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Orquestra de Músicos das Ruas de São Paulo com agenda imperdível

A Orquestra de Músicos das Ruas de São Paulo completa 20 anos e fará grandes apresentações. Este projeto foi contemplado pea 7ª edição do Edital de Apoio a Música para cidade de São Paulo – Secretaria Municipal de Cultura. Nossa agenda está incrível: 21/06/2024 – Ceu Quinta do Sol, a partir das 14h. Dia 12/07/2024 – Sala Olido, a partir das 19h Dia 18/07/2024, na Fábrica de Cultura Brasilândia. A Orquestra de Músicos das Ruas foi criada em 2004 e tem uma trajetória singular na música popular brasileira. É composta por músicos de rua e músicos migrantes e imigrantes que representam suas culturas com seus instrumentos e tradições musicais. Depois de Neuropolis, lançado em CD pelo selo SESC, a Orquestra vem apresentar o show musical Não Vendemos Fiado! Correntes migratórias da cidade de São Paulo como sírios, haitianos e africanos. Com composições próprias que destacam a diversidade das relações humanas na grande metrópole, a Orquestra apresenta sonoridades vibrantes com arranjos originais que recriam gêneros da música brasileira como o maracatu, o samba e estilos musicais de seus integrantes, como ritmos da tradição árabe e do Caribe. O repertório da Orquestra é composto por criações próprias e, por vezes, coletivas; que mesclam de uma forma única as fontes originais de cada músico com a criatividade que a junção dessas matrizes propicia. As músicas abordam aspectos da vida e das interações culturais e humanas que caracterizam a nossa época; bem como de personagens urbanos que revelam a alma da cidade. Com direção musical de Emerson Boy e Livio Tragtenberg, os 10 músicos revezam-se em diferentes instrumentos, o que resulta num colorido musical em constante mudança. Tendo a informalidade e o humor como suas características principais, o show pode ser apresentado em diferentes espaços possibilitando uma proximidade maior com o público.

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Bueiro do Rock, 18 Anos de Existência e Resistência!

A 18 anos o Seu Nonato por influência dos filhos Driênio e Dieudes, teve a excelente ideia de abrir uma casa de shows pra abrigar e difundir o rock em Teresina, mais especificamante o heavy metal e seus sub-gêneros. Lógico que abrir um empreendimento voltado pra música não é fácil ainda mais um que seja um pouco mais difícil de trabalhar como o rock pesado, mas o Seu Nonato e os filhos com boas ideias e muita perseverança conseguiram nesses dezoito anos fazer muitos artistas e headbangers felizes com shows memoráveis sempre com uma ótima estrutura de som e iluminação e por falar nisso o Bueiro é sem dúvida uma das melhores casas de show de rock do Nordeste, talvez até do Brasil. O local além de um bom palco e dos equipamentos que já citei, contou com alojamento para os músicos de fora se hospedarem (espaço que já não existe mais) e um estúdio para ensaio. No Bueiro já se apresentaram grandes nomes do metal nacional e mundial entre eles Vader(Polônia), Destruction(Alemanha), Ratos de Porão, Angra, Vulcano, Krisium, André Matos e Paul Dianno(Inglaterra). E para comemorar esses 18 anos de excelentes serviços prestados ao metal nos dias 11 e 12 de Maio acontece o festival 18 anos de Resistência com 10 bandas, cinco em cada dia entre as atrações oito bandas locais e duas nacionais, no dia 11 Sábado tocam Fast Evil, Terror Alcóolico, Furit, Into Morphin e Torture Squad e no dia 12 Domingo as bandas são Scrok, Obtus, Retalhador, Terror Fetus e Vulture. Para adquirir os ingressos para esse inperdível evento entre em contato com o Bueiro do Rock através da sua página no instagram @bueirodorock, na Styllusrock @stillusrock ou no site sympla.com.br. Com certeza vai ser um grande evento pra coroar esses dezoito anos de resistência e amor ao metal, vida longa ao Bueiro do Rock.

