Espetáculo Tropeço chega a Teresina neste mês de outubro

A peça de animação para adultos tem foco em temáticas relacionadas à terceira idade, nesta turnê comemorativa de 20 anos da companhia.  O espetáculo Tropeço, da Tato Criação Cênica, é um marco no teatro de formas animadas e tem importância significativa no cenário cultural brasileiro e internacional. A peça de animação para adultos chega a Teresina em outubro para oficina e apresentações nos dias 23, 24 e 25.  Sua relevância vai além da longevidade de quase 20 anos; está na capacidade de explorar temas universais como a solidão, a velhice e a vulnerabilidade humana com uma delicadeza ímpar, tão necessária nos dias atuais. A capacidade de continuar encantando diferentes gerações de espectadores mostra a dimensão de Tropeço no diálogo entre arte e público, contribuindo para a valorização do teatro de formas animadas no Brasil e no mundo.  Tropeço é um exemplo da potência narrativa do teatro visual, em que a animação é feita a partir das mãos dos atores, que ganham forma e movimento. Desta maneira, recria o cotidiano de duas idosas que vivem juntas. A ausência de diálogos verbais permite que o espetáculo se conecte com públicos de diversas línguas e culturas, tornando-o acessível e impactante, inclusive com o público surdo, que consegue acompanhar o espetáculo como qualquer outro público. Esse tipo de dramaturgia visual é rara, e o uso de formas animadas expõe uma camada de abstração que permite ao espectador se aprofundar nos sentimentos de maneira introspectiva, provocando reflexões íntimas e pessoais.  Ao integrar teatro de animação corporal com uma forte carga poética e estética minimalista, a Tato eleva a arte do teatro de animação a novos patamares. Tropeço conquistou prestígio em festivais internacionais, levando a produção cultural brasileira a palcos de países como França, Espanha e Argentina, entre outros. Além disso, o impacto emocional do espetáculo reside na sua habilidade de dialogar sobre o envelhecimento e as perdas, temas frequentemente marginalizados, de uma maneira sensível e acessível. Esse foco em experiências humanas profundas, aliado à sua universalidade, faz de Tropeço uma obra essencial para a compreensão do potencial expressivo das artes cênicas. A turnê começou em setembro com passagem por Ouro Preto e Belo Horizonte. Outubro é a vez de Teresina receber o espetáculo, que segue para o Ceará no mês de novembro. O espetáculo conta com audiodescrição ao vivo.   Agenda da Tato em Teresina: 23/10 – 17h – Oficina Dramaturgia Física no Teatro de Animação no Teatro João Paulo II, destinada a jovens e adultos, apresenta técnicas corporais e jogos teatrais. Conta com intérprete de LIBRAS 24/10 – 19h – Apresentação do espetáculo Tropeço no Teatro de Bolso Maria Nazaré Neri, em Teresina 25/10 – 19h – Apresentação do espetáculo Tropeço no Teatro João Paulo II, em Teresina, com audiodescrição ao vivo Os ingressos são gratuitos. Mais informações em https://www.instagram.com/tatocriacaocenica. Inscrições para a oficina através do formulário: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScqxF79exxMYzwTyDFOd0MwW68L3WXpnbBzoVdBz4ptjM6TNQ/viewform Mais sobre a Tato e sobre o espetáculo: Sinopse  Sobre uma mesa, com baús e alguns pequenos objetos cria-se um mundo onde dois atores manipuladores e suas mãos dão vida a duas personagens: duas velhas que moram juntas. Partindo da costumeira visão que temos da velhice, mostra-se sua solidão e as pequenas ações rotineiras, criando um universo de sutileza e extravagância, poesia e comicidade em mãos que andam, dançam, bebem, respiram, riem e choram.    