50 anos de duas obras-primas!

Duas obras-primas da música brasileira estão completando 50 anos. “Alucinação” de Belchior  e “Doces Bárbaros”  dos baianos Caetano Veloso, Gal Costa, Maria Bethânia e Gilberto Gil. O segundo disco de Belchior, “Alucinação”, lançado em 1976, foi gravado em duas tardes com uma semana de ensaio, produzido pelo grande produtor Marco Mazzola. Um fato interessante foi quando Mazzola ligou para Belchior interessado em produzir um disco do jovem compositor. Ele não acreditou que era o cara que produziu discos de Elis Regina e Raul Seixas, foi preciso que Mazzola respondesse algumas perguntas para que Belchior acreditasse. Mazzola ficou surpreso com  a linguagem trazida por Belchior, que ainda por cima  conseguia se esquivar da censura. Ele conheceu o compositor cearense por meio de uma fita k7 mostrada por Elis, que naquele mesmo ano gravou  “Como Nossos Pais”  e “Velha Roupa Colorida”, ambas compostas por Belchior e estão também no álbum “Alucinação”. O  disco tem 10 faixas e dessas, cinco são clássicos da MPB, são elas “Apenas um  Rapaz Latino Americano” ,  “Velha Roupa Colorida”, “Como Nossos Pais”, “Sujeito de Sorte” e “A Palo Seco”. Com essas canções, não  poderia ser diferente, o disco rapidamente virou um sucesso de vendas com 30 mil cópias vendidas, chegando a 500 mil ao longo do tempo. No título do disco, Belchior  faz referência a como é ter que suportar o cotidiano, o verso  “e meu delírio é a experiência com coisas reais” na faixa título confirma a ideia de que a alucinação não se trata de se afastar da realidade. O modo como Belchior escreve lembra o estilo de Bob Dylan e na parte musical do álbum podemos perceber elementos de baião, rock, blues e country. Alucinação é um disco de grande relevância, que transcende o tempo e continua influenciando as novas gerações de músicos. Vou deixar aqui o link de uma música do disco: https://www.youtube.com/watch?v=FenWBF66-ow&list=RDFenWBF66-ow&start_radio=1&pp=ygUdYmVsY2hpb3IgYWx1Y2luYcOnw6NvIGFvIHZpdm-gBwHSBwkJTgsBhyohjO8%3D   Outro disco que está fazendo 50 anos é o “Doces Bárbaros”,  a união dos quatro baianos Caetano Veloso (@caetanoveloso ), Maria Bethânia (@mariabethaniaoficial),Gal Costa ( @galcosta)    e Gilberto Gil (@gilbertogil ), foi ideia de Bethânia para comemorar os dez anos de carreira do quarteto e o nome do grupo foi baseado no título de uma canção de Caetano, “Os Mais Doces Bárbaros”, a princípio não foi pensado na gravação de um disco, seria apenas a turnê, mas com o sucesso do show veio a ideia de gravar o repertório em estúdio, mas Gal e Bethânia sugeriram que o registro deveria ser do show. Além da captação do áudio para o que seria um álbum duplo, o diretor Jom Tob Azulay dirigiu um documentário que mostra todos os acontecimentos importantes, inclusive a prisão de Gilberto Gil por porte de drogas. Depois foram feitos filmes, um DVD e, em 1994, virou tema de samba enredo da Estação Primeira de Mangueira. Apesar de ser considerado uma obra prima, o disco foi bastante criticado principalmente por acharem que o álbum tem baixa qualidade técnica e gráfica. Mas as composições e interpretações superam a suposta baixa qualidade. Mesmo com a participação de grandes artistas, o disco não teve sucesso comercial e acabou sendo retirado do catálogo da gravadora Philips. Após 26 anos, os quatro baianos se reuniram como  “Doces Bárbaros” para dois shows ao ar livre em São Paulo e no Rio de Janeiro. As apresentações foram registradas em um documentário dirigido por Andrucha Waddington e foi lançado com o título “Os Outros (Doces) Bárbaros” em 2004. Com o passar do tempo, o álbum alcançou o status compatível com a sua importância para a música brasileira. Como sempre faço, vou deixar aqui o link do documentário feito sobre o projeto: https://www.youtube.com/watch?v=FlAjvgh0_Ok&pp=ygUdZG9jZXMgYsOhcmJhcm9zIGRvY3VtZW50w6FyaW8%3D      

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Segundo semestre, barulhento!

