Nepo Baby X Talento!

Um dos assuntos que tem gerado discussão no mundo artístico é a questão dos “nepo babies”, pra quem não sabe, o termo descreve filhos de artistas que alcançam alguma notoriedade ou sucesso, supostamente, por ser filho de algum famoso e por conta disso poderá ter sua carreira facilitada e até chegar com mais facilidade ao “estrelato”. Mas se o “nepo baby” não tiver talento suficiente para manter uma carreira estável de sucesso? O fato de ter ajuda direta ou indiretamente do pai ou da mãe não vai ser determinante para que ele tenha sucesso ou reconhecimento. Para mim, o que importa é se o(a) artista é bom ou boa.  O que entra nessa discussão é que muitos artistas talentosos que não são “apadrinhados” não conseguem muitas vezes nem gravar suas músicas, enquanto que os filhos dos artistas famosos têm mais facilidade para gravar e divulgar o seu trabalho. Outra questão que deve ser levada em conta é a pressão que os filhos de famosos devem sofrer pra  “provar” que  herdaram talento dos pais e que, de certa forma, têm que manter o legado do seu sobrenome. Viver à sombra de uma estrela da música, deve ser muito difícil como o caso da cantora Maria Rita  (mariaritaoficial), filha da maior cantora brasileira, Elis Regina,  ainda mais por ela  ter uma voz parecida com a da mãe, então é mais complicado fugir das comparações. Felizmente, a filha tem muito talento,  personalidade e conseguiu furar a bolha e se tornou uma grande estrela da MPB. Um cantor e compositor que está sendo chamado de  “nepo baby” é o Chico Chico (@duasvezeschico), filho de Cássia Eller. Que já teve música e disco indicados ao Grammy Latino, já participou de shows e gravações de grandes artistas como Maria Bethânia, Nando Reis, Tetê Espíndola entre outros. Com sua bela voz, carisma, talento e personalidade o cantor e compositor está construindo uma carreira sólida. Claro que o “nome da mãe” ajuda mas na minha opinião ele merece o reconhecimento que alcançou até agora. Vou deixar um link de uma música do Chico Chico: https://www.youtube.com/watch?v=zWKeWzbWn1U&list=RDzWKeWzbWn1U&start_radio=1   O número de filhos de artistas que seguiram ou seguem os passos dos pais é imenso, temos exemplos de músicos, atores, atrizes e etc. Acredito que as pessoas deve analisar o trabalho desses artistas, deixando de lado a paternidade ou maternidade dos mesmos, focando na capacidade artística. Se o talento se perpetua no DNA a arte e o público só tem a ganhar.

Read More

Toda Palavra é um Mundo: evento reúne escritores e leitores em dois dias de celebração cultural em Teresina

  A Galeria The Doors, em Teresina, foi palco nos dias 17 e 18 de junho de 2026 do projeto “Toda Palavra é um Mundo – Sarau”, que trouxe uma programação diversificada de bate-papos, oficinas e apresentações artísticas. O evento destacou a força da palavra como instrumento de reflexão, criação e encontro.   Reflexões e oficinas No primeiro dia, o público participou de debates sobre literatura e linguagem. O escritor e professor Wellington Soares abriu a programação com o bate-papo “Crônica: A Poética do Circunstancial”. Em paralelo, a jornalista e escritora Fátima Oliveira conduziu a oficina de Assessoria de Imprensa. À tarde, o professor Newton Neto discutiu “A Língua que Habito: A Arte de Ser Poliglota na Sua Própria Língua”, seguido por uma conversa com a escritora Clara Mello, mediada por Fernanda Paz. O encerramento ficou por conta do Sarau Literário, acompanhado pela música de Bruno Baruque, que trouxe poesia e melodia em sintonia. No segundo dia, a programação seguiu com a oficina de Elaboração de Projetos, ministrada por Alexandra Teodoro, e o bate-papo com o professor Juscelino Aquino, que abordou “A Leitura como Experiência de Vida: O Papel dos Clubes de Leitura na Formação Integral dos Estudantes”. Um espaço de encontro O evento reuniu escritores, professores, jornalistas e leitores em um ambiente de troca e aprendizado. Para os organizadores, o sarau cumpriu seu papel de aproximar diferentes vozes e mostrar que cada palavra, de fato, pode abrir novos mundos.  