Sobre a oficina A oficina Dramaturgia Física no Teatro de Animação inclui técnicas de respiração, flexibilização, aquecimento das articulações, alinhamento e integração corpo/mente, além de jogos teatrais, técnicas de animação corporal e improvisação de cenas para a criação de roteiros. O objetivo é oferecer aos participantes técnicas básicas do teatro de animação corporal, capacitando-os a criar personagens e improvisar cenas com foco na construção de pequenos roteiros físicos.    A oficina visa preparar os participantes com aquecimento corporal, exercitar a atenção e percepção coletiva, criar personagens com as mãos e adereços, e improvisar cenas na relação de dois personagens. O público-alvo são jovens e adultos a partir de 15 anos, preferencialmente com alguma experiência teatral, incluindo grupos de teatro locais, profissionais ou amadores, bonequeiros e estudantes da área. A seleção será feita via formulário de inscrição online. Vinte e cinco por cento das vagas serão reservadas para pessoas trans e travestis.  Tato Criação Cênica Formada em 2004 com a estreia do espetáculo Tropeço em Ouro Preto, Minas Gerais, pelos artistas Dico Ferreira e Katiane Negrão, a Tato Criação Cênica está prestes a completar 20 anos de atividades ininterruptas. A Tato mantém diversas obras em seu repertório e, devido à linguagem desenvolvida e às especialidades de cada artista integrante, conta com um leque de oficinas que inclui manipulação, construção, dramaturgia, corpo e voz. A Tato realizou algumas mostras independentes e participou de importantes projetos de Circulação do país como SESC Palco Giratório (2010); SESI Bonecos SP (2009/2016); Geada no Cerrado – Intercâmbio Tato PR/DF/GO – FUNARTE – Edital Myriam Muniz (2011); Tropeço Norte – BR Distribuidora com patrocínio da Petrobrás e Lei Federal de Incentivo à Cultura (2014); circulação SESC PR (2011/2015); Projeto de Ocupação da Funarte DF – Eixo Cerrado Paranoá Amazônico (2015); Mostra Petrobrás no Itaú Cultural (2014) e no Teatro Dulcina/RJ (2015); Circuito SESI de Cultura- PR(2015), Viagem Teatral SESI SP (2016). A Tato Criação Cênica também faz parcerias com vários grupos do país, em equipes de direção ou orientação de movimento, como a Repertório Artes Cênicas e Cia – ES (2014), Cia Gira Lua – SP (2020), alguns grupos paranaenses como Tecer Teatro (2024), Teatro de Bagagem (2023), Cia Élcio de Trento (2021) e no elenco de outras cias de teatro de animação como Cia. Mariza Bassos – SP (2005) e Cia Lumiato – DF (2024). Prêmios O espetáculo Tropeço já ganhou prêmios como Prêmio Gralha Azul de melhor espetáculo de 2008 pelo Centro Cultural Teatro Guaíra do estado do Paraná; Troféu Epidauro pelo Consulado da Grécia em 2008, Melhor espetáculo pelo júri especializado no Festival Internacional de Bonecos de Belo Horizonte de 2007; e Melhor direção, dramaturgia, iluminação e sonoplastia no Festival de Teatro de Campo…