O ano de 2026 tem sido muito bom em relação a shows em Teresina, com bandas autorais e covers  locais e nacionais. Acredito que, a partir deste ano, com a quantidade e qualidade dos shows, teremos também a volta do público aos shows. Temos mais casas de show que abrem espaço para o rock, como A casa do Tal Rock And Roll (@acasadotalrockandroll) e o CCC-Centro Cultural do Centro (@centroculturaldocentro). Em março, no Bueiro do Rock (@bueirodorock), rolou o Teresina Hardcore com as bandas Óbtus (@obtushc), Azínus (@azinusoficial), Káfila (@kafilahcthe) e Cianeto (@cianetohc). No mesmo mês, aconteceu uma homenagem a André Matos (In memoriam), um dos maiores vocalistas do metal nacional que infelizmente nos deixou. Esse tributo foi feito por um time de feras intitulado  “All Metal Stars BR” ,contando com um dos maiores guitarristas do país, Eduardo Ardanuy, no vocal Thiago Bianchi e o baterista Aquiles Priester. No mês de abril, foi a vez da lenda do hardcore brasileiro Ratos de Porão (@ratosdeporao), tocar mais uma vez no Bueiro do Rock, com as bandas Eskrota (@eskrotacs) São Paulo, Bayside Kings (@baysidekings) de Santos e a banda local Òbtus que sempre detona nos seus shows. Ainda em abril, teve também mais shows mesclando bandas locais e de outros estados. No dia 22 a atração principal foi mais uma banda paulista, Agrotóxico (@agrotoxicohc), e completando o cast, as bandas piauenses Azinus, War Torment (@wartorment) e Miséria (@banda_miseria_official). Foram muitos eventos, não dá para listar todos. E para o restante do ano tem muito mais.     Já estamos em junho, vou destacar o que vem pela frente no dia 19 no CCC, após o jogo do Brasil tem o show de blues do excelente guitarrista piauiense Sid Vitor (@sid_blues), no mesmo dia no Bueiro do Rock em rítmo de copa do mundo tem Anno Zero (@annozeroband) e Damage (@damge_metal), no dia 20 vai rolar  “Do Punk ao Grunge” com as bandas Óbtus, Aurodharma (@aurodharma) e Chinnask (@chinnask.grunge).     Na Casa do Tal Rock’n Roll , no dia 21 acontece o “Cena Rock”  com Azínus ( @azinusoficial), Os Cardinais (@oscardinais ) e Reizzor (@reizzorband) no dia  27 vai ser a vez do  “Teresina Sombria” evento voltado ao rock alternativo e o pós-punk com as bandas cearenses  Eron Noise(@eronnoise) e Sem Reflexo (@semreflexo)e a banda piauiense Céu de Concreto (@ceudeconcreto.oficial) que apresenta uma junção de experiências e referências da música alternativa sem se prender a um único estilo, eles transitam entre o pós-punk, o gótico e a energia do metal oitentista, mas o principal objetivo é ter liberdade artística. A banda projeta para o segundo semestre a gravação de um single e de um EP.     No mês de julho, no dia 11,  no Alive Studios (@alive_producoes) tem a terceira edição do Aliança Core Fest com a banda de rock alternativo de São Paulo  Bullet Bane(@bulletbane),  e ainda Hacervo (@hacervo.oficial) e  Ponto Lunar (@pontolunarr ), que criou esse projeto que serve para movimentar a cena e unir as bandas. Vida longa ao Aliança Core Fest.     