Read More

Segundo semestre, barulhento!

O ano de 2026 tem sido muito bom em relação a shows em Teresina, com bandas autorais e covers  locais e nacionais. Acredito que, a partir deste ano, com a quantidade e qualidade dos shows, teremos também a volta do público aos shows. Temos mais casas de show que abrem espaço para o rock, como A casa do Tal Rock And Roll (@acasadotalrockandroll) e o CCC-Centro Cultural do Centro (@centroculturaldocentro). Em março, no Bueiro do Rock (@bueirodorock), rolou o Teresina Hardcore com as bandas Óbtus (@obtushc), Azínus (@azinusoficial), Káfila (@kafilahcthe) e Cianeto (@cianetohc). No mesmo mês, aconteceu uma homenagem a André Matos (In memoriam), um dos maiores vocalistas do metal nacional que infelizmente nos deixou. Esse tributo foi feito por um time de feras intitulado  “All Metal Stars BR” ,contando com um dos maiores guitarristas do país, Eduardo Ardanuy, no vocal Thiago Bianchi e o baterista Aquiles Priester. No mês de abril, foi a vez da lenda do hardcore brasileiro Ratos de Porão (@ratosdeporao), tocar mais uma vez no Bueiro do Rock, com as bandas Eskrota (@eskrotacs) São Paulo, Bayside Kings (@baysidekings) de Santos e a banda local Òbtus que sempre detona nos seus shows. Ainda em abril, teve também mais shows mesclando bandas locais e de outros estados. No dia 22 a atração principal foi mais uma banda paulista, Agrotóxico (@agrotoxicohc), e completando o cast, as bandas piauenses Azinus, War Torment (@wartorment) e Miséria (@banda_miseria_official). Foram muitos eventos, não dá para listar todos. E para o restante do ano tem muito mais.     Já estamos em junho, vou destacar o que vem pela frente no dia 19 no CCC, após o jogo do Brasil tem o show de blues do excelente guitarrista piauiense Sid Vitor (@sid_blues), no mesmo dia no Bueiro do Rock em rítmo de copa do mundo tem Anno Zero (@annozeroband) e Damage (@damge_metal), no dia 20 vai rolar  “Do Punk ao Grunge” com as bandas Óbtus, Aurodharma (@aurodharma) e Chinnask (@chinnask.grunge).     Na Casa do Tal Rock’n Roll , no dia 21 acontece o “Cena Rock”  com Azínus ( @azinusoficial), Os Cardinais (@oscardinais ) e Reizzor (@reizzorband) no dia  27 vai ser a vez do  “Teresina Sombria” evento voltado ao rock alternativo e o pós-punk com as bandas cearenses  Eron Noise(@eronnoise) e Sem Reflexo (@semreflexo)e a banda piauiense Céu de Concreto (@ceudeconcreto.oficial) que apresenta uma junção de experiências e referências da música alternativa sem se prender a um único estilo, eles transitam entre o pós-punk, o gótico e a energia do metal oitentista, mas o principal objetivo é ter liberdade artística. A banda projeta para o segundo semestre a gravação de um single e de um EP.     No mês de julho, no dia 11,  no Alive Studios (@alive_producoes) tem a terceira edição do Aliança Core Fest com a banda de rock alternativo de São Paulo  Bullet Bane(@bulletbane),  e ainda Hacervo (@hacervo.oficial) e  Ponto Lunar (@pontolunarr ), que criou esse projeto que serve para movimentar a cena e unir as bandas. Vida longa ao Aliança Core Fest.     Mais um show internacional imperdível em Terehell, que será o primeiro grande projeto da Thelightproductionbr (@thelightproductionbr), produtora que promete movimentar a cena roqueira com eventos do porte como o que traz o grande vocalista italiano Fabio Lione apresentando a “Epic Tales Brasil Tour – Part 2” com a participação do virtuoso guitarrista do Viper (@viper_brazil) Kiko Shred e tem também a banda Storia (@storiaband) lançando seu novo disco  “Revenant: A Righteous Revenge”. Será no dia 18 de julho. Os ingressos podem ser adquiridos na Stillusrock e pelo site Articket ( https://articket.com.br ). Vamos prestigiar para que mais shows como esse aconteçam por aqui.     Em agosto tem a oitava edição do Festival Agosto do Cão (@agostodocao), que esse ano vai deixar os velhos headbangers de Teresina felizes. No line-up estão duas bandas clássicas do metal nacional, a piauiense Vênus (@venus_banda) e a carioca Azul Limão (@banda.azul.limão). Além delas, vai rolar discotecagem com LPeso (@lpesodemetal)e a volta de uma lenda do hardcore do Piauí, a banda Verme Noise (@verme_noise3030) . Sem querer desmerecer os outros eventos, mas esse festival vai ser um dos melhores eventos do ano. O ingresso físico está disponível na Stillus Rock e de forma online na plataforma Sympla (https://sympla.com.br).     O mês de setembro vem com mais porrada, começando com mais um grande show produzido pela Xtaff Laboratório Artístico (@xtaffonline), produtora que tem organizado excelentes eventos por aqui e dessa vez traz um tributo a “Death”, uma das lendas do death metal mundial com a banda Left To Die  na turnê Brazilian Notheast Tour 2026. A banda conta com ex-integrantes da formação clássica da “Death”. As outras bandas que irão se apresentar são Flagelador (@flagelador ), Cemitério (@cemiteriodeathmetal ) e Into Morphin (@intomorphinband  Vai ser no dia 03 de setembro no Bueiro do Rock. Os ingressos de forma online estão disponíveis no site Meaple (http://meaple.com.br e de forma física na Stillus Rock e Metalunderstore (@metalunderstore).     Ainda no mês de setembro o Bueiro do Rock recebe a banda de thrash metal Nervosa (@nervosathrash com a primeira etapa da turnê nacional Slave Machine Tour que está divulgando o lançamento de seu novo álbum, será no dia 18 de setembro, confirmando a boa fase as meninas vão se apresentar no Rock In Rio 2026. Para mais informações acesse @lpmetalworld.     No final de setembro a Tamanduá Produção (@tamanduaproducao ) trará ao Bueiro do Rock a banda de black metal Lúxuria de Lillith (@luxuriadelillith) , a abertura do show será com as bandas Victhorian (@victhorianbm), Furit(@furitband ) e Cristo Cadavérico ( @cristocadaverico_horda ) Ingressos antecipados na Stillus Rock. Eventos para todos os gostos, com excelentes atrações, resta agora a galera deixar o comodismo de lado e apoiar a cena! LONG LIVE THE LOUD!

