XVII Festival de Rabeca celebra tradição, diversidade musical e cultura popular em Bom Jesus

Bom Jesus, no Sul do Piauí, foi palco de mais uma edição do Festival de Rabeca, que chegou em 2026 à sua 17ª edição. Realizado de 18 a 22 de setembro, na Praça da Serra Nova, o evento reuniu músicos, rabequeiros, artistas nacionais e regionais em cinco dias de programação gratuita. Mais do que um festival musical, o evento reafirmou a importância da rabeca como instrumento de tradição nordestina e como elemento de identidade cultural. A programação contou com a participação da Orquestra de Rabecas de Bom Jesus, rabequeiros locais e convidados, incluindo músicos vindos de Pernambuco, ampliando o intercâmbio entre diferentes tradições da música popular brasileira. A diversidade foi uma das marcas desta edição. Ao lado da música tradicional e do forró, o festival abriu espaço para diferentes estilos, passando por MPB, reggae e música religiosa. Entre os artistas que integraram a programação estiveram Chico Chico, Samyra Show, Álvaro Neto, Forró Balancear, Banda Líbanos, Thiago Freitas, Forró Bandido, Forró na Caixa, Edson Gomes, Felipão Forró Moral, Alanzinho Coreano, Anderson Freire e Padre Fábio de Melo. A programação começou na sexta-feira, dia 18, com Chico Chico, Samyra Show e Álvaro Neto. No sábado, o público acompanhou Forró Balancear, Banda Líbanos, Thiago Freitas e Forró Bandido. O domingo teve Forró na Caixa, Edson Gomes, Felipão Forró Moral e Alanzinho Coreano. Na segunda-feira, Anderson Freire comandou a programação, enquanto o encerramento, na terça-feira, dia 22, ficou por conta do Padre Fábio de Melo. A presença de atrações religiosas também ampliou o diálogo do festival com diferentes públicos. Anderson Freire representou a música gospel, enquanto Padre Fábio de Melo encerrou o evento em uma noite marcada pela música e pela religiosidade. Antes do show, o sacerdote visitou a Catedral de Nossa Senhora das Mercês, onde foi recebido por Dom Marcos Tavoni e conheceu a imagem de Nossa Senhora das Mercês, considerada um importante patrimônio cultural do Piauí. Outro destaque foi a presença de artistas ligados à tradição do forró. Durante o festival, o cantor e compositor Luiz Fidélis celebrou a programação e a atmosfera do evento, destacando a beleza do encontro cultural realizado em Bom Jesus. Ao longo de 17 edições, o Festival de Rabeca vem mantendo a tradição do instrumento ao mesmo tempo em que amplia seu alcance e estabelece conexões com outras expressões da música brasileira. Em 2026, esse caráter plural ficou evidente na reunião entre rabequeiros, artistas populares, atrações nacionais e representantes da música religiosa. A realização do festival também movimentou Bom Jesus durante os cinco dias de programação, atraindo moradores e visitantes e contribuindo para a circulação no comércio, na alimentação, na hospedagem e nos serviços locais. Com a Praça da Serra Nova transformada em espaço de encontro entre tradição e contemporaneidade, o XVII Festival de Rabeca encerrou sua edição de 2026 deixando novamente a música e a cultura popular no centro da programação cultural de Bom Jesus.

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Festival Alard reúne artistas e grupos e fortalece a cena cultural de Bom Jesus