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Morre Clodo Ferreira, músico e autor de ‘Revelação’, aos 72 anos

Compositor e instrumentista, Clodo Ferreira morreu aos 72 anos de idade; artista piauiense trabalhou com Rodger Rogério, Fagner e outros nomes da música brasileira Compositor e instrumentista, Clodo Ferreira morreu aos 72 anos de idade; artista piauiense trabalhou com Rodger Rogério, Fagner e outros nomes da música brasileira. Nascido em 30 de julho de 1951, em Teresina, no Piauí, Clodomir Souza Ferreira, conhecido como Clodo, se mudou com a família para Brasília em 1965, onde deu início à trajetória musical ao lado de seus irmãos Clésio e Climério. Compositor e instrumentista, o artista teve sua estreia marcada pela canção autoral “Ao entardecer” (1968), em parceria com Clésio. Logo formou um trio musical com os irmãos e se apresentaram nas noites da capital federal. No ano de 1974, lançou com Climério e Malú Moraes o álbum “Chope no escuro”, que trazia as músicas “Ave estrangeira”, “Prosa e verso” e “Rua São João”, faixas compostas por Clodo.

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Apresentação do Comitê de Cultura do Piauí

Na quinta, 20 de junho, aconteceu a apresentação do Comitê de Cultura do Piauí, no Clube dos Diários. Na oportunidade foi apresentada a equipe que representa o comitê local e as diretrizes do Programa Nacional dos Comitês de Cultura no Piauí. A programação que teve por objetivo ressaltar a grandiosidade da cultura e arte piauiense, contará com uma Feirinha criativa, que possibilitou artesãos locais a exibição e comercialização seus produtos, e uma grade de apresentação de grupos, coletivos e artistas solo. Dentre as atrações que se apresentaram teve BaiBai com a performance “Diálogos Afromusicais” numa referência ancestral. Abraçando todos os públicos. A classe artística LGBTQIAPN+ representada pelo Ballroom Piaui, com organização da Casa di Monique. O Break, que agora é esporte olímpico, foi representado pelo Break Dance Piauí, seguidos pelo Slam. A cena Rap neste evento, traz Preto Kedé, que acaba de lançar seu EP, ‘Voltei’. Em sua apresentação, somou com outros artistas. E As Fulô do Sertão, com repertório de música regional, reforçando a importância da mulher piauiense na música. Na dança, o Balé Folclórico do Piauí levou sua personalidade artística, representada pelos bailarinos, sob a orientação da diretora, Dra. Luzia Amélia. E uma Roda de Conversa sobre Culturas Periféricas e Políticas Públicas, e em seguida conhecemos o Programa Nacional dos Comitês de Cultura do Piauí, que contou inclusive com a presença de representantes do Ministério da Cultura – MINC. REALIZAÇÃO: – Associação Amigos da Arte e  da Cultura do Piauí/ASSAAC – Grupo Culturart – ⁠Ministério da Cultura/MINC APOIO: – Secretaria de Cultura do Piaui/SECULT – Associação Piauiense de Municípios/APPM – ⁠Conselho Estadual de Cultura/CEC – ⁠Fórum de Gestores Municipais de Cultura do Piauí

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A 3ª Feira Literária de Barra Grande acontecerá em Cajueiro da Praia- Piauí, nos dias 27, 28 e 29 de junho

A abertura oficial será às 8h do dia 27 de junho, contará com a presença dos homenageados: a escritora e editora Marleide Lins; a família do escritor e professor Elio Ferreira, homenageado in memoriam; autoridades municipais e estaduais, academia de letras; artistas, instituições de ensino e a comunidade em geral. A FLIBG é um evento literário anual que acontece na praia de Barra Grande, povoado localizado no município de Cajueiro da Praia, no litoral do Piauí. O projeto visa promover a literatura e a cultura, estimular o gosto pela leitura e fortalecer a identidade cultural das comunidades envolvidas. O evento consiste em uma série de atividades literárias, como palestras, oficinas, exposições de livros, apresentações de autores locais e regionais, notadamente, dos estados que compõem a Rota das Emoções, além de outras atividades artísticas também relacionadas à literatura. A ideia do projeto surgiu da necessidade de aproximar a literatura das comunidades locais, proporcionando um espaço de aprendizado e entretenimento cultural. A FLIBG entregará Cheque-livros para crianças e jovens que estudam em escolas públicas, assim como para a comunidade de pescador que tem pouco acesso aos livros e outros bens culturais. O contexto da FEIRA envolve a promoção da leitura e a valorização da cultura regional. O Projeto já teve duas edições: a primeira, no ano de 2022, aconteceu no Espaço Cultural Quintal das Artes Mirian Jales, reuniu 25 escritores e teve como escritor homenageado o jornalista Kennard kruel. A segunda contou com 50 escritores inscritos e aconteceu na Praça da Matriz de Barra Grande, homenageando Claudete Dias e Renat Castelo Branco (In Memoriam).

