Talento e Protagonismo Feminino no Rock!

O rock, um dos gêneros musicais mais populares e emblemáticos da cultura mundial, não está livre do machismo, mas há algumas décadas vem acontecendo um crescimento na participação das mulheres, que por muito tempo, com algumas exceções, contribuíram apenas nos bastidores. Em um espaço onde antes as figuras masculinas dominavam, as mulheres estão cada vez mais alcançando destaque em todas as áreas da criação musical. Essa escalada, claro, é marcada por muitas conquistas e desafios. Artistas como Rita Lee, Janis Joplin e Joan Jett, entre muitas outras, são ícones que abriram caminho para que novas gerações de cantoras, compositoras e instrumentistas possam deixar seus nomes na música ou realizar o sonho de tocar em uma banda de rock. Tenho visto nas redes sociais algo que me deixa feliz: vídeos de muitas garotas tocando guitarra, bateria, baixo ou cantando. Antigamente via bandas com garotas na formação, mas geralmente havia um homem para completar. Mas tenho ultimamente visto vários grupos dos mais variados estilos só com mulheres na sua formação. Elas continuam tendo que enfrentar preconceito, sexismo, estereótipos e ainda romper os padrões da indústria musical, e estão firmes e fortes nessa empreitada. Um fator interessante na nova geração feminina é a diversidade de estilos que as meninas têm explorado. Elas vão do rock clássico ao thrash metal, passando pelo rock alternativo e punk, trazendo ainda uma visão feminina do mundo. Entre tantas bandas legais, vou destacar uma que me chamou atenção pela fúria e transgressão do seu som. Estou falando da Otoboke Beaver (@otobokebeaver), formada por quatro japonesas que sobem ao palco com roupas coloridas e vibrantes. Esse visual contrasta com o punk agressivo, com guitarras distorcidas, uma bateria nervosa e vocais ácidos. Não tem como não ser impactado pela performance das meninas. Tanto que lendas do rock como Eddie Vedder (@eddievedder), Jack White (@officialjackwhite) e Dave Grohl (@daveghrol) se declararam fãs da banda. Elas querem ser reconhecidas como uma banda de rock e não como uma de mulheres; não querem levantar bandeiras ou serem porta-vozes de nada. Para elas, as letras em japonês não afastam o público. Então vamos curtir o punk caótico e explosivo da Otoboke Beaver. Vou deixar aqui um link de um vídeo das meninas: https://www.youtube.com/watch?v=u4dTGOoo3FU&list=RDu4dTGOoo3FU&start_radio=1 Outra banda que vale a pena ser ouvida é a banda inglesa de rock alternativo False Advertising, formada pela guitarrista/vocalista Jen Hingley e Chris Warr em 2013, e completando a formação, Josh Sellers. A banda, obviamente, não é formada só por mulheres, mas merece ser citada aqui pelo talento e protagonismo de Jen na banda. Ela que foi listada na oitava posição no site Musicradar.com, como a melhor nova guitarrista do mundo na atualidade. A banda resolveu produzir e gravar suas músicas por conta própria e lançou um single e seu primeiro álbum autointitulado em 2015. Eles não esperam nada cair do céu e, após participarem de vários festivais importantes, organizaram em 2018 o seu próprio festival em Manchester, com o nome de Falsefestival. Uma das características da banda ao vivo é a troca de instrumentos entre os membros. Vale a pena dar uma conferida no som da banda. E aqui um link de uma das músicas: https://www.youtube.com/watch?v=FqI8Y55OyX0&list=RDFqI8Y55OyX0&start_radio=1 Eu poderia citar aqui pelo menos umas dez bandas femininas que estão fazendo um som de primeira, inclusive brasileiras que já estão sendo reconhecidas fora do país, como a Crypta (@cryptadeath) e a Nervosa (@nervosathrash), mas, por enquanto, vou ficar só com essas. Até a próxima Coluna do Belo.