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1ª edição da FLICAJU, a Festa Literária do Sesc Cajuína, de 25 a 28 de abril

Por: Assessoria SESC A Festa Literária do Sesc Cajuína passa por vários gêneros, é aberta para o público de todas as idades, com entrada solidária. Rabiscar ideias, escrever mundos, imaginar palavras. A FLICAJU é a Festa Literária do Sesc Cajuína, que promove o encontro da sociedade piauiense com o universo literário, através de uma programação que dialoga com as diversas linguagens artísticas que habitam o Sesc. O evento acontece de 25 a 28 de abril, no Sesc Cajuína, em Teresina. A 1ª edição da FLICAJU vem com o tema “Literatura, ancestralidade, futuro” e homenageia dois ícones piauienses por seus talentos com as palavras e as reverberações de suas ideias pelo mundo. Josefina Ferreira, da cidade de João Costa, e Nêgo Bispo, de São João do Piauí. Ela, cordelista. Ele, pensador quilombola. Ambos com ensinamentos imortais. A Festa Literária do Sesc Cajuína passa por vários gêneros e modos de fazer literatura, gerações de artistas e fazedores de cultura. É aberta para o público de todas as idades, com entrada solidária (1kg de alimento que será doado ao Sesc Mesa Brasil). Confira a programação completa: 25 DE ABRIL (quinta-feira) NOITE 19h – Cerimônia de abertura: apresentação do Espetáculo “Festa no Terreiro”, do Curso de Dança Popular do Sesc Caixeiral (PI), e apresentação musical com Grupo de Cultura Afro Ijexá (PI) Local: Teatro Sesc Cajuína Classificação: livre Entrada: ingresso solidário (1kg de alimento não perecível doado ao Mesa Brasil)   26 DE ABRIL (sexta-feira) MANHÃ 10h – Contação de histórias “As Raízes de Luriel – Uma Aventura Agroecológica” com Railane Matos (PI) Local: Biblioteca Classificação: livre Entrada: ingresso solidário (1kg de alimento não perecível doado ao Mesa Brasil)   10h30 – Curta Poesia: Mostra de Curtas Poéticos da FLICAJU Programação: Sábias da Terra (10min) Madu Costa (3min) Cold Mansa & Cosca (3min) Mano Dábliu (2min) Marciano Gualberto (1min) Geração Alpha (5min) Danilo Furlan (4min) A sereia Mariá e o tesouro da Pedra do Sal (4min) A lenda da Macyrajara (8min) Aliã Wamiri Guajajara (2min) KUNHANGUE – universo de um novo mundo (21min) Adiel Luna (3min) A Menina e o Mar (19min) Clécio Rimas (3min) Foi um tempo de poesia (13min) Local: Cineteatro Sesc Cajuína Classificação: livre Entrada: ingresso solidário (1kg de alimento não perecível doado ao Mesa Brasil)   TARDE 14h às 16h – Oficina Arte da Palavra “Performance Poética”, com Lucas de Matos (BA) Local: Black Box Classificação: livre Entrada: ingresso solidário (1kg de alimento não perecível doado ao Mesa Brasil)   16h – Roda Literária “Dos griôs ao slam: a força da palavra na construção da ancestralidade”, com Thaín Wirá (PI) e Tina Ribeiro (PI), mediada por Lizandro (PI) Local: Cineteatro Classificação: livre Entrada: ingresso solidário (1kg de alimento não perecível doado ao Mesa Brasil)   NOITE 18h – Lançamento dos livros “A Voz de Esperança Garcia”, de João P. Luiz e Bernardo Aurélio, e “Iemanjá”, de T.S. Miranda, mediado por Ariadne Chaves (PI) Local: Sala Assis Brasil Classificação: livre Entrada: ingresso solidário (1kg de alimento não perecível doado ao Mesa Brasil) 19h30 – Roda Literária “Os caminhos e os cantares do cordel”, com Josefina Ferreira (PI) e Paôla Torres (CE) Local: Teatro Sesc Cajuína Classificação: livre Entrada: ingresso solidário (1kg de alimento não perecível doado ao Mesa Brasil)   21h – Performance Literária “Puxando pela memória no dizer dos cantadores” com Vagner Ribeiro (PI) Local: Espaço Nobre Nerina Castelo Branco Classificação: livre Entrada livre   21h30 – Performance Literária Arte da Palavra “Na Ponta da Língua: Diálogos sobre a Palavra” com Lucas de Matos (BA) Local: Espaço Nobre Nerina Castelo Branco Classificação: livre Entrada livre   27 de abril (sábado) MANHÃ 10h – Lançamento do livro “Bartolomeu, o gato autista”, de Débora Facchinetti, com bate-papo mediado por Fernanda Paz. Local: Espaço Nobre Nerina Castelo Branco Classificação: livre Entrada livre   10h – Visita Mediada à Exposição na Galeria Dora Parentes Local: Galeria Dora Parentes Classificação: livre Entrada livre 10h – Oficina literária Arte da Palavra “Como fala a língua bifurcada” com Heleine Fernandes (RJ) Local: Black Box Classificação: livre Entrada: ingresso solidário (1kg de alimento não perecível doado ao Mesa Brasil)   TARDE 14h – Roda de conversa Arte da Palavra “Histórias de antigamente”, com Trudruá Dorrico (RO) Local: Sala Assis Brasil Classificação: livre Entrada: ingresso solidário (1kg de alimento não perecível doado ao Mesa Brasil)   16h – Roda literária “A arte de contar histórias e seus enraizamentos”, com Adriano Abreu (PI) e Valéria Mesquita (PI), mediada por Wânya Sales Local: Cineteatro Classificação: livre Entrada: ingresso solidário (1kg de alimento não perecível doado ao Mesa Brasil)   NOITE 18h – Lançamento dos livros “Leriado Piauiense 3”, de Wilson Seraine (PI), e “Mestre Dezinho: Arte na Madeira”, de Jota A (PI), mediado por Noé Filho (PI) Local: Sala Assis Brasil Classificação: livre Entrada: ingresso solidário (1kg de alimento não perecível doado ao Mesa Brasil) 19h30 – Roda Literária Arte da Palavra “Literatura Feminina Ancestral”, com Trudruá Dorrico (RO) e Heleine Fernandes (RJ), mediada por Assunção Sousa (PI) Local: Teatro Sesc Cajuína Classificação: livre Entrada: ingresso solidário (1kg de alimento não perecível doado ao Mesa Brasil) 21h – Sarau Flicaju, com Pohema Lima, Amanda Moura, Tércia Maria, Brenda Marques e Yani Yéte, apresentado por Psico Afrodite Local: Espaço Nobre Nerina Castelo Branco Classificação: livre Entrada livre MANHÃ 10h às 11h – Espetáculo Interativo “Shadow Dance”, com Josivan das Luzes (PI) Local: Black Box Classificação: livre Entrada: ingresso solidário (1kg de alimento não perecível doado ao Mesa Brasil)   10h às 11h – Bebeteca, Contação de Histórias para Bebês, “O Colorido do Fundo do Mar” com Carla Senna (PI) Local: Biblioteca Classificação: livre Entrada: ingresso solidário (1kg de alimento não perecível doado ao Mesa Brasil)   11h – Curta Poesia – Edição Cine Materno Programação: Sábias da Terra 10min Madu Costa 3min Cold Mansa & Cosca 3min Mano Dábliu 2min Marciano Gualberto 1min Geração Alpha 5min Danilo Furlan 4min A sereia Mariá e o tesouro da Pedra do Sal 4min A lenda da Macyrajara 8min Aliã Wamiri Guajajara 2min KUNHANGUE – universo de um novo mundo 21min Adiel Luna 3min A Menina e o Mar 19min Clécio Rimas 3min Foi um…

