Alexandra Teodoro

Fazer palhaçadas é ironizar o poder e destituir o poder do Estado sobre o indivíduo

Esperando Godot estreia dia 17 de agosto em Teresina

O dramaturgo modernista irlandês,que tinha em James Joyce sua expressiva inspiração ,foi um Homem que sentiu na própria carne as duas guerras mundiais e delas tirou a o mel e fel de sua obra e os efeitos definitivos delas sobre os indivíduos e as sociedades testemunha dessa tragédia humana. Diz que “Esperando Godot”, é a história de dois vagabundos_que enquanto esperam a inalcançável personagem do “Senhor Godot” comem nabos brincam com seus chapéus, enquanto fazem narrativas sobre suas vidas e os bons tempos onde eram felizes. Mas “Godot”,é mais do que isso.É um testemunho contundente,e arrasador sobre todos do avanço do nazi_facismo na Europa, que vem de forma avassaladora,destruindo os melhores e maiores avanços e conquistas das sociedades modernas.Beckett, preferem ,em sua peça, que considera uma farsa, enquanto gênero literário, discorrer sobre os efeitos e impactos dessas transformações sobre tudo e todos. Comer nabo é como roer o osso que lhe sobra.Brincar com o chapéu,é perder a cabeçaque é estrangulada numa simulação de suicídio.Fazer palhaçadas é ironizar o poder e destituir o poder do Estado sobre o indivíduo.É colocar em cheque a capacidade do Homem em erguer Torre Eiffel como um símbolo,de desenvolvimento e ao mesmo tempo um troféu para a morte do próprio Homem,quando usa o monumento para se atirar lá do alto da sua torre e da sua própria decadência. O tempo de hoje, lembra muito aquele tempo em que Samuel Beckett,denuncia em sua maior obra.Uma obra de todos os tempos. A espera para assistir a peça agora vai acabar. Estreia no dia 17 de Agosto- 20h no Espaço Casa de Soraya. Ficha Técnica: Peça: Esperando GodotAutor: Samuel BeckettDramaturgia e encenação: Arimatan Martins.Elenco:Francisco de Castro e Fernando Freitas.Cenografia e adereços: Emanuel de Andrade.Figurinos: Soraya Guimarães.Desenhos de luz: Assaí Campelo.Arte visual: Marcelo Magon.Produção:Francisco de Castro e Navilouca Produções.Realização: Grupo Harém de Teatro. Patrocínio Equatorial

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Olívia Newton-Jhon e legado de Grease

