasileira. Para Raquel Dias, idealizadora e curadora do projeto, a participação no Fashion Meeting representa um passo simbólico e significativo: “Levar a moda piauiense para um dos palcos mais relevantes do país é reafirmar que o Piauí tem voz, estilo e identidade própria. O PMH nasceu com o propósito de fortalecer narrativas genuínas, e participar do Fashion Meeting é uma oportunidade de mostrar ao Brasil a potência do que produzimos”, destaca. Sobre o Fashion Meeting Em sua 12ª edição, o Fashion Meeting reúne nomes consagrados como Alexandre Herchcovitch, Salinas, Ellus, Leticia Manzan e Lafolie Brand, com beleza assinada por Celso Kamura e equipe CKMURA. O evento acontece nos dias 29 e 30 de outubro, no JK Iguatemi (SP), promovendo uma programação que inclui desfiles, talks e experiências de marca, sempre com foco em inovação, comportamento e consumo. A presença do Piauí Moda House no evento reafirma o compromisso do projeto em ampliar o alcance da moda piauiense, conectando talentos locais a novas audiências e fortalecendo o diálogo entre tradição, criatividade e mercado. O projeto conta com o apoio do Sebrae, Fashion Meeting, Secretaria de Turismo do Piauí e Governo do Estado do Piauí.1   📅 Desfile Piauí Moda House no Festival Fashion Meeting 🕓 29 de outubro | 14h30 📍 Shopping JK Iguatemi, São Paulo (SP)  

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Conselho Estadual de Cultura do Piauí celebra 60 anos com Sessão Solene na Assembleia Legislativa

O Conselho Estadual de Cultura do Piauí (CEC-PI) completa, em 2025, seis décadas de atuação dedicada à valorização e ao fortalecimento da cultura piauiense. Para celebrar a data histórica, será realizada uma Sessão Solene no dia 8 de outubro, às 9h, no Plenário Deputado Waldemar Macêdo, na Assembleia Legislativa do Estado do Piauí (ALEPI). A homenagem é uma iniciativa do deputado estadual Fábio Novo e reunirá autoridades, conselheiros, representantes da sociedade civil e agentes culturais. O evento marca um momento de reconhecimento ao papel fundamental do CEC-PI na construção de políticas públicas, na preservação da memória e na promoção da identidade cultural do estado. Fundado em 1965, o Conselho é o mais antigo órgão da área cultural no Piauí. Ao longo de sua trajetória, tem sido responsável por importantes ações voltadas ao fomento da cultura, à proteção do patrimônio histórico e ao incentivo à produção artística local. Mais do que uma comemoração, a Sessão Solene será uma oportunidade para refletir sobre o legado do CEC-PI e reafirmar o compromisso com o futuro da cultura piauiense. Serviço: 📅 Data: 8 de outubro de 2025 🕘 Horário: 9h 📍 Local: Plenário Deputado Waldemar Macêdo – Assembleia Legislativa do Estado do Piauí (ALEPI)

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Curso de Fotografia com Cândido Neto – Técnica, Olhar e Criatividade em Foco

Release Curso de Fotografia: 📸 *Curso de Fotografia com Cândido Neto – Técnica, Olhar e Criatividade em Foco* Se você sempre quis aprender a fotografar com qualidade profissional, chegou a hora! Nos dias 25 e 26 de outubro, participe de uma imersão fotográfica com o renomado fotógrafo Cândido Neto. O curso é voltado para quem deseja dominar os fundamentos da fotografia e desenvolver um olhar criativo e técnico, seja com câmeras profissionais ou até mesmo com o celular. 🎯 Objetivo do curso Capacitar os participantes a compreender e aplicar os principais conceitos da fotografia, desde a composição até a edição, com foco na prática e na criatividade. Ideal para iniciantes, entusiastas e até profissionais que desejam renovar seu repertório visual. 📚 Conteúdo Programático • *Fundamentos da Fotografia*: luz, exposição, ISO, abertura e velocidade • *Composição e Técnicas*: regra dos terços, enquadramento, foco e perspectiva • *Fotografia Criativa*: como desenvolver um estilo próprio e contar histórias com imagens • *Fotografia Mobile*: técnicas para fotografar com smartphones • *Edição e Apresentação*: ajustes básicos, filtros, organização e apresentação de portfólio • 🗓️ Datas e horários • Sábado (25/10): das 8h às 12h e das 14h às 18h • Domingo (26/10): das 8h30 às 12h30 • 📍 Local: Galeria The Doors – Teresina, PI 💰 Investimento: R$349 📞 Informações e reservas: (86) 98138-9273 | (86) 99987-7704 🎓 Certificado de participação incluso 📷 Traga sua câmera ou smartphone – o curso é adaptado para ambos As vagas são limitadas e a procura está alta. Garanta já a sua e venha descobrir como transformar simples cliques em imagens memoráveis! 🔗 Inscrições: Sympla: https://www.sympla.com.br/evento/curso-de-fotografia/3143378