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O Balé da Cidade de Teresina Apresenta “Código das Borboletas” no Projeto Terças da Casa

O Balé da Cidade de Teresina Apresenta “Código das Borboletas” no Projeto Terças da Casa O Balé da Cidade de Teresina retorna à programação oficial com a apresentação do espetáculo “Código das Borboletas” no Teatro 4 de Setembro, no dia 28 de maio às 19h, como parte do projeto ‘Terças da Casa’. A entrada para o evento será um quilo de alimento ou itens de higiene pessoal, que serão doados para as vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul. O espetáculo “Código das Borboletas”, criado por Rafael Gomes, nasce das cores e do movimento das borboletas, trazendo uma narrativa surrealista. “As trajetórias sinuosas e o estado de espírito dessas criaturas servem como metáfora para a criação de uma comunidade que se comunica e coabita em um espaço-tempo próprio”, afirma Gomes. Segundo a coordenadora artística, Janaína Lobo, “o espetáculo busca criar um comum que precisamos ocupar na vida para dar sentido e dançar outras narrativas”. A interação entre os corpos e os movimentos singulares de cada dançarino forma uma comunidade dinâmica, marcada pelo amarelo de agitação e inquietude, que destaca a vitalidade de um mundo em constante movimento. A trilha sonora, composta por Sérgio Donato, acrescenta ritmo às emoções exploradas no palco. Com duração de 50 minutos, “Código das Borboletas” é um espetáculo livre para todas as idades, prometendo uma experiência envolvente e emocional. Participe desta apresentação especial e contribua para uma causa importante. O Balé da Cidade de Teresina é uma iniciativa da Prefeitura de Teresina, através da Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves. Esperamos por você no Teatro 4 de Setembro para uma noite de arte e solidariedade!

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Orquestra de Músicos das Ruas de São Paulo com agenda imperdível

A Orquestra de Músicos das Ruas de São Paulo completa 20 anos e fará grandes apresentações. Este projeto foi contemplado pea 7ª edição do Edital de Apoio a Música para cidade de São Paulo – Secretaria Municipal de Cultura. Nossa agenda está incrível: 21/06/2024 – Ceu Quinta do Sol, a partir das 14h. Dia 12/07/2024 – Sala Olido, a partir das 19h Dia 18/07/2024, na Fábrica de Cultura Brasilândia. A Orquestra de Músicos das Ruas foi criada em 2004 e tem uma trajetória singular na música popular brasileira. É composta por músicos de rua e músicos migrantes e imigrantes que representam suas culturas com seus instrumentos e tradições musicais. Depois de Neuropolis, lançado em CD pelo selo SESC, a Orquestra vem apresentar o show musical Não Vendemos Fiado! Correntes migratórias da cidade de São Paulo como sírios, haitianos e africanos. Com composições próprias que destacam a diversidade das relações humanas na grande metrópole, a Orquestra apresenta sonoridades vibrantes com arranjos originais que recriam gêneros da música brasileira como o maracatu, o samba e estilos musicais de seus integrantes, como ritmos da tradição árabe e do Caribe. O repertório da Orquestra é composto por criações próprias e, por vezes, coletivas; que mesclam de uma forma única as fontes originais de cada músico com a criatividade que a junção dessas matrizes propicia. As músicas abordam aspectos da vida e das interações culturais e humanas que caracterizam a nossa época; bem como de personagens urbanos que revelam a alma da cidade. Com direção musical de Emerson Boy e Livio Tragtenberg, os 10 músicos revezam-se em diferentes instrumentos, o que resulta num colorido musical em constante mudança. Tendo a informalidade e o humor como suas características principais, o show pode ser apresentado em diferentes espaços possibilitando uma proximidade maior com o público.

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André de Sousa, 30 Anos de Música!