Read More

Eva e a Maçã – psicanálise e o Desejo do inconsciente é nova obra de Alexandra Teodoro e Cândido Neto

A partir desta sexta-feira, dia 12 de junho, o livro “Eva e a Maçã”, escrito por Alexandra Teodoro e Cândido Neto, está disponível para compra na Livraria Entrelivros. A obra chega como um convite à reflexão sobre a condição humana, unindo mito e psicanálise e explorando os caminhos da subjetividade.   Mais do que uma releitura da narrativa bíblica, o livro apresenta Eva como metáfora universal: ao estender a mão ao fruto proibido, ela inaugura a experiência da liberdade — marcada pela angústia, pela responsabilidade e pela criação. 📖 Em cada capítulo, o leitor percorre uma jornada que atravessa o desejo, o inconsciente, a linguagem, a culpa e a liberdade, até chegar à cultura e à subjetividade. Inspirado pelas contribuições de grandes psicanalistas como Freud, Winnicott, Jung, Lacan e Melanie Klein, “Eva e a Maçã” mostra como o mito continua a nos interpelar, convidando cada leitor a reconhecer que não há essência anterior à existência: cada escolha é um ato inaugural que nos constitui como sujeitos. ✨ A obra é, portanto, um chamado à reflexão pessoal: qual é a sua maçã? Qual desejo o desafia? Qual transgressão pode inaugurar sua própria consciência?