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Lançamento de Obras na Academia Piauiense de Letras

A Academia Piauiense de Letras (APL), em parceria com o Conselho Estadual de Cultura do Piauí (CEC), realizará no dia 16 de maio de 2026, sábado, às 10h, na sede da Academia, no Auditório Acad. Wilson de Andrade Brandão, localizado na Avenida Miguel Rosa, 3300/S, Teresina-PI, a solenidade de lançamento de seis obras que integram a Coleção Obras de Ficção do Piauí, além de títulos de relevância acadêmica e poética. Entre os livros que serão apresentados estão: Sangue, de Da Costa e Silva Amor e Morte, de O.G. Rego de Carvalho Século XXI, de Berilo Neves Velário, de Abdias Neves Ações Judiciais Visando à Consecusão de Vagas para Leitos em UTI, de Geovanna Santiago Burlamaqui. Quatro dessas cinco obras foram editadas pelo Conselho Estadual de Cultura do Piauí, contando com prefácio do presidente do CEC, o escritor Nelson Nery Costa, que ressalta a importância da preservação e difusão da literatura piauiense. O presidente da APL, Antônio Fonseca dos Santos Neto, destaca que a iniciativa reforça o compromisso da Academia em valorizar a produção literária e acadêmica do estado, ampliando o acesso às obras de autores piauienses e fortalecendo a memória cultural. Para mais informações, os contatos disponíveis são o telefone 86 3221 1566 e o e-mail academiapiauiensedeletras@gmail.com.

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Entrega do Selo de Excelência Gastronômica da Culinária Popular Piauiense

  No dia 07 de maio de 2026 (nesta quinta), às 18h, será realizada a entrega do Selo de Excelência Gastronômica da Culinária Popular Piauiense ao estabelecimento Suco do Abrahão, que se torna o segundo agraciado pela iniciativa. A cerimônia será marcada pela simplicidade, com uma visita ao local e a entrega da placa de reconhecimento. O selo foi instituído pelo Conselho Estadual de Cultura do Piauí (CEC) e tem como objetivo valorizar e fortalecer a identidade e a tradição gastronômica do estado, certificando estabelecimentos que contribuem para a preservação da culinária popular piauiense. Em novembro de 2025, o CEC realizou a primeira entrega do selo à Casa do Beiju (@casa_do_beiju), localizada no bairro Vale Quem Tem, em Teresina-PI. O espaço é reconhecido por manter viva a tradição do beiju artesanal, iguaria que simboliza resistência, afeto e trabalho familiar, tornando-se referência na cultura alimentar do Piauí.     A história do Suco do Abrahão Fundado por Seu Abrahão, o estabelecimento nasceu no bairro Centro de Teresina, no cruzamento das ruas Rui Barbosa e Manoel Domingues. Inicialmente, contava apenas com um salão de vendas, hoje dedicado à comercialização de sucos e salgados. Foi ali que Seu Abrahão começou a produzir artesanalmente os sucos que se tornaram famosos na cidade, com destaque para o suco de abacate, elogiado por clientes de diferentes gerações. A fama dos sucos se espalhou não apenas pela qualidade e sabor, mas também pelo preço acessível, que permitiu que pessoas de diversas classes sociais frequentassem o local. Mais que um comerciante, Seu Abrahão cultivava relações de amizade e simpatia com seus clientes, tornando o espaço um ponto de encontro marcado pela hospitalidade e pelo afeto. Após o falecimento do Sr. Abrahão, o estabelecimento passou a ser administrado por seu filho, Carlean Alves, que mantém viva a tradição e o legado do pai, preservando a essência de um loca que se tornou parte da memória afetiva da cidade. “O Suco do Abrahão representa muito mais que um ponto comercial: é um espaço de memória, afeto e identidade cultural. Reconhecê-lo com o Selo de Excelência Gastronômica da Culinária Popular Piauiense é valorizar a história de Seu Abrahão e o esforço de sua família em manter viva uma tradição que pertence a todos os piauienses”, destacou Nelson Nery Costa, presidente do Conselho Estadual de Cultura do Piauí.