Para celebrar 30 anos de carreira o professor de música, guitarrista, produtor, cantor, compositor e arranjador André de Sousa, está lançando um projeto na plataforma de financiamento coletivo catarse. A ideia desse grande guitarrista é arrecadar fundos para gravar um material audiovisual em estúdio, nesse registro estará contido um show com um apanhado de toda a sua carreira e ainda depoimentos de músicos e amigos falando da convivência e parceria com André, mas além disso com o valor arrecadado o músico pretende gravar um disco com músicas inéditas, com certeza mais um trampo de qualidade. Além de ajudar a cena independente e participar desse evento de grande relevância cultural, dependendo do valor da sua contribuição você terá direito a itens como canecas e camisetas referentes a essa celebração. A campanha começa no dia 11 de Março e você ainda pode acompanhar com transparência a destinação do valor arrecadado é só acessar a página do evento na plataforma Catarse no link www.catarse.me. Por tudo que esse cara já fez não só pelo rock mas também pela música piauiense, merece todo o nosso apoio, não tenho dúvida que a campanha vai ser um sucesso e em breve teremos mais um registro de excelente qualidade de André de Sousa pra curtir. Pra não fugir a regra vou deixar aqui um link de uma música desse grande artista. https://youtu.be/BrE5ZMgVJTc

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Lançamento do Filme “Mário Fontenelle, a oração silenciosa”, do cineasta Pedro Jorge

Dia 14 de março o CEC- Conselho Estadual de Cultura vai receber o cineastra Pedro Jorge para o lançamento do documentário de curta-metragem, com 25 minutos de duração, que retrata a biografia de Mario Fontenelle, desde a Parnaíba sua cidade natal, até Brasília, onde documentou a construção de Brasília através da arte da fotografia, tendo o seu acervo um caráter reconhecidamente histórico. O filme tem direção e roteiro de  Pedro Jorge de Castro, texto de Paulo José Cunha/ Pedro Jorge de Castro e narração de Paulo José Cunha. O lançamento será dia 14 de março, às 10h00, na sede do Conselho Estadual de Cultura, localizada à rua 13 de maio, 1513, Sul. O primeiro fotógrafo oficial de Brasília, Mário Fontenelle, é tema do documentário “ Mário Fontenelle, a oração silenciosa”. O filme é uma pesquisa, direção e roteiro do cineasta Pedro Jorge.   O curta-metragem mostra a história do fotógrafo por meio de documentos, imagens e depoimentos de profissionais de imagem, jornalistas, cientistas sociais e professores. A homenagem é um reconhecimento ao trababalho desse pioneiro, que morreu aos 67 anos no ostracismo no Lar dos Velhinhos Maria Madalena, localizado no Núcleo Bandeirante. Nascido em Parnaíba, Piauí, Mário Fontenelle é considerado um dos mais importantes memorialistas de Brasília, com a produção de mais de 5 mil fotografias da construção da Capital. Os registros foram feitos com uma máquina fotográfica recebida das mãos do então presidente Jucelino Kubitschek. Essas imagens compõem o acervo Fundo Novacap do Arquivo Público do DF, valioso conjunto documental que ajuda a contar a história de Brasília. Apesar da sua enorme contribuição, Mário Fontenelle morreu pobre, sozinho, e seus últimos anos de vida foram num asilo. Entre os seus registros mais emblemáticos estão o cruzamento dos eixos, marco zero da construção de Brasília e a clássica imagem de JK e Lúcio Costa, lado a lado, no local onde se iniciaria o Eixo Monumental

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Patricya Travassos e Eduardo Moscovis em “DUETOS