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Muita criatividade e talento!

Alguns músicos tem uma capacidade criativa impressionante, vou falar sobre dois artistas que chamam atenção pela quantidade de músicas compostas e discos gravados. Primeiro vou falar de Luiz Caldas, é um excelente guitarrista, multi-instrumentista, compositor e produtor musical que respira e transborda música. Ele começou aos sete anos e não parou mais, se destacou ao criar a sonoridade que ficaria conhecida como axé music, mas Luiz ao longo de sua carreira já gravou discos de samba, reggae, música latina, forró, mpb e rock, alguns instrumentais e outros cantados. A quantidade de discos e músicas lançadas pelo artista é incrível, por exemplo, só no ano de 2011 Caldas gravou doze discos de músicas inéditas. Até Janeiro de 2023 o artista tinha 795 (setecentas e noventa e cinco) obras musicais e 241 (duzentas e quarenta e uma) gravações cadastradas no banco de dados de gestão coletiva de música. Luiz já gravou mais de 140 (cento e quarenta) discos, inclusive em Fevereiro de 2024 ele já havia lamçado um disco. Algo muito interessante é que ele disponibilizou em seu site oficial “luizcaldas.com.br” todas os discos para ouvir e para download gratuitamente. Vale a pena dar uma conferida na obra desse grande músico brasileiro. Outro músico que se destaca pela quantidade e qualidade de sua obra é Brian Patrick Carrol, mais conhecido como Buckethead(cabeça de balde) o cara é excêntrico e adotou uma máscara branca lisa e usa um balde na cabeça que a princípio tinha um adesivo escrito “funeral” segundo ele a máscara é inspirada no filme de terror “halloween” e no decorrer da sua carreira ele mudou para um balde com a logomarca da rede de fast food americana KFC, ele também faz performance com nunchaku e dança do robô. O guitarrista compõe em vários estilos, passando pelo heavy metal, rock progressivo, jazz, blues, funk, ambiente e avant-garde. Buckethead tem mais de 400 registros de gravação e já tocou com grandes músicos de jazz e rock, com o Guns ‘n roses gravou o disco “chinese democracy”, mas não passou muito tempo na banda e voltou para sua carreira solo. O guitarrista é considerado um dos mais inovadores músicos contemporâneos, foi aluno de Paul Gilbert um excelente guitarrista e hoje já é considerado melhor que seu professor. Ele incorpora em sua música influências de Frank Zappa, Yngwie Malmsteen, Andy Summers, Kerry King e do Saxofonista John Zorn. Inovação, criatividade e excentricidade são as marcas registradas de Buckethead. Quer sacar o som do cara é só buscar nas redes sociais, garanto que tem muita coisa boa pra ouvir. E como sempre faço vou deixar links de uma música do buckethead e o link do site do Luiz Caldaslá tem todos os discos como já falei pra ouvir e baixar. . buckethead

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André de Sousa, 30 Anos de Música!

Para celebrar 30 anos de carreira o professor de música, guitarrista, produtor, cantor, compositor e arranjador André de Sousa, está lançando um projeto na plataforma de financiamento coletivo catarse. A ideia desse grande guitarrista é arrecadar fundos para gravar um material audiovisual em estúdio, nesse registro estará contido um show com um apanhado de toda a sua carreira e ainda depoimentos de músicos e amigos falando da convivência e parceria com André, mas além disso com o valor arrecadado o músico pretende gravar um disco com músicas inéditas, com certeza mais um trampo de qualidade. Além de ajudar a cena independente e participar desse evento de grande relevância cultural, dependendo do valor da sua contribuição você terá direito a itens como canecas e camisetas referentes a essa celebração. A campanha começa no dia 11 de Março e você ainda pode acompanhar com transparência a destinação do valor arrecadado é só acessar a página do evento na plataforma Catarse no link www.catarse.me. Por tudo que esse cara já fez não só pelo rock mas também pela música piauiense, merece todo o nosso apoio, não tenho dúvida que a campanha vai ser um sucesso e em breve teremos mais um registro de excelente qualidade de André de Sousa pra curtir. Pra não fugir a regra vou deixar aqui um link de uma música desse grande artista. https://youtu.be/BrE5ZMgVJTc