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Giro pelo Território EntreRIOS Nazária

  O Giro pelo Território Entre Rios, no município de Nazária, acontece no dia 9 de maio de 2026 na Escola Francisco Alves de Carvalho, localizada na Rua Beca Vasconcelos. A programação inicia às 8h com café da manhã e abertura animada pela Quadrilha Coração Caipira.   Às 8h30 será realizada uma roda de conversa sobre território, democracia e participação social, mediada por Marcia Alencar, presidente da COOPCATA3RS. Logo em seguida, às 9h, haverá assessoria cultural voltada a projetos e parcerias conduzida pela equipe do comitê. Às 11h30, João Rodrigues, presidente da Fequajupi, ministrará a oficina de avaliação técnica junina. A partir das 13h, o encontro de culturas reúne o Reisado Estrela do Amanhecer e a feirinha organizada pelo Grupo Mulheres Empreendedoras de Nazária, fortalecendo a identidade cultural e promovendo integração comunitária.

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Inovação na cena independente!

Na coluna de hoje, vou falar de três bandas brasileiras de rock. São três grupos que procuram e conseguem fazer um som que não chega a ser original, mas é algo diferente e com muita personalidade. A primeira banda foi formada no Rio de Janeiro, o El Efecto (@el_efecto). A proposta dos caras é criar algo inovador e, uma coisa que achei muito legal, eles entendem que a arte deve ser como uma trincheira e deve reverberar e organizar ideias que sejam aliadas da justiça social. Para eles, a arte deve estimular, questionar e ser um ponto de partida para transformações. A El Efecto é uma banda que não se prende à formação clássica do rock, incluindo no seu som instrumentos como clarinete, trompete, flauta e cavaquinho, e isso resulta numa variedade sonora que ainda tem elementos de música brasileira e latina. Vou deixar aqui um link de um clipe dos caras: https://www.youtube.com/watch?v=EU2vNzdmFPM&list=RDEU2vNzdmFPM&start_radio=1 A segunda banda é a Barba Rala (@barbaralaoficial), que foi formada em 2017 em Santa Rosa do Sul, Santa Catarina. Não é fácil definir o estilo deles porque eles misturam rock progressivo, stoner rock, groove metal e rock psicodélico, incorporando elementos de música brasileira. As letras em português abordam temas reflexivos que às vezes podem gerar várias interpretações. Um dos elementos que merecem destaque é a parte vocal com estruturas complexas, aliadas a refrões fortes, mas de fácil assimilação, buscando sempre surpreender e combinar com a parte rítmica, que também chama atenção pelas variações na estrutura das composições. Essas mudanças quebram as expectativas ao longo das músicas e isso prende a atenção do público. A Barba Rala, a princípio, teve uma boa aceitação de crítica e público, apresentando-se  e vencendo festivais independentes e fazendo shows por vários anos. Ao contrário do que geralmente acontece, as bandas só alcançam alguma notoriedade quando fazem alguns shows e lançam algum material de estúdio. Eles lançaram alguns singles antes do primeiro álbum, todos em 2025, e o disco de estúdio com o título “Nos Tempos do Egoritmo” foi lançado este ano. E aqui um link de um som da banda: https://www.youtube.com/watch?v=zoI1izN-W1o&list=RDzoI1izN-W1o&start_radio=1 A terceira banda é a teresinense Repthoids (@repthoids.band.oficial), que foi formada em outubro de 2023. A principal proposta musical está ligada à ufologia; o universo cosmológico é o tema abordado nas composições dos caras. A banda utiliza vários estilos com a intenção de ser experimental e inovadora. As influências que constroem e norteiam o som do grupo passam pelo cyberpunk, psicodelismo, hardcore, metal gótico, pós-punk, heavy metal, punk rock e hard rock. Tem que ter coragem e personalidade pra misturar todas essas vertentes. Outros diferenciais da banda são os nomes dos integrantes inspirados no universo ufológico, os integrantes Draconian guitarra e vocal, Siriano (baixo e backing vocal e Arcturiano na bateria se apresentam de máscaras inspiradas em ETs, que foram criadas pelo escultor Braga Thepi (@bragatepi.atelier) que fez parte da primeira formação da banda. No início de 2024 lançaram o seu primeiro single entitulado “Reptilianos” em todas as plataformas digitais em parceria com o selo Mundo Fechado (@mundofechadostudio). Vou postar aqui um link do som dos caras: https://www.youtube.com/watch?v=HUdSmDf3yQQ&list=RDHUdSmDf3yQQ&start_radio=1 É isso, galera, tem muita coisa boa rolando na cena independente, então vamos apoiar esses artistas que insistem nessa difícil missão de fazer rock nesse país.

