Patricya Travassos e Eduardo Moscovis em “DUETOS

Patricya Travassos e Eduardo Moscovis em “DUETOS, A Comédia de Peter Quilter” Com direção de Ernesto Piccolo Turnê Nacional nas capitais: Teresina dias 20 e 21 de abril Recife dias 27 e 28 de abril Natal dias 04 e 05 de maio Salvador dias 18 e 19 de maio João Pessoa dias 01 e 02 de junho Brasilia dias 15 e 16 de junho Maceió dias 29 e 30 de junho O espetáculo examina e retrata de forma cômica o mundo caótico dos relacionamentos modernos, através de quatro histórias de uma mulher e um homem – não necessariamente casais – às voltas com seus próprios desejos e traumas em busca do amor, e enfrentando a solidão. Mais de 75 mil pessoas assistiram no Brasil! Sucesso absoluto de público e crítica! O espetáculo já foi encenado em mais de 20 países e traduzido para mais de 10 idiomas. AS QUATRO HISTÓRIAS: ENCONTRO ÀS CEGAS, QUASE CASADOS, DIVÓRCIO AMIGÁVEL, MAIS UMA VEZ NOIVA RECONHECIMENTO NO BRASIL O espetáculo foi indicado, em categoria especial, ao Prêmio Prio de Humor, criado por Fábio Porchat, pelos figurinos de Claudio Tovar. Além disso, ganhou o selo de qualidade “O Teatro Me Representa”, com quatro indicações do crítico teatral Gilberto Bartholo nas categorias “Melhor Comédia”, “Direção”, “Atriz” e “Figurino”. RECONHECIMENTO INTERNACIONAL  “Esta comédia com mudanças rápidas é doce, repleta de emoção e charmosa sem fazer esforço, cada personagem é esboçado com inspiração e muita habilidade.” (The Atlanta Journal Constitution) “A compreensão de Quilter sobre os desejos e peculiaridades humanas está à mostra e é investigada de forma muito afetuosa… Uma exploração calorosa e divertida do amor e de outras confusões.” (The Daily Telegraph) “Cativante, denso, engraçado e variado… A linguagem é sempre lindamente representada, específica para cada personagem e emocionalmente satisfatória… Duets é uma peça para ser valorizada!” (The Sydney Morning Herald) PALAVRA DE ATOR, PALAVRA DE DIRETOR  “Eu amo comédia. Adoro assistir e adoro fazer comédia. E ter quatro histórias na mão é muito divertido. Quatro personagens, quatro pensamentos, quatro carências, quatro caracterizações. Está sendo muito rico pra mim. Estamos chegando a lugares muito divertidos e ao mesmo tempo muito profundos – apesar de engraçados, os personagens falam de emoções muito humanas. Precisamos rir, mais do que nunca. Precisamos ir ao teatro.”, afirma Patricya Travassos. “A peça, na sua essência, fala de solidão mesmo, e de uma forma muito divertida. Das relações mais diversas que o ser humano experimenta para tornar a solidão menos dolorosa. São os encontros às escuras; a secretária e o patrão que têm uma relação de amor em que só não casam, não transam; o casal que vai separar, vai experimentar a solidão, mas não consegue; e por fim a noiva que está casando pela 3ª vez, e dá tudo errado. É uma lente de aumento, uma sátira dessas situações”, conta Ernesto Piccolo, diretor. A MONTAGEM O cenário de J.C. Serroni apresenta, em cada lateral do palco, um camarim onde atriz e ator farão, às vistas do público, suas trocas de