Mais um show internacional imperdível em Terehell, que será o primeiro grande projeto da Thelightproductionbr (@thelightproductionbr), produtora que promete movimentar a cena roqueira com eventos do porte como o que traz o grande vocalista italiano Fabio Lione apresentando a “Epic Tales Brasil Tour – Part 2” com a participação do virtuoso guitarrista do Viper (@viper_brazil) Kiko Shred e tem também a banda Storia (@storiaband) lançando seu novo disco  “Revenant: A Righteous Revenge”. Será no dia 18 de julho. Os ingressos podem ser adquiridos na Stillusrock e pelo site Articket ( https://articket.com.br ). Vamos prestigiar para que mais shows como esse aconteçam por aqui.     Em agosto tem a oitava edição do Festival Agosto do Cão (@agostodocao), que esse ano vai deixar os velhos headbangers de Teresina felizes. No line-up estão duas bandas clássicas do metal nacional, a piauiense Vênus (@venus_banda) e a carioca Azul Limão (@banda.azul.limão). Além delas, vai rolar discotecagem com LPeso (@lpesodemetal)e a volta de uma lenda do hardcore do Piauí, a banda Verme Noise (@verme_noise3030) . Sem querer desmerecer os outros eventos, mas esse festival vai ser um dos melhores eventos do ano. O ingresso físico está disponível na Stillus Rock e de forma online na plataforma Sympla (https://sympla.com.br).     O mês de setembro vem com mais porrada, começando com mais um grande show produzido pela Xtaff Laboratório Artístico (@xtaffonline), produtora que tem organizado excelentes eventos por aqui e dessa vez traz um tributo a “Death”, uma das lendas do death metal mundial com a banda Left To Die  na turnê Brazilian Notheast Tour 2026. A banda conta com ex-integrantes da formação clássica da “Death”. As outras bandas que irão se apresentar são Flagelador (@flagelador ), Cemitério (@cemiteriodeathmetal ) e Into Morphin (@intomorphinband  Vai ser no dia 03 de setembro no Bueiro do Rock. Os ingressos de forma online estão disponíveis no site Meaple (http://meaple.com.br e de forma física na Stillus Rock e Metalunderstore (@metalunderstore).     Ainda no mês de setembro o Bueiro do Rock recebe a banda de thrash metal Nervosa (@nervosathrash com a primeira etapa da turnê nacional Slave Machine Tour que está divulgando o lançamento de seu novo álbum, será no dia 18 de setembro, confirmando a boa fase as meninas vão se apresentar no Rock In Rio 2026. Para mais informações acesse @lpmetalworld.     No final de setembro a Tamanduá Produção (@tamanduaproducao ) trará ao Bueiro do Rock a banda de black metal Lúxuria de Lillith (@luxuriadelillith) , a abertura do show será com as bandas Victhorian (@victhorianbm), Furit(@furitband ) e Cristo Cadavérico ( @cristocadaverico_horda ) Ingressos antecipados na Stillus Rock. Eventos para todos os gostos, com excelentes atrações, resta agora a galera deixar o comodismo de lado e apoiar a cena! LONG LIVE THE LOUD!

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Vejam e ouçam, André de Sousa e Aloha Haole!