O ano era 1978, quando estreou nos cinemas o filme Grease – nos tempos da brilhantina. A história se passava na Califórnia na década de 50. Música, dança e romance. A receita ideal co, Danny (John Travolta) e Sandy (Olivia Newton-John). Eles formavam o casal de estudantes cheios de sonhos e juras de amor. O comportamento da época foi o mote pra o filme que se transformou em sucesso de bilheteria e o mundo jamais esqueceria Olivia Newton Jhon. Atriz, cantora, compositora, dedicou muito do seu tempo à sua carreira na música. Antes de ficar famosa, representou o Reino Unido, seu país de nascimento, no Festival Eurovisão da Canção 1974. Em 1980, amada pelo público apaixonado por Grease, Olivia protagonizou Xanadu, contracenando com gene Kelly. Depois vieram sucessos com as canções Physical, A Little More Love, Magic e Xanadu, as duas últimas partes da trilha sonora do filme. De 1978 a 1992 foi casada com o ator e dançarino norte-americano Matt Lattanzi, com quem teve sua única filha, Chloe Rose Newton-John Lattanzi. Sua segunda relação estável ocorreu de 1994 a 2005, com o cinegrafista Patrick McDermott, que é de origem sul-coreana. Ele desapareceu em 2005, quando embarcou em um navio e nunca mais voltou. Depois de três anos de buscas, sem resultados, concluíram em 2008 que ele deveria ter caído do barco, e as autoridades americanas declararam a sua morte legal. Em 2016, foi descoberto que ele forjou sua própria morte e foi preso por autoridades mexicanas. Newton-John revelou que lutou três vezes contra o câncer de mama, em segredo em 2013, além do diagnóstico inicial em 1992. Com a recorrência em 2017,  espalhou-se para os ossos e progrediu para o estágio IV. Newton-John sentiu muita dor devido às lesões ósseas metastáticas e falou abertamente sobre o uso de óleo de canabis para aliviar a dor. Ela era uma defensora do uso de canabis medicinal e a sua filha Chloe possui uma fazenda de canabis no Estado de Oregon. Ela começou sua carreira muito cedo. Com quatorze anos, Olivia formou uma banda de garotas, Sol Four, com três colegas. Ela logo estava aparecendo regularmente nas rádios e nos shows de televisão australianos incluindo HSV-7’s The Happy Show onde cantou Lovely Livvy. Também apareceu no Go Show onde encontrou seus amigos, Pat Carroll e John Farrar (Carroll e Farrar são casados até hoje.) Entrou em um concurso de talentos no programa de televisão, Sing, Sing, Sing, apresentado pelo ídolo australiano dos anos 1960 Johnny O’Keefe, onde cantou as canções “Anyone Who Had A Heart” e “Everything’s Coming Up Roses”. Ganhou a competição e recebeu um convite de trabalho na Inglaterra. Inicialmente não quis ir, mas sua mãe a incentivou a conquistar a fama. Olivia mudou-se para a Inglaterra e terminou seu namoro com Ian Turpie, com quem estrelou em um telefilme australiano independente, Funny Things Happen Down Under. Quando Pat Carrol mudou-se também para a Inglaterra, as duas se juntaram e fizeram uma turnê em clubes noturnos na Europa, que terminou quando o visto de trabalho de Pat venceu e ela teve que retornar à Austrália. Olivia permaneceu na Inglaterra para começar definitivamente sua carreira solo. Gravou seu primeiro single, “Till You Say You’ll Be Mine”/”Forever,” pela gravadora inglesa Decca Records, em 1966. Quatro anos mais tarde, Olivia entrou no grupo, “Tommorrow” — ideia do produtor americano Don Kirshner. O grupo gravou um álbum e estrelou um “musical de ficção científica” com o mesmo nome. O projeto fracassou e o grupo se separou em 1970. Apesar dos boatos intensos em função das gravações, Olivia sempre foi muito amiga de John Travolta. Nada mais que isso. Seu primeiro álbum foi lançado em 197. The If Not For You, escrita por Bob Dylan, o álbum se transforma em seu primeiro hit internacional Olivia se tornou a cantora country de maior sucesso na época nos Estados Unidos, mas foi criticada pelos puristas, que acreditavam que a sua mistura com pop não era música country. Além do Grammy por “Let Me Be There”, Olivia também ganhou o Country Music Association por Melhor Cantora do Ano. Encorajada pela cantora australiana Helen Reddy, Olivia saiu da Inglaterra e mudou-se para os Estados Unidos. Seu novo álbum, Have You Never Been Mellow, ficou em n° 1 Pop por uma semana e em nº 1 Country por seis semanas . O álbum gerou dois singles – a música-título do álbum (n° 1 Pop, nº 3 Country, n° 1 AC) e “Please Mr. Please” (nº 3 Pop, nº 5 Country, nº 1 AC). A carreira de Olivia esfriou com a estréia do álbum seguinte Clearly Love. A tradição do certificado gold conseguido em 10 singles consecutivos foi quebrada com “Something Better To Do”, que ficou parado no nº 13 (nº 19 Country e nº 1 AC). Embora seus álbuns ainda conseguissem o certificado de ouro, não retornou ao Top 10 no Hot 100 da Música Pop outra vez até 1978. A carreira de Olivia atingiu o ápice em 1978, convidada para estrelar a adaptação cinematográfica do musical da Broadway Grease. Foi oferecido a ela o papel principal, Sandy, após uma reunião com o produtor Allan Carr em um jantar especial realizado por Helen Reddy, em Los Angeles, residência dela. Grease se tornou a maior bilheteria de 1978,e desde então é extremamente popular. A trilha sonora ficou 12 semanas consecutivas no n.º 1 da Bilborad. A trilha sonora, é a mais vendida de todos os tempos, com estimativas de 45 000 000 de cópias no mundo todo até hoje. Um dos seus maiores hits internacionais, “You’re The One That I Want”, um dueto com John Travolta, foi uma das duas canções que o produtor John Farrar, escreveu especificamente para o filme.

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Vem aí o primeiro concurso literário da Geleia Total: Piauí 2122

A Geleia Total é um projeto que tem como missão a valorização da arte e cultura do Piauí, é um espaço de diálogo artístico e, desde 2014, atua no sentido de divulgar as produções artísticas produzidas no Piauí. É pensando nisto que lançamos nosso primeiro edital de contos aberto ao público: Piauí 2122. Nossa proposta nesta antologia é olharmos para frente e imaginarmos um futuro a partir do presente. Um futuro feito por nós e para nós. O Piauí do futuro contém as nossas existências estendidas, nossos desejos, esperanças, sonhos, e também pode ser o momento de afirmarmos que trilhamos diferentes rumos e que eles nos levaram a lugares inimagináveis. Poderão participar autores piauienses ou que sejam radicados no Piauí há mais de três anos. As inscrições são gratuitas. E serão selecionados 10 (dez) contos para fazer parte da antologia. O uso de elementos regionais é encorajado, podendo aparecer como vocabulário, locais, costumes, lendas e fatos históricos. Bem como os vários subgêneros da ficção científica, fantasia e terror como o realismo mágico, space opera, afrofuturismo, distopia, detetive sobrenatural, sertãopunk, horror cósmico etc. Ah, lembre-se, o Piauí não é de único rosto, nem muito menos é só um lugar, Nós somos o Piauí. Tema: histórias de ficção científica, fantasia e terror que imaginem o Piauí no futuro Limites: mínimo de 300 e no máximo 5.000 palavras Prazo para envio: de 01 de setembro até 30 de novembro de 2022 (23h59, horário de Teresina) Direitos autorais: a pessoa receberá o valor de R$ 100,00 por conto selecionado Leia o edital completo: Piauí 2122 – Edital nº 1 A Geleia Total está disponível para esclarecer dúvidas através do e-mail (redacao.geleiatotal@gmail.com).