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Lançamento do Filme “Mário Fontenelle, a oração silenciosa”, do cineasta Pedro Jorge

Dia 14 de março o CEC- Conselho Estadual de Cultura vai receber o cineastra Pedro Jorge para o lançamento do documentário de curta-metragem, com 25 minutos de duração, que retrata a biografia de Mario Fontenelle, desde a Parnaíba sua cidade natal, até Brasília, onde documentou a construção de Brasília através da arte da fotografia, tendo o seu acervo um caráter reconhecidamente histórico. O filme tem direção e roteiro de  Pedro Jorge de Castro, texto de Paulo José Cunha/ Pedro Jorge de Castro e narração de Paulo José Cunha. O lançamento será dia 14 de março, às 10h00, na sede do Conselho Estadual de Cultura, localizada à rua 13 de maio, 1513, Sul. O primeiro fotógrafo oficial de Brasília, Mário Fontenelle, é tema do documentário “ Mário Fontenelle, a oração silenciosa”. O filme é uma pesquisa, direção e roteiro do cineasta Pedro Jorge.   O curta-metragem mostra a história do fotógrafo por meio de documentos, imagens e depoimentos de profissionais de imagem, jornalistas, cientistas sociais e professores. A homenagem é um reconhecimento ao trababalho desse pioneiro, que morreu aos 67 anos no ostracismo no Lar dos Velhinhos Maria Madalena, localizado no Núcleo Bandeirante. Nascido em Parnaíba, Piauí, Mário Fontenelle é considerado um dos mais importantes memorialistas de Brasília, com a produção de mais de 5 mil fotografias da construção da Capital. Os registros foram feitos com uma máquina fotográfica recebida das mãos do então presidente Jucelino Kubitschek. Essas imagens compõem o acervo Fundo Novacap do Arquivo Público do DF, valioso conjunto documental que ajuda a contar a história de Brasília. Apesar da sua enorme contribuição, Mário Fontenelle morreu pobre, sozinho, e seus últimos anos de vida foram num asilo. Entre os seus registros mais emblemáticos estão o cruzamento dos eixos, marco zero da construção de Brasília e a clássica imagem de JK e Lúcio Costa, lado a lado, no local onde se iniciaria o Eixo Monumental

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Patricya Travassos e Eduardo Moscovis em “DUETOS