Read More

Stela Ananda lança no Salipi O Mágico Abraço: afeto e ludicidade na alfabetização

O novo livro infantil “O Mágico Abraço” transforma o processo de alfabetização em uma experiência encantadora, unindo afeto, fantasia e brincadeira. Mais do que aprender letras, o letramento é a capacidade de usar a leitura e a escrita de forma significativa no cotidiano: compreender textos, expressar ideias e interagir com o mundo por meio das palavras. Já a alfabetização é o reconhecimento das letras e sons, combinando-os para formar palavras e frases. Hoje, entende-se que alfabetizar é muito mais do que ensinar códigos — é permitir que a criança seja protagonista de sua própria aprendizagem. Nesse caminho, a ludicidade, as histórias e as brincadeiras tornam-se ferramentas essenciais para despertar o interesse e facilitar a compreensão. É nesse espírito que surgem as estrelinhas Alfa e Beta, personagens de “O Mágico Abraço”, que convidam as crianças a explorar o universo das palavras com curiosidade e afeto. O resultado é uma jornada divertida e cheia de significado. ✍️ Sobre a autora – Stela Ananda de Barros é escritora, internacionalista e psicopedagoga, com mais de 20 anos de experiência na área educacional. – Doutoranda em Letras pela UFPI, pesquisa os impactos da narrativa de fantasia na psiquê humana. – Mestre em Relações Internacionais pela UFBA e em Estudos Internacionais pela Universitat de Barcelona. – Autora da coleção Respire fundo (EDUFBA). – Coordena o projeto Letramento Lúdico, que promove práticas inovadoras para alfabetização e letramento. 📅 Participação no Salipi Stela Ananda estará presente no Espaço EDUFPI, no dia 12 de junho, às 18h, para compartilhar sua obra e dialogar sobre práticas inovadoras de alfabetização e letramento.

Read More

Música preta brasileira!