Como falei na primeira coluna dessa nova “temporada”, não tenho compromisso de mostrar artistas novos ou lançamentos,  lógico que eventualmente irei citar artistas ou trabalhos novos. Dito isso, vou  destacar dois trampos audiovisuais lançados há alguns anos, mas que merecem ser destacados e foram produzidos no Piauí. Vou falar de um trampo de André de Sousa  e também da  banda Aloha Haule. A banda  de surf punk instrumental Aloha Haole (@alohahaoleband) foi idealizada pelo guitarrista  Guilherme Muniz. Ele não tinha grandes pretensões; a princípio, ele pensou em gravar algumas músicas com a expectativa de que a galera baixasse e curtisse. Nessa época, ele se apresentava  ao vivo sozinho, acompanhado por um sample de bateria, e o primeiro show foi nesse formato. Mas durante a gravação do primeiro álbum ‘If wanna dance’, Guilherme viu a necessidade de ter outros músicos para levar o projeto adiante. Após algumas mudanças, a formação se estabilizou com o baterista Jairo Anderson e o baixista Flávio Rio Lima. A banda se apresentou em vários festivais pelo país e ainda fez shows na Argentina. O grupo lançou dois álbuns e dois EPs. E, para comemorar os cinco anos da banda, Guilherme teve a ideia de gravar um DVD ao vivo. A gravação foi no Bueiro do rock no dia 28 de novembro de 2018, mas só foi lançada quase três anos depois, no dia 21 de julho de 2021, no canal da banda no YouTube. O vídeo captou de muito bem a força, precisão e agressividade dos caras. Aloha Haole é uma das melhores bandas que já surgiram por aqui. Espero que eles voltem a ativa, a cena precisa de bandas como essa. STAY HAOLE TILL DEATH! E claro, vou deixar o link do DVD dos caras, difícil vai ser ficar sentado no sofá. https://www.youtube.com/watch?v=QSp7BsPL_8A&t=139s Para celebrar os 30 anos de carreira do excelente guitarrista, compositor, arranjador e professor André de Sousa (@andredesousap), foi inicialmente lançado no dia 15 de fevereiro de 2025, um compacto intitulado “Esse blues é para você”, que conta com duas faixas, a música homônima  rearranjada e com a participação da cantora Soraya Castello Branco (@sorayacastellobranco)  e a outra canção é uma versão de um clássico de Nuno Mindelis, “Blues para o Brasil”. André é um dos grandes guitarristas de blues do Nordeste e consequentemente do Brasil, mas ele também empresta seu talento para artistas de outros gêneros como jazz e MBP, já acompanhou vários artistas locais, nacionais e até internacionais.Ele também faz parte de  duas das bandas de rock mais importantes do Piauí, o Conjunto Roque Moreira(@roque.moreira) e Narguilé Hidromecânico (@narguilehidromecanico.oficial ), o cara é daquele tipo de artista que não se contenta em simplesmente tocar seu instrumento, ele passa uma vibe de que está se divertindo muito o que acaba contagiando o público. Continuando as comemorações dos 30 anos de carreira, começou a ser produzida em abril de 2024 no estúdio A Casa uma live session, com o título de “30 anos de música”, com canções autorais e mais seis inéditas que farão parte de um álbum de estúdio. O projeto contou com várias participações especiais. Além da parte musical, o material contém depoimentos e entrevistas colhidas para fazer parte de um documentário. O projeto todo foi fruto de um financiamento coletivo custeado por fãs e amigos do artista. Trinta anos de carreira de um músico tão talentoso e querido não poderiam passar em branco, a live session cumpriu bem o papel de celebrar tantos anos de dedicação à música. Então a dica é uma boa companhia, uma bebida e uns petiscos para curtir uma verdadeira celebração. Aqui o link do Youtbe: https://www.youtube.com/watch?v=Eb1bisRfB70&t=2747s

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Ideias e improvisos que deram muito certo!