roupa para cada cena. As próprias trocas são pequenas cenas individuais. De acordo com a luz, estes camarins estarão ora visíveis, ora invisíveis. Os demais elementos serão mudados a cada cena. Os figurinos são de Claudio Tovar, a iluminação de Aurelio de Simoni e a trilha sonora de Rodrigo Penna. PETER QUILTER – autor Peter Quilter, nascido em Colchester, Inglaterra é dramaturgo do West End londrino e da Broadway. Suas peças foram traduzidas para 30 idiomas e apresentadas em mais de 40 países. Atualmente, Quilter tem mais de 14 produções ativas acontecendo pelo mundo, totalizando mais de 30 espetáculos realizados.  Uma das produções de grande destaque é o espetáculo “End of the Rainbow” que foi adaptada para o filme vencedor do Oscar “Judy” (2019), estrelado por Renée Zellweger.  Ele também é autor da comédia “Glorious!”, de West End e Broadway, adaptada para o filme “Florence Foster Jenkins” (2016), dirigido por Stephen Frears e estrelado por Meryl Streep.     ERNESTO PICCOLO – diretor Ernesto Piccolo é ator e diretor. Entre seus recentes trabalhos como diretor de teatro estão “D.P.A. – Detetives do Prédio Azul, A Peça”; “Divã”; “Doidas e Santas”; “A História de Nós Dois”; “Simples Assim”, de Martha Medeiros”; “O Ovo de Novo – Galinha Pintadinha”; “Andança – Beth Carvalho, o Musical”. Desde 2010 dirige o festival de diversidade cultural Tangolomango, que reúne grupos culturais populares, tradicionais e contemporâneos, de várias partes do Brasil e da América Latina. PATRICYA
 TRAVASSOS – atriz Atriz, apresentadora, roteirista, escritora, diretora e compositora brasileira. Começou na década de 1970, no grupo de teatro Asdrúbal Trouxe o Trombone, ao lado de Regina Casé, Luís Fernando Guimarães, Perfeito Fortuna e Evandro Mesquita, criando e atuando nas peças “Trate-me Leão” e “Aquela Coisa Toda”. Na década de 1980, compôs canções, criou figurinos e dirigiu os espetáculos das bandas  “Blitz” e “Sempre Livre”. Entrou na Rede Globo em 1984 e, durante quatro anos, criou e escreveu “Armação Ilimitada”, além de ter sido roteirista de “TV Pirata”, “Delegacia de Mulheres”, “Vida ao Vivo Show”, da minissérie “Sex Appeal” e da novela “Olho no Olho”. Como atriz, participou de novelas de sucesso como “Brega e Chique” , “Bebê a Bordo”, “Vamp”, “A Próxima Vítima”, “Vira Lata”, “As Filhas da Mãe”, “A Lua me Disse”. E nos canais Globo, em seriados como “Lili, a ex” (GNT), “A Secretária do Presidente”, “A Vila” e “Dono do Lar” (Multishow). No teatro, atuou em “A Partilha”, de Miguel Falabella; “Capital Estrangeiro”, de Silvio de Abreu; “No Escurinho do Cinema”, de Luís Carlos Góes; “5 X Comédia”; “Monstra” e “Área” (estas duas de sua autoria), entre outras. No cinema, colaborou em roteiros de filmes como “Lua de Cristal” (1990), de Tizuka Yamasaki; e atuou em “Lili, a Estrela do crime”, de Lui Farias; “A Hora Mágica”, de Guilherme de Ameida Prado; “Minha mãe é uma peça 2”; “Mulheres Alteradas”; “Minha mãe é uma peça 3”; “Esposa de Aluguel (Netflix), entre outros. Escreveu os livros “Esse Sexo é Feminino”, “Alternativas de A a Z” e “Monstra e…