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Aproximando Danças – redes que se fortalecem

Com o objetivo de estreitar laços e fomentar novas conexões entre artistas e espaços de dança em todo o país, o projeto “Aproximando Danças: redes que se fortalecem” leva às cinco regiões do Brasil os trabalhos dos artistas Alysson Amancio e Camila Fersi. Em cada cidade, a programação gratuita inclui três espetáculos seguidos de conversa: na primeira noite, os solos “Coisa”, de Camila e “O cheiro da Lycra”, de Alysson; no segundo dia, apresentam o duo “Isso não é uma coreografia”. Também serão oferecidas duas oficinas abertas ao público. Em Teresina, o evento acontece nos dias 20 e 21 de setembro, no Teatro Torquato Neto – na Galeria do Clube dos Diários. Uma parceria que une nordeste e sudeste: Alysson Amancio atua no interior do Ceará e Camila Fersi no Rio de Janeiro. Nos últimos anos, a dupla conseguiu transgredir a distância física para construir ações conjuntas, na tentativa de desterritorializar espaços outorgados das danças e se fortalecer mutuamente. Cada um à sua maneira, os artistas construíram carreira no desenvolvimento de processos de criação, aulas, curadorias e colaborações artísticas, com a missão de difundir a dança. A partir de 2017, decidiram seguir essa toada em parceria. “Coisa” é uma paisagem sonora visual que instaura uma experiência sinestésica tanto para quem dança quanto para quem assiste. Habita o campo de forças entre movimentos do corpo, temperaturas das cores e frequências sonoras. Inspira-se na memória dos sentidos: um cheiro que lembra uma música, um som que lembra um lugar, um espaço que dispara uma sensação, um humor que gera movimento, ou ao contrário e pelo avesso. A Concepção, criação e interpretação é de Camila Fersi, a direção de Natália Quinderé, o figurino do Pitô e trilha sonora de Bella Com Som. “O cheiro da Lycra” se faz a partir das memórias do intérprete-criador Alysson Amancio e seus enfrentamentos ao assumir-se como gay/bailarino/negro, tendo nascido “macho” no interior do Ceará, onde as expectativas são marcadas por estereótipos de gênero. O solo traz a constante e árdua luta por descolonizar-se da branca-cis-heteronormatividade. Com tutoria do artista Fauller e colaboração dos artistas Luiz Renato e Kel Maia na criação, o trabalho vem circulando pelo Brasil desde 2021. “Isso não é uma coreografia” é o duo de Alysson Amancio e Camila Fersi que parte de imagens e corporalidades do interior mineiro e do interior cearense para ativar as movimentações e descrições de movimentos dos artistas. Para tal, o espetáculo incorpora o trabalho dos fotógrafos Samuel Macedo e Thalia Fersi que compõe o cenário, uma espécie de museu que vai se transformando ao longo da obra coreográfica. O trabalho propõe uma fricção entre o que se vê e o que se pode falar sobre o que é visto e assim, brinca com a elasticidade dos sentidos e o embate com as palavras que muitas vezes não dão conta dos acontecimentos . As oficinas Na circulação são desenvolvidas duas oficinas, uma seguida da outra, para que o público tenha a oportunidade de vivenciar as distintas abordagens metodológicas propostas pelos artistas. Alysson Amancio ministra Corpos de Enfrentamento e Camila Fersi Jogos e Improvisação em Dança. Para além do aprimoramento técnico artístico, o objetivo é gerar intercâmbio com os dançarinos e fazedores da cultura local. “Corpos de Enfrentamento” busca uma experiência descolonizadora, com experimentos de educação somática, dança contemporânea, improvisação e o diálogo entre corpo e visualidade em processos criativos, na perspectiva de proporcionar aos participantes uma ampliação de seu repertório artístico e seu processo de criação. “Jogos e improvisações em Dança” é um compartilhamento de táticas sobre produção de danças e dramaturgias através de noções sobre improvisação e composição. As aulas acontecem a partir do cruzo entre diferentes temas que orientam as improvisações e jogos propondo maneiras de compor com o espaço tanto individualmente quanto no coletivo. Trajetória do projeto Previsto para circular por nove cidades brasileiras, o projeto está na estrada e carrega na bagagem a experiência de ter passado por Belém e Macapá. Depois do Rio de Janeiro a dupla segue para São Paulo, Campo Grande, Londrina, Teresina, Goiânia e Juazeiro do Norte. “Iniciar nas cidades de Belém e Macapá foi muito pujante, pois pudemos concretizar exatamente o que pretendíamos no projeto inicial, que era estreitar os laços, construir outras redes e fortalecer os territórios. Em ambas cidades apresentamos em espaços alternativos, independentes e sentimos que foi importante para estes produtores culturais nortistas”, comenta Alysson. “O que há nesse projeto é o desejo do encontro, a vontade de juntar os fazeres, coloca-los em circulação e compartilhar com muitas pessoas nos diversos lugares do Brasil. Colocamos em movimento o que Alysson faz no Ceará, o que eu faço no Rio de janeiro e o que nós podemos fazer juntos, à distância. Estamos tratando de diversidade, da diferença entre os fazeres e da possibilidade de convívio entre essas diferenças.”, conclui Camila Fersi. SERVIÇO: Teatro Torquato Neto – Galeria do Clube dos Diários Dia 20/09: 10h às 12h: OFICINAS (uma seguida da outra) Danças de enfrentamento com Alysson Amancio. Jogos e Improvisações em Dança com Camila Fersi. Inscrições no local, com 30 minutos de antecedência. Vamos emitir certificado para quem quiser. 19h: APRESENTAÇÃO DOS ESPETÁCULOS Coisa – Duração: 30 minutos | Classificação livre. O Cheiro da Lycra – Duração 45 minutos | Classificação 14 anos Dia 21/09 19h: APRESENTAÇÃO DO ESPETÁCULO, COM BATE PAPO Isso Não é Uma Coreografia – Duração 42 minutos, + bate-papo com Alysson Amancio e Camila Fersi após a apresentação   Ingressos gratuitos no local. *Interprete de libras no dia 21/09. FICHA TÉCNICA Direção, produção e performance: Alysson Amancio e Camila Fersi Operador de Som: Eduardo Esper Arte gráfica: Gabi Jung mídias sociais: Eduardo Esper Produção local: Andreia Barreto Assessoria de imprensa: Alexandra Teodoro COISA tem direção de Natalia Quinderé, figurino Pitô e trilha sonora de bella com som. O CHEIRO DA LYCRA tem direção de Fauller e colaboração artística de Luiz Renato e Kel Maia.      