  A produção de uma música, pode evidenciar detalhes que às vezes se sobressaem tanto que fazem com que a música seja lembrada por um arranjo ou som que, em alguns casos, não fazia parte no ato da composição ou poderia não combinar com a música, mas que acabam dando muito certo e se tornam tão importantes quanto a própria música! O produtor ou algum músico da banda pode sugerir algo diferente, por exemplo, um solo de um instrumento que não faz parte do som da banda, como flauta, saxofone, violinos, enfim, vai depender da criatividade na hora de produzir a música.       Em alguns casos, pode ser um solo de guitarra que se destaca, como na música “Ovelha Negra” de Rita Lee e Tutti Frutti, que faz parte do disco “Fruto Proibido”. O guitarrista Luiz Carlini (@luizcarlini_oficial) fez no primeiro take de gravação o solo que é considerado o melhor do rock brasileiro. Reza a lenda que ele quis refazer, mas o produtor não deixou e o que foi publicado foi mesmo o da primeira tentativa e totalmente de improviso! O solo é dotado de uma certa simplicidade combinada com muita emoção, provavelmente por isso seja uma referência para críticos e músicos.   Eu não poderia deixar de fora desse post um dos arranjos mais incríveis da história do rock brasileiro e o responsável é Willy Verdaguer (@willy.verdaguer) esse argentino é entre outras coisas maestro, arranjador e exímio baixista, ele é o cara responsável pelos arranjos de baixo de dois dos mais importantes álbuns lançados no Brasil, esse músico tocou nos clássicos discos dos “Secos e Molhados”, dito isso vou falar de um dos vários arranjos incríveis de Willy o da música “Amor” do primeiro álbum da banda que foi lançado em 1973, essa linha de baixo é emblemática e mostra como o baixista ajudou a moldar o som da banda, o que ele fez é tão incrível que virou alvo de estudo para músicos, muitos instrumentistas praticam essa parte da música para desenvolver sua técnica. E esse é só um dos vários arranjos legais dos discos, participar de dois discos lendários e se destacar não é para qualquer um. Abaixo vou colocar o link com o arranjo citado acima. https://www.youtube.com/watch?v=xGzAuG6B208&list=RDxGzAuG6B208&start_radio=1&pp=ygUwd2lsbHkgdmVyZGFndWVyIHRvY2FuZG8gbyBhcnJhaj1uam8gZGUgYW1vciBhbW9yoAcB   No rock internacional posso citar a vocalização na canção “The great gig in the sky”, que está no clássico album do Pink Floyd “Dark side of the moon”, e a dona da voz é Clare Torry. A princípio, não havia essa parte na composição. O engenheiro de som Alan Parsons foi quem teve a ideia de incluir esse trecho que foi feito praticamente de improviso, mais um acaso que entrou para a história do rock. Abaixo vou deixar o link de um trecho da música “The great gig in the sky”, ao vivo com Clare Torry brilhando na vocalização citada. https://www.youtube.com/shorts/0r7TRHXeiq8?feature=share   Outro fato a ser destacado é o solo de guitarra do lendário Ed Van Halen na música “Beat it” de Michael Jackson. O cantor chamou para produzir seu disco “Thriller” que viraria um clássico do pop, nada mais nada menos do que Quincy Jones, um dos maiores produtores musicais de todos os tempos. Jones concordou com a intenção de Michael de que a música alcançasse todos os públicos, por isso pensou em Ed para participar da música. Engraçado que o próprio Quincy ligou para fazer o convite ao guitarrista que desligou o telefone várias vezes na cara do produtor por não acreditar que fosse Quincy ligando para ele, mas depois pensou bem, atendeu e acabou aceitando o convite. Segundo Ed Van Halen, sem pedir permissão a Michael, ele rearranjou a música porque na parte do solo não tinha nenhum acorde. Lógico, depois ele avisou ao cantor que adorou tudo que Ed fez. Havia um problema para a participação do guitarrista, era que Ed tinha um pacto com sua banda Van Halen de não participar de gravações ou shows de outros artistas e para que os companheiros de banda não soubessem, o nome do guitarrista não foi creditado no disco e de cachê Ed pediu uma caixa de cerveja e que Michael lhe ensinasse alguns passos de dança. Um valor irrisório para um solo que, de tão bom, virou um dos pontos altos da música. Segue abaixo o link de Ed Van Halen fazendo o solo em um show com Michael Jackson. https://www.youtube.com/watch?v=ShV2Hu8veoE&list=RDShV2Hu8veoE&start_radio=1   Eu poderia enumerar vários casos como esses que aconteceram tanto na MPB, na música pop e no rock, talvez possa rolar a parte dois dessa coluna. Até a próxima!

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