Patricya Travassos e Eduardo Moscovis em “DUETOS, A Comédia de Peter Quilter” Com direção de Ernesto Piccolo Turnê Nacional nas capitais: Teresina dias 20 e 21 de abril Recife dias 27 e 28 de abril Natal dias 04 e 05 de maio Salvador dias 18 e 19 de maio João Pessoa dias 01 e 02 de junho Brasilia dias 15 e 16 de junho Maceió dias 29 e 30 de junho O espetáculo examina e retrata de forma cômica o mundo caótico dos relacionamentos modernos, através de quatro histórias de uma mulher e um homem – não necessariamente casais – às voltas com seus próprios desejos e traumas em busca do amor, e enfrentando a solidão. Mais de 75 mil pessoas assistiram no Brasil! Sucesso absoluto de público e crítica! O espetáculo já foi encenado em mais de 20 países e traduzido para mais de 10 idiomas. AS QUATRO HISTÓRIAS: ENCONTRO ÀS CEGAS, QUASE CASADOS, DIVÓRCIO AMIGÁVEL, MAIS UMA VEZ NOIVA RECONHECIMENTO NO BRASIL O espetáculo foi indicado, em categoria especial, ao Prêmio Prio de Humor, criado por Fábio Porchat, pelos figurinos de Claudio Tovar. Além disso, ganhou o selo de qualidade “O Teatro Me Representa”, com quatro indicações do crítico teatral Gilberto Bartholo nas categorias “Melhor Comédia”, “Direção”, “Atriz” e “Figurino”. RECONHECIMENTO INTERNACIONAL  “Esta comédia com mudanças rápidas é doce, repleta de emoção e charmosa sem fazer esforço, cada personagem é esboçado com inspiração e muita habilidade.” (The Atlanta Journal Constitution) “A compreensão de Quilter sobre os desejos e peculiaridades humanas está à mostra e é investigada de forma muito afetuosa… Uma exploração calorosa e divertida do amor e de outras confusões.” (The Daily Telegraph) “Cativante, denso, engraçado e variado… A linguagem é sempre lindamente representada, específica para cada personagem e emocionalmente satisfatória… Duets é uma peça para ser valorizada!” (The Sydney Morning Herald) PALAVRA DE ATOR, PALAVRA DE DIRETOR  “Eu amo comédia. Adoro assistir e adoro fazer comédia. E ter quatro histórias na mão é muito divertido. Quatro personagens, quatro pensamentos, quatro carências, quatro caracterizações. Está sendo muito rico pra mim. Estamos chegando a lugares muito divertidos e ao mesmo tempo muito profundos – apesar de engraçados, os personagens falam de emoções muito humanas. Precisamos rir, mais do que nunca. Precisamos ir ao teatro.”, afirma Patricya Travassos. “A peça, na sua essência, fala de solidão mesmo, e de uma forma muito divertida. Das relações mais diversas que o ser humano experimenta para tornar a solidão menos dolorosa. São os encontros às escuras; a secretária e o patrão que têm uma relação de amor em que só não casam, não transam; o casal que vai separar, vai experimentar a solidão, mas não consegue; e por fim a noiva que está casando pela 3ª vez, e dá tudo errado. É uma lente de aumento, uma sátira dessas situações”, conta Ernesto Piccolo, diretor. A MONTAGEM O cenário de J.C. Serroni apresenta, em cada lateral do palco, um camarim onde atriz e ator farão, às vistas do público, suas trocas de roupa para cada cena. As