Nessa edição, vou falar de artistas que, na minha opinião, merecem mais visibilidade. A grande mídia, infelizmente, não está interessada em mostrar esse tipo de artista, que faz trabalhos mais elaborados, mas isso não quer dizer que sejam de difícil assimilação. Também não estão começando as suas carreiras, mas podemos dizer que fazem parte da nova MPB. Vou começar destacando a cantora, compositora, atriz, ativista e pesquisadora sergipana, Héloa (@heloaeu). Quando ainda estava na faculdade cursando artes visuais, Héloa teve sua primeira experiência com banda. Muito antes disso, aos treze anos, ela começou a estudar canto lírico, dança e teatro. Em 2013, ela lançou o Ep “Solta”, com esse primeiro trabalho ela conseguiu ganhar prêmios e fez uma turnê pelo nordeste. Com a boa aceitação de seu trabalho, Héloa percebeu que era hora de mudar para um grande centro cultural, a cidade de  São Paulo, isso em 2016. Nesse mesmo ano, ela lança o álbum “Eu” e já consegue uma boa repercussão tanto da crítica quanto do público. O álbum “Opará”,  lançado em 2019, teve total influência da imersão da cantora na religião afro-brasileira e no contato com os indígenas da tribo Kariri-Xocó. Em dezesseis anos de carreira, podemos constatar que Héloa busca uma troca com artistas e ativistas negros e indígenas, buscando a exaltação da força das raízes das matrizes africanas e indígenas, mostrando a sonoridade dos povos de terreiro e de aldeia. Algo interessante no trabalho de Héloa é como ela consegue unir elementos de suas raízes ancestrais com a música contemporânea, juntando a percussão com bases eletrônicas.  Ela é mais um grande talento que deve ser mais vista! Como sempre, vou deixar aqui um link de uma música dela: https://www.youtube.com/watch?v=a7ShNYWvtDY&list=RDEMKx867ofCcEFzhReJOqDQkg&index=2   O Soul de brasileiro (@soudebr)  é um trio vocal carioca que iniciou suas atividades em 2005, é formado por Negra Silva, José Júnior e Ge Vieira, o grupo chamou atenção em 2011 quando foi finalista do Favela Festival. O som deles é uma mistura de soul music, MPB e jazz, enfatizando a cultura afro-diaspórica. Dessa salada surge algo totalmente brasileiro. O Ep  “Ciclo 4” foi lançado em 2021 e teve a produção e direção artística da grande Sandra de Sá. Com harmonias vocais elaboradas, eles mostram força no seu canto. A ideia do grupo é retratar a periferia como um local onde também existe arte, fé e raízes ancestrais. Celebrando o que há de bom nesses locais, assim como resistência e orgulho de suas origens. No significativo mês da consciência negra, em 2025, foi lançado o single “De onde eu vim”, que é o primeiro single do primeiro álbum do trio, que terá o título de “Sou”. Para divulgar a faixa, foi produzido um clipe documental gravado na Vila Kennedy, comunidade onde os integrantes nasceram. A canção foi gravada no lendário estúdio “Toca do Bandido” com distribuição da Universal Music Brasil. O aguardado primeiro álbum do trio deve trazer toda a energia da periferia, fundindo soul music, samba e poesia urbana. Vem coisa boa por aí. Enquanto esse disco não vem, vou deixar aqui um link de uma música do trio: https://www.youtube.com/watch?v=TDUydZEw52M&list=RDTDUydZEw52M&start_radio=1                              

Read More

Vejam e ouçam, André de Sousa e Aloha Haole!