Patricya Travassos e Eduardo Moscovis em “DUETOS, A Comédia de Peter Quilter” Com direção de Ernesto Piccolo Turnê Nacional nas capitais: Teresina dias 20 e 21 de abril Recife dias 27 e 28 de abril Natal dias 04 e 05 de maio Salvador dias 18 e 19 de maio João Pessoa dias 01 e 02 de junho Brasilia dias 15 e 16 de junho Maceió dias 29 e 30 de junho O espetáculo examina e retrata de forma cômica o mundo caótico dos relacionamentos modernos, através de quatro histórias de uma mulher e um homem – não necessariamente casais – às voltas com seus próprios desejos e traumas em busca do amor, e enfrentando a solidão. Mais de 75 mil pessoas assistiram no Brasil! Sucesso absoluto de público e crítica! O espetáculo já foi encenado em mais de 20 países e traduzido para mais de 10 idiomas. AS QUATRO HISTÓRIAS: ENCONTRO ÀS CEGAS, QUASE CASADOS, DIVÓRCIO AMIGÁVEL, MAIS UMA VEZ NOIVA RECONHECIMENTO NO BRASIL O espetáculo foi indicado, em categoria especial, ao Prêmio Prio de Humor, criado por Fábio Porchat, pelos figurinos de Claudio Tovar. Além disso, ganhou o selo de qualidade “O Teatro Me Representa”, com quatro indicações do crítico teatral Gilberto Bartholo nas categorias “Melhor Comédia”, “Direção”, “Atriz” e “Figurino”. RECONHECIMENTO INTERNACIONAL  “Esta comédia com mudanças rápidas é doce, repleta de emoção e charmosa sem fazer esforço, cada personagem é esboçado com inspiração e muita habilidade.” (The Atlanta Journal Constitution) “A compreensão de Quilter sobre os desejos e peculiaridades humanas está à mostra e é investigada de forma muito afetuosa… Uma exploração calorosa e divertida do amor e de outras confusões.” (The Daily Telegraph) “Cativante, denso, engraçado e variado… A linguagem é sempre lindamente representada, específica para cada personagem e emocionalmente satisfatória… Duets é uma peça para ser valorizada!” (The Sydney Morning Herald) PALAVRA DE ATOR, PALAVRA DE DIRETOR  “Eu amo comédia. Adoro assistir e adoro fazer comédia. E ter quatro histórias na mão é muito divertido. Quatro personagens, quatro pensamentos, quatro carências, quatro caracterizações. Está sendo muito rico pra mim. Estamos chegando a lugares muito divertidos e ao mesmo tempo muito profundos – apesar de engraçados, os personagens falam de emoções muito humanas. Precisamos rir, mais do que nunca. Precisamos ir ao teatro.”, afirma Patricya Travassos. “A peça, na sua essência, fala de solidão mesmo, e de uma forma muito divertida. Das relações mais diversas que o ser humano experimenta para tornar a solidão menos dolorosa. São os encontros às escuras; a secretária e o patrão que têm uma relação de amor em que só não casam, não transam; o casal que vai separar, vai experimentar a solidão, mas não consegue; e por fim a noiva que está casando pela 3ª vez, e dá tudo errado. É uma lente de aumento, uma sátira dessas situações”, conta Ernesto Piccolo, diretor. A MONTAGEM O cenário de J.C. Serroni apresenta, em cada lateral do palco, um camarim onde atriz e ator farão, às vistas do público, suas trocas de roupa para cada cena. As próprias trocas são pequenas cenas individuais. De acordo com a luz, estes camarins estarão ora visíveis, ora invisíveis. Os demais elementos serão mudados a cada cena. Os figurinos são de Claudio Tovar, a iluminação de Aurelio de Simoni e a trilha sonora de Rodrigo Penna. PETER QUILTER – autor Peter Quilter, nascido em Colchester, Inglaterra é dramaturgo do West End londrino e da Broadway. Suas peças foram traduzidas para 30 idiomas e apresentadas em mais de 40 países. Atualmente, Quilter tem mais de 14 produções ativas acontecendo pelo mundo, totalizando mais de 30 espetáculos realizados.  