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E o Rock??

Muito se fala do declínio do rock, para mim o estilo só não está na mídia como há algumas décadas, mas continua firme e forte e, na minha opinião, a mídia precisa mais do rock do que o contrário. O rock, entre outras coisas, é movido por rebeldia e inconformismo e, pelo jeito, as novas gerações ainda terão motivos para se rebelar e não se conformar com guerras estúpidas, com o crescimento do fascismo, desigualdades sociais, genocídios e outras idiotices características do ser humano. Existem muitas boas bandas novas já com carreiras consolidadas e ótimas bandas novas surgindo. Mas e quando as lendas, como por exemplo os Stones (@therollingstones), Deep Purple (@deep_purpleofficial), Judas Priest (@judaspriest),  Metallica (@metallica) e Guns’n Roses (@gunsnroses), Iggy Pop (@iggypopoficial), Alice Cooper, (@alicecooper) pararem? Claro outros grupos, de certo modo, preencherão a lacuna, talvez não com a mesma força ou relevância, mas o importante é que essas bandas conquistem seu lugar com sua própria personalidade e não tentem copiar o que já foi feito. Fico pensando como deve ser difícil para esses caras dessas bandas clássicas decidirem a hora de parar, eles que passaram mais da metade de suas vidas em cima do palco, longe da família, viajando pelo mundo em turnês que em muitos casos duraram anos, que foram divertidas mas ao mesmo tempo exaustivas, física e mentalmente, também devem sentir um misto de sentimentos, e provavelmente se perguntem, será que vou me acostumar a não sentir a energia dos fãs, ficar mais tempo em casa e não ter mais que me preocupar em compor para um novo disco, nem ensaiar para a próxima turnê e também ficar “longe” dos amigos de banda, lembrando que em alguns casos passaram mais tempo com eles do que com a família. E talvez pra encerrar um ciclo ou não, muitas bandas estão se reunindo pra fazerem turnês de despedida ou reuniões com a formação original ou com membros que ainda estão vivos, no Brasil posso citar os Titãs (@titasoficial) com a turnê “Encontro”, o sucesso foi tão grande que vários shows extras tiveram que ser agendados e agora estão com uma tour celebrando o clássico “Cabeça Dinossauro” tocado na íntegra, outras duas reuniões interessantes para os fãs, são as do Barão Vermelho (@baraovermelhooficial) com a volta de Frejat e Dé Palmeira e a do Kid Abelha (@kidabelha) que não contará com Leoni, que fazia parte da formação original. Além dessas duas, a banda gaúcha Cachorro Grande (@cachorrograndeoficial) se reuniu, está em turnê e lançará um disco de inéditas, para mim uma excelente notícia, torcendo que essa turnê passe por aqui. E continuando com boas notícias, alguns dinossauros do rock estão prestes a lançar discos com músicas inéditas. São eles: Rolling Stones (@therollingstones), Neil Young (@neil_young_oficial e Yes (@yesoficial), vem coisa boa por aí. Já mataram o rock várias vezes, mas ainda por muito tempo haverá alguém querendo fazer barulho com letras contestando a sociedade com humor, sarcasmo ou “simplesmente” falando da vida. LONGA VIDA AO ROCK’N ROLL.