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Artificial Complex: Érico Ferry traz novo projeto musical à cena

Artificial Complex é um projeto musical concebido pelo compositor e artista visual teresinense Érico Ferry como desdobramento de seu trabalho solo originalmente chamado Fryer. Conceitualmente o nome do projeto faz referência à artificialidade dos espaços urbanos e das relações humanas. A sonoridade dos trabalhos realizados até o presente momento possui influências de diferentes gêneros de música alternativa, post-punk revival, shoegaze e música experimental/eletroacústica. Contando agora com novos integrantes e novas sonoridades, o projeto possui um álbum de estúdio intitulado “The Moth – Before the Darkness” (2021) gravado no estúdio Forest Lab, e um single + clipe chamado “St. Joseph Pt. II” (2022). Em 2023 foi realizado um financiamento coletivo na catarse para a produção de um novo single. A meta foi atingida em menos de 48h tendo atingido posteriormente 125% possibilitando assim o mais novo single do projeto intitulado Devaneio, o primeiro a ser lançado pelo nome Artificial Complex.

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Rock x Religião

Uma das principais características do rock é a contestação. O estilo veio, entre outras coisas, para questionar o que a sociedade impõe. Nessa coluna, irei destacar algumas músicas que questionam a religião ou fatos relacionados a ela, que é uma das coisas mais importantes na vida dos seres humanos e que, na minha opinião, é algo de extrema necessidade, mas que acaba sendo usada para as mais diferentes finalidades que não o bem, podendo se tornar uma das piores coisas que existem no mundo. Afinal, quem pode imaginar ter sentido uma guerra, ou seja, matar em nome de Deus? A verdade é que a usam basicamente para manipular e alienar os fiéis e ainda enriquecer algumas pessoas. Dito isso, vou listar algumas bandas ou artistas brasileiros que meteram o dedo na ferida, usando o rock da melhor forma possível. A primeira é a Plebe Rude, banda de Brasília que foi formada em 1981 e faz um punk rock, como não poderia deixar de ser, com críticas sociais e políticas. A banda se destacou por não se prender ao estilo, digamos, engessado do punk, misturando influências de bandas inglesas a arranjos e melodias mais elaboradas. A música em questão é “Até quando esperar”, que faz uma crítica ao capitalismo e, ao mesmo tempo, em alguns trechos, uma analogia entre o sistema econômico e a religião. Por exemplo, no trecho “E cadê a esmola que nós damos sem perceber que aquele abençoado poderia ter sido você?”, às vezes não percebemos que a nossa generosidade ao dar esmolas não é suficiente para diminuir as desigualdades e “aquele abençoado” poderia tanto ser o patrão ou Jesus, passando a ideia de que a pessoa teria uma vida melhor. E para fechar essa resumida análise, o refrão que diz “Até quando esperar a plebe ajoelhar esperando a ajuda de Deus”, enquanto o povo estiver ajoelhado rezando, nada irá mudar. Os caras estão na ativa e, como muitas coisas ainda não mudaram no país, eles continuam tendo de onde tirar inspiração para compor. Ele não poderia ficar de fora dessa lista. Raul Seixas é um dos caras que personificam o rock. Suas letras e músicas incríveis, além de nos divertir, nos levam à reflexão, como no caso de “Rock do Diabo”. Nessa letra, Raul fala da conexão e influência do diabo no rock, o ser do “mal” incita a rebeldia e liberdade que são coisas enfatizadas pelo rock. Proclamando o diabo como pai do estilo, ele sugere o poder do gênero musical que desafia as normas sociais. E para finalizar essa lista que poderia ser bem maior, uma música de uma das maiores bandas brasileiras que eu admiro que é a “Titãs”, também porque eles fizeram e fazem o que querem. Começaram com um som meio new wave, mais à frente flertaram com música eletrônica, mas o que eles sabem fazer melhor é o rock com muita guitarra e letras contundentes, como em “Igreja”. Os caras não tiveram receio de que a letra fosse trazer problemas, por vivermos infelizmente (na minha opinião) em um dos países mais religiosos do mundo, um dos motivos de sermos atrasados cultural e socialmente. Não concordo com tudo que a letra diz. Dito isso, uma das coisas que me chama atenção é que os versos dessa música vão direto ao ponto, sem rodeios, como podemos perceber logo no primeiro trecho: “Eu não gosto de padre, eu não gosto de madre, eu não gosto de Frei, eu não gosto de bispo, eu não gosto de cristo, eu não digo amém”. Eu incluiria “eu não gosto de pastor”, mas na época esse tipo não estava tão em evidência como (infelizmente) hoje em dia. Essa é uma das minhas preferidas da banda, pois além de tudo levanta a bandeira da liberdade de expressão e o inconformismo com instituições que fazem mal à humanidade, quando deveria justamente ser o contrário. E como de praxe deixo aqui os links das músicas: Plebe Rude.https://www.youtube.com/watch?v=Hau9i7FiVfM&pp=ygUecGxlYmUgcnVkZSBhdMOpIHF1YW5kbyBlc3BlcmFy Raul Seixas https://www.youtube.com/watch?v=uxzIiAQFTWM&pp=ygUacmF1bCBzZWl4YXMgcm9jayBkbyBkaWFibyA%3D Titãs https://youtu.be/ppQUPskpcvs

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