Uma das produções de grande destaque é o espetáculo “End of the Rainbow” que foi adaptada para o filme vencedor do Oscar “Judy” (2019), estrelado por Renée Zellweger.  Ele também é autor da comédia “Glorious!”, de West End e Broadway, adaptada para o filme “Florence Foster Jenkins” (2016), dirigido por Stephen Frears e estrelado por Meryl Streep.     ERNESTO PICCOLO – diretor Ernesto Piccolo é ator e diretor. Entre seus recentes trabalhos como diretor de teatro estão “D.P.A. – Detetives do Prédio Azul, A Peça”; “Divã”; “Doidas e Santas”; “A História de Nós Dois”; “Simples Assim”, de Martha Medeiros”; “O Ovo de Novo – Galinha Pintadinha”; “Andança – Beth Carvalho, o Musical”. Desde 2010 dirige o festival de diversidade cultural Tangolomango, que reúne grupos culturais populares, tradicionais e contemporâneos, de várias partes do Brasil e da América Latina. PATRICYA
 TRAVASSOS – atriz Atriz, apresentadora, roteirista, escritora, diretora e compositora brasileira. Começou na década de 1970, no grupo de teatro Asdrúbal Trouxe o Trombone, ao lado de Regina Casé, Luís Fernando Guimarães, Perfeito Fortuna e Evandro Mesquita, criando e atuando nas peças “Trate-me Leão” e “Aquela Coisa Toda”. Na década de 1980, compôs canções, criou figurinos e dirigiu os espetáculos das bandas  “Blitz” e “Sempre Livre”. Entrou na Rede Globo em 1984 e, durante quatro anos, criou e escreveu “Armação Ilimitada”, além de ter sido roteirista de “TV Pirata”, “Delegacia de Mulheres”, “Vida ao Vivo Show”, da minissérie “Sex Appeal” e da novela “Olho no Olho”. Como atriz, participou de novelas de sucesso como “Brega e Chique” , “Bebê a Bordo”, “Vamp”, “A Próxima Vítima”, “Vira Lata”, “As Filhas da Mãe”, “A Lua me Disse”. E nos canais Globo, em seriados como “Lili, a ex” (GNT), “A Secretária do Presidente”, “A Vila” e “Dono do Lar” (Multishow). No teatro, atuou em “A Partilha”, de Miguel Falabella; “Capital Estrangeiro”, de Silvio de Abreu; “No Escurinho do Cinema”, de Luís Carlos Góes; “5 X Comédia”; “Monstra” e “Área” (estas duas de sua autoria), entre outras. No cinema, colaborou em roteiros de filmes como “Lua de Cristal” (1990), de Tizuka Yamasaki; e atuou em “Lili, a Estrela do crime”, de Lui Farias; “A Hora Mágica”, de Guilherme de Ameida Prado; “Minha mãe é uma peça 2”; “Mulheres Alteradas”; “Minha mãe é uma peça 3”; “Esposa de Aluguel (Netflix), entre outros. Escreveu os livros “Esse Sexo é Feminino”, “Alternativas de A a Z” e “Monstra e…

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Artificial Complex: Érico Ferry traz novo projeto musical à cena

Artificial Complex é um projeto musical concebido pelo compositor e artista visual teresinense Érico Ferry como desdobramento de seu trabalho solo originalmente chamado Fryer. Conceitualmente o nome do projeto faz referência à artificialidade dos espaços urbanos e das relações humanas. A sonoridade dos trabalhos realizados até o presente momento possui influências de diferentes gêneros de música alternativa, post-punk revival, shoegaze e música experimental/eletroacústica. Contando agora com novos integrantes e novas sonoridades, o projeto possui um álbum de estúdio intitulado “The Moth – Before the Darkness” (2021) gravado no estúdio Forest Lab, e um single + clipe chamado “St. Joseph Pt. II” (2022). Em 2023 foi realizado um financiamento coletivo na catarse para a produção de um novo single. A meta foi atingida em menos de 48h tendo atingido posteriormente 125% possibilitando assim o mais novo single do projeto intitulado Devaneio, o primeiro a ser lançado pelo nome Artificial Complex.

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