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Maria Lia é a nova Rainha da Beleza – Mini Miss Piauí 2025

Nos dias 5 e 6 de setembro, o Teatro João Paulo II foi palco de um dos maiores concursos infantis do estado: o Mini Miss Piauí 2025. Entre talentos e encantos do público infantil de até 12 anos, brilhou intensamente a estrela de Maria Lia, de 11 anos, que conquistou o título de Rainha da Beleza. 👑✨   O concurso foi dividido em três etapas — traje típico, traje de banho e vestido de gala. Maria Lia se destacou em todas elas, fruto de uma preparação intensa ao longo de um ano, com aulas de passarela, desenvoltura de palco e oratória. Seu momento de maior destaque foi na apresentação do traje típico, onde representou a Rainha das Carnaúbas, símbolo de força, tradição e beleza do nosso estado. O impacto foi tão grande que ela venceu o prêmio de Melhor Traje Típico, além de conquistar o título máximo do concurso: Rainha da Beleza – Mini Miss Piauí 2025.

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Morre a cantora ângela Ro Ro, aos 75 anos. Ela estava internada desde julho

Ela estava internada no Hospital Silvestre, no Cosme Velho, na Zona Sul do Rio, desde julho, quando passou por uma traqueostomia em decorrência de uma infecção pulmonar Morreu nesta segunda-feira (8), aos 75 anos, a cantora Angela Ro Ro. A notícia foi confirmada por Laninha Braga, ex-namorada que estava cuidando da cantora, e pelo produtor Paulinho Lima, amigo de longa data da artista. Angela teve uma parada cardíaca após um procedimento cirúrgico. Ela estava internada no Hospital Silvestre, no Cosme Velho, na Zona Sul do Rio de Janeiro, desde julho, quando passou por uma traqueostomia por conta de uma infecção no pulmão. Angela vinha recorrendo às redes sociais para pedir ajuda financeira. “Sem perspectiva de alta ou cura para trabalhar, humildemente peço ajuda a vocês”, disse ela em um dos vídeos postados em seu perfil no Instagram. — Angela não tem aposentadoria, não tem investimentos, mora num pequeno apartamento que herdou em Copacabana. Sua única fonte de renda é um repasse de direitos autorais, que é muito pouco — afirmou Lyrio. Nascida no Rio em 5 de dezembro de 1949, Angela Maria Diniz Gonsalves ganhou o apelido Ro Ro ainda na na infância, devido à sua voz rouca e grave. Na década de 1970, ela iniciou sua carreira, após uma viagem para a Itália, onde conheceu o cineasta Glauber Rocha. Depois mudou-se para Londres, onde foi faxineira em hospital, garçonete e lavadora de pratos num restaurante. Nesta época, fez diversas apresentações em pubs da capital britânica. Por indicação de Glauber Rocha, em 1971, participou do álbum “Transa”, de Caetano Veloso, tocando gaita na música “Nostalgia (That’s what rock’n roll is all about)”. Na volta ao Rio, começou a se apresentar em casas noturnas e foi contratada pela gravadora Polygram/Polydor (atual Universal Music). Seu primeiro álbum, que levou seu nome, lançado em 1979, trouxe apenas composições suas, entre as quais alguns sucessos que marcariam suas carreira, “Gota de sangue”, “Balada da arrasada”, “Agito e uso”, “Tola foi você” e “Amor, meu grande amor”.

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