próprias trocas são pequenas cenas individuais. De acordo com a luz, estes camarins estarão ora visíveis, ora invisíveis. Os demais elementos serão mudados a cada cena. Os figurinos são de Claudio Tovar, a iluminação de Aurelio de Simoni e a trilha sonora de Rodrigo Penna. PETER QUILTER – autor Peter Quilter, nascido em Colchester, Inglaterra é dramaturgo do West End londrino e da Broadway. Suas peças foram traduzidas para 30 idiomas e apresentadas em mais de 40 países. Atualmente, Quilter tem mais de 14 produções ativas acontecendo pelo mundo, totalizando mais de 30 espetáculos realizados.  Uma das produções de grande destaque é o espetáculo “End of the Rainbow” que foi adaptada para o filme vencedor do Oscar “Judy” (2019), estrelado por Renée Zellweger.  Ele também é autor da comédia “Glorious!”, de West End e Broadway, adaptada para o filme “Florence Foster Jenkins” (2016), dirigido por Stephen Frears e estrelado por Meryl Streep.     ERNESTO PICCOLO – diretor Ernesto Piccolo é ator e diretor. Entre seus recentes trabalhos como diretor de teatro estão “D.P.A. – Detetives do Prédio Azul, A Peça”; “Divã”; “Doidas e Santas”; “A História de Nós Dois”; “Simples Assim”, de Martha Medeiros”; “O Ovo de Novo – Galinha Pintadinha”; “Andança – Beth Carvalho, o Musical”. Desde 2010 dirige o festival de diversidade cultural Tangolomango, que reúne grupos culturais populares, tradicionais e contemporâneos, de várias partes do Brasil e da América Latina. PATRICYA
 TRAVASSOS – atriz Atriz, apresentadora, roteirista, escritora, diretora e compositora brasileira. Começou na década de 1970, no grupo de teatro Asdrúbal Trouxe o Trombone, ao lado de Regina Casé, Luís Fernando Guimarães, Perfeito Fortuna e Evandro Mesquita, criando e atuando nas peças “Trate-me Leão” e “Aquela Coisa Toda”. Na década de 1980, compôs canções, criou figurinos e dirigiu os espetáculos das bandas  “Blitz” e “Sempre Livre”. Entrou na Rede Globo em 1984 e, durante quatro anos, criou e escreveu “Armação Ilimitada”, além de ter sido roteirista de “TV Pirata”, “Delegacia de Mulheres”, “Vida ao Vivo Show”, da minissérie “Sex Appeal” e da novela “Olho no Olho”. Como atriz, participou de novelas de sucesso como “Brega e Chique” , “Bebê a Bordo”, “Vamp”, “A Próxima Vítima”, “Vira Lata”, “As Filhas da Mãe”, “A Lua me Disse”. E nos canais Globo, em seriados como “Lili, a ex” (GNT), “A Secretária do Presidente”, “A Vila” e “Dono do Lar” (Multishow). No teatro, atuou em “A Partilha”, de Miguel Falabella; “Capital Estrangeiro”, de Silvio de Abreu; “No Escurinho do Cinema”, de Luís Carlos Góes; “5 X Comédia”; “Monstra” e “Área” (estas duas de sua autoria), entre outras. No cinema, colaborou em roteiros de filmes como “Lua de Cristal” (1990), de Tizuka Yamasaki; e atuou em “Lili, a Estrela do crime”, de Lui Farias; “A Hora Mágica”, de Guilherme de Ameida Prado; “Minha mãe é uma peça 2”; “Mulheres Alteradas”; “Minha mãe é uma peça 3”; “Esposa de Aluguel (Netflix), entre outros. Escreveu os livros “Esse Sexo é Feminino”, “Alternativas de A a Z” e “Monstra e…