Como falei na primeira coluna dessa nova “temporada”, não tenho compromisso de mostrar artistas novos ou lançamentos,  lógico que eventualmente irei citar artistas ou trabalhos novos. Dito isso, vou  destacar dois trampos audiovisuais lançados há alguns anos, mas que merecem ser destacados e foram produzidos no Piauí. Vou falar de um trampo de André de Sousa  e também da  banda Aloha Haule. A banda  de surf punk instrumental Aloha Haole (@alohahaoleband) foi idealizada pelo guitarrista  Guilherme Muniz. Ele não tinha grandes pretensões; a princípio, ele pensou em gravar algumas músicas com a expectativa de que a galera baixasse e curtisse. Nessa época, ele se apresentava  ao vivo sozinho, acompanhado por um sample de bateria, e o primeiro show foi nesse formato. Mas durante a gravação do primeiro álbum ‘If wanna dance’, Guilherme viu a necessidade de ter outros músicos para levar o projeto adiante. Após algumas mudanças, a formação se estabilizou com o baterista Jairo Anderson e o baixista Flávio Rio Lima. A banda se apresentou em vários festivais pelo país e ainda fez shows na Argentina. O grupo lançou dois álbuns e dois EPs. E, para comemorar os cinco anos da banda, Guilherme teve a ideia de gravar um DVD ao vivo. A gravação foi no Bueiro do rock no dia 28 de novembro de 2018, mas só foi lançada quase três anos depois, no dia 21 de julho de 2021, no canal da banda no YouTube. O vídeo captou de muito bem a força, precisão e agressividade dos caras. Aloha Haole é uma das melhores bandas que já surgiram por aqui. Espero que eles voltem a ativa, a cena precisa de bandas como essa. STAY HAOLE TILL DEATH! E claro, vou deixar o link do DVD dos caras, difícil vai ser ficar sentado no sofá. https://www.youtube.com/watch?v=QSp7BsPL_8A&t=139s Para celebrar os 30 anos de carreira do excelente guitarrista, compositor, arranjador e professor André de Sousa (@andredesousap), foi inicialmente lançado no dia 15 de fevereiro de 2025, um compacto intitulado “Esse blues é para você”, que conta com duas faixas, a música homônima  rearranjada e com a participação da cantora Soraya Castello Branco (@sorayacastellobranco)  e a outra canção é uma versão de um clássico de Nuno Mindelis, “Blues para o Brasil”. André é um dos grandes guitarristas de blues do Nordeste e consequentemente do Brasil, mas ele também empresta seu talento para artistas de outros gêneros como jazz e MBP, já acompanhou vários artistas locais, nacionais e até internacionais.Ele também faz parte de  duas das bandas de rock mais importantes do Piauí, o Conjunto Roque Moreira(@roque.moreira) e Narguilé Hidromecânico (@narguilehidromecanico.oficial ), o cara é daquele tipo de artista que não se contenta em simplesmente tocar seu instrumento, ele passa uma vibe de que está se divertindo muito o que acaba contagiando o público. Continuando as comemorações dos 30 anos de carreira, começou a ser produzida em abril de 2024 no estúdio A Casa uma live session, com o título de “30 anos de música”, com canções autorais e mais seis inéditas que farão parte de um álbum de estúdio. O projeto contou com várias participações especiais. Além da parte musical, o material contém depoimentos e entrevistas colhidas para fazer parte de um documentário. O projeto todo foi fruto de um financiamento coletivo custeado por fãs e amigos do artista. Trinta anos de carreira de um músico tão talentoso e querido não poderiam passar em branco, a live session cumpriu bem o papel de celebrar tantos anos de dedicação à música. Então a dica é uma boa companhia, uma bebida e uns petiscos para curtir uma verdadeira celebração. Aqui o link do Youtbe: https://www.youtube.com/watch?v=Eb1bisRfB70&t=2747s