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Comitê na Praça: arte, cultura e roda de conversa

No dia 26 de abril de 2026, a Praça Pedro II será ocupada por cultura, diálogo e celebração coletiva. O Comitê de Cultura do Piauí, em parceria com a Feira na Praça, promove uma programação especial voltada aos fazedores e fazedoras de cultura, com atendimentos, apresentações artísticas, participação social e incentivo à economia criativa. O evento é gratuito e aberto ao público, fortalecendo os territórios culturais, valorizando as tradições populares e ampliando o acesso à informação, orientação e apoio institucional para quem vive da cultura.   PROGRAMAÇÃO PALCO   ➔ Banda Validuaté     ARENA CARNAÚBA ➔ Bumba Meu Boi Imperador da Ilha ➔ Cia Andressa Garcia – Rainha G Nacional de Quadrilhas Juninas ➔ Bumba Meu Boi Mimo de São Jorge   LOUNGE DO COMITÊ ➔ Roda de Conversa: 1º de maio também é dia do trabalhador da cultura ➔ Atendimento aos fazedores de cultura, com orientações, informações e apoio   FEIRINHA ➔ Artesanato ➔ Gastronomia ➔ Produtos criativos SERVIÇO Data: 26 de abril de 2026 Horário: 9h às 13h Local: Praça Pedro II REALIZAÇÃO Assaac Piauí Comitê de Cultura no Piauí Feira na Praça Secretaria de Cultura do Piauí Ministério da Cultura Governo Federal Cultura na praça, diálogo em movimento e o trabalhador da cultura no centro da cena. Venha participar.

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Luna Di, faz música romântica e experimental!

Nessa edição, vou falar de uma artista brasileira que, nas minhas audições principalmente no YouTube, me chamou a atenção. É a cantora e compositora Luna Di (@lunadimusic), que aos cinco anos já cantava musicais da Disney, mas foi aos quatorze anos que seu pai, por acaso, viu sua filha cantando uma música de Fred Mercury e percebeu que a menina tinha talento e se tornou um dos maiores incentivadores para que Luna seguisse a carreira de cantora. Ela nasceu em Joinville, Santa Catarina, mas foi quando mudou para Pinhais, no Paraná, que Luna venceu a timidez e, na igreja, começou a aprender a tocar piano, cantar em banda e a se desenvolver como artista. Aos dezessete anos, teve que mudar para Balneário Camboriú, onde foi morar com sua mãe. Foi lá, por diversão, que Luna começou a cantar na rua e essa experiência faria grande diferença na carreira da artista. Quando mudou para São Paulo, Luna continuou cantando nas ruas e assim foi desenvolvendo uma forma de se apresentar ao público. Durante a fatídica pandemia de covid, a artista produziu vídeos no Tik Tok, começou a compor e as primeiras composições foram em inglês. Quando estava planejando lançar um EP, Luna começou a trabalhar com a SNI Produções e, nas conversas sobre a condução da carreira da cantora, decidiram começar com um single em português. E assim surgiu “Princesa Paulista”, que viralizou com mais de quarenta e cinco mil visualizações no antigo Twitter e mais algumas milhares no Tik Tok. A canção ajudou a alavancar a carreira da cantora de vinte anos. Luna transcende e transita por várias linguagens e tem um cuidado apurado com a estética do seu trabalho, explorando uma performance teatral. Sua música é experimental, nostálgica e romântica, entre outras coisas, mas ela não abre mão do pop e de melodias simples. Vale a pena conferir o som de Luna Di e vou deixar aqui um link da música “Querido”. https://www.youtube.com/watch?v=4fkR1M6MBAI

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Lançamento da coletânea A Palavra é Delas – Verso & Prosa