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Artificial Complex: Érico Ferry traz novo projeto musical à cena

Artificial Complex é um projeto musical concebido pelo compositor e artista visual teresinense Érico Ferry como desdobramento de seu trabalho solo originalmente chamado Fryer. Conceitualmente o nome do projeto faz referência à artificialidade dos espaços urbanos e das relações humanas. A sonoridade dos trabalhos realizados até o presente momento possui influências de diferentes gêneros de música alternativa, post-punk revival, shoegaze e música experimental/eletroacústica. Contando agora com novos integrantes e novas sonoridades, o projeto possui um álbum de estúdio intitulado “The Moth – Before the Darkness” (2021) gravado no estúdio Forest Lab, e um single + clipe chamado “St. Joseph Pt. II” (2022). Em 2023 foi realizado um financiamento coletivo na catarse para a produção de um novo single. A meta foi atingida em menos de 48h tendo atingido posteriormente 125% possibilitando assim o mais novo single do projeto intitulado Devaneio, o primeiro a ser lançado pelo nome Artificial Complex.

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Rock x Religião

Uma das principais características do rock é a contestação. O estilo veio, entre outras coisas, para questionar o que a sociedade impõe. Nessa coluna, irei destacar algumas músicas que questionam a religião ou fatos relacionados a ela, que é uma das coisas mais importantes na vida dos seres humanos e que, na minha opinião, é algo de extrema necessidade, mas que acaba sendo usada para as mais diferentes finalidades que não o bem, podendo se tornar uma das piores coisas que existem no mundo. Afinal, quem pode imaginar ter sentido uma guerra, ou seja, matar em nome de Deus? A verdade é que a usam basicamente para manipular e alienar os fiéis e ainda enriquecer algumas pessoas. Dito isso, vou listar algumas bandas ou artistas brasileiros que meteram o dedo na ferida, usando o rock da melhor forma possível. A primeira é a Plebe Rude, banda de Brasília que foi formada em 1981 e faz um punk rock, como não poderia deixar de ser, com críticas sociais e políticas. A banda se destacou por não se prender ao estilo, digamos, engessado do punk, misturando influências de bandas inglesas a arranjos e melodias mais elaboradas. A música em questão é “Até quando esperar”, que faz uma crítica ao capitalismo e, ao mesmo tempo, em alguns trechos, uma analogia entre o sistema econômico e a religião. Por exemplo, no trecho “E cadê a esmola que nós damos sem perceber que aquele abençoado poderia ter sido você?”, às vezes não percebemos que a nossa generosidade ao dar esmolas não é suficiente para diminuir as desigualdades e “aquele abençoado” poderia tanto ser o patrão ou Jesus, passando a ideia de que a pessoa teria uma vida melhor. E para fechar essa resumida análise, o refrão que diz “Até quando esperar a plebe ajoelhar esperando a ajuda de Deus”, enquanto o povo estiver ajoelhado rezando, nada irá mudar. Os caras estão na ativa e, como muitas coisas ainda não mudaram no país, eles continuam tendo de onde tirar inspiração para compor. Ele não poderia ficar de fora dessa lista. Raul Seixas é um dos caras que personificam o rock. Suas letras e músicas incríveis, além de nos divertir, nos levam à reflexão, como no caso de “Rock do Diabo”. Nessa letra, Raul fala da conexão e influência do diabo no rock, o ser do “mal” incita a rebeldia e liberdade que são coisas enfatizadas pelo rock. Proclamando o diabo como pai do estilo, ele sugere o poder do gênero musical que desafia as normas sociais. E para finalizar essa lista que poderia ser bem maior, uma música de uma das maiores bandas brasileiras que eu admiro que é a “Titãs”, também porque eles fizeram e fazem o que querem. Começaram com um som meio new wave, mais à frente flertaram com música eletrônica, mas o que eles sabem fazer melhor é o rock com muita guitarra e letras contundentes, como em “Igreja”. Os caras não tiveram receio de que a letra fosse trazer problemas, por vivermos infelizmente (na minha opinião) em um dos países mais religiosos do mundo, um dos motivos de sermos atrasados cultural e socialmente. Não concordo com tudo que a letra diz. Dito isso, uma das coisas que me chama atenção é que os versos dessa música vão direto ao ponto, sem rodeios, como podemos perceber logo no primeiro trecho: “Eu não gosto de padre, eu não gosto de madre, eu não gosto de Frei, eu não gosto de bispo, eu não gosto de cristo, eu não digo amém”. Eu incluiria “eu não gosto de pastor”, mas na época esse tipo não estava tão em evidência como (infelizmente) hoje em dia. Essa é uma das minhas preferidas da banda, pois além de tudo levanta a bandeira da liberdade de expressão e o inconformismo com instituições que fazem mal à humanidade, quando deveria justamente ser o contrário. E como de praxe deixo aqui os links das músicas: Plebe Rude.https://www.youtube.com/watch?v=Hau9i7FiVfM&pp=ygUecGxlYmUgcnVkZSBhdMOpIHF1YW5kbyBlc3BlcmFy Raul Seixas https://www.youtube.com/watch?v=uxzIiAQFTWM&pp=ygUacmF1bCBzZWl4YXMgcm9jayBkbyBkaWFibyA%3D Titãs https://youtu.be/ppQUPskpcvs

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Fides Angélica é eleita presidente da Academia Piauiense de Letras (APL)

Fides Angélica, acadêmica da APL foi eleita Presidente da instituição para o biênio 2024-2026, no sábado, dia 16 de dezembro. É a primeira vez em 106 anos que uma mulher ocupa esse cargo. Fides, que ocupa a Cadeira 40, que tem como patrono o poeta Mário Faustino, encabeçou a chapa de consenso. Ela é advogada, procuradora do estado, professora, conferencista e escritora. Natural de Floriano, tomou posse na APL em 26 de agosto de 1994. A diretoria para o biênio 2024-2026: Fonseca Neto – vice-presidente. Socorro Rios Magalhães – 1ª secretária. Magno Pires – secretário geral. Reginaldo Miranda – tesoureiro Zózimo Tavares – 2º secretário A posse da nova diretoria ocorrerá em 24 de janeiro de 2024, quando atual presidente, Zózimo Tavares passará o cargo.

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