Bom Jesus, no Sul do Piauí, foi palco de um encontro dedicado ao teatro e à produção cultural com a realização do I Festival Alard de Teatro – Ano Bid Lima. Entre os dias 15 e 18 de setembro, a programação reuniu artistas e grupos do Piauí e convidados do Rio de Janeiro, ocupando o Teatro Alard e a Praça Cultural Ramón Neto com diferentes linguagens e propostas da cena teatral. Ao longo de quatro dias, o público teve acesso a dez espetáculos, proporcionando momentos de arte, entretenimento e reflexão e aproximando artistas e espectadores. A iniciativa também contribuiu para ampliar a visibilidade da produção teatral piauiense e criar um espaço de intercâmbio entre grupos de diferentes regiões. A abertura aconteceu no dia 15 de setembro, com O Último Rei, do Coletivo Cabaça (PI), no Teatro Alard; O Cavaleiro das Águas, da Cia. Calunga de Bonecos (PI), na Praça Cultural Ramón Neto; e Cuscuz na Mão, de Dadá Coelho (RJ), no Teatro Alard. A programação prosseguiu nos dias seguintes com espetáculos como Tá Bem Malzinho, da Fábrica Cia de Teatro; Maria Migué, do Grupo Raízes; Anjo Desfigurado, do Coletivo Cabaça; Já no Papo, do Grupo Sketch; e Mamãe é de Lascar, de Franklin Pires. No encerramento, realizado em 18 de setembro, foram apresentados Quase Famosa, do Coletivo Capemga, A Guardiã do Planeta, também do Coletivo Capemga, e Biografia Desautorizada, com André Gonçalves, do Rio de Janeiro. Mais do que uma sequência de apresentações, o Festival Alard se consolidou como um espaço de encontro entre artistas, grupos e público, valorizando o teatro produzido no Piauí e promovendo o intercâmbio com artistas de outros estados. O evento também reforça a importância do Teatro Alard para a vida cultural de Bom Jesus. Inaugurado em 2018, o espaço recebeu esse nome em homenagem ao Aprendizado Livre de Arte Dramática (ALARD), considerado pioneiro na cena teatral do município. O teatro tem capacidade para 200 pessoas e foi criado para receber espetáculos, apresentações musicais, mostras culturais e atividades pedagógicas. A realização do festival representa, assim, mais um capítulo na trajetória de valorização das artes cênicas no Sul do Piauí, colocando Bom Jesus em evidência no circuito cultural e reafirmando o teatro como instrumento de formação, expressão artística e aproximação com a comunidade. A homenagem a Bid Lima, que dá nome à primeira edição do festival, também acrescentou um caráter especial à programação, reconhecendo a trajetória de uma artista ligada ao teatro e à história cultural de Bom Jesus. Com a diversidade de espetáculos, a presença de artistas piauienses e convidados de outros estados e a ocupação de diferentes espaços culturais, o Festival Alard deixou como legado a celebração da arte teatral e o fortalecimento da produção cultural no interior do Piauí.

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Piauí, é hora de ocupar o Conselho Nacional de Política Cultural!

Inscrições para o processo eleitoral do Conselho Nacional de Política Cultural vão até 30 de setembro Artistas, produtores, gestores, coletivos, mestres, mestras e demais agentes e fazedores de cultura do Piauí têm até o dia 30 de setembro de 2026 para participar do processo eleitoral do Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC). A eleição definirá representantes da sociedade civil para os colegiados nacionais de participação social e para o Plenário do CNPC, que atuarão no triênio 2026–2029. A participação dos agentes culturais piauienses é uma oportunidade de contribuir para os debates nacionais sobre as políticas culturais e fortalecer a presença das diferentes expressões, segmentos e territórios do estado nesse espaço de participação social. O Conselho Nacional vive um momento novo e o Piauí não pode deixar de participar desse importante espaço de decisão e participação social dos próximos três anos.” — Jone Clay Macedo, Coordenador-Geral do Comitê de Cultura no Piauí As inscrições são realizadas pela plataforma Vota Cultura (https://votacultura.cultura.gov.br/). O edital também estabelece regras específicas para candidatura, votação, documentação e participação nos diferentes colegiados. DÚVIDAS SOBRE A ELEIÇÃO DO CONSELHO? O Comitê de Cultura do Piauí está disponível para orientar agentes culturais piauienses sobre o processo eleitoral do CNPC. Fale com a equipe pelo WhatsApp: (86) 9 9906-3703 📍 Comitê de Cultura do Piauí 📅 Inscrições: até 30 de setembro de 2026 🗳️ Processo eleitoral: CNPC – mandato 2026–2029 Mais informações: vota.cnpc@cultura.gov.br comitedeculturapi@gmail.com Agentes e fazedores de cultura do Piauí: participe!

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