Read More

Salipi 2026: Lançamento de obras bilíngues e mesa sobre “Literatura e Tradução”, com as escritoras Jeanete Fortes e Lindevânia Martins.

Obras bilíngues: “A casa de janelas pequenas / La casa de las ventanas pequenas”, de Jeanete Fortes, e “Para levitar acima das fogueiras / Para levitar sobre las hogueras”, de Lindevania Martins, no SALIPI As obras bilíngues “A casa de janelas pequenas / La casa de las ventanas pequenas”, de Jeanete Fortes, e “Para levitar acima das fogueiras / Para levitar sobre las hogueras”, de Lindevania Martins, traduzidas pelo escritor e professor Wanderson Lima, recentemente, editadas pela Avant Garde Edições, serão lançadas no dia 9 de junho, às 18h, no espaço “Estação, Letras e Expressões, no SALIPI – 2026. Será formada uma mesa que dialogará sobre o tema “Literatura e tradução”, com a presença das autoras, do tradutor e da editora das obras. A temática discorrerá sobre o papel do tradutor para difusão universal de uma obra. Muito se debate sobre o desafio de traduzir uma obra literária. Para Umberto Eco, “a tradução é o que nos salva do isolamento”; para Borges, “o original não é fiel à tradução”; Haroldo de Campos defende a “transcriação”; e Walter Benjamin propõe que a verdadeira tradução deve transcender o original, garantindo sua “sobrevida” na busca por uma linguagem universal. Marleide Lins, escritora e editora, que desenvolve há quase duas décadas projetos acadêmicos e literários com instituições estrangeiras, aponta para a necessidade de produzir obras bilíngues. “A tradução literária permite que a literatura rompa barreiras linguísticas e geográficas, desta forma, atua como uma ponte intercultural e simbólica”. Sobre as obras ora lançadas, em português e espanhol, além do SALIPI, serão apresentadas no “V Seminário Internacional Crítica Feminista e Autoria Feminina, em Madrid – Espanha”, encontro que contempla a literatura de mulheres nos contextos de língua espanhola e portuguesa e reafirma o compromisso em promover debates amplos, críticos e interseccionais sobre as poéticas ibero-latinoamericanas, e no segundo semestre, na União Nacional dos Escritores e Artistas de Cuba / Pinar”. Das autoras e suas obras: Jeanete Fortes, autora de “A casa de janelas pequenas / La casa de las ventanas pequenas”, é escritora e Defensora Pública do Estado do Maranhão, publicou dois romances pela Avant Garde Edições, e organizou a obra “Vivências constituintes e sujeitos desconstitucionalizados”, de Maria Sueli Rodrigues de Sousa (1ª ed., 2022; 2ª ed., 2023), a coletânea “Foi assim” (2025) e “Liberdade é verbo” (2026). Para Wanderson Lima, crítico literário, prefaciador e tradutor do livro “A casa de janelas pequenas / La casa de las ventanas pequenas”: “Trata-se de um texto híbrido, que combina dimensões romanescas, poéticas e ensaísticas. É romance porque narra uma história e organiza personagens em torno de um acontecimento; é poesia pela construção imagética, pela força metafórica, pela musicalidade intrínseca e a profusão de neologismos; e é ensaio filosófico porque reflete explicitamente sobre ética, colonialidade, cultura, morte, silêncio, alteridade e existência”. Lindevania Martins, autora “Para levitar acima das fogueiras / Para levitar sobre las hogueras” é escritora e Defensora Pública do Estado do Maranhão. Finalista do prêmio Jabuti, 2021, publicou seis livros. Para Cris Lira, professora e supervisora do Programa de Português da Universidade da Geórgia, em Athens, Estados Unidos, sobre a obra “Para levitar acima das fogueiras / Para levitar sobre las hogueras”: A poesia de Lindevania Martins clama por desobediência, pelo reconhecimento das mulheres como o começo do mundo, pela luta pela memória, pelo registro matemático da monstruosidade. É um chamado: Levitemos sobre os escombros daqueles que insistem em nos querer caladas, recatadas, mortas”. Marleide Lins, escritora e editora, diz que o SaliPI, as feiras de livros, os colóquios acadêmicos e literários, são espaços de todas as conversas e trocas sobre literatura, e que exercem um papel fundamental para democratizar o acesso à leitura, promover a difusão e circulação de obras editadas, além de movimentar o mercado editorial.

Read More

Toda Palavra é um Mundo: Sarau e rodas de conversa movimentam o evento

Neste mês de junho, Teresina será palco de um encontro cultural que celebra a força da palavra e sua capacidade de criar mundos. O projeto “Toda Palavra é um Mundo – Sarau” reúne escritores, professores, jornalistas e artistas em dois dias de intensa programação na Galeria The Doors, localizada na Rua General Adelmar Rocha, 2525, bairro Ininga. O Evento tem o patrocínio do Governo do Estado do Piauí, através da Secretaria de Estado da Cultura. Programação     📅 Dia 17/06 14h – Bate-papo: “Crônica: A Poética do Circunstancial” com Wellington Soares (escritor e professor). 14h – Oficina de Assessoria de Imprensa com Fátima Oliveira (jornalista e escritora). 15h – Bate-papo: “A Língua que Habito: A Arte de Ser Poliglota na Sua Própria Língua” com Newton Neto (professor). 16h – Conversa com Clara Mello, mediação de Fernanda Paz. 18h – Sarau Literário, com música de Bruno Baruque. 📅 Dia 18/06 14h – Oficina de Elaboração de Projetos com Alexandra Teodoro. 14h – Bate-papo: “A Leitura como Experiência de Vida: O Papel dos Clubes de Leitura na Formação Integral dos Estudantes” com Juscelino Aquino (professor). Um espaço de encontro e criação O evento propõe reflexões sobre literatura, jornalismo, leitura e criação artística, além de oferecer oficinas práticas e momentos de celebração coletiva. O Sarau Literário encerra o primeiro dia com música e poesia, reforçando o caráter plural e integrador da iniciativa. Serviço Data: 17 e 18 de junho de 2026 Local: Galeria The Doors – Rua General Adelmar Rocha, 2525, Ininga Informações: 86 98138-9273

Read More
Back To Top