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Exposição “Mina de Aço” no Museu do Piauí

Desde o dia 3 de agosto está aberta para visitação pública a exposição “Mina de Aço”, no Museu do Piauí. Os voisitantes poderão ter acesso ás obras até o dia 28 de agosto. São obras diversificadas, produzidas apartir de materiais de sucata. Pense aí: sucata virando belas obras artesanais através do reaproveitamento de material, obras associadas ao conceito de arte sustentável. Esse trabalho teve início no ano de 2017 e a produção conta com maisde 150 peças, que se dividem em vários nichos, indo de obras de decoração até obras com utilidades. São animais, meios de transporte, peças folclóricas, peças de decoração, móveis.O processo de criação acontece a partir da observação de cada peça de sucata encontrada, que passa por um processo de limpeza e revitalização, medição, soldagem, pintura, algumas contam com circuitos e corrente elétricas, até alcançar a inspiração desejada. Muitas vezes há registros de memórias e vivências afetivas nas obras.As sucatas de metais se constituíram em uma verdadeira mina de inspiração para criar essas obras, e assim, além de contribuir com a sustentabilidade do planeta, já que os materiais utilizados, quandodescartados no meio ambiente levariam mais de 100 anos para se decompor, confere-lhes uma nova utilidade e um novo olhar.

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Piaga Festival é conceito de integração de diversas linguagens artísticas

A quarta edição do Piaga recebeu o nome de Piaga de Férias e marcou o calendário de eventos do mês de julho na capital Os artistas visuais ocuparam a Galeria Nonato Oliveira com suas obras. E teve de tudo um pouco. Fotografias, telas, impressos, livros e objetos de arte. Artistas renomados e artistas que estão dando os primeiros passos no processo de exposição, mas com um talento e técnica apurada muito fácil de perceber. O festival abriu espaço para feirantes de artigos de arte, que puderam comercializar seus trabalhos. Como a Cleide Kosta, a moça dos bonecos de pano, que participou pela primeira vez do evento. Cleide confecciona bonecos com a cara de artistas famosos. Da galeria para o Palco, como já é tradição. Bruno Farias abriu os trabalhos musicais no Piaga, com a maestria das suas músicas autorais. Os Cardinais foi a segunda banda a se apresentar, com um rock bem pop. Na sequencia veio o som mais denso da banda Corona Nimbus, um projeto de Julio barros e Junior Vieira. Marcando a presença feminina, com muita personalidade, ayas subiu ao palco para cantar a força da mulher com mensagens de não ao preconceito e ao machismo. Os show da sexta foram encerrados com toda a experiencia e historia que a Fullreggae tem na música piauiense. No sábado o Piaga finalizou a edição copm uma palestra sobre presença de palco, com o ator, diretor e intérprete, Moisés Chaves, apresentação de Samuel Alvis com o espetáculo Sabbath da Brixa na Galeria e show com a banda Os Radiofônicos.

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Arte+ Tecnologia: Cultura digital

Começando o mês de agosto, dias 02, 03 e 04, vai acontecer um evento que vai reunir artistas + exposição de artes no painel+ bate papo sobre tecnologia, arte e mídias sociais, DJs e bandas incríveis. Serão três dias de interação, comunicação e arte. No comando dos shows: Dj PTK – Florais da Terra Quente – DJ Hiperbolar – O transtorno – Ayas – Amonrá Nunes e Power trio O desenhista e tatuador Leandro Alves vai fazer desenhos ao vivo. Já o artista visual e arquiteto Inácio Portela vai fazer uma tela, também ao vivo. Os bate-papos serão com: Prof. Dr. Alisson Dias Gomes sobre Arte e Tecnologia como linguagem e expressão midiática e ainda Jader Damasceno, Especialista em Convergência de Mídias e Mestre em Comunicação, com o tema Arte, cultura & comunicação: desafios e alternativas artisticas nas sociedades hiperconectadas. Como faz para participar? É só chegar mas, para as palestras é importante fazer a inscrição no link abaixo (é gratuita). Produção e assessoria: Alexandra Teodoro Fone: (86) 981389273

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