No próximo dia 28 de abril de 2026, às 18h30, a Livraria Entrelivros, em Teresina, será palco de um encontro especial com a literatura feminina. A Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil (AJEB), seccional Piauí, promove o lançamento da coletânea A Palavra é Delas – Verso & Prosa, obra que reúne textos de escritoras de diferentes estados e celebra a força da produção literária contemporânea. Sob a coordenação de Alzerina Pinho, Fátima Oliveira e Valéria Silva, o livro apresenta poemas e prosas que refletem experiências, sensibilidades e olhares plurais sobre o mundo. Cada autora contribui com sua voz única, compondo um mosaico literário que reafirma o poder da palavra como instrumento de expressão e transformação. O prefácio é assinado pela presidente nacional da AJEB, Irislene Morato. Autoras participantes A coletânea reúne 19 escritoras, sendo 11 da AJEB Piauí e 8 de outros estados. Entre elas: Alexandra Teodoro, Alzerina Pinho, Anna Liz, Elinalva Oliveira, Elisangela Santos, Emília Alves, Erlinda Maria Bittencourt, Fátima Oliveira, Jasmine Malta, Josenyede Lua, Kátia Colares, Leni Zilioto, Lúcia Ana Melo, Luíza Castro, Maria das Graças Targino, Nancy Alcântara, Nazareth Dória, Rosângela Sousa e Valéria Silva. Sobre a obra Mais do que uma coletânea, A Palavra é Delas – Verso & Prosa é um manifesto literário que celebra a potência da escrita feminina. Cada texto revela universos particulares, mas todos se unem em um mesmo propósito: reafirmar que a palavra é, sim, delas. Convite O público está convidado a prestigiar este momento de celebração da literatura e da voz das mulheres. O lançamento promete ser um encontro de arte, cultura e inspiração, fortalecendo o espaço da escrita feminina no cenário literário brasileiro. Serviço Lançamento da coletânea A Palavra é Delas – Verso & Prosa 📅 Data: 28 de abril de 2026 🕡 Horário: 18h30 📍 Local: Livraria Entrelivros – Av. Dom Severino, 1045, Bairro Fátima, Teresina

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Giro Pelo Território Entre Rios leva a Beneditinos ações do PNCC-PI

O Giro Pelo Território Entre Rios, ação integrante do Programa Nacional dos Comitês de Cultura (PNCC-PI), será realizado em Beneditinos no dia 17 de abril de 2026, às 15h, na Câmara Municipal. O PNCC-PI tem papel essencial na consolidação da cultura como direito e como instrumento de cidadania, fortalecendo os comitês locais, ampliando o acesso às políticas culturais e valorizando a diversidade artística e os saberes tradicionais das comunidades. Sua importância está em descentralizar as ações culturais, estimular a criatividade e preservar a memória coletiva, criando espaços de diálogo e protagonismo para agentes culturais. Nesta edição, o público terá acesso ao lançamento dos Editais PNAB, que abrem novas possibilidades de financiamento para projetos culturais, além da Oficina de Elaboração de Portfólio, voltada para capacitar artistas e produtores na organização e divulgação de seus trabalhos. A programação também celebra a riqueza cultural da região com apresentações da Junina Furacão, do Grupo de Capoeira Gaditas e do sanfoneiro João de Deus de Sousa, que traz a força da música tradicional nordestina. O evento será marcado ainda pelo lançamento do livro “João, Uma Assinatura de Cultura e Lugares de Memória”, obra que resgata histórias e referências culturais locais. A participação da população é fundamental para fortalecer este movimento, pois cada presença contribui para dar visibilidade às manifestações culturais e para consolidar o papel da cultura como elemento de identidade e cidadania. 📅 17 de abril, às 15h 📍 Câmara Municipal de Beneditinos – Rua Floriano Peixoto, Nº 256, Beneditinos – PI, CEP: 64.380-000 Realização: PNCC-PI, ASSAAC, Grupo Culturart, Ministério da Cultura, Governo Federal Apoio: Prefeitura de Beneditinos